O BENEFÍCIO DO JEJUM

"Estudos mostram que práticas como o jejum ou a restrição calórica estressam as células e contribuem para a ativação do processo de autofagia nas células, o que estimula uma faxina interna no organismo e aumenta a longevidade" Fonte: Revista Veja

A prática do jejum sempre foi considerada como religiosa; mas ele vai além do aspecto da 'penitência' imaginada por algumas religiões.

Nas Sagradas Escrituras existem os mandamentos de saúde, e o jejum é uma destas ordenanças que visam a saúde do adorador.

Esses mandamentos de saúde são inúmeros na Lei ou Pentateuco. Dos três primeiros mandamentos em Gênesis, o segundo (Gn 1.29) é sobre saúde.

"Dietas que pregam o jejum são comuns para a perda de peso, mas, agora, estudos sugerem que a prática pode contribuir para o aumento da expectativa de vida.

Pode parecer estranho, afinal,  todos sabem que uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes é fundamental para uma boa saúde. No entanto, segundo Yoshinori Ohsumi, ganhador do Nobel de medicina deste ano, o jejum faz suas células se comerem – processo chamado de autofagia – e isso te renova.

Agora, pesquisadores se debruçam sobre o assunto para traçar uma indicação de frequência do jejum benéfica e segura" Fonte: Revista Veja

O jejum se faz benéfico até mesmo em situações extremas de doença grave.

"A intemperança no comer é muitas vezes a causa da doença, e o que a natureza precisa mais é ser aliviada da indevida carga que lhe foi imposta. Em muitos casos de doença, o melhor remédio é o paciente jejuar por uma ou duas refeições, a fim de que os sobrecarregados órgãos digestivos tenham oportunidade de descansar. Um regime de frutas por alguns dias tem muitas vezes produzido grande benefício aos que trabalham com o cérebro. Muitas vezes um breve período de inteira abstinência de comida, seguido de alimento simples e moderadamente tomado, tem levado à cura por meio dos próprios esforços recuperadores da natureza. Um regime de abstinência por um ou dois meses, havia de convencer a muitos sofredores que a vereda da abnegação é o caminho para a saúde". A Ciência do Bom Viver, pág. 235.

A auto-fagia das células durante o jejum é um princípio fisiológico que pode ser explorado durante a doença do câncer. Como se trata de uma doença crônica, o jejum com frutas, legumes crus e verduras é a melhor opção para se ter a cura. Essa dieta curativa pode ser seguida por dois meses de acordo com o estágio da doença.

"Não estabelecemos regra alguma para ser seguida no regime alimentar, mas dizemos que nos países onde sobejam as frutas, cereais e nozes, os alimentos cárneos não constituem alimentação própria para o povo de Deus. Fui instruída que a alimentação de carne tende a embrutecer a natureza e a subtrair os homens daquele amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros, dando aos instintos baixos o domínio sobre as faculdades superiores do ser. Se a alimentação de carne foi saudável algum dia, é perigosa agora. Constitui em grande parte a causa dos cânceres, tumores e doenças dos pulmões" Conselho Sobre Saúde, pág. 404.


5 COISAS PARA MELHORAR SUA MEMÓRIA


A maneira como você vive, o que você come e bebe, e como você trata seu corpo pode afetar sua memória, tanto quanto sua saúde física e bem-estar. Aqui estão cinco coisas que você pode fazer todos os dias para manter tanto o corpo e a mente afiada.

1. Administre seu estresse.
As constantes  tensões diárias, tais como pressões de prazo ou argumentos mesquinhos certamente pode distraí-lo e afeta a sua capacidade de se concentrar . Mas o maior problema é um sentimento permanente de ansiedade - que pode levar à perda de memória. Se você não tem uma estratégia para gerir o seu stress, protegendo a sua memória é uma das razões para obter um. A respiração profunda, meditação, exercícios ao ar livre, e uma abordagem "atenta" à vida podem ajudar.

2. Tenha uma boa noite de sono.
Pessoas que não dormem bem à noite tendem a ser mais esquecidas do que as pessoas que dormem profundamente. Uma boa noite de sono é essencial para consolidar memórias. A razão mais comum para a falta de sono é a insônia - dificuldade em adormecer ou manter o sono. Infelizmente, muitos medicamentos usados ​​para tratar a insônia também pode prejudicar a memória e função geral cérebro. É por isso que é melhor tentar melhorar seus hábitos de sono primeiro e só depois usar a medicação apenas se essas medidas não ajudarem. Se você precisa de soníferos, use a menor dose pelo menor tempo necessário para obter o seu sono de volta nos trilhos.

3. Se você fuma, pare.
Mais fácil dizer do que fazer, certamente - mas se você precisa de motivação adicional, saiba que fumantes têm um maior grau de perda de memória relacionada com a idade e outros problemas de memória do que não fumantes. As pessoas que fumam mais de dois maços de cigarros por dia na meia-idade têm mais que o dobro do risco de desenvolver demência na velhice em comparação com não fumantes. No entanto, aqueles que param de fumar na meia-idade e aqueles que fumam menos de meio maço por dia têm um risco semelhante de demência como pessoas que nunca fumaram.

4. Se você beber álcool, pare.
Beber muito álcool aumenta o risco de perda de memória e demência. Pessoas com alcoolismo têm tarefas de memória de curto prazo dificuldades para executar, como memorizar listas. Outro tipo de perda de memória associada ao uso de álcool é chamado de síndrome de Korsakoff. Nesta condição, a deficiência de vitamina B1 longo prazo, combinado com os efeitos tóxicos do álcool sobre o cérebro, pode desencadear amnésia súbita e dramática. Em alguns casos esta perda de memória é permanente, mas, se detectada precocemente, o que pode ser revertida em algum grau.

5. Proteger o cérebro de uma lesão.
Trauma na cabeça é uma causa principal da perda de memória e aumenta o risco de desenvolver demência. Sempre use o equipamento adequado durante atividades de alta velocidade e esportes de contato. Usar capacete ao andar de bicicleta, andar em uma motocicleta, patinação in-line, e esqui. Usar cinto de segurança durante a condução de veículos a motor. Acidentes de carro são de longe a causa mais comum de lesão cerebral, e usando um cinto de segurança reduz consideravelmente as chances de lesão grave na cabeça.

Fonte: Harvard Health Publications; Harvard Medical School

VÍRUS EBOLA E LEVÍTICO 11

A epidemia de Ebola que matou até o momento 1300 pessoas na África tem a sua origem no consumo de animais que são classificados como 'imundos' na Bíblia, no livro de Levítico.

A OMS está aconselhando a população dos vilarejos africanos a não consumir carnes cruas de animais como o morcego, macacos e outros tipos de primatas.

Esses tipos de carnes são consideradas como iguarias e são consumidas de forma indiscriminada nos vilarejos africanos.

Mas a lição de Levítico atravessa 3 milênios e nos alcança, mostrando que a Palavra de Deus permanece inalterável.

Mesmo que muitas pessoas digam que são leis ultrapassadas, a evidência das muitas epidemias apontam que elas são ainda válidas.

Em Levítico 11 é dito - "Estes são os animais que se podem comer" - o  mais antigo tratado de leis sanitárias que se tem conhecimento.

As Zoonoses são doenças que são transmitidas de animais para humanos, e no caso de Levítico 11, pelo consumo da carnes de animais que portam vírus, bactérias e parasitas patogênicos.

Levítico11 oferece 5 regras para o consumo da carne de animais, que são as seguintes:
1a - Levítico 11.3-8 - Animais da terra: tem de ter o casco dividido e ruminar
2a - Levítico 11.9-12 - Animais das águas: tem de ter escamas e barbatanas
3a - Levítico 11.12-19 - Animais dos ares: não são dadas características, mas os proibidos são aves de rapina.
4a - Levítico 11.20-23- Insetos: se consumidos, devem ter apenas quatro patas e saltar.
5a - Levítico 11.29 e 30 - Roedores e répteis: todos são imundos.

Os ruminantes com casco dividido são os animais que mais são consumidos; eles possuem 4 estômagos e esse mecanismo anatômico e fisiológico nos ajuda a entender o porquê que se fazem "limpos" e próprios para o consumo.

Os 4 estômagos dos ruminantes oferecem, 4 banhos de ácido [HCl] no estômago múltiplo. Como esses animais comem diretamente do chão, são ingeridos muitos microorganismos, mas que o mecanismo dos ruminantes digere devidamente os ovos de parasitas nocivos, as bactérias e os vírus.

Com essa 'esterilização' do bolo alimentar os microorganismos patogênicos não migram para a carcaça do animal.

No caso do porco [v.7] além do microorganismo que infecta a carcaça do animal, temos vários outros que estão nos compartimentos biológicos do animal, e que são nocivos a humanos. É o caso do vírus da gripe e do resfriado que se encontram nas vias aéreas do animal e contaminam o homem quando em contato com o animal ainda vivo, nos criadouros.

Na lista das aves é dito - "dentre as aves, a estas abominareis, não se comerão... o morcego" v.19up. As tribos do interior do continente africano comem o morcego e se infectam com o vírus ebola. Essa epidemia do ebola é resultado de se ignorar a Lei de Deus.

Levítico 11 é um tratado de Zoonose e Controle Sanitário de carnes animais. Esse trecho da Bíblia, o livro de Levítico, faz parte da Lei de Deus [os cinco primeiros livros].

É porque a Lei de Deus está sendo ignorada e desprezada que estamos sofrendo com as epidemias em nosso século.

O apelo de Deus no final do tratado de Levítico 11 é - "não vos contaminareis".

TECNOLOGIA E CRIANÇAS


A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria afirmam que crianças de 0 a 2 anos não devem ter nenhuma exposição à tecnologia, crianças de 3 a 5 anos devem ser limitadas à uma hora de exposição por dia e crianças e adolescentes de 6 a 18 anos devem ser restritas a duas horas por dia (AAP 2001/13, CPS 2010). Crianças e jovens usam de quatro a cinco vezes a quantidade de tecnologia recomendada, provocando consequências graves e, em muitos casos, colocando suas vidas em risco (Fundação Kaiser 2010, Active Healthy Kids Canada 2012). Aparelhos eletrônicos móveis (telefones celulares, tablets, jogos eletrônicos) aumentaram muito o acesso e uso de tecnologia, especialmente por crianças muito pequenas (Common Sense Media, 2013). Como terapeuta ocupacional pediátrica, convoco pais, professores e governos a proibir o uso de todos os mobiles para crianças com menos de 12 anos. Seguem dez razões, todas apoiadas em pesquisas, para justificar essa proibição. Para ter acesso às pesquisas com referências, procure o Zone'in Fact Sheet no site zonein.ca.

1. Crescimento cerebral acelerado
Entre 0 e 2 anos de idade, o cérebro da criança triplica de tamanho, e ele continua em estado de desenvolvimento acelerado até os 21 anos de idade (Christakis 2011). O desenvolvimento cerebral infantil é determinado pelos estímulos do ambiente ou a ausência deles. Já foi comprovado que o estímulo a um cérebro em desenvolvimento causado por superexposição a tecnologias (celulares, internet, iPad, TV) é associado ao déficit de funcionamento executivo e atenção, atrasos cognitivos, prejuízo da aprendizagem, aumento da impulsividade e diminuição da capacidade de se autorregular, por exemplo, acessos de raiva (Small 2008, Pagini 2010).

2. Atraso no desenvolvimento
O uso de tecnologia restringe os movimentos, o que pode resultar em atraso no desenvolvimento. Hoje uma em cada três crianças ingressa na escola com atraso no desenvolvimento, o que provoca impacto negativo sobre a alfabetização e o aproveitamento escolar (HELP EDI Maps 2013). A movimentação reforça a capacidade de atenção e aprendizado (Ratey 2008). O uso de tecnologia por menores de 12 anos é prejudicial ao desenvolvimento e aprendizado infantis (Rowan 2010).

3. Obesidade epidêmica
Existe uma correlação entre o uso de televisão e videogames e o aumento da obesidade (Tremblay 2005). Crianças às quais se permite que usem um aparelho digital no quarto têm incidência 30% mais alta de obesidade (Feng 2011). Uma em cada quatro crianças canadenses e uma em cada três crianças americanas são obesas (Tremblay 2011). 30% das crianças com obesidade vão desenvolver diabetes, e os obesos correm risco maior de AVC e ataque cardíaco precoce, resultando em grave redução da expectativa de vida (Centro de Controle e Prevenção de Doenças, 2010). Em grande medida devido à obesidade, as crianças do século 21 talvez formem a primeira geração da qual muitos integrantes não terão vida mais longa que seus pais (Professor Andrew Prentice, BBC News 2002).

4. Privação de sono
60% dos pais não supervisionam o uso que seus filhos fazem de tecnologia, e 75% das crianças são autorizadas a usar tecnologia no quarto de dormir (Fundação Kaiser 2010). 75% das crianças de 9 e 10 anos têm déficit de sono em grau tão alto que suas notas escolares sofrem impacto negativo (Boston College 2012).

5. Doença mental
O uso excessivo de tecnologia é um dos fatores responsáveis pelas incidências crescentes de depressão infantil, ansiedade, transtorno do apego, déficit de atenção, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento infantil problemático (Bristol University 2010, Mentzoni 2011, Shin 2011, Liberatore 2011, Robinson 2008). Uma em cada seis crianças canadenses tem uma doença mental diagnosticada, e muitas tomam medicação psicotrópica que apresenta riscos (Waddell 2007).

6. Agressividade
Conteúdos de mídia violentos podem causar agressividade infantil (Anderson, 2007). A mídia de hoje expõe as crianças pequenas cada vez mais violência física e sexual. O game "Grand Theft Auto V" retrata sexo explícito, assassinato, estupros, tortura e mutilação; muitos filmes e programas de TV fazem o mesmo. Os EUA classificaram a violência na mídia como Risco à Saúde Pública, devido a seu impacto causal sobre a agressividade infantil (Huesmann 2007). A mídia informa o uso crescente de restrições físicas e salas de isolamento para crianças que exibem agressividade descontrolada.

7. Demência digital
O conteúdo de mídia que passa em alta velocidade pode contribuir para o déficit de atenção e também para a redução de concentração e memória, devido ao fato de o cérebro "podar" os caminhos neurais até o córtex frontal (Christakis 2004, Small 2008). Crianças que não conseguem prestar atenção não conseguem aprender.

8. Criação de dependência
À medida que os pais se apegam mais e mais à tecnologia, eles se desapegam de seus filhos. Na ausência de apego parental, as crianças podem apegar-se aos aparelhos digitais, e isso pode resultar em dependência (Rowan 2010). Uma em cada 11 crianças e jovens de 8 a 18 anos é viciada em tecnologia (Gentile 2009).

9. Emissão de radiação
Em maio de 2011 a Organização Mundial de Saúde classificou os telefones celulares (e outros aparelhos sem fios) como risco de categoria 2B (possivelmente carcinogênico), devido à emissão de radiação (OMS 2011). Em outubro de 2011, James McNamee, da Health Canada, lançou um aviso cautelar dizendo: "As crianças são mais sensíveis que os adultos a uma série de agentes, porque seus cérebros e sistemas imunológicos ainda estão em desenvolvimento." (Globe and Mail 2011). Em dezembro de 2013 o Dr. Anthony Miller, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Toronto, recomendou que, com base em pesquisas novas, a exposição a frequências de rádio seja reclassificada como risco de categoria 2A (provavelmente carcinogênico), não 2B (possivelmente carcinogênico). A Academia Americana de Pediatria pediu uma revisão das emissões de radiação de campo eletromagnético de aparelhos de tecnologia, citando três razões relativas ao impacto sobre as crianças (AAP 2013).

10. Insustentável
O modo em que as crianças são criadas e educadas com a tecnologia deixou de ser sustentável (Rowan 2010). As crianças são nosso futuro, mas não há futuro para crianças que fazem uso excessivo de tecnologia. É necessária e urgente uma abordagem de equipe para reduzir o uso de tecnologia pelas crianças.


As Diretrizes de Uso de Tecnologia para crianças e adolescentes, vistas abaixo, foram desenvolvidas por Cris Rowan, terapeuta ocupacional pediátrica e autora de Virtual Child; o Dr. Andrew Doan, neurocientista e autor de Hooked on Games; e a Dra. Hilarie Cash, diretora do Programa reSTART de Recuperação da Dependência da Internet e autora de Video Games and Your Kids, com contribuições da Academia Americana de Pediatria e da Sociedade Pediátrica Canadense, no intuito de assegurar um futuro sustentável para todas as crianças.
Fonte: BrasilPost

É POSSÍVEL UMA VIDA SEM AÇÚCAR?


Uma família no sudeste da Inglaterra diz que sim. Depois que a filha foi diagnosticada com diabetes, a familia inteira abriu mão do açúcar por uma vida mais saudável.

Lucy Burt tem 16 anos e em 2011 descobriu que tinha diabetes tipo 1, também conhecida como diabetes mellitus. Nesse caso, o pâncreas não produz insulina para regular os níveis de glicose no sangue, e se a quantidade ficar muito alta, os órgãos do corpo podem ser danificados.

Na época, o médico de Lucy disse que ela deveria verificar seus níveis de sangue regularmente, aplicar insulina, mas continuar com uma dieta normal e equilibrada.

No entanto, os pais de Lucy, Jason e Clare, foram contra o conselho do médico e decidiram que todos da família, incluindo os outros dois filhos, deveriam cortar o açúcar, e seguir uma dieta rica em proteína, gordura, e muitos legumes.

"Por cerca de um mês a sensação foi de ressaca, não conseguia me concentrar, " disse Jason. "Mas depois a sensação foi de leveza."

"Foi um ato de solidariedade ... abrir mão do açúcar significava que estávamos apoiando uma dieta que era melhor para Lucy e sua diabetes," disse Jason.

Para a família, o início foi bastante difícil e desconfortável, mas agora todos se sentem mais saudáveis, têm níveis mais elevados de concentração, comem menos, e a conta de supermercado também diminuiu.

"Comecei a me sentir mais desperto, e consciente, e desde então, não olhei pra trás. Tenho muito mais energia", disse Jason.

Foi particularmente difícil para a família Burt cortar o açúcar. Eles fornecem bolos para lojas no sudeste da Inglaterra, produzindo cerca de 3 mil bolos por semana.

Para Clare foi difícil encontrar um equilíbrio entre o diagnóstico da filha e o trabalho. "Mas um amigo me lembrou que as pessoas não deixariam de comer bolos só porque a Lucy foi diagnosticada com diabetes", afirmou Clare.

"Parecia que estávamos fazendo algo errado, mas precisávamos pagar as contas", disse Jason. 

Mas como todo bom cozinheiro sabe, as receitas têm que ser provadas enquanto são feitas. Como eles resolveram esse problema?


"Temos muitos voluntários. E se for absolutamente necessário, vamos provar pequenas quantidades", diz Clare. "O bom é que as receitas são as mesmas há 30 anos."

Fonte: BBC

ALIMENTOS SAUDÁVEIS QUE ESCONDEM AÇÚCAR


É consenso entre médicos e pacientes que a ingestão excessiva de açúcar é extremamente prejudicial para a saúde.

Porém, o que pouca gente sabe é que alimentos que aparentemente são vendidos como "saudáveis", na verdade, contêm altas doses da matéria-prima.

Segundo uma pesquisa realizada por cientistas americanos e publicada em 2012, o consumo mundial do açúcar triplicou nos últimos 50 anos e está ligado a inúmeras doenças, como obesidade, diabetes e câncer.
Uma nova campanha da ONG Action on Sugar elaborou uma lista em que figuram alguns alimentos que "escondem" grandes quantidades de açúcar.

O objetivo, além de conscientizar o público, é pressionar os fabricantes a reduzir a quantidade do subproduto da cana.

Conheça, a seguir, cinco desses alimentos.

1 - Alimentos com 0% de gordura
Alimentos com 0% de gordura não possuem, necessariamente, 0% de açúcar. Este é o caso dos iogurtes.
Nesses alimentos, o açúcar normalmente é adicionado para dar sabor e cremosidade ao produto quando a gordura é removida.
Um iogurte de 150 gramas com 0% de gordura pode ter, por exemplo, até 20 gramas de açúcar – o equivalente a cinco colheres de chá, alerta a Action on Sugar.
Esse valor equivale à metade da quantidade diária de açúcar recomendada para mulheres, que é de 50 gramas. Nos homens, a taxa diária é um pouco superior, de 70 gramas.
"O problema é que as pessoas que compram comida com 0% de gordura querem consumir um alimento com um gosto semelhante ao de 100% de gordura", afirma a nutricionista Sarah Schenker.
"Para adequar seus produtos ao paladar dos clientes, os fabricantes adicionam açúcar quando a gordura é retirada. Se as pessoas queremalimentos mais saudáveis, precisam aceitar que eles tenham uma aparência e um gosto um pouco diferente", acrescenta Schenker.

2 – Polpa de tomate
Uma polpa de tomate feita a partir de tomates frescos possui inúmeros nutrientes, mas aquelas compradas em mercados, normalmente enlatadas, podem ser cheias de açúcar.
O ingrediente é normalmente adicionado para que a polpa fique menos ácida. Um terço de uma lata de 150 gramas, por exemplo, pode ter até 13 gramas de açúcar, valor equivalente a três colheres de chá.

3 – Maionese
Produtos que contenham maionese são inimigos de quem quer combater o consumo excessivo de açúcar. Uma colher pode conter até quatro gramas do ingrediente.
"Molhos, em geral, contêm grande quantidade de açúcar", afirma Schenker.

4 – Água
Depende do tipo. Alguns tipos de "águas vitaminadas" têm adição de açúcar. Um copo de 500 ml de algumas marcas pode conter até 15 gramas de açúcar, o equivalente a cerca de quatro colheres de chá, diz a Action on Sugar.

5 - Pão
O pão é um dos alimentos que mais "escondem" açúcar, destaca a ONG. Uma fatia de pão processado pode ter, em média, até três gramas de açúcar.
O açúcar presente no pão, aliás, é normalmente formado no processo natural de fermentação, mas também pode ser adicionado durante a fabricação do alimento.

"Não é porque o alimento é salgado que ele tem baixo teor de açúcar", lembra Schenker.

Fonte: BBC

GORDURA BOA E RUIM


O consumo de gordura saturada é um assunto recorrente, e na Grã-Bretanha produtores e vendedores de alimentos se comprometeram em reduzir os níveis deste tipo de gordura em seus produtos.

Porém, além da gordura saturada, outros tipos de gordura estão presentes, naturalmente ou artificialmente, nos alimentos, como as insaturadas e as gorduras trans. 

Nem toda gordura é ruim, uma pequena porção na dieta pode ajudar o organismo a absorver determinados nutrientes. E gordura pode ser também uma fonte de energia, proporcionando ácidos graxos essenciais e algumas vitaminas, como as vitaminas A e D.

Então, qual é a diferença entre a gordura boa e a ruim? E quais devemos consumir em maior ou menor quantidade? De acordo com o NHS Choices, o site do serviço nacional de saúde da Grã-Bretanha que dá conselhos de como ter uma vida saudável, diminuir o consumo de comidas que são ricas em gordura saturada é importante como parte de uma boa dieta.

Chocolates estão entre os produtos ricos em gordura saturada
Tais alimentos incluem manteiga, banha de porco, chocolate, bolos, massas folhadas, e produtos feitos com carne, como salsichas e tortas salgadas.

A maioria das pessoas consome gordura saturada em grande quantidade: cerca de 20% mais que o máximo recomendado, segundo estudos feitos pela British Dietetic Association.A recomendação atual do Departamento de Saúde da Grã-Bretanha diz que em média os homens não devem comer mais que 30g de gordura saturada por dia, enquanto as mulheres não devem comer mais que 20g.

Uma dieta rica em gordura saturada pode aumentar os níveis de lipoproteína de baixa densidade, ou "colesterol ruim", no sangue ao longo do tempo, aumentando o risco de doenças cardiovasculares.
Mas esse risco foi recentemente contestado.

Em um artigo no British Medical Journal, o cardiologista Aseem Malhotra diz que gordura saturada tem sido "demonizada por décadas", e evidências científicas não comprovaram sua relação com doenças cardíacas.
Ele diz que a indústria alimentícia compensou a diminuição dos níveis de gordura saturada com o aumento da quantidade de açúcar.

Gordura insaturada
 Uma dieta composta por gorduras insaturadas pode ajudar a diminuir os níveis do colesterol ruim no sangue e aumentar os níveis de lipoproteína de alta densidade, também conhecido como bom colesterol.

Gorduras saturadas podem ser substituídas em uma dieta balanceada com gorduras mais saudáveis, como as monoinsaturadas e as poli-insaturadas, que são encontradas em muitos alimentos, que incluem:
sementes e nozes
óleos de girassol e oliva
frutas, legumes e verduras, incluindo o abacate.

O ômega-3 ajuda a diminuir os níveis de diacilglicerol no sangue, a prevenir a coagulação do sangue, e a manter um ritmo cardíaco regular.

A fundação também recomenda o consumo de uma pequena quantidade de gordura monoinsaturada, encontrado no óleo de oliva, no abacate e nas nozes, para ajudar a manter os níveis de colesterol saudáveis.

Gorduras trans
 O terceiro tipo de gordura também encontrada na dieta é a trans. Gorduras trans naturais são encontradas no leite. Gorduras trans naturais são encontradas em níveis baixos em alguns alimentos, como carne e produtos derivados do leite.

As gorduras trans artificiais são feitas a partir de um processo de hidrogenação do óleo, e são conhecidas como gordura hidrogenada. Esse tipo de gordura pode ser usado para fazer frituras.

Gorduras trans artificiais também podem ser encontradas em comidas processadas, como biscoitos e bolos, e são as vezes usadas para prolongar a vida dos produtos nos prateleiras.

Uma dieta rica em gorduras trans pode também levar a altos níveis de colesterol ruim no sangue.


Porém, o NHS Choice diz que reduzir a quantidade de gordura saturada é mais importante do que reduzir a quantidade de gordura trans.

Fonte: BBC

VESTUÁRIO E SAÚDE



"Roupas apertadas, principalmente as confeccionadas em tecidos grossos, podem prejudicar a circulação sanguínea e causar, além de dores, varizes", afirma o médico angiologista Augustus César de Araújo, de Brasília. É o caso do jeans: mesmo com elástico, ele comprime o corpo e prejudica a passagem do sangue.             Fonte: Terra     

Mas os problemas não param por aí. Dificuldades de digestão e de respiração, cansaço fora do normal e problemas ligados aos órgãos sexuais são alguns dos riscos que você corre ao privilegiar as peças justas no guarda-roupa. Os prejuízos envolvem várias áreas da saúde.

1. Circulação sob risco
As roupas apertadas podem dificultar o retorno do sangue venoso, que passa muito tempo nos membros inferiores. Essas roupas geram compressões, ao longo da perna e na região abdominal, sem uma graduação adequada.

2. Varizes
Elas prejudicam principalmente as mulheres. Isso porque a progesterona, um dos hormônios femininos, causa a dilatação das veias além do calibre normal. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que 17% da população sofre com problemas vasculares, as varizes entre eles. Quando você usa roupas apertadas, prejudica sua circulação, aumentando as estatísticas. Principalmente se há casos de varizes na sua família ou se você toma algum tipo de contracepção hormonal, prefira peças mais larguinhas.

3. Celulites
Não é que as roupas apertadas causem celulites. Mas elas retardam o tratamento ou favorecem o surgimento dos furinhos. Quando há formação dos nódulos de gordura, causadores de celulite, a circulação sangüínea fica prejudicada nestas regiões. Se você usa roupas apertadas, prejudica ainda mais a passagem do sangue, agravando o quadro. Ou seja, a celulite de grau 1 evolui para grau 2 e assim por diante.

4. Respiração
Roupas muito apertadas ou um cinto ajustado demais prejudicam a passagem de ar pelo seu corpo. Resultado: você pratica a chama respiração curta na maior parte do dia, ou seja, a inspiração só chega até a parte alta do tórax. Com isso, as trocas gasosas não acontecem de maneira eficiente e seu corpo acumula mais gás carbônico, que é tóxico e acelera a oxidação das células, provocando o envelhecimento. A respiração curta deixa o cérebro mal oxigenado, dificultando a concentração e trazendo ansiedade: portanto, livre-se das roupas apertadas quando precisar de calma.

5. Dores nas costas
Acha que não tem nada a ver? Então compare, marcando suas sensações por dois dias seguidos. Num, use uma combinação bem justa e, no outro, escolha um modelo que deixe seu corpo bem à vontade. A diferença é notável: vestindo peças que restringem seus movimentos, você é obrigado a sobrecarregar os músculos e as vértebras para realizar atividades que, normalmente, nem exigiriam tanto esforço. Com o quadril comprimido, sua coluna sofre para dar suporte aos movimentos. O mesmo vale para as camisas que impedem os braços de se mexerem-se: por causa disso, os ombros encerram o dia com uma sensação de peso e, às vezes, até ardência e formigamento.

6. Digestão
O problema, neste caso, deve-se principalmente às calças e cintos que apertam demais sua barriga. Após as refeições, seu estômago dilata-se (é nele onde ocorre parte da digestão, graças à ação dos ácidos presentes ali). No entanto, a pressão das roupas pode fazer com que os ácidos do estômago refluam para o esôfago, causando azia e refluxo.

7. Saúde sexual
Entre as mulheres, o uso de roupas apertadas pode favorecer o corrimento. Com a umidade e a temperatura alta, a região genital torna-se propícia ao desenvolvimento de fungos e bactérias que podem causar doenças como a candidíase. Nos homens, o risco em vestir calças e cuecas apertadas demais está em afetar a quantidade e a qualidade dos espermatozóides produzidos, além de causar dor nos testículos”.
Fonte: Portal Terra de Notícias

Isso acontece por que as calças geralmente são do tecido ‘brim’, um material muito grosso; para agravar mais ainda são muito justas. Isso favoreceu o surgimento de doenças ginecológicas, não necessariamente as DST. Foram evidenciadas vulvovaginites (infecções) principalmente por fungos.

As roupas íntimas de materiais sintéticos, preferidas por serem mais sensuais, as calças jeans apertadas e grossas, aumentam a temperatura dos genitais e causam um desequilíbrio na microbiota (microorganismos) favorecendo o crescimento de fungos.

Até em moças que não tinham uma vida sexual ativa as vaginites são um problema ginecológico corriqueiro causado pelo uso excessivo das calças em grande parte do dia. A rotina de sair cedo para trabalhar ou estudar e permanecer com calças apertadas durante 8 a 10 horas diárias, permanecendo sentadas e com pouco movimento foram um agravante extra.

A roupa tem sua história na linha de tempo do feminismo. Por exemplo, “a ascensão e queda do espartilho ao longo dos séculos  refletem a história do movimento feminista e das transformações na relação da sociedade com o corpo.

No período vitoriano, a maioria das mulheres "de família" vestia uma cinta sob o vestido.

No século 20, no entanto, o espartilho vitoriano passou a ser visto por muitos como algo fisicamente opressivo. A vestimenta também foi associada à posição inferior da mulher na sociedade.

Alison McCann, curadora da exposição de roupas íntimas Undercover - realizada no Fashion and Textile Museum, em Londres, em 2010 - diz que a rejeição do espartilho foi praticamente uma extensão do movimento ‘dassuffragettes’, as mulheres que lutaram pelo Sufrágio Universal na Grã-Bretanha.

"As mulheres começaram a assumir o controle sobre a roupa íntima, desenhando o que queriam vestir", disse McCann. Na moda, também, os espartilhos saíram de cena.

A popularidade das criações de Coco Chanel nos anos 1920 - com sua moda mais relaxada, vestidos soltos e uma forma feminina mais plana, com menos curvas” fazia parte desta reforma feminina.

Também “na década de 1960, com a emancipação feminina, ligas e cintas foram abandonadas em massa. (Há exceções. Algumas mulheres, particularmente as adeptas de visuais gótico ou punk, usam espartilhos e outros acessórios como símbolos de subversão há anos.)
Fonte: BBC

Com os órgãos reprodutores pressionados pelo modelos justos de espartilhos, calças e outras vestes,  os ovários, trompas e útero recebem menos irrigação sanguínea e somatizam nos problemas de infertilidade junto com fatores como sedentarismo, estresse e promiscuidade.

As calças usadas nas décadas de 90 até a primeira década do século 21, são apertadas como os espartilhos vitorianos e favorecem o aparecimento de  fungos  ou  vulvovaginite caracterizada por “queimação vaginal e prurido, dispareunia e um corrimento leitoso” (Henry, 1999). As mulheres casadas sentem desconforto nas relações sexuais e em estágios avançados da infecção, dor e ardência. A ida ao ginecologista para diagnóstico laboratorial e tratamento é a regra.

As saias e os vestidos soltos, idealizados por Coco Chanel na década de 20, opostamente, permitem uma ventilação e irrigação melhor dos genitais. Mulheres que usam vestidos preservam melhor sua saúde sexual.
Essa questão envolvendo prejuízos para a saúde, é algo importante para as mulheres que têm eventos que os homens não possuem na sua vida sexual – parto, infecções ginecológicas, amamentação etc.

E. G. White foi uma escritora norte americana da época vitoriana, escreveu muito sobre a reforma do vestuário da mulher, principalmente sobre as calças apertadas que surgiam no século 19:

"Há ainda outra moda de vestir-se que é adotado por uma classe de pessoas chamadas reformadoras do vestuário. Imitam o sexo oposto, o mais possível. Usam casquete, calças, colete, casaco e botas, sendo esta a peça mais sensata do traje.

Os que adotam e defendem esta moda, estão levando a chamada reforma do vestuário a extremos muito objetáveis. Confusão será o resultado. Alguns dos que adotam este traje podem estar corretos em seus pontos de vista gerais quanto à questão da saúde, e poderiam ser instrumentos na realização de muito maior soma de bem se não levassem a tais extremos a questão do vestuário.

Nessa moda de vestuário foi invertida a ordem de Deus, e desrespeitadas Suas direções especiais. Deut. 22:5: "A mulher não usará roupa de homem, nem o homem veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao Senhor, teu Deus."

Esta moda de vestuário Deus não deseja que Seu povo adote. Não é traje modesto, e absolutamente não se adapta a mulheres modestas e humildes, que professam ser seguidoras de Cristo. As proibições de Deus são consideradas levianamente por todos os que advogam a remoção da diferença de vestuário entre homens e mulheres.

Designava Deus que houvesse clara distinção entre o vestuário do homem e da mulher, e considerou a questão de bastante importância para dar direções explícitas a esse respeito; pois se ambos os sexos usassem o mesmo vestuário isto causaria confusão, e grande aumento de crime. Paulo pronunciaria uma repreensão, fosse ele vivo hoje, se contemplasse mulheres que professam piedade usando esta moda de vestuário". 2 ME 477

Embora a discussão da escritora norte americana  do século 19 pautasse assuntos morais, é com a saúde da mulher deste novo século que a preocupação se mostra maior. Roupas apertadas, justas e que limitem os movimentos, irão trazer prejuízo para a circulação do sangue e a saúde de forma geral.

“Outros argumentam, que no momento em que as mulheres têm a maior média de peso da história, o ressurgimento da cinta se deve a razões bastante diferentes: as cinturas estão ficando maiores.
Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha em 2001 concluiu que o tamanho médio da cintura feminina aumentou cerca de 16,5 cm desde a década de 1950, de 71 para 86 cm.

Então, como as mulheres estão fazendo para entrar nos modelos anos 50, tão na moda no momento?
Hannah Almassi, subeditora de moda da revista Grazia, lembra que sempre houve maneiras de manipular a forma do corpo na moda. "Seja meninas colocando bandagens nos seios...  ou as ombreiras da década de 80". O espartilho é mais um desses recursos” Fonte: BBC.

Seja com os espartilhos, calças apertadas ou vestidos e saias justos, o império da moda erotizada leva a mulher pós-moderna aos excessos e sacrifício a saúde.

O equilíbrio deve ser a meta a ser alcançada. A leveza proposta por Coco Chanel, e a moral e saúde idealizada por E. G. White, não é algo impossível.

COSMÉTICOS E SUA SAÚDE



A saúde de quem usa cosméticos pode estar em perigo; uma lida na composição das diversas maquiagens vai esclarecer que as substâncias que são usadas são tóxicas à pele e aceleram o envelhecimento. As substâncias tóxicas e o fechamento dos poros da pele com camadas de produtos, apenas irão acelarar esse prejuízo.

A maior parte dos cosméticos produzidos possui parabenos como conservante e base composta por derivados do petróleo (parafina e óleo mineral) que são altamente alergênicos.

A pele é recoberta com substâncias que fecham os poros e intoxicam as células da pele; isso provoca envelhecimento do epitélio no rosto. O agravante é que a limpeza da pele não é feita devidamente depois de cada maquiagem e a pele sempre está com os poros obstruidos evitando o suor e a respiração saudável.

O epitélio é envenenado duas vezes, com suas próprias toxinas, produtos tóxicos do cosmético usado e ainda impedido de 'respirar' por fechamento dos poros. Há mulheres que se esquecem de lavar o rosto após a maquiagem e chegam a expor-se a esse produtos tóxicos 24h seguidas. 

Esses componentes tóxicos podem ser facilmente identificados pelas profissionais de estética a partir do INCI indicado na composição do produto no rótulo do mesmo. Para o uso estético, as profissionais devem procurar utilizar produtos com base de óleos vegetais que não poluem o meio ambiente e diminuem a incidência de alergias e reações prejudiciais à pele.

Confira as principais características de cada componente e entenda como atuam:

Parabenos (Etylparaben, Methylparaben, Propylparaben, Butylparaben ):
Muito utilizado como conservante em base de cosméticos. Os conservantes também podem trazer malefícios à saúde. Os Parabenos são os mais antigos da sua categoria. Eles penetram na pele e se depositam nas glândulas, indo direto para a corrente sanguínea e alterando os níveis de estrogênio. 

"Isso é alarmante, pois existe uma enorme utilização de cosméticos que contêm Parabenos por gestantes, lactantes, crianças e pacientes sob diversos tratamentos, como câncer, reposições hormonais e terapias crônicas. Hoje, o mercado possui preservantes naturais ou mais modernos que, até o momento, demonstraram segurança, permitindo o desenvolvimento de formulações mais seguras".

No caso de desodorantes ou produtos a serem aplicados nas axilas, as pessoas devem ser mais seletivas ainda, pois estudos recentes comprovaram que o uso de Parabeno nessa região pode estar associado ao aumento da incidência de câncer de mama. "Se as pessoas encontram Parabenos no rótulo de seus cosméticos, elas devem rejeitá-lo. Já existem linhas e produtos verdes (adequadamente ecológicos), como por exemplo, a linha ‘Liv Botanicals’, da Avon, que são livres de conservantes".

Os Parabenos podem ser identificados nas formulações dos cosméticos e desodorantes com diversas nomenclaturas, entre elas, Parabens, Methylparaben, Ethylparaben, Propylparaben e Butylparaben.

A metildibromoglutaronitrila é um conservante de batons, pós e outros cosméticos; não é permitida na União Européia (UE) desde março de 2008 e os produtos que a continham foram retirados das prateleiras européias até 23 de junho de 2008.

O ácido benzóico também sofreu retaliações e teve a aprovação de seu uso modificada. Ele só pode ser utlizado em produtos enxaguáveis a 2,5% ou menos, em produtos para higiene bucal a no máximo 1,7%, e em produtos leave-on a um teor máximo de 0,5%. Os seus sais, como o benzoato de sódio e metil benzoato, só podem ser usados a 0,5% ou menos em quaisquer produtos cosméticos.


O iodopropinil butilcarmabato (IPBC) não pode ser utilizado em produtos orais ou labiais (batons), ou em produtos infantis (para crianças de até 3 anos), exceto nos destinados ao banho e enxaguáveis. Na verdade, se for utilizado em outros produtos, deve conter o aviso no rótulo: “não utilizar em crianças abaixo de três anos de idade”. 


O IPBC também não deve ser usado em cremes e loções que serão aplicados em grandes partes do corpo. De qualquer forma, ele pode ser usado em aplicações enxaguáveis até 0,02%, em produtos leave-on até 0,01% e em antiperspirantes ou desodorantes até 0,0075%.
Uréia e Hidantoína: são conservantes que liberam formaldeído. O formaldeído pode irritar o sistema respiratório, provocar irritações cutâneas e acelerar as palpitações do coração. A exposição ao formol pode causar dores articulares, alergias, depressão, dores de cabeça, dores no peito, fadiga, perda de sono, tonturas e, até mesmo, otites. Pode agravar tosses e resfriados, e desencadear asma.

Esses componentes são comuns em quase todas as marcas de cosméticos para pele, corpo e cabelo, antiperspirantes. ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Brasil) determina que todas as vezes que um produto tiver na usa composição a uréia em dosagens maiores de 3%, deve conter no rótulo o seguinte alerta: “Não Utilizar Durante a Gravidez”. A ANVISA proibir a fabricação de cosméticos que contenham em sua composição mais de 10% de uréia.

Metil, propil, butil e parabenos: pesquisadores do Departamento de Biologia e Bioquímica Universidade de Brunel no Reino Unido realizaram um estudo e constataram que os parabenos são fracamente estrogênicos, ou seja, podem minimizar a ação do estrógeno e interferir no desenvolvimento e na reprodução sexual. Em geral, são usados como inibidores de crescimento microbiano e para prolongar a vida útil do produto.

Petrolato e óleo mineral: presentes em muitos produtos para os lábios. Pode causar problemas na pele, como interferir na capacidade da “pele respirar”, inibe a capacidade da pele em absorver umidade e nutrição, “tampa” os poros. Para a pele é importante “respirar” para libertar as toxinas e causar envelhecimento precoce.

Lauril sulfato de sódio (SLES/SLS): utilizado para aumentar a capacidade de espuma dos produtos, facilitando a penetração e dispersão do cosmético. Muito usado em xampus. Podem causar irritações oculares e provocar reações alérgicas. Penetra muito facilmente na pele e permanece nos tecidos por um período de tempo relativamente longo. Nos EUA foi proibido seu uso nos sais de banho. Penetra no corpo pela raiz do cabelo, absorvido especialmente pelos olhos. Pode provocar perda de cabelo, aumento da sensibilidade da pele, intensificação das reações alérgicas e desidratação da pele.

Cores sintéticas: Várias cores sintéticas são usadas para fazer um cosmético “bonito”. Exemplo: Cl 17200, Cl 15510, Cl 60730, Cl42053. Cores sintéticas podem ser agentes que causam câncer. Conforme consta no site, segundo um dicionário consumidores de ingredientes cosméticos, “ [...] muitos [pigmentos] podem causar irritação e sensibilidade na pele e ser absorvido”. A certificação é desconhecida e controversa. A maioria das cores utilizadas em cosméticos aguarda testes e/ou ainda não foram aprovadas, nem estudadas a segurança na sua utilização. Em estudos realizados com animais mostram que podem ser cancerígenos.

Os fatores que prejudicam são muitos. Uma pesquisa realizada pelo College of Optometrists, da Grã-Bretanha, revelou que nove entre dez mulheres estão colocando a saúde em risco ao usarem maquiagem fora do prazo da validade.

De acordo com os estudiosos, a vida útil de um rímel, por exemplo, é de no máximo seis meses, mas, apesar das recomendações, 92% das mulheres admitiram usar o produto por um tempo muito maior.

As campeãs são as mulheres que têm entre 30 e 40 anos, que, mais apegadas a certos tipos de cosméticos, não renovam o estoque porque normalmente os produtos já saíram de linha.

A pesquisadora Susan Blackney disse ao jornal Daily Mail que o estudo investigou mulheres de diversas faixas etárias e revelou que dois terços das entrevistadas admitiram estar usando a mesma maquiagem há mais de dois anos.

Segundo Blackney, batons e rímeis são um prato cheio para bactérias que podem causar sérias infecções.

“O tubo do rímel, uma vez aberto, atrai inúmeras bactérias. Não foi uma surpresa constatar que metade das mulheres sofre de coceira, ardência e reclamou que os olhos lacrimejam constantemente”, disse Blackney.

Os pesquisadores ainda descobriram que muitas mulheres, por falta de tempo, se maquiam dentro do ônibus ou do metrô.

De acordo com os estudiosos, um outro “pecado” cometido pelas mulheres é dividir a maquiagem com as amigas. Segundo as estatísticas, mais de um terço das entrevistadas abaixo dos 24 anos admitiram compartilhar seus produtos de beleza.

“O rímel pode carregar a bactéria da conjuntivite. Se um grupo de amigas usar o mesmo, é praticamente inevitável que todas peguem a doença”.

Mas o rímel não é o único vilão. Segundo o estudo, bactérias acumuladas em bases e pó de arroz penetram na pele, enquanto que as impurezas encontradas nos batons são facilmente ingeridas.

A legislação européia determina que as embalagens de cosméticos indiquem a data de validade, mas ainda não há regras definidas sobre o tempo de vida útil do produto.

“A maquiagem que se usa deve ser tão fresca quanto à comida que se come”, aconselha a pesquisadora.

Na Grã-Bretanha, o comércio de cosméticos arrecada 1 bilhão de libras todos os anos (R$4 bilhões). Em comparação ao resto do mercado europeu, as britânicas são as que mais gastam em produtos de beleza.

Se somos aconselhados a não gastar com aquilo que não é essencial - "Isaías 55:2  "Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão?" Porque aplicar dinheiro em vaidade e ostentação?

A Anvisa, no Brasil, não registra alisantes capilares que tenham como base o formol em sua fórmula. O alerta é da Gerente-Geral de Cosméticos da Anvisa, Josineire Sallum. De acordo com a gerente, o formol, nas concentrações permitidas pela Agência, não tem função de alisante. A substância só tem uso permitido em cosméticos nas funções de conservante (limite máximo de uso permitido 0,2%, conforme a Resolução 162/01) e como agente endurecedor de unhas (limite máximo de uso permitido 5%, segundo a resolução 79/00 Anexo V).

Talvez o mais prejudicial artigo de cosméticos e preferido das mulheres seja o esmalte. Sabe aquele cheiro forte que o esmalte exala - é Tolueno. É uma substância que vicia como a 'cola do sapateiro' e ainda causa câncer.

"Associação de Consumidores Proteste analisou esmaltes as principais marcas vendidas no país para testar as opções mais seguras ao consumidor. Do total, sete receberam conceito negativo por apresentarem concentrações de substâncias químicas que podem ser prejudiciais à saúde, como o dibutilftalato e o nitrotolueno.

As mesmas substâncias já foram eliminadas nas fórmulas europeias, após pesquisas detectarem risco potencial de os esmaltes causarem câncer.

No Brasil, elas continuam presentes nas marcas Impala e Risqué, principalmente porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não restringe o uso do dibutilftalato nem o do nitrololueno e não impõe limites para o uso do tolueno e furfural, encontrados na composição dos esmaltes, comprovadamente cancerígenos.

O dibutilftalato, por exemplo, é usado para plastificar os materiais e, no esmalte, para dar mais brilho. O tolueno é um solvente usado para fixação, que, em contato com a pele, pode causar alergia. O uso frequente tem efeito cumulativo, o que pode provocar câncer.

O teste também considerou durabilidade, tempo de secagem e brilho. A Proteste enviou os resultados ao Ministério Público Federal de Minas Gerais para providências e solicitou à Anvisa que limite ou proíba as substâncias nas fórmulas dos esmaltes".

Silício orgânico para a pele rejuvenescida



Fatores como a carga genética, idade, tabagismo e exposição ao sol, são alguns dos responsáveis pelo processo de envelhecimento da pele. Mas a boa notícia é que a alimentação é uma das melhores aliadas para combater, minimizar ou retardar o processo. Você pode ter uma forte arma bem guardada na sua geladeira ou armário de cozinha e nem saber.

A munição mais indicada e recomendada pelos nutricionistas é a ingestão de um elemento chamado silício orgânico. Ao ouvir falar nele pela primeira vez, logo pode vir a cabeça a tabela periódica dos elementos químicos estudada e pouco compreendida pela maioria das pessoas durante o ensino médio. 

A verdade que muita gente não sabe é que o silício orgânico se difere daquele silício da tabela por ser um elemento chave dos tecidos conjuntivos. É essencial para manutenção da elasticidade e flexibilidade da pele.
O nutriente auxilia na hidratação da derme, deixando a pele mais macia e bonita e também está envolvido no processo de combate a queda de cabelo causada pela seborreia.

O silício orgânico também está relacionado com a manutenção da saúde óssea, permitindo uma maior absorção de cálcio. "Ele não se concentra em nenhum órgão específico do corpo, mas é encontrado principalmente nos tecidos conectivos e pele".

O silício orgânico pode ser encontrado facilmente em grãos germinados, como por exemplo, cereais, aveia, nabo, avelã, salsa, tipos diferentes de feijão e levedo de cerveja.

Fonte: Yahoo

EXERCÍCIOS FÍSICOS TARDIOS



Um estudo britânico constatou que a prática regular de atividade física ajuda a proteger o coração, ainda que iniciada tardiamente, após os 40 ou 50 anos.

O trabalho, publicado na revista científica Circulation, constatou que pessoas que faziam as duas horas e meia de exercícios recomendadas apresentavam índices menores de marcadores inflamatórios em seu sangue.

Os marcadores inflamatórios são importantes porque, segundo os especialistas, sua presença em grandes quantidades foi associada a um aumento nos riscos de problemas cardiológicos. A pesquisa contou com a participação de mais de 4 mil pessoas e foi conduzida por cientistas da University College London, em Londres.

A descoberta não é inédita, uma vez que outros estudos já comprovaram os imensos benefícios para a saúde dos exercícios físicos, porém pesquisadores puderam verificar a redução dos problemas cardíacos mesmo para aquelas pessoas que começam a praticá-los na meia-idade.

A boa notícia é de que não é preciso fazer exercícios pesados na academia - caminhadas vigorosas e até jardinagem já contam para preencher a cota de duas horas e meia de atividade moderada por semana, acrescentaram os especialistas.

A equipe explicou, no entanto, que o estudo se focou em indicadores de problemas cardíacos de maneira geral e não sobre doenças do coração específicas, e que são necessárias mais pesquisas sobre o assunto.

Além disso, o estudo se baseou em relatos dos próprios participantes sobre a quantidade de exercícios que fizeram. É sabido que as pessoas tendem a superestimar a quantidade de exercícios que fazem.

Os participantes que disseram ter praticado a quantidade recomendada de exercícios durante os dez anos de duração do estudo apresentaram os índices mais baixos de marcadores inflamatórios.

Até aqueles que disseram ter começado a fazer os exercícios bem depois dos 40 apresentaram melhorias. Eles tinham menores índices de marcadores inflamatórios do que os participantes que relataram nunca ter feito exercícios suficientes.

Os resultados se mantiveram mesmo quando os pesquisadores levaram em consideração outros fatores, como obesidade e o hábito de fumar. "Deveríamos estar encorajando mais pessoas a ficar ativas", disse Mark Hamer, chefe do estudo. "Por exemplo, a andar em vez de pegar o ônibus. Você pode beneficiar sua saúde com atividades moderadas em qualquer momento da sua vida".

Atividades Recomendadas:
Menores de 5 anos (assim que aprendem a andar sozinhos): 3 horas diárias
Dos 5 aos 18 anos: Pelos menos 1 hora de exercícios por dia (envolvendo exercícios moderados e atividade física intensa) e exercícios para fortalecer os músculos 3 vezes por semana
Adultos (incluindo pessoas acima dos 65): 2 horas e meia de atividade física (envolvendo exercícios moderados e atividade física intensa) e exercícios para fortalecer os músculos 2 vezes por semana
Fonte: Autoridades de Saúde Britânicas / BBC

DORMIR POUCO ENVELHECE


"Comer e dormir em horas irregulares minam as forças cerebrais".
Youth"s Instructor, 31 de maio de 1894.
Dormir pouco ou mal pode fazer bem mais do que prejudicar o humor. Quatro novos estudos sobre o tema se somam às evidências científicas de que a quantidade e a qualidade do sono podem estar relacionadas à deterioração mental e ao desenvolvimento de demência e Alzheimer.
Dormir pouco ou demais foi igualado a dois anos de envelhecimento do cérebro em um estudo. Outra pesquisa concluiu que pessoas com apneia obstrutiva do sono – respiração interrompida durante o sono – eram duas vezes mais propensas a desenvolver demência em comparação com pessoas sem o problema. 
Um terceiro estudo sugere ainda que a sonolência diurna excessiva pode predizer o declínio cognitivo em na terceira idade, e uma quarta pesquisa relacionou padrões de sono alterados ao desenvolvimento de placas amiloides – indicadores da doença de Alzheimer.
“Se as alterações do sono, como apneia obstrutiva e outros distúrbios são sinais de um declínio ainda por vir ou são a causa do declínio é algo que não sabemos, mas estes estudos mostram que esta é uma área que precisamos seguir pesquisando”, diz Heather Snyder, diretora associada sênior de relações médicas e científicas para a Associação de Alzheimer, em Chicago, que não está envolvida em nenhum dos estudos – eles foram apresentados na reunião anual da Associação de Alzheimer, no mês passado, em Vancouver (Canadá).
O maior dos estudos, que examinou dados de mais de 15.000 mulheres no Estudo de Saúde das Enfermeiras dos EUA, sugeriu que pessoas que dormiam cinco horas ou menos por dia, ou nove horas ou mais, tiveram uma menor média de funcionamento mental do que os participantes que dormiam sete horas por dia. Sono demais ou muito pouco foi cognitivamente equivalente ao envelhecimento do cérebro por dois anos, de acordo com a pesquisa, que acompanhou mulheres de meia-idade por mais de 14 anos.
A pesquisa também observou que as mulheres cuja duração do sono mudava duas horas ou mais por dia, da meia idade em diante, tiveram uma função cerebral pior do que as participantes sem mudanças na duração do sono – uma conclusão que se manteve, independente do quanto elas costumavam dormir no início do estudo.
“Nós começamos com a hipótese de que variações extremas na duração do sono podem ser piores para a função cognitiva porque interrompem o ciclo circadiano e os resultados obtidos se alinham a isso”, explica a autora do estudo, Elizabeth Devore, epidemiologista do Hospital Brigham and Women, em Boston.
“Acho que isso nos dá dados suficientes para pensar sobre sono e intervenções no ciclo circadiano como um caminho para abordar a função cognitiva.”
Ciclo circadiano é o termo usado para nominar as mudanças físicas, mentais e comportamentais que se sucedem em um ciclo de 24 horas – um dia.
Dentro do mesmo campo de estudo, cientistas da Universidade da Califórnia, em San Francisco (EUA) mediram a qualidade do sono de mais de 1.300 mulheres com mais de 75 anos utilizando sensores e gravações de mudanças físicas registradas durante o sono. 
Eles descobriram que as participantes com distúrbios respiratórios do sono ou apneia obstrutiva do sono tinham mais que o dobro das chances de desenvolver transtorno cognitivo leve ou demência nos cinco anos seguintes do que aquelas sem essas condições. Aquelas que tinham mais tempo de vigília noturna também tinham uma maior probabilidade de pontuar pior em testes de fluência verbal e cognição global.
Na França, cerca de 5.000 franceses mentalmente saudáveis com mais de 65 anos foram avaliados quatro vezes ao longo de oito anos. Os pesquisadores analisaram diferentes aspectos da insônia e descobriram que a sonolência diurna excessiva – algo que foi relatado por 18% dos participantes – aumentou o risco de declínio mental. Por outro lado, não afetou a dificuldade deles em manter o sono.
Cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Washington, em Saint Louis (EUA) retiraram amostras de sangue e fluido cérebroespinal de três grupos de voluntários – um com demência, outro de idosos saudáveis e um terceiro mais jovem – por 36 horas e descobriram que os padrões de sono diários estavam ligados aos níveis de proteínas amilóides no cérebro. Estas proteínas são reconhecidas como um indicador de doença de Alzheimer.
Enquanto Snyder e Devore concordam que mais pesquisas são necessárias, os estudos potencialmente abrem caminho para o surgimento de intervenções no sono que poderiam protelar a deterioração mental.
“Talvez possamos ajudar estas pessoas. Se você está tendo problemas com o sono, pode talvez procurar um médico e tentar tratar isso”, diz Heather Snyder, acrescentando que os resultados das pesquisas ainda devem ser considerados preliminares porque ainda não foram revisados por outros pesquisadores e publicados em periódicos científicos.
Além disso, se você sofre de insônia, não pense que está irremediavelmente condenado a desenvolver demência. Embora os estudos sugiram uma associação entre distúrbios do sono e declínio mental, eles não mostram uma relação de causa e efeito entre eles.
Fonte: Yahoo / The New york Times

DIETA HEBRAICA EXCLUÍA GORDURA ANIMAL



“Estatuto perpétuo, nas vossas gerações, em todas as vossas habitações: nenhuma gordura... comereis” Levítico 3:17

“Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos e do Egito anunciou que uma princesa do tempo dos faraós, que viveu há 3,5 mil anos, se tornou a mais antiga pessoa já diagnosticada com uma doença no coração.

Os cientistas, das Universidades da Califórnia e de Al-Azhar, do Cairo, realizaram no Egito exames de tomografia computadorizada em 52 múmias para descobrir mais sobre a saúde delas antes de morrer.

Uma das conclusões foi que, se a princesa Ahmose-Meryet-Amon estivesse viva, precisaria passar por uma cirurgia no coração. Os estudiosos encontraram indícios de aterosclerose (acúmulo de placas com gordura nas paredes internas) em artérias coronárias da múmia.

No total, em quase metade das múmias, os cientistas encontraram sinais da doença. Segundo os pesquisadores, a descoberta de uma múmia tão antiga como a de Ahmose-Meryet-Amon com o problema indica que os males do coração, tão comuns na atualidade, antecedem em muitos séculos o estilo de vida moderno, a quem especialistas associam a proliferação da aterosclerose”. BBC

“Dietas ricas em gordura podem reduzir a energia armazenada no coração, revela outra pesquisa desenvolvida na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha. Os cientistas responsáveis pelo estudo ainda não sabem se isso poderia causar danos à saúde, algo que será esclarecido com a realização de novas pesquisas.

Em um grupo de 19 pessoas monitorado durante duas semanas pelos pesquisadores de Oxford, a energia armazenada no coração diminuiu 16% em média entre aquelas que seguiram uma dieta com teor mais elevado de gordura e mais baixo em carboidratos.

A redução de energia alcançou um terço em algumas pessoas. Seus corações também tornaram-se ligeiramente mais rígidos, não relaxando tão bem quanto no período anterior à dieta.

O líder da pesquisa, professor Kieran Clarke contou à BBC que pessoas com diabete, obesidade e doenças coronárias também apresentam níveis de energia mais baixos que os normais.

A Fundação Britânica do Coração, que financiou a pesquisa, disse que os resultados reforçam a visão de que as pessoas não deveriam seguir dietas ricas em gordura”. BBC

“O consumo de carne vermelha pode aumentar significativamente o risco de câncer de mama em mulheres que já passaram da menopausa, segundo um estudo publicado no British Journal of Cancer.

Uma equipe de cientistas da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, monitorou a saúde de 35 mil mulheres durante sete anos e concluiu que mulheres que comiam uma porção de cerca de 60g de carne por dia apresentaram 56% mais risco do que aquelas que não consumiam o alimento.

Ainda segundo o estudo, as mulheres que comiam carne processada, como bacon, salsichas e presunto, têm 64% mais risco de desenvolver o câncer de mama do que aquelas que evitam esses pratos.

"A carne vermelha é rica em gordura saturada, e esse tipo de gordura influencia na quantidade de colesterol produzida pelo organismo. O colesterol é um precursor do estrogênio, substância que está associada a um maior risco de câncer de mama", explicou Janet Cade, chefe da equipe que realizou a pesquisa.

A pesquisa foi elogiada por entidades britânicas de prevenção e combate à doença."Este estudo é interessante porque até agora era difícil isolar os efeitos específicos da carne vermelha sobre o câncer de mama", disse Alexis Willett, da Breakthrough Breast Cancer.

"Os cientistas também encontraram diferenças em outros fatores como idade, peso e nível de atividade física entre aquelas mulheres que comiam e as que não comiam carne, e tudo isso também influencia no desenvolvimento da doença."

Henry Scowcroft, do Cancer Research UK, disse que as mulheres deveriam tentar manter um peso saudável, fazer exercícios físicos e evitar porções regulares de alimentos gordurosos, como a carne vermelha”. BBC

É curioso que havia procedimentos nas cerimônias dos hebreus que excluiam a possibilidade de consumirem a gordura animal. Um dos artigos da lei cerimonial ditava: "Toda a gordura pertencerá ao Senhor" Levítico 3.16.

Essa gordura era eliminada nos sacrifícios queimados (holocaustos) – “Também tomarás toda a gordura que cobre as entranhas... e a gordura que houver neles, e queimá-los-ás sobre o altar” Êxodo 29.13.

Deus através da revelação das Sagradas Escrituras excluía a gordura animal do consumo humano. Os hebreus eram centenários por causa dessas ‘Leis de Saúde’; ao contrário dos egpícios que viviam em média 4 décadas apenas.

TORNANDO-SE VEGETARIANO



Para começar no mundo vegetariano, você pode optar pelo regime alimentar ovo-lacto-vegetariano. É uma forma de garantir alguns nutrientes essenciais, como a Vitamina B12. Para isso:
  • manter os derivados do leite: iogurte, queijos brancos, coalhadas etc.
  • manter o uso dos ovos – dê preferência ao cozido.
  • verificar sempre níveis de colesterol e triglicerídeos (indivíduos acima de 30 anos).
  • não usar diariamente os queijos, iogurte, manteigas etc.
  • usar ovos de duas a três vezes por semana
  • pessoas acima de 30 anos comer esses artigos moderadamente.

Cuidados com o coração:
  • fazer exercícios físicos no mínimo três vezes por semana.
  • evitar frituras, cremes e os doces.
  • não usar os industrializados.
  • comer com muita moderação, pizzas, esfihas, salgadinhos etc.

A transição para se deixar a carne:
  • deixe primeiro a carne vermelha: carne de vaca.
  • deixe depois a carne branca: carne de aves.
  • deixe por último a carne dos peixes
 Ainda fazendo a transição para se deixar a carne; siga essa estratégia:
  • carne vermelha – deixar imediatamente
  • carne branca – deixe depois de 3 meses
  • carne de peixes – deixe depois de 6 meses
Obs. aumente os intervalos sem comer carne (3 vezes, 2 vezes, 1 vez por semana)

O uso de proteínas animais:
  • ingerir proteínas uma vez ao dia basta (adultos)
  • use proteínas na refeição da manhã – leite, iogurte, queijo branco.
  • abuse das proteínas dos grãos integrais – farinha de trigo, aveia.

O uso de proteínas vegetais:
  • no almoço dê preferência aos grãos integrais – arroz integral, soja, quínua etc.
  • adolescentes podem usar uma fonte de proteína no almoço também.
  • a noite faça lanches livre de proteínas ou gorduras.

A substituição:
  • Proteínas – ovos e leite.
  • Vitaminas – legumes crus, verduras e frutas em abundância .
  • Sais minerais – grãos integrais.
  • Ferro – panelas de ferro, feijões, lentilha, ervilha, grão de bico etc.

O complemento:
  • Fibras – grãos integrais e frutas.
  • Ácidos Graxos – castanhas, oleaginosas e óleos (girassol, Canola).

O cardápio diário:
De Manhã – acostume-se a:
  • Iogurtes naturais com frutas, mel, melado.
  • Granola com o leite aquecido.
  • Farinhas com frutas (aveia, cereais)
  • Pão integral
  • Queijo branco
  • Muitas frutas doces

O cardápio diário
 Meio dia – acostume-se a:
  • Arroz integral
  • Lentilha, ervilha, feijão recente.
  • Grãos da soja, G. de bico, quínua.
  • 2 a 3 legumes crús
  • 2 a 3 verduras
  • Doces naturais: banana com mel e crispies; ameixas pretas; uvas passas, pêssego

 O cardápio diário
 A noite – acostume-se a:
  • Comer pouco
  • Torrada com fina camada de patês
  • Patês: berinjela, soja, cenoura.
  • Pipoca com pouco sal.
  • Sopas leves (inverno)
  • Muitas frutas

O cardápio diário
 Lanches:
 O ideal é ter duas refeições e um lanche a noite
 Lanches com frutas, sandwiches naturais, sucos, frutas cítricas.
  
 O preparo dos alimentos:
 Usar os alimentos na sua forma mais natural possível.
  • Legumes crús
  • Verduras frescas
  • Frutas frescas
  • evitar as frituras
  • ser moderado no sal
  • usar pouco óleo

 O Equilíbrio:
 A consciência de um corpo como “templo” e um planeta melhor, deve ser a motivação.
 Fazer o melhor que se pode em todas as circunstâncias.
 Evitar todas as coisas nocivas.
 Usar criteriosamente aquilo que é saudável.
 Não se deve haver regra alguma para ser seguida no regime alimentar.
 Não efetuar a mudança enquanto não houver substitutos apropriados.
 Não comer carne não é “prova de comunhão” na IASD.
 Não se colocar como critério para ninguém.
 Devemos raciocinar da causa para o efeito (Gálatas 6:7).
As vezes, na ausência do melhor, devemos decidir-nos pelo bom.
"A reforma dietética deve ser progressiva" .CBV 230
Comer sempre o melhor alimento que a situação nos permite.
Conservar a melhor saúde e ingerir o alimento mais nutritivo.

O objetivo
A "vida religiosa pode ser obtida e mantida com mais êxito se a carne for descartada, pois esse regime estimula intensivamente as tendências concupiscentes, e enfraquece a natureza moral e espiritual" CSRA 389.

 “O grande objetivo... é garantir o desenvolvimento mais elevado possível da mente, alma e corpo”. CSRA 23.

 Uma questão de Fé
 “Todas as leis da natureza foram destinadas para o nosso bem. A obediência a elas promoverá nossa felicidade nesta vida, e nos ajudará a preparar-nos para a vida futura”. CSRA 23

 “Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal. Isto será saúde para teu corpo e refrigério para teus ossos” Prov. 3:7 e 8