5 DICAS PARA MELHORAR O SEU SONO

A maioria das técnicas existentes para nos ajudar a descansar melhor se concentram no sono noturno, como manter um horário regular para dormir e não mexer no celular na cama.

Mas conseguir uma boa noite de sono não depende apenas da sua rotina na hora de dormir. E se sentir descansado nem sempre é questão de ter uma boa noite de sono.

Diversas pesquisas indicam que outras ações que você pode praticar durante o dia, quando estiver acordado, podem melhorar o seu sono à noite.

Aqui estão cinco medidas que irão fazer você se sentir mais descansado, com mais energia e, sim, poderão até fazer você dormir melhor, sem precisar alterar seus hábitos noturnos.

1. Acompanhe seus níveis de ferro

Cerca de uma a cada três pessoas em todo o mundo sofre de deficiência de ferro.

Os grupos particularmente suscetíveis incluem bebês e crianças pequenas, meninas e mulheres em idade reprodutiva (devido à perda de sangue durante a menstruação), grávidas, praticantes de esportes de resistência, vegetarianos (especialmente os veganos) e doadores frequentes de sangue.

Mas qualquer pessoa pode acabar sofrendo deficiência de ferro ou suas possíveis consequências, como a anemia por deficiência de ferro. Seus sintomas podem incluir cansaço e fadiga, além de agitação e despertar noturno.

Se você sentir cansaço com frequência, mesmo ajustando seus hábitos de sono, pode ser interessante consultar seu médico para examinar os níveis de ferritina (uma proteína que ajuda a armazenar ferro) ou hemoglobina, que transporta o oxigênio através do corpo.

Mesmo que seus níveis de ferro no corpo sejam adequados, cuidar da nutrição pode ajudar a evitar deficiência no futuro.

As fontes do ferro mais facilmente absorvido, conhecido como ferro heme, incluem carne, peixe e ovos. E você pode aumentar a biodisponibilidade das fontes não heme (como feijões e vegetais verdes), consumindo simultaneamente um alimento rico em vitamina C.

2. Coma vegetais

Diversos estudos em larga escala concluíram que adultos que consomem mais frutas, legumes e verduras relatam melhor qualidade de sono. Já os que se alimentam de fast food e refrigerantes enfrentam mais problemas para dormir.

Pesquisas concluíram particularmente que indivíduos que adotam a chamada dieta mediterrânea — caracterizada por altos níveis de legumes, verduras, frutas, nozes, cereais integrais e laticínios com baixo nível de gordura — dormem melhor e de forma mais consistente.

Paralelamente, também se descobriu que as pessoas que dormem menos de cinco horas por noite consomem menos quantidade de ferro, zinco, selênio, fósforo e magnésio, além de vitamina C e luteína, do que as pessoas que dormem mais.

É sempre difícil esclarecer a relação entre causa e efeito, particularmente em temas tão complexos como o estudo da nutrição e do sono. Por isso, estes estudos não deixam claro se as pessoas comem melhor quando dormem mais, se elas dormem melhor porque se alimentam melhor ou se ambos os casos são verdadeiros.

Ainda assim, isso não ocorre apenas porque ficamos mais dispostos a consumir comida sem qualidade quando estamos cansados. A alimentação também altera o nosso tipo de sono.

Um estudo entre 15 homens jovens na Suécia concluiu que, quando eles consumiam alimentos com alto teor de gordura e açúcar, suas ondas cerebrais se alteravam durante o sono e a qualidade do seu sono profundo se deteriorava. E, quando eles passavam a adotar alimentação mais saudável, com baixo teor de gordura e açúcar, a qualidade do seu sono profundo melhorava.

Alguns estudos são pequenos, devido às dificuldades para coletar dados da atividade cerebral durante o sono. As pessoas precisam comparecer a um laboratório do sono, para serem monitoradas por toda a noite.

Ainda assim, existem muitas outras evidências que indicam os benefícios da alimentação saudável para o sono.

Estudos randomizados controlados indicam que comer cinco (ou até dez) legumes ou verduras por dia pode melhorar o nosso sono.

Um estudo com mais de 1 mil jovens adultos que comiam menos de três porções de frutas, legumes e verduras por dia, por exemplo, examinou seu sono depois que eles aumentaram a ingestão destes alimentos.

Três meses depois, as mulheres (curiosamente, não os homens) apresentaram duas vezes mais propensão a ter seus sintomas de insônia reduzidos, sua qualidade do sono foi levemente melhor e eles levaram menos tempo para adormecer, quando aumentaram suas porções para pelo menos seis por dia, em comparação com as que mantiveram as porções iniciais.

Paralelamente, um estudo randomizado controlado concluiu que, quando as crianças seguem uma alimentação que inclui vegetais verdes cinco vezes por semana, elas relatam que sentem menos cansaço e têm melhor qualidade de sono.

Segundo os pesquisadores, isso provavelmente se deve ao alto nível de vitaminas dos vegetais verdes – particularmente as vitaminas A e C, que também ajudam na absorção de outros minerais que podem melhorar o sono, como o ferro.

3. Faça um pequeno exercício (mesmo que seja de noite)

A relação exata entre o exercício físico e o sono ainda está sendo estudada. Mas, de forma geral, a atividade física parece nos ajudar a dormir melhor e por mais tempo. E você não precisa fazer tanto exercício quanto pensa.

 Uma meta-análise abrangente de 66 estudos, realizada em 2015, concluiu que o exercício, até por apenas alguns dias, ajudou as pessoas a adormecer com mais rapidez e dormir mais, enquanto exercícios mais regulares também melhoraram a qualidade do sono.

Os efeitos, em sua maioria, eram pequenos, mas eram maiores para as pessoas que se queixavam do seu sono. Em outras palavras, adultos com dificuldade para dormir podem se beneficiar de um pouco de suor.

Outros estudos indicam que os exercícios não precisam ser intensos para fazer diferença — e nem mesmo ser praticados todos os dias.

Uma análise concluiu que se exercitar três vezes por semana apresentou melhores resultados para o sono do que todos os dias (ou apenas uma vez por semana).

Exercícios com intensidade moderada podem promover mais o sono do que os de alta intensidade e apenas 10 minutos de exercício por dia podem fazer diferença.

Outra análise indica que se exercitar à noite, até duas horas antes da hora de dormir, não prejudica o sono — uma boa notícia para aqueles que não têm outro horário para calçar os tênis.

Os exercícios físicos podem nos ajudar de outras formas a reduzir a sensação de cansaço, além de melhorar o sono. Pesquisas descobriram que a atividade física nos deixa mais propensos a nos sentirmos renovados e até a acreditar que dormimos melhor na noite anterior, mesmo que não seja verdade.

4. Reduzir (ou eliminar) álcool e fumo

Esta é uma resolução frequente na lista de Ano Novo de muitas pessoas. Mas, para aqueles que bebem ou fumam regularmente, pode ser difícil eliminar o hábito de uma hora para outra.

Talvez isso ocorra porque os objetivos orientados por estratégias — que podem ser atingidos e cujo sucesso pode ser medido com facilidade, como adotar um novo hábito ou introduzir uma mudança positiva — são mais facilmente alcançados do que aqueles que se concentram na abstinência.

Mas, este ano, talvez você queira tentar eliminar o hábito de beber ou fumar para se sentir mais descansado.

O fumo já foi relacionado a dificuldades para adormecer e à redução do restauro durante o sono de ondas lentas.

E beber também parece resultar na piora da qualidade do sono.

Tomar duas a três doses antes da hora de dormir podem nos deixar mais sonolentos, mas apenas em um primeiro momento. Se continuarmos bebendo desta forma por três dias (ou mais), o efeito se reverte — e beber regularmente está relacionado ao aumento do risco de insônia.

Outra pesquisa concluiu que até uma única dose antes de dormir altera nossa fisiologia do sono. Ou seja, nós adormecemos mais rapidamente e dormimos melhor na primeira metade da noite, mas acordamos mais na segunda metade — e o nosso sono REM (movimento rápido dos olhos, na sigla em inglês) é mais curto.

Beber também pode alterar nosso ritmo circadiano, reduzindo a quantidade total de sono, e agravar distúrbios como a apneia do sono e outros relacionados à respiração.

5. Não pule o café da manhã

Quando o assunto é saber se tomar café da manhã ajuda a perder peso (ou manter seu peso saudável), as evidências são contraditórias.

Uma série de estudos randomizados controlados concluiu, por exemplo, que não existe relação clara entre comer (ou pular) o café da manhã e efeitos consequentes como a massa corporal.

Mas os benefícios do café da manhã são um pouco mais claros em relação ao possível efeito da refeição sobre a sensação de perspicácia e agilidade mental.

Uma análise de 43 estudos concluiu que tomar café da manhã pode melhorar nossa memória e concentração. E estes efeitos, embora pequenos, também são consistentes.

O mesmo resultado foi observado entre as crianças. Estudos aleatorizados controlados concluíram que as crianças que comem uma refeição depois de acordar apresentam aumento da sua atenção, memória e funções executivas.

Outra pesquisa descobriu que tomar café da manhã pode ajudar as pessoas a se sentirem menos cansadas.

Um estudo com 127 estudantes de faculdade de medicina concluiu que os alunos que tomavam café da manhã relatavam menos cansaço do que os que pulavam a primeira refeição do dia.

Comer em horários constantes também pode trazer benefícios.

A mesma pesquisa entre os estudantes de medicina e outros estudos, um deles com mais de 1,8 mil estudantes de graduação em Taiwan, concluíram que os participantes que se alimentavam em horários irregulares sofriam mais fadiga do que os demais.

Estes dois estudos foram observacionais, de forma que é possível que os participantes mais cansados simplesmente tivessem menos disposição para tomar café da manhã ou comer em horários regulares.

Ainda assim, cada vez mais pesquisas demonstram que o nosso ritmo circadiano afeta nosso horário de alimentação e que o horário em que comemos também afeta o nosso ritmo circadiano. Ou seja, parece provável que esta seja uma relação de mão dupla.

De qualquer forma, se você estiver sentindo cansaço, reservar um tempo de manhã para comer dois ovos ou uma tigela de mingau antes de sair de casa pode valer a tentativa.

Fonte: BBC Brasil

PICOS DE GLICOSE E O ACÚMULO DE GORDURA CORPORAL

                                        

Os picos de glicose ocorrem quando consumimos, isoladamente (sem outros nutrientes, como proteínas e fibras), um alimento rico em carboidrato — como doces, massas, e mesmo opções saudáveis, como uma banana ou tapioca — já que ao ser ingerido, o carboidrato é convertido em glicose (um tipo de açúcar) no corpo.

"Quando a glicemia está alta, o corpo busca reduzi-la por meio da liberação de insulina, um hormônio responsável por 'varrer' o açúcar e transportá-lo para dentro das células, para que o excesso não permaneça no sangue", explica Livia Hasegawa, nutricionista formada pela USP (Universidade de São Paulo) e especialista em fisiologia do exercício pela Unifesp.

Mas quando a quantidade de açúcar é demais para o poder da insulina, o corpo tende a criar um estoque de algo nada bem-vindo: gordura. Por isso, esse picos são descritos pelas especialistas consultadas, como um dos principais mecanismos do corpo para o ganho de peso indesejado e também como algo que pode acarretar problemas de saúde a longo prazo.

A boa notícia é que é possível controlá-los com mudanças simples na alimentação e no estilo de vida.

Qual o perigo de ter esse aumento rápido da quantidade de açúcar no sangue? Para pessoas com diabetes, que têm falta de insulina, os picos de glicose são um problema grave. Eles podem causar sintomas imediatos, como cansaço extremo, sede intensa e visão embaçada. Em casos mais graves, quando o corpo não consegue usar a glicose para obter energia, ele começa a queimar gordura e a produzir os chamados 'corpos cetônicos'.

Quando essas substâncias se acumulam em grande quantidade, o sangue fica ácido, o que pode prejudicar o funcionamento dos órgãos e até causar complicações graves, como danos nos rins e no coração.

"Nesses casos, quando o paciente consome um alimento com índice glicêmico muito alto, é necessário usar medicamentos para fazer o papel que, em pessoas não diabéticas, já é feito naturalmente", descreve Mariana Melendez, nutricionista e pós-graduada em pesquisa clínica pela Universidade de Harvard.

Embora o corpo tenha formas naturais de lidar com os picos de açúcar no sangue em pessoas saudáveis, isso não significa que eles sejam isentos de consequências negativas.

"A glicose, quando elevada por longos períodos, pode ter um efeito tóxico sobre os vasos sanguíneos. Assim, mesmo quem não é diabético, ao manter uma dieta pobre em fibras e proteínas — que ajudam a reduzir esses picos glicêmicos —, pode desenvolver outros problemas. Um deles é aumento da pressão nos vasos, que favorece a hipertensão arterial", explica.

 Os picos de glicose também têm impacto direto no ganho de gordura.

"A insulina que o corpo libera para 'limpar' o açúcar também é um hormônio anabólico, ou seja, sinaliza ao organismo para armazenar energia. Esse mecanismo de armazenamento transforma o excesso de glicose em gordura corporal, sendo mais comum o acúmulo na região abdominal. O corpo entende que precisa formar reservas energéticas para uso futuro", explica Hasegawa.

A nutricionista explica que esse é apenas um dos fatores que contribuem para o aumento da gordura corporal. O outro é consumir mais calorias do que o corpo necessita.

"O excesso de calorias, independentemente da origem — seja de carboidratos, gorduras ou proteínas —, também pode levar ao acúmulo de gordura. Mas são os carboidratos, especialmente os refinados e industrializados, os mais consumidos por estarem facilmente disponíveis em alimentos como pães, bolachas e snacks como batatinhas", descreve a nutricionista, concluindo que as duas causas do ganho de peso geralmente andam juntas.

Além disso, a rápida absorção desses carboidratos também pode causar 'hipoglicemia de rebote'. "Após a ingestão, a glicemia sobe rapidamente, o corpo libera insulina para equilibrar os níveis, e a glicose cai rapidamente, gerando cansaço ou mais fome."

Como evitar os picos de glicose (importante)

Combinar carboidratos com fibras, proteínas ou gorduras saudáveis é a estratégia mais comumente usada para evitar o aumento rápido de açúcar no sangue.

"Dar preferência ao consumo de fibras e proteínas antes do carboidrato ajuda a retardar a absorção da glicose. Por exemplo, ao comer macarrão, é interessante começar com uma salada, seguida por uma proteína, como carne (se for molho à bolonhesa), ou pedaços de frango ou atum. Essa estratégia, chamada carga glicêmica, faz com que a digestão seja mais lenta, reduzindo o impacto dos carboidratos nos níveis de glicose", explica Hasegawa.

Como opções de fibras, Mariana Melendez, especialista em pesquisa clínica pela Universidade de Harvard, cita farelos como aveia, psyllium e linhaça e alimentos naturais como legumes e frutas.

E há uma quantidade específica recomendada para adultos por dia: no mínimo 14 gramas, algo que a nutricionista classifica como 'desafiador' pela quantidade limitada disponível em alimentos.

Para se ter uma ideia, uma xícara de chá de brócolis cozido contém cerca de 5 a 6 gramas de fibras, e duas colheres de sopa de aveia contêm de 2 a 3.

"Uma dica prática é preferir carboidratos com fibras. Por exemplo, em vez de consumir suco de laranja, consumir a fruta com o bagaço. Em vez de pão ou tapioca, optar por pão integral ou tapioca com farelo. Assim, conseguimos incluir fibras sem vilanizar o carboidrato", diz Melendez.

"Muitas pessoas se preocupam em evitar certos alimentos, como beterraba, porque acreditam que têm muito carboidrato. Porém, raramente consumimos um alimento isolado. Beterraba, por exemplo, geralmente é consumida junto com outros alimentos, como carne, feijão e salada, o que equilibra a refeição. O mesmo vale para banana: colocando aveia e um iogurte, já fica equilibrado."

Melendez explica também que, além de causar um aumento rápido na glicose, alimentos com alto índice glicêmico, como a tapioca, também fazem a fome voltar logo em seguida. Isso acontece porque a tapioca, por ser basicamente carboidrato e sem fibras, tem esse efeito.

"Para evitar, a ideia é a mesmo: complementar a tapioca com ingredientes como os farelos (fibras), ovo, queijo ou frango desfiado (proteínas), o que diminui a carga glicêmica da refeição e prolonga a saciedade, auxiliando no emagrecimento."

A prática de exercícios físicos também ajuda no controle da glicemia.

"Os músculos têm a capacidade de captar glicose diretamente do sangue, mesmo sem a ação da insulina, o que é especialmente importante para pessoas com resistência à insulina ou diabetes", completa Hasegawa.

O perigo da obsessão por controle

Embora entender como o que ingerimos afeta nosso corpo possa ajudar a criar mudanças positivas, as nutricionistas alertam que deve-se ter cuidado ao tentar controlar cada pequeno processo do organismo.

"Não é preciso que as pessoas fiquem obcecadas com a alimentação; isso pode torná-la algo muito difícil. Em indivíduos sem resistência à insulina, intolerância à glicose ou diabetes, basta fazer atividade física e incluir fontes de fibras e proteínas em todas as refeições. Não é necessário ficar neurótico em evitar alimentos com alto índice glicêmico", diz Melendez.

Quando o carboidrato de rápida absorção é benéfico

O consumo de alimentos com alto índice glicêmico passa a fazer sentido após a prática de exercícios intensos ou sessões longas, como corridas ou pedaladas de mais de uma hora. Isso porque, após o treino, precisamos repor os estoques de glicogênio, que é a nossa reserva rápida de glicose.

"Nesse período, os músculos estão mais receptivos à captação de glicose, sendo recomendado consumir carboidratos de rápida absorção, como pães, para ajudar na recuperação muscular. Isso é especialmente útil para quem realiza duas sessões de treino no mesmo dia ou busca o ganho de músculos. Mesmo quem está em processo de emagrecimento pode aproveitar esse momento para incluir carboidratos que gosta, evitando o acúmulo como gordura, mas é importante dosar bem a quantidade", indica Hasegawa.

Boas opções para um pós-treino imediato incluem frutas secas, como damascos e uva-passa, batata, cereal de milho (sem açúcar) e uma pequena quantidade de doce de leite, que, devido ao seu alto teor de açúcar e carboidratos simples, ajuda rapidamente na reposição dos estoques de glicogênio, mas deve ser consumido com moderação para evitar o excesso de calorias.

Nas horas seguintes ao treino, o consumo de proteína - seja através de alimentos ou suplementos — também é crucial para promover a síntese muscular, acelerando a recuperação e o crescimento dos músculos.

Já o consumo de fibras, como grãos integrais, vegetais e folhas verdes, justamente por atrapalhar a absorção rápida dos carboidratos, deve ser feito pelo menos duas horas após esse consumo de glicose e frutose. Mas isso na situação do pós treino. Fonte: BBC Brasil

Conclusão

Se queremos nos livrar dos efeitos indesejados da insulina, especialmente o acúmulo de gordura abdominal, sejamos seletivos em nossa dieta e refeições. Ao usar os grãos integrais, mais frutas naturais e comer as verduras e legumes antes dos carboidratos, isso controlará os picos de glicose e da insulina.

SAÚDE E ESPIRITUALIDADE

 

Deus nos deixou muitos conselhos através do Espírito de Profecia sobre a relação entre saúde e religião, nos exortando que cuidar do corpo é parte essencial da vida cristã e da adoração a Deus. 

Essa conexão está fundamentada no conceito de que o corpo é o templo do Espírito Santo (1 Coríntios 6:19,20). 

A Testemunha Fiel e Verdadeira (Ap 3:14) que é Jesus, através do Espírito de Profecia, afirmam que cuidar da saúde é um dever espiritual; negligenciar o corpo afeta a mente e o espírito, dificultando a comunhão com Deus.

Os Conselhos do Espírito de Profecia ensinam  que cuidar da saúde é um dever espiritual; enfatizando que negligenciar o corpo afeta a mente e o espírito, dificultando a comunhão com Deus. Segundo ela:

"É impossível que homens e mulheres, com o sistema nervoso desequilibrado e o cérebro congestionado, tenham pensamentos puros e elevados." (A Ciência do Bom Viver, p. 241).

Os conselhos nos exortam que a reforma de saúde é parte do processo de santificação. Para Jesus, a Testemunha Fiel e Verdadeira, hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, exercício físico e abstinência de substâncias prejudiciais, ajudam a mente a permanecer clara para discernir a vontade de Deus:

"A verdadeira reforma de saúde ensina-nos a abandonar os males que devemos evitar, e a praticar os melhores hábitos de saúde." (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 25).

Cuidar do corpo é um ato de respeito a Deus, que nos criou.

 "A transgressão das leis da saúde é transgressão das leis de Deus. Nosso Criador se sente desonrado quando negligenciamos Seu instrumento dado por Deus, o corpo humano." (A Ciência do Bom Viver, p. 325).

Os testemunhos relacionam a saúde física com a capacidade de servir a Deus e ao próximo. Um corpo saudável contribui para maior vigor no trabalho missionário e no testemunho cristão:

 "A eficiência mental e espiritual depende em grande parte da saúde física. Todo o que for uma bênção para a saúde do corpo será promovido ao mais elevado grau na vida espiritual." (Educação, p. 195).

O testemunho de Jesus para o Tempo do Fim, deu atenção especial à alimentação. Ele aconselha a adoção de uma dieta simples e natural, reduzindo o consumo de carne e enfatizando alimentos integrais. Ela considerava a dieta vegetariana mais próxima do ideal divino:

 "Os alimentos simples e naturais que Deus proveu ajudarão a manter o corpo saudável e a mente clara para discernir as coisas espirituais." (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 313).

Esses conselhos relacionam a saúde física, mental e espiritual, ensinando que estão interligadas. Cuidar do corpo é um ato de adoração e uma demonstração de obediência às leis divinas. Ao adotar hábitos saudáveis, o cristão honra a Deus, melhora sua capacidade de discernimento espiritual e está mais apto para servir.

Existe uma relação entre a saúde do corpo, a santificação e a religião.

 "A santificação da alma pelo Espírito Santo é a obra de conformar cada hábito e prática à norma divina. Por sua graça, devemos ser completos em Cristo."  (A Ciência do Bom Viver, p. 129)

Essa citação ressalta que a santificação não se limita apenas à vida espiritual, mas envolve a conformidade com os princípios de saúde e obediência às leis divinas que governam o corpo.

"Os que têm condescendido com hábitos errôneos de alimentação e bebidas precisam reformar-se. Deus exige isso deles. Ele deseja que todos os Seus filhos desfrutem os benefícios da reforma de saúde. Devem ser temperantes em todas as coisas." (Testemunhos Para a Igreja, vol. 6, p. 373)

O Testemunho de Jesus ensina que a saúde do corpo influencia diretamente a clareza da mente e, consequentemente, a capacidade de discernir e seguir a vontade de Deus.

 "A verdadeira santificação é uma obediência à palavra de Deus. É fazer a vontade de nosso Pai celestial. Não é uma obra meramente exterior. Trata-se da conformação do coração e da vida aos preceitos das Escrituras."  (O Grande Conflito, p. 469)

 Embora esta citação se refira à obediência espiritual, os conselhos do Espírito de Profecia frequentemente vinculam essa obediência à observância de hábitos saudáveis, considerando a saúde física um reflexo da santidade interior.

 "Toda a condescendência prejudicial ao corpo deve ser evitada, pois é uma transgressão das leis da saúde. E quando transgredimos essas leis, estamos, na verdade, pecando contra Deus."  (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 44)

Essa citação enfatiza que cuidar do corpo é uma parte prática do relacionamento com Deus, uma demonstração de respeito ao Criador.

 "Se negligenciamos o cuidado do corpo, estamos negligenciando o serviço ao Senhor. A negligência que encurta nossa vida e enfraquece nossa capacidade de fazer bem a outros não honra nosso Criador."  (Temperança, p. 152)

Aqui, o destaque é que a saúde é um componente essencial para servir a Deus e ao próximo, ligando o cuidado físico à responsabilidade cristã.

 "A intemperança no comer e beber, ainda que passe despercebida, entorpece as sensibilidades morais e espirituais, e predispõe para a indulgência dos desejos inferiores." (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 50)

Essa citação conecta diretamente os hábitos alimentares com o estado espiritual, mostrando que ceder aos hábitos insalubres prejudica tanto o corpo quanto a alma.

"O verdadeiro cristianismo une o coração ao corpo. Deus nos chama para glorificar Seu nome na maneira como tratamos nosso corpo, que Ele criou e redimiu."  (A Ciência do Bom Viver, p. 302)

Esses textos refletem o pensamento da Testemunha Verdadeira (Ap 3:14), Jesus, sobre como a saúde física está profundamente ligada à vida espiritual, ao processo de santificação e à prática da religião.

A Reforma Protestante não acabou; os adventistas são herdeiros dessa reforma. E a reforma de saúde é o próximo passo para transformar o mundo, começando primeiro por transformar a minha vida. Como está a reforma de saúde em sua vida?


A BÍBLIA E OS MANDAMENTOS DE SAÚDE

 

A Bíblia fala muito sobre saúde. O primeiro mandamento que encontramos sobre saúde está no primeiro capítulo de Gênesis – “Eis que lhes tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso servirá de alimento para vocês” 1:29.

Essa foi a diretriz para a alimentação dos primeiros humanos; Deus criou o corpo humano para comer vegetais – frutas, verduras, legumes e grãos integrais. E esse v27 de Gênesis não é um conselho de saúde, é um mandamento da lei original de Deus para os humanos antes de uma era de pecado. Junto com esse mandamento estão outros – o primeiro mandamento foi do casamento (1:28); o segundo foi sobre alimentação (1:29); o terceiro mandamento foi sobre o sábado (2:1-3) e o quarto mandamento era sobre a árvore da ciência do bem e do mal (2:16,17). Essa era a lei de Deus original para os humanos recém criados.

Mas depois com a entrada do pecado, outros mandamentos sobre saúde vieram. Dentro da grande lei de Deus (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio) revelada para uma era de pecado, há dezenas de mandamentos sobre saúde.

Os mandamentos de saúde regulavam o hábito dos humanos que passaram a matar e consumir animais. Nunca foi a vontade de Deus que os humanos consumissem a carne dos animais. E para regular essa prática, Deus institui regra para os holocaustos, que eram os sacrifícios dos animais, para se obter perdão dos pecados, enquanto o Messias não viesse e morresse no lugar dos pecadores, e com seu sangue oferecesse o perdão definitivo para os pecados. Consumir carne animal se tornou uma regra cerimonial e estava limitada ao tabernáculo. Deveriam comer a carne apenas dos animais sacrificados e na presença de Deus.

Ainda para regular essa prática Deus exige como mandamento – “Este é um estatuto perpétuo durante as gerações de vocês, onde quer que morarem: vocês não comerão nem a gordura nem o sangue” Levítico 3:17. Deus diz que a gordura dos animais pertencia a Ele, Deus (Levítico 3:16up).

Hoje entendemos que a gordura animal é inflamatória no corpo dos humanos, endurecendo as artérias (aterosclerose), também entupindo as artérias e causando doenças fatais como o AVC (derrame) e o IAM (infarto). O sangue também não deveria ser ingerido porque carrega toxinas e hormônios; esse último é responsável por causar problemas nas glândulas como tireóide, ovários e testículos, útero, supra renal etc. Na carne animal, em cada mililitro de sangue, há concentrações de hormônios com doses muito altas para os humanos, e que alteram toda a bioquímica e fisiologia de quem ingere esse sangue.

Outro mandamento sobre o consumo de carnes é de Levítico 11. Ali Deus orienta que há carnes que são limpas, próprias para consumo e as imundas, proibidas para consumo. A razão para esse mandamento está em um termo técnico desse capítulo – contaminação (Levítico 11:44). Isso porque as carnes imundas são de animais que podem transmitir doenças de origem animal. Isso é conhecido na ciência da infectologia, como zoonose – doenças que são transmitidas por animais ou pelo consumo da carne dos animais. Sendo assim os animais classificados em Levítico 11 são os que transmitem doenças.

Os animais imundos possuem bactérias, parasitas, vírus, fungos que são causadores de doenças e dão a origem a endemias, epidemias e pandemias. Por exemplo os porcos transmitem o H1N1 (vírus da gripe e resfriado) para os humanos causando anualmente a maior pandemia que se conhece. Gripe e resfriado matam todo ano cerca de 5 milhões de pessoas (crianças e idosos) que possuem um sistema imune ineficiente.

A Bíblia está repleta de mandamentos de saúde, não somente os que regulam a alimentação mas também de ordem sexual, saúde pública, higiene pessoal etc. Todos mandamentos de saúde.

O livro Conselhos Sobre Saúde afirma – “Quanto mais intimamente estivermos em harmonia com o plano original de Deus, tanto mais favorável será a nossa posição para o restabelecimento e preservação da saúde”. CSa 174.2

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ALIMENTOS QUE AJUDAM A DORMIR

O café da manhã é sempre apontado como a refeição mais importante porque abastece o corpo para o dia seguinte. 

Mas ir para a cama com o estômago vazio, ou sem saciedade nutricional, pode ser tão ruim quanto pular o cereal matinal.

 “Comer é semelhante a colocar gasolina no carro”, explica Maggie G. Lyon, RD, CDN, praticante residente em gestão de hospitalidade e turismo na Universidade de New Haven. 

E você pode não pensar no sono como algo que requer muito combustível, mas na verdade é um momento em que ocorrem muitos processos restauradores, então comer alimentos que ajudam a dormir pode ser a diferença entre acordar cansado ou não. 

A nutrição desempenha um papel importante no ciclo e na qualidade do sono”, acrescenta Courtney Coe, R.D.N., nutricionista registrada na WellTheory. Abaixo, ela e Lyon compartilham alimentos para se abastecerem antes de irem para o feno. 

O suco de cereja azedo fornece “uma fonte natural de melatonina, um hormônio que regula os ciclos de sono-vigília”, diz Coe. Se você já toma melatonina em forma de suplemento, experimente mudar para um copo de suco de cereja azedo e veja se isso o ajuda a adormecer, ela sugere. 

Nozes e sementes como amêndoas, castanhas de caju e sementes de abóbora contêm magnésio”, diz Coe. Acredita-se que o magnésio beneficie o sono, promovendo o relaxamento muscular e, portanto, melhorando a qualidade do sono. 

Nozes e sementes também contêm gorduras saudáveis, acrescenta Coe, que podem manter o açúcar no sangue equilibrado durante a noite e evitar o despertar de um estômago roncando. 

As sementes de abóbora também contêm triptofano, um aminoácido que se converte em serotonina, um neurotransmissor de bem-estar que transmite calma, que é então convertido em melatonina, promovendo o sono, explica Lyon.

Os laticínios também contêm triptofano, diz Coe, que pode aumentar os níveis de serotonina no cérebro e promover o relaxamento. Os laticínios também contêm um tipo de proteína, a caseína, que é digerida mais lentamente do que outras. 


“A proteína caseína fornece um fornecimento constante de aminoácidos durante várias horas, o que pode apoiar a recuperação e o crescimento muscular durante a noite”, acrescenta ela. “Isso pode ajudar a promover um sono profundo e consistente, não permitindo que os níveis de açúcar no sangue caiam, o que pode afetar a qualidade do sono.”


Chá de camomila

A camomila contém apigenina, um antioxidante que se liga a receptores no cérebro, promovendo a sonolência, diz Coe. Em um pequeno estudo, descobriu-se que o extrato de camomila melhora significativamente a qualidade do sono de idosos internados em lares de idosos. Ovos

Os ovos são ricos em triptofano, explica Coe. A pesquisa mostra que o lanche rico em proteínas também pode potencialmente melhorar o humor e os sintomas depressivos, graças à relação do triptofano com a serotonina.


Quinoa

Há pesquisas que dizem que a quinoa é nutricionalmente semelhante ao leite – contém triptofano e é rica em proteínas. Então, se você não gosta de laticínios ou não pode beber leite, uma tigela de grãos para o jantar pode ser suficiente, diz Lyon.


Peixe

Peixes como o atum, a cavala e o salmão são ricos em ômega-3, um ácido graxo essencial que pode apoiar a conversão do triptofano em serotonina, auxiliando no sono, diz Coe. Um estudo também associou peixes gordurosos à melhoria da qualidade do sono em pessoas com mais de 40 anos.


Chocolate escuro

Assim como o peixe, o chocolate amargo também contém ácidos graxos ômega-3, diz Coe. Quando o chocolate é consumido pela manhã, acredita-se que seus antioxidantes, também conhecidos como flavonóis, também apoiam um ritmo circadiano equilibrado, bem como outros processos cardiometabólicos. [Dê preferencia ao chocolate escuro, com percentual acima de 70% pois eles possuem pouco ou nenhum açúcar refinado].


Alimentos a evitar antes de dormir

Embora você definitivamente queira evitar ir para a cama com fome, existem alguns alimentos que podem atrapalhar seu descanso ou até mesmo impedir que você adormeça, incluindo:


Cafeína e álcool

“Estimulantes como a cafeína podem perturbar os padrões de sono e dificultar o adormecimento”, diz Coe. “Embora o álcool possa fazer você sentir sono inicialmente, ele pode atrapalhar o sono nas fases posteriores, levando a um sono de má qualidade.”


Alimentos picantes e ácidos

“Comer alimentos pesados, ricos, picantes ou ácidos antes de dormir pode causar desconforto como azia ou refluxo ácido, que pode interferir no sono”, diz Coe. “Isso é especialmente importante se você é alguém que luta regularmente contra o refluxo ácido.”


Refeições desequilibradas ou com alto teor de açúcar

“Consumir refeições desequilibradas, sem proteínas e gorduras saudáveis. ou alimentos e bebidas com alto teor de açúcar antes de dormir podem causar flutuações nos níveis de açúcar no sangue”, explica Coe. Isso pode impedir que você adormeça ou a queda dos níveis pode acordá-lo. 


Fonte: Revista Prevention

Músculos das pernas e longevidade

Entre os sinais de longevidade, resumidos pela revista americana “Prevention”, os músculos das pernas fortes são listados no topo, como os mais importantes e essenciais.

 Se você não mover suas pernas por duas semanas, sua força diminuirá em 10 anos.

Um estudo da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, concluiu que tanto os idosos quanto os jovens, durante as duas semanas de inatividade, a força muscular das pernas pode enfraquecer em um terço, o que equivale a 20-30 anos de envelhecimento.

À medida que os músculos das pernas enfraquecem, vai demorar muito para se recuperar, mesmo se fizermos reabilitação e exercícios mais tarde.

Portanto, exercícios regulares como caminhar são muito importantes. Todo o peso / carga corporal permanece e repousa sobre as pernas. O pé é uma espécie de pilares, que suporta o peso do corpo humano.

Curiosamente, 50% dos ossos e 50% dos músculos de uma pessoa estão em ambas as pernas. As maiores e mais fortes articulações e ossos do corpo humano também são encontrados nas pernas.

“Ossos fortes, músculos fortes e articulações flexíveis formam o” Triângulo de Ferro “que carrega a carga mais importante do corpo humano”. E 70% da atividade humana e da queima de energia na vida são feitas com os dois pés. O Pé é o centro de locomoção do corpo.

Quando uma pessoa é jovem, suas coxas são fortes o suficiente para levantar um carro pequeno!  As duas pernas juntas têm 50% dos nervos do corpo humano, 50% dos vasos sanguíneos e 50% do sangue que flui através deles.

É a grande rede circulatória que conecta o corpo. Somente quando os pés estão saudáveis, a corrente sanguínea convencional flui suavemente, então as pessoas que têm músculos das pernas fortes definitivamente têm um coração forte.

 O envelhecimento começa dos pés para cima . À medida que uma pessoa envelhece, a precisão e a velocidade de transmissão das instruções entre o cérebro e as pernas diminuem, ao contrário de quando uma pessoa é jovem.

Além disso, o chamado fertilizante ósseo de cálcio, mais cedo ou mais tarde, se perderá com o passar do tempo, tornando os idosos mais sujeitos a fraturas ósseas.

Fraturas ósseas em idosos podem facilmente desencadear uma série de complicações, especialmente doenças fatais, como trombose cerebral.

E 15% dos pacientes idosos morrerão dentro de um ano devido a uma fratura do fêmur.

Exercitar as pernas nunca é tarde, mesmo depois dos 60 anos. Embora nossos pés / pernas envelheçam gradualmente com o tempo, exercitar nossos pés / pernas é uma tarefa para toda a vida.

Só fortalecendo as pernas, o envelhecimento pode ser evitado. Caminhe por pelo menos 30-40 minutos por dia para garantir que suas pernas façam exercícios suficientes e para que os músculos das pernas permaneçam saudáveis.

As conclusões são de pesquisadores da Universidade de Copenhague, na Dinamarca. Eles fizeram uma série de experimentos para verificar cientificamente o que pessoas lesionadas observam naturalmente durante a recuperação: um definhamento, ainda que discreto, na musculatura do membro imobilizado.

Mais precisamente, Martin Gram, principal autor do estudo, procurou quantificar quanto tempo leva para que isso ocorra. Segundo ele, apenas 15 dias de inatividade são suficientes para que a força muscular diminua consideravelmente. O efeito é maior entre os jovens. Gram chegou a essa constatação após examinar o que acontece na musculatura de homens em média 23 anos e idosos após um período de grande inatividade em uma das pernas, que foi imobilizada.

A condição afetou a força dos dois grupos igualmente. “Mas os mais jovens perderam um terço da força muscular, enquanto os idosos, por volta de um quarto”, conta Andreas Vigelso, coautor da pesquisa e membro do Centro de Envelhecimento Saudável e do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidade de Copenhague. Os estudiosos também verificaram que os jovens perdem duas vezes mais massa muscular.

“Se você quiser recuperar a sua força muscular original, não apenas a massa, precisa incluir o treinamento com peso” - Andreas Vigelso, pesquisador do Centro de Envelhecimento Saudável e do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidade de Copenhague.

Fonte: Scielo / Ola Serra Gaucha

CENOURAS E LONGEVIDADE

Em um estudo que rastreou a nutrição de 50.000 americanos do final dos anos 1980 a 2006, epidemiologistas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos descobriram que o alfa-caroteno - encontrado em abundância nas cenouras - reduz a taxa de mortalidade por todas as causas comuns em adultos, com grandes  concentrações reduzindo pela metade o risco de morrer entre pessoas com um IMC alto.  

O caroteno é um potente antioxidante que atua eliminando o oxigênio e o nitrogênio reativos do corpo, retardando ou mesmo prevenindo o dano oxidativo ao DNA, às proteínas e aos lipídios.

 Em 2017, pesquisadores coreanos da Universidade Nacional de Seul estabeleceram que esse efeito protetor se estende aos telômeros, as “capas” localizadas no final dos cromossomos - cujo encurtamento está associado ao declínio relacionado à idade.  


Enquanto isso, biocientistas japoneses da Universidade Shinshu descobriram que os carotenóides podem ter fortes efeitos inibitórios na formação de placas nas células cerebrais, reduzindo o risco de desenvolver demência.


Fonte: Mens Health

COVID19 - A PANDEMIA



O Corona vírus que está trazendo agitação na China, Japão e Coréia; a nova cepa viral foi rastreada a partir de um mercado de frutos do mar na cidade de Wuhan, na China.

Os Corona vírus fazem parte de uma grande família viral e a maioria tem como animal de origem gatos selvagens, camelos e morcegos.

“Novos vírus são descobertos a todo momento. Grande parte pula de outras espécies, onde passam despercebidos, para os humanos. "Se tivermos em mente as epidemias passadas, e se este é um novo coronavírus, ele terá vindo de um outro animal", afirmou Jonathan Ball, virologista da Universidade de Nottingham, no Reino Unido.

A Sars passou para os humanos a partir de um animal selvagem conhecido como civeta (ou gato-de-algália, parente do guaxinim) — que era considerado uma iguaria na região de Guangdong, na China.
Já a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers, na sigla em inglês), que matou 858 dos 2.494 pacientes identificados com a infecção desde 2012, geralmente pula de dromedários.

Uma vez que é identificado o animal reservatório, como é chamado o ser vivo onde um agente infeccioso vive e se multiplica, é muito mais fácil lidar com isso. Os casos têm sido associados ao mercado público de frutos do mar em Wuhan.

Ainda que alguns mamíferos aquáticos possam portar o coronavírus, como a baleia-beluga, também são comercializados no mercado outras classes de animais selvagens vivos, o que inclui morcegos, coelhos e cobras — e são apontados como fontes mais prováveis” [BBC].

A epidemia está relacionada com a ingestão de carne de animais que possuem esse vírus em sua microbiota natural. São casos de zoonose, onde a contaminação ocorre dos animais para os humanos.

A Bíblia já descrevia essa relação contaminante no livro de Levítico capítulo 11. Ali são descritos 5 categorias de animais considerados imundos. A orientação Divina é – “da sua carne não comereis, nem tocareis no seu cadáver. Estes vos serão imundos” Levítico 11:8.

O conceito de contaminação é descrito na Bíblia como uma questão cerimonial e de saúde– “não vos contaminareis com nenhum réptil que se arrasta sobre a terra” Levítico 11:44.

A Bíblia possui orientações sobre saúde pública e o objetivo é o bem estar da humanidade. Quando essas orientações são ignoradas o resultado são epidemias, doenças e mortes.

Se a humanidade admitisse a revelação bíblica e a Lei de Deus, a saúde do planeta seria totalmente diferente do que temos hoje.

NUTRACÊUTICA: SEU CÉREBRO E A COMIDA



Pense nisso. Seu cérebro está sempre “ligado”. Ele cuida de seus pensamentos e movimentos, sua respiração e batimentos cardíacos, seus sentidos - trabalha duro 24 horas por dia, mesmo quando você está dormindo. Isso significa que seu cérebro requer um suprimento constante de combustível. Esse "combustível" vem dos alimentos que você come - e o que está nesse combustível faz toda a diferença. Simplificando, o que você come afeta diretamente a estrutura e função do cérebro e, em última análise, o seu humor.

Como um carro caro, seu cérebro funciona melhor quando recebe apenas combustível premium. Comer alimentos de alta qualidade que contêm muitas vitaminas, minerais e antioxidantes nutre o cérebro e o protege do estresse oxidativo - o “resíduo” (radicais livres) produzido quando o corpo usa oxigênio, o que pode danificar as células.

Infelizmente, assim como um carro caro, seu cérebro pode ser danificado se você ingerir algo que não seja combustível premium. Se substâncias de combustível “baixo-prêmio” (como o que você obtém de alimentos processados ​​ou refinados) chegam ao cérebro, ele tem pouca habilidade para se livrar delas.

Dietas ricas em açúcar refinado, por exemplo, são prejudiciais ao cérebro. Além de piorar a regulação da insulina pelo seu corpo, eles também promovem a inflamação e o estresse oxidativo. Múltiplos estudos descobriram uma correlação entre uma dieta rica em açúcares refinados e função cerebral prejudicada - e até um agravamento dos sintomas de transtornos de humor, como a depressão.

Se seu cérebro é privado de uma nutrição de boa qualidade, ou se radicais livres ou células inflamatórias danosas estão circulando dentro do espaço fechado do cérebro, contribuindo ainda mais para a lesão do tecido cerebral, conseqüências são esperadas. O interessante é que, por muitos anos, a área médica não reconheceu totalmente a conexão entre humor e comida.

Hoje, felizmente, o florescente campo da psiquiatria nutricional está descobrindo que existem muitas conseqüências e correlações entre não apenas o que você come, como se sente e como se comporta, mas também os tipos de bactérias que vivem em seu intestino.

Como os alimentos que você come afetam como você se sente
A serotonina é um neurotransmissor que ajuda a regular o sono e o apetite, medeia o humor e inibe a dor. Como cerca de 95% de sua serotonina é produzida em seu trato gastrointestinal, e seu trato gastrointestinal é revestido com cem milhões de células nervosas, ou neurônios, faz sentido que o funcionamento interno de seu sistema digestivo não apenas o ajude a digerir alimentos, mas também guie suas emoções.

Além disso, a função desses neurônios - e a produção de neurotransmissores como a serotonina - é altamente influenciada pelos bilhões de bactérias “boas” que compõem seu microbioma intestinal. Estas bactérias desempenham um papel essencial na sua saúde. Eles protegem o revestimento de seus intestinos e garantem que eles forneçam uma forte barreira contra toxinas e bactérias “ruins”; eles limitam a inflamação; eles melhoram o quão bem você absorve nutrientes de sua comida; e eles ativam vias neurais que viajam diretamente entre o intestino e o cérebro.

Estudos têm mostrado que quando as pessoas tomam probióticos (suplementos contendo as boas bactérias), seus níveis de ansiedade, percepção de estresse e visão mental melhoram, em comparação com pessoas que não tomaram probióticos. Outros estudos compararam dietas “tradicionais”, como a dieta mediterrânea e a tradicional dieta japonesa, a uma típica dieta “ocidental” e mostraram que o risco de depressão é 25% a 35% mais baixo naqueles que comem uma dieta tradicional.

Os cientistas respondem por essa diferença porque essas dietas tradicionais tendem a ser ricas em vegetais, frutas, grãos não processados, peixes, e contêm apenas quantidades modestas de carnes magras e laticínios. Eles também estão isentos de alimentos e açúcares processados ​​e refinados, que são básicos do padrão alimentar “ocidental”.

Além disso, muitos desses alimentos não processados ​​são fermentados e, portanto, agem como probióticos naturais. A fermentação usa bactérias e leveduras para converter açúcar em alimentos em dióxido de carbono, álcool e ácido lático. É usado para proteger os alimentos de estragar e pode adicionar um sabor agradável e textura.

Isso pode soar implausível para você, mas a noção de que boas bactérias não apenas influenciam o que seu intestino digere e absorve, mas também afetam o grau de inflamação em todo o corpo, bem como seu humor e nível de energia, está ganhando força entre os pesquisadores. Os resultados até agora foram bastante surpreendentes.

O que isso significa para você?
Comece a prestar atenção em como comer diferentes alimentos faz com que você se sinta - não apenas no momento, mas no dia seguinte. Tente comer uma dieta “limpa” por duas a três semanas - o que significa cortar todos os alimentos processados ​​e o açúcar.

Você também pode tentar ir sem leite - e algumas pessoas até sentem que se sentem melhor quando suas dietas são livres de grãos. Veja como você se sente. Em seguida, introduza lentamente os alimentos de volta à sua dieta, um a um, e veja como se sente.

Quando os pacientes “limpam”, eles não conseguem acreditar o quanto se sentem fisicamente e emocionalmente bem, e o quanto pior eles se sentem quando reintroduzem os alimentos que são conhecidos por promover a inflamação. De uma chance a você mesmo!
Fonte: Harvard Health Publishing / Harvard Medical School

OS HÁBITOS DE EINSTEIN

"Vá caminhar" - é a recomendação de Einstein

Muitas das mentes científicas mais brilhantes do mundo tinham hábitos que determinavam sua performance.

"Cientistas estão confirmando cada vez mais que a inteligência tem bem menos a ver com sorte genética do que pensávamos. De acordo com evidências científicas recentes, cerca de 40% do que diferencia mentes brilhantes de mentes normais na idade adulta são fatores ambientais. 

Queira ou não, nossos hábitos diários têm um efeito poderoso sobre nossos cérebros, determinando suas estruturas e alterando as formas como pensamos.

De toda a história das grandes mentes, certamente o mestre em combinar genialidade com hábitos pouco comuns foi o alemão Albert Einstein - portanto não seria ele uma pessoa perfeita para dar pistas sobre comportamentos que aprimoram a mente? Einstein nos ensinou a tirar energia dos átomos, então talvez ele seja capaz de nos ensinar alguma coisa sobre como tirar o máximo proveito de nossos pequenos cérebros mortais. Será que encontraríamos algum benefício ao seguir suas opções de dieta, padrão de sono e mesmo vestuário?

Sono Regular
Todos sabem que o sono faz bem para o cérebro - e Einstein levou esse conselho mais a sério do que ninguém. Dizem que ele dormia ao menos 10 horas por dia - o brasileiro médio dorme 7h36m. Mas é possível afiar sua mente com o sono?

O escritor John Steinbeck certa vez disse que "é comum achar um problema difícil à noite e resolvê-lo na manhã seguinte depois que o comitê do sono lidou com ele".
Muitas grandes quebras de paradigmas da história humana, incluindo a tabela periódica, a estrutura do DNA e a teoria da relatividade de Einstein, teriam ocorrido enquanto seu descobridor estava inconsciente. A última supostamente veio a Einstein quando este sonhava com vacas sendo eletrocutadas. Mas isso é verdade?

Quando dormimos, o cérebro entra em uma série de ciclos. Em cada 90 a 120 minutos, o cérebro flutua entre sono leve, sono profundo e uma fase associada com o sonho, conhecida como Movimento Rápido dos Olhos (REM, na sigla em inglês), que até recentemente acreditava-se ter um papel-chave no aprendizado e na memória. 

Mas essa não é a versão completa da história. "O sono que não é o REM tem sido considerado um mistério, mas passamos cerca de 60% da nossa noite nesse tipo de sono", diz Stuart Fogel, um neurocientista da Universidade de Ottawa.

O sono não-REM é caracterizado por explosões de atividade cerebral rápida, chamadas de fuso do sono - pelo feixes em formato espiral que as caracterizam em mapeamentos de eletroencefalograma. Uma noite normal de sono tem milhares dessas explosões, cada um durando alguns poucos segundos. "Este é o verdadeiro portão para os outros estágios do sono, quanto mais você dorme, mais fusos do sono você terá", diz ele.

Esses fusos do sono começam com impulsos de energia elétrica gerados pelo disparo rápido de estruturas que estão no fundo do cérebro. O principal culpado é o tálamo, uma região em formato oval que atua como o principal "centro de comando" do cérebro, enviando sinais recém-chegados na direção certa.

Enquanto dormimos, ele funciona como um fone de ouvido interno, lidando com informações externas para ajudá-lo a continuar dormindo. Durante um fuso do sono, o estímulo viaja até a superfície do cérebro e volta, completando um ciclo.

O interessante é que aqueles que passam por um número maior de fusos do sono tendem a ter mais "inteligência fluida" - a habilidade de resolver problemas novos, usar a lógica em situações novas e identificar padrões - o que Einstein tinha.

"Eles não parecem estar relacionados a outro tipo de inteligência, como a habilidade de memorizar fatos e figuras, então é realmente específico a esse tipo de habilidade de raciocínio", diz Fogel. Isso faz sentido, levando em consideração o desdém de Einstein pela educação formal e o seu conselho para "nunca memorizar algo que você pode pesquisar".

Quanto mais você dorme, mais fusos do sono você experimenta, mas isso não prova que dormir necessariamente seja mais benéfico. É a situação do ovo e da galinha: as pessoas têm mais fusos do sono porque são espertas ou elas são espertas porque têm mais fusos do sono?

Ainda não se sabe com certeza, mas um estudo recente apontou que horas de sono noturno para mulheres - e sonecas para homens - podem melhorar o raciocínio e a habilidade de resolver problemas. O aumento da inteligência estava ligado à presença de fusos do sono, que ocorreram apenas durante o sono noturno para as mulheres e durante sonecas diurnas para os homens.

Ainda não se sabe exatamente por que fusos do sono podem ser úteis, mas Fogel acredita que pode ter algo a ver com as regiões cerebrais ativadas. "Descobrimos que as mesmas regiões que geram os fusos - o tálamo e o córtex [a superfície do cérebro] - bem, essas são as áreas de suporte das habilidades de resolução de problemas e da aplicação da lógica em situações novas", diz ele.

Einsten tirava sonecas com regularidade. De acordo um uma lenda apócrifa, para garantir que ele não exagerasse na soneca, ele reclinava sua cadeira com uma colher na mão e um prato de metal exatamente abaixo dela. Ele ficava desacordado por alguns segundos e então - bam! - a colher cairia de sua mão e o som do objeto caindo sobre o prato o acordaria.

Caminhadas diárias
As caminhadas diárias eram sagradas para Einstein. Enquanto ele trabalhava na Universidade de Princeton, em Nova Jersey, ele caminhava por dois quilômetros e meio de ida e depois de volta. Ele seguia os passos de outros caminhantes diligentes, incluindo Darwin, que caminhava 45 minutos três vezes ao dia.

Essas regras não eram apenas para manter a forma - há muitas evidências de que caminhar pode ajudar a aumentar a memória, a criatividade e a resolução de problemas. Ao menos para a criatividade, caminhar ao ar livre é melhor ainda. Mas por quê?

Se você parar para pensar, isso não faz muito sentido. Caminhar distrai o cérebro de tarefas mais cerebrais e o força a se focar em colocar um pé à frente do outro e em não cair. Aí que entra a "hipofrontalidade transitória", uma espécie de suavização da atividade de certas partes do cérebro. Particularmente dos lóbulos frontais, que estão envolvidos em processos de alta atividade, como memória, julgamento e linguagem.

Ao baixar o ritmo, o cérebro adota um estilo de pensamento completamente diferente - um que leva a insights que você não teria normalmente na sua mesa de trabalho. Não há provas para essa explicação sobre os benefícios da caminhada, mas a ideia é bem interessante." Fonte: BBC

Talvez você já saiba, mas existem 8 hábitos que determinam a saúde e a longevidade, e percebemos que Einstein era adepto de alguns deles:
1.Respirar profundamente Ar Puro
2.Expor-se a Luz Solar
3.Praticar Exercícios Físicos regularmente
4.Beber Água Pura regularmente
5.Ter uma Alimentação Natural e Diversificada
6.Não usar Drogas Lícitas e Ilíctas
7.Ter um Sono Regular
8.Confiar em Deus

Que tal tentar?




A REFORMA DE SAÚDE PELA METADE


Uma mudança de hábitos para reformar sua saúde precisa ser completa. Se você mudar apenas um hábito não haverá progressos ou mudanças significativas.

A Reforma de Saúde completa inclui:
1. Respirar ar puro
2. Beber água pura
3. Se expor ao sol
4. Exercícios físicos regulares
5. Alimentação natural
6. Sono regular
7. Eliminar as drogas
8. Confiar em Deus

O que acontece se você não inclui um desses ítens na mudança de hábitos?

1.Respirar ar puro
A exposição a um ar viciado [dentro das casas] ou a poluição [das cidades] irá favorecer o aparecimento de doenças como o Câncer.

A ausência de ar puro não favorece o rejuvenescimento; respirar profundamente ar puro, associado a exercícios físicos intensos nutre os tecidos epiteliais [pele] e irriga com sangue rico em oxigênio tecidos e órgãos.

A ausência de ar puro causa:
-insônia
-envelhecimento
-doenças pulmonares
-câncer
-acúmulo de toxinas nas células
-aumento de metabólitos nos tecidos
-má disposição
-mau humor

2.Beber água pura
A água de nossas torneiras é contaminada com metais como Fluor e Cloro; a água pura é aquela de origem mineral, de uma fonte de montanha.

A ausência da água pura na dieta irá acumular acumular Flúor e Cloro no organismo e doenças da Tireóide podem surgir ou se agravar.

A água pura de fontes de montanha é rica em minerais; e a água fresca rescém tirada da fonte, é uma água radiotiva que ajuda no combate a radicais livres e mata células cancerosas.

A água pura favorece:
-boa digestão
-saúde da tireóide
-saúde das células e órgãos
-combate o câncer
-fortalece o sistema imune [células da imunidade]
-hidrata a pele e a mantém rejuvenescida

3. Se expor ao sol
A exposição ao sol é essencial para a produção de Vitamina D; a ausência dessa vitamina no corpo provoca dores no corpo, osteoporose, fraqueza muscular, depressão e distúrbios psíquicos.

Expor-se ao sol favorece:
-saúde da pele [melhor irrigação sanguínea]
-não surgimento de doenças fúngicas
-produção de Vitamina D
-fixação do Cálcio nos ossos
-bom humor
-produção de serotonina

4.Exercícios Físicos regulares
Talvez não exista um hábito que favoreça tanto a saúde como se exercitar. Naturalmente você irá se expor ao sol, ar puro e provocar a ingestão de água.

Exercitar o corpo favorece:
-fortalecimento dos músculos
-rigidez da pele [aparência jovial]
-fortalece o coração
-fortalece o pulmão
-irriga as células com intensidade
-promove o descarte de toxinas
-produz serotonina
-irriga o cérebro
-promove o bem estar
-promove o bom sono

5. Alimentação natural
Esse é o hábito físico mais determinante para se evitar doenças. Ter uma alimentação natural - rica em frutas, verduras, legumes e grãos integrais - nutre o corpo e fortalece o sistema imune para combater as doenças.

A alimentação natural favorece:
-a nutrição das células
-a nutrição dos tecidos
-a nutrição dos órgãos
-fornece oligo-elementos [Selênio, Cobre, Manganês, Lítio etc]
-favorece a produção de substâncias endógenas - serotonina, endorfinas, hormônios, neuro-transmissores etc.
-a fisiologia humana não é alterada por hormônios animais

6. Sono regular
O sono é um dos fatores de rejuvenescimento [junto com água pura, ar puro e exercício].

O cérebro e as células imunitárias são fortalecidas durante o sono ininterrupto e de 8 horas.

Dormir cedo favorece a produção endógena da Melatonina, um hormônio fundamental para a regeneração do cérebro. O sono ininterrupto e de 8 horas é fundamental para a regeneração celular dos tecidos do corpo.

7. Eliminar drogas
As drogas envelhecem e diminuem a expectativa de vida. Alcool, Cafeína e Nicotina [drogas lícitas] são as que mais intoxicam a população em geral. Eliminar as drogas [Lícitas ou Ilícitas] irá favorecer a saúde e a longevidade.

Não é preciso escrever os malefícios das bebidas alcoolicas e cigarro - isso é óbvio. Mas o café está na mesma categoria desses artigos, pois atrapalha o sono, altera o humor e afeta o coração e cérebro.

8. Confiança em Deus
Trabalhar sua espiritualidade é fundamental para a saúde física e mental.

Crer é promover a saúde. Pessoas religiosas vivem mais, tem relacionamentos melhores e vida mais longa.

Conclusão
Deixar um desses ítens para trás é sabotar a sua saúde. Esses 8 ítens se seguidos a risca irão aumentar sua expectativa e qualidade de vida; além de rejuvenescer sua aparência.

O BENEFÍCIO DO JEJUM

"Estudos mostram que práticas como o jejum ou a restrição calórica estressam as células e contribuem para a ativação do processo de autofagia nas células, o que estimula uma faxina interna no organismo e aumenta a longevidade" Fonte: Revista Veja

A prática do jejum sempre foi considerada como religiosa; mas ele vai além do aspecto da 'penitência' imaginada por algumas religiões.

Nas Sagradas Escrituras existem os mandamentos de saúde, e o jejum é uma destas ordenanças que visam a saúde do adorador.

Esses mandamentos de saúde são inúmeros na Lei ou Pentateuco. Dos três primeiros mandamentos em Gênesis, o segundo (Gn 1.29) é sobre saúde.

"Dietas que pregam o jejum são comuns para a perda de peso, mas, agora, estudos sugerem que a prática pode contribuir para o aumento da expectativa de vida.

Pode parecer estranho, afinal,  todos sabem que uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes é fundamental para uma boa saúde. No entanto, segundo Yoshinori Ohsumi, ganhador do Nobel de medicina deste ano, o jejum faz suas células se comerem – processo chamado de autofagia – e isso te renova.

Agora, pesquisadores se debruçam sobre o assunto para traçar uma indicação de frequência do jejum benéfica e segura" Fonte: Revista Veja

O jejum se faz benéfico até mesmo em situações extremas de doença grave.

"A intemperança no comer é muitas vezes a causa da doença, e o que a natureza precisa mais é ser aliviada da indevida carga que lhe foi imposta. Em muitos casos de doença, o melhor remédio é o paciente jejuar por uma ou duas refeições, a fim de que os sobrecarregados órgãos digestivos tenham oportunidade de descansar. Um regime de frutas por alguns dias tem muitas vezes produzido grande benefício aos que trabalham com o cérebro. Muitas vezes um breve período de inteira abstinência de comida, seguido de alimento simples e moderadamente tomado, tem levado à cura por meio dos próprios esforços recuperadores da natureza. Um regime de abstinência por um ou dois meses, havia de convencer a muitos sofredores que a vereda da abnegação é o caminho para a saúde". A Ciência do Bom Viver, pág. 235.

A auto-fagia das células durante o jejum é um princípio fisiológico que pode ser explorado durante a doença do câncer. Como se trata de uma doença crônica, o jejum com frutas, legumes crus e verduras é a melhor opção para se ter a cura. Essa dieta curativa pode ser seguida por dois meses de acordo com o estágio da doença.

"Não estabelecemos regra alguma para ser seguida no regime alimentar, mas dizemos que nos países onde sobejam as frutas, cereais e nozes, os alimentos cárneos não constituem alimentação própria para o povo de Deus. Fui instruída que a alimentação de carne tende a embrutecer a natureza e a subtrair os homens daquele amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros, dando aos instintos baixos o domínio sobre as faculdades superiores do ser. Se a alimentação de carne foi saudável algum dia, é perigosa agora. Constitui em grande parte a causa dos cânceres, tumores e doenças dos pulmões" Conselho Sobre Saúde, pág. 404.


5 COISAS PARA MELHORAR SUA MEMÓRIA


A maneira como você vive, o que você come e bebe, e como você trata seu corpo pode afetar sua memória, tanto quanto sua saúde física e bem-estar. Aqui estão cinco coisas que você pode fazer todos os dias para manter tanto o corpo e a mente afiada.

1. Administre seu estresse.
As constantes  tensões diárias, tais como pressões de prazo ou argumentos mesquinhos certamente pode distraí-lo e afeta a sua capacidade de se concentrar . Mas o maior problema é um sentimento permanente de ansiedade - que pode levar à perda de memória. Se você não tem uma estratégia para gerir o seu stress, protegendo a sua memória é uma das razões para obter um. A respiração profunda, meditação, exercícios ao ar livre, e uma abordagem "atenta" à vida podem ajudar.

2. Tenha uma boa noite de sono.
Pessoas que não dormem bem à noite tendem a ser mais esquecidas do que as pessoas que dormem profundamente. Uma boa noite de sono é essencial para consolidar memórias. A razão mais comum para a falta de sono é a insônia - dificuldade em adormecer ou manter o sono. Infelizmente, muitos medicamentos usados ​​para tratar a insônia também pode prejudicar a memória e função geral cérebro. É por isso que é melhor tentar melhorar seus hábitos de sono primeiro e só depois usar a medicação apenas se essas medidas não ajudarem. Se você precisa de soníferos, use a menor dose pelo menor tempo necessário para obter o seu sono de volta nos trilhos.

3. Se você fuma, pare.
Mais fácil dizer do que fazer, certamente - mas se você precisa de motivação adicional, saiba que fumantes têm um maior grau de perda de memória relacionada com a idade e outros problemas de memória do que não fumantes. As pessoas que fumam mais de dois maços de cigarros por dia na meia-idade têm mais que o dobro do risco de desenvolver demência na velhice em comparação com não fumantes. No entanto, aqueles que param de fumar na meia-idade e aqueles que fumam menos de meio maço por dia têm um risco semelhante de demência como pessoas que nunca fumaram.

4. Se você beber álcool, pare.
Beber muito álcool aumenta o risco de perda de memória e demência. Pessoas com alcoolismo têm tarefas de memória de curto prazo dificuldades para executar, como memorizar listas. Outro tipo de perda de memória associada ao uso de álcool é chamado de síndrome de Korsakoff. Nesta condição, a deficiência de vitamina B1 longo prazo, combinado com os efeitos tóxicos do álcool sobre o cérebro, pode desencadear amnésia súbita e dramática. Em alguns casos esta perda de memória é permanente, mas, se detectada precocemente, o que pode ser revertida em algum grau.

5. Proteger o cérebro de uma lesão.
Trauma na cabeça é uma causa principal da perda de memória e aumenta o risco de desenvolver demência. Sempre use o equipamento adequado durante atividades de alta velocidade e esportes de contato. Usar capacete ao andar de bicicleta, andar em uma motocicleta, patinação in-line, e esqui. Usar cinto de segurança durante a condução de veículos a motor. Acidentes de carro são de longe a causa mais comum de lesão cerebral, e usando um cinto de segurança reduz consideravelmente as chances de lesão grave na cabeça.

Fonte: Harvard Health Publications; Harvard Medical School

VÍRUS EBOLA E LEVÍTICO 11


A epidemia de Ebola que matou até o momento 1300 pessoas na África tem a sua origem no consumo de animais que são classificados como 'imundos' na Bíblia, no livro de Levítico.

A OMS está aconselhando a população dos vilarejos africanos a não consumir carnes cruas de animais como o morcego, macacos e outros tipos de primatas.

Esses tipos de carnes são consideradas como iguarias e são consumidas de forma indiscriminada nos vilarejos africanos.

Mas a lição de Levítico atravessa 3 milênios e nos alcança, mostrando que a Palavra de Deus permanece inalterável.

Mesmo que muitas pessoas digam que são leis ultrapassadas, a evidência das muitas epidemias apontam que elas são ainda válidas.

Em Levítico 11 é dito - "Estes são os animais que se podem comer" - o  mais antigo tratado de leis sanitárias que se tem conhecimento.

As Zoonoses são doenças que são transmitidas de animais para humanos, e no caso de Levítico 11, pelo consumo da carnes de animais que portam vírus, bactérias e parasitas patogênicos.

Levítico11 oferece 5 regras para o consumo da carne de animais, que são as seguintes:
1a - Levítico 11.3-8 - Animais da terra: tem de ter o casco dividido e ruminar
2a - Levítico 11.9-12 - Animais das águas: tem de ter escamas e barbatanas
3a - Levítico 11.12-19 - Animais dos ares: não são dadas características, mas os proibidos são aves de rapina.
4a - Levítico 11.20-23- Insetos: se consumidos, devem ter apenas quatro patas e saltar.
5a - Levítico 11.29 e 30 - Roedores e répteis: todos são imundos.

Os ruminantes com casco dividido são os animais que mais são consumidos; eles possuem 4 estômagos e esse mecanismo anatômico e fisiológico nos ajuda a entender o porquê que se fazem "limpos" e próprios para o consumo.

Os 4 estômagos dos ruminantes oferecem, 4 banhos de ácido [HCl] no estômago múltiplo. Como esses animais comem diretamente do chão, são ingeridos muitos microorganismos, mas que o mecanismo dos ruminantes digere devidamente os ovos de parasitas nocivos, as bactérias e os vírus.

Com essa 'esterilização' do bolo alimentar os microorganismos patogênicos não migram para a carcaça do animal.

No caso do porco [v.7] além do microorganismo que infecta a carcaça do animal, temos vários outros que estão nos compartimentos biológicos do animal, e que são nocivos a humanos. É o caso do vírus da gripe e do resfriado que se encontram nas vias aéreas do animal e contaminam o homem quando em contato com o animal ainda vivo, nos criadouros.

Na lista das aves é dito - "dentre as aves, a estas abominareis, não se comerão... o morcego" v.19up. As tribos do interior do continente africano comem o morcego e se infectam com o vírus ebola. Essa epidemia do ebola é resultado de se ignorar a Lei de Deus.

Levítico 11 é um tratado de Zoonose e Controle Sanitário de carnes animais. Esse trecho da Bíblia, o livro de Levítico, faz parte da Lei de Deus [os cinco primeiros livros].

É porque a Lei de Deus está sendo ignorada e desprezada que estamos sofrendo com as epidemias em nosso século.

O apelo de Deus no final do tratado de Levítico 11 é - "não vos contaminareis".