Fritar, grelhar e assar até a carne ficar carbonizada pode formar substâncias químicas causadoras de câncer, mostra a pesquisa.
Em um estudo, as pessoas cuja dieta incluiu carnes bem passadas foram mais de duas vezes mais chances de desenvolver câncer de bexiga do que aqueles que preferiu comer carne raramente.
Os resultados da pesquisa, com base em mais de 1.700, as pessoas foram apresentadas numa conferência de investigação sobre o cancro E.U..
Os investigadores da Universidade de Texas descobriram que o risco foi maior para aqueles que comeram carne vermelha como bifes, costeletas de porco e bacon "bem passadas".
Estes resultados suportam fortemente o que suspeitava - as pessoas que comem muita carne vermelha, muito "bem passada", como frito ou assado, parecem ter uma maior probabilidade de câncer de bexiga.
Mas mesmo frango e peixe, quando fritos, aumentou significativamente as chances de câncer. Três principais tipos de produtos químicos cancerígenos, coletivamente denominados aminas heterocíclicas (HCAs), levantou o risco de câncer por mais de dois anos e meio.
E algumas pessoas parecem ser geneticamente mais suscetíveis a este risco de câncer de dieta em alternância, os investigadores encontraram.
No estudo, que decorreu ao longo de 12 anos, os pesquisadores analisaram o DNA de todos os participantes a olhar para as diferenças na maneira como os indivíduos metabolizaram a carne cozida.
Tendo em genes particulares, algumas pessoas tem quase cinco vezes mais chances de desenvolver câncer na bexiga quando comeram muita carne vermelha.
O principal autor do estudo, professor Xifeng Wu, disse a Associação Americana para Pesquisa do Câncer: "Esta pesquisa reforça a relação entre dieta e câncer. Estes resultados suportam fortemente o que suspeitos - pessoas que comem muita carne vermelha, muito bem passado, como frito ou assado, parecem ter uma maior probabilidade de câncer de bexiga."
Segundo o National Cancer Institute, em os E.U., os peritos identificaram 17 diferentes HCAs que "pode representar o risco de câncer humano". Especialistas em câncer disseram que mais pesquisas são necessárias antes que possamos dizer com certeza se deve ou não comer carne vermelha regularmente afeta o risco de cancro da bexiga, e se a forma como é cozido tem um impacto.
Dr Panagiota Mitrou, do Fundo Mundial de Pesquisa de Câncer, disse: "Quando nós olhamos todas as evidências sobre a carne e câncer, não sugerem um risco carne aumenta de câncer de bexiga. "Há, porém, evidências convincentes de que aumentam o risco de carnes vermelhas e processadas de câncer de intestino.
"É por isso recomendamos que as pessoas têm por objectivo limitar o consumo de carne vermelha a 500g - cozido de peso - por semana e evitar comer carnes processadas." Dr. Alison Ross do Cancer Research UK disse: "O tabagismo é a principal causa evitável de câncer de bexiga, então desistir é a melhor maneira de reduzir suas chances de contrair a doença."
A Food Standards Agency do Reino Unido diz que as pessoas podem reduzir seu risco de produtos químicos que podem causar o cancro por não permitir que as chamas para tocar o alimento quando assar ou grelhar e cozinhar em temperaturas mais baixas por um longo tempo.
Mas adverte que a carne mal cozida pode causar intoxicação alimentar. Mais de 10.000 novos casos de câncer de bexiga são diagnosticados a cada ano no Reino Unido. Cerca de 5.000 pessoas morrem a cada ano, e quase 90% das mortes são em pessoas com mais de 65 anos.
Fonte: BBC
RISCOS NO CONSUMO DA GORDURA ANIMAL
Postado por
Ivair Augusto
[“Estatuto perpétuo será durante as vossas gerações, em todas as vossas moradas; gordura nenhuma nem sangue jamais comereis” Levítico 3:17.
Essa orientação tem aproximadamente 3500 anos e está na Lei dos hebreus, a Torá dos Judeus. Era proibido ao povo comer gordura e sangue, por razões cerimoniais e hoje que se tornam óbvias.
A gordura era tratada cerimonialmente como parte do ritual e destinada exclusivamente ao sacrifício. As orientações eram restritas – “E o sacerdote queimará tudo isso sobre o altar; é manjar da oferta queimada, de aroma agradável. Toda a gordura será do SENHOR Levítico 3:16.
A gordura pertencia a YHWH, assim como o dízimo, e o sábado.
O homem jamais deveria tocar na gordura ou no sangue ou consumir. As restrições eram elaboradas e tinham um cunho didático, quase uma reeducação alimentar para o povo que tinha o hábito de consumir gordura animal – “Fala aos filhos de Israel, dizendo: Não comereis gordura de boi, nem de carneiro, nem de cabra” Levítico 7:23.]
“O jornal Nature Neuroscience publicou uma pesquisa esta semana que afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por comer alimentos calóricos ou gordurosos.
Para o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos, uma dieta com alimentos gordurosos possui elementos que viciam. O estudo, realizado com camundongos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando.
Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos.
"No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida."
A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como bacon, salsichas e cheesecakes. Os animais começaram a engordar imediatamente.
O cientista relata que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns deos animais em teste se recusaram a comer e preferiram não se alimentar.
A pesquisa feita pelo Scripps Research Institute, no Estado americano da Flórida, afirma que, assim como o vício em drogas como cocaína, a compulsão por comidas gordurosas – como doces e frituras – é extremamente difícil de ser combatida.
O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma.
Depois de analisar o resultado da pesquisa com camundongos, Kenny e sua equipe estudaram os mecanismos que provocam a compulsão.
O receptor D2 responde à dopamina, um neurotransmissor que está relacionado à percepção de prazer – como o provocado por comida, sexo ou drogas.
Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, no entanto, o cérebro recebe menos dopamina”.
Fonte: BBC
Essa orientação tem aproximadamente 3500 anos e está na Lei dos hebreus, a Torá dos Judeus. Era proibido ao povo comer gordura e sangue, por razões cerimoniais e hoje que se tornam óbvias.
A gordura era tratada cerimonialmente como parte do ritual e destinada exclusivamente ao sacrifício. As orientações eram restritas – “E o sacerdote queimará tudo isso sobre o altar; é manjar da oferta queimada, de aroma agradável. Toda a gordura será do SENHOR Levítico 3:16.
A gordura pertencia a YHWH, assim como o dízimo, e o sábado.
O homem jamais deveria tocar na gordura ou no sangue ou consumir. As restrições eram elaboradas e tinham um cunho didático, quase uma reeducação alimentar para o povo que tinha o hábito de consumir gordura animal – “Fala aos filhos de Israel, dizendo: Não comereis gordura de boi, nem de carneiro, nem de cabra” Levítico 7:23.]
“O jornal Nature Neuroscience publicou uma pesquisa esta semana que afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por comer alimentos calóricos ou gordurosos.
Para o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos, uma dieta com alimentos gordurosos possui elementos que viciam. O estudo, realizado com camundongos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando.
Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos.
"No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida."
A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como bacon, salsichas e cheesecakes. Os animais começaram a engordar imediatamente.
O cientista relata que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns deos animais em teste se recusaram a comer e preferiram não se alimentar.
A pesquisa feita pelo Scripps Research Institute, no Estado americano da Flórida, afirma que, assim como o vício em drogas como cocaína, a compulsão por comidas gordurosas – como doces e frituras – é extremamente difícil de ser combatida.
O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma.
Depois de analisar o resultado da pesquisa com camundongos, Kenny e sua equipe estudaram os mecanismos que provocam a compulsão.
O receptor D2 responde à dopamina, um neurotransmissor que está relacionado à percepção de prazer – como o provocado por comida, sexo ou drogas.
Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, no entanto, o cérebro recebe menos dopamina”.
Fonte: BBC
DIETAS REVERTEM ATEROSCLEROSE
Postado por
Ivair Augusto
A aterosclerose é uma doença progressiva em que o espessamento das artérias com depósitos de gordura, aumentando o risco de ataques cardíacos e derrames.
Três dietas - Mediterrâneo, baixo teor de gordura e pobre em carboidratos [ver artigo de 23.01.06 LOW CARB OU LOW FAT? (pouca gordura ou pouco carbohidrato) - são igualmente eficazes para ajudar a reverter artérias obstruídas, afirmam pesquisadores israelenses.
O estudo de 140 pessoas, relatadas na revista Circulation, constatou dieta poderia reduzir a gordura se acumular nas artérias. A equipa de Ben-Gurion University descobriram que, ao final dos dois anos de estudo, a parede arterial foram reduzidas em 5%.
Os autores deste estudo israelense, que foi realizado em colaboração com pesquisadores de os E.U., Canadá e Alemanha, expor para ver se esta parte natural do envelhecimento podem ser revertidos através de dieta.
Os voluntários seguiram uma de três dietas - uma dieta de baixa gordura, uma dieta pobre em carboidratos ou uma dieta mediterrânea, que se baseia em comer muita fruta e legumes, e usar azeite de oliva como a principal fonte de gordura.
Eles foram convidados a aderir à dieta por dois anos, e gravar o que comiam em diários alimentares. O estudo foi realizado entre os voluntários com sobrepeso, a maioria homens, que estavam com idade entre 40 a 65.
Usando imagens tridimensionais, os investigadores mediram o volume da parede da artéria carótida, a grande artéria no pescoço que leva sangue ao cérebro. Isso foi feito no início do estudo e, novamente, após dois anos.
O chefe da pesquisa Iris Shai disse: "Foi muito interessante ver que estas dietas muito diferentes tiveram um efeito semelhante. "Algumas pessoas sugerem que dietas baixas em carboidratos são mais susceptíveis de obstruir as artérias, mas não vimos isso."
O trabalho de pesquisa sugeriu que o link pode estar relacionada à queda da pressão arterial causada pela mudança na dieta. Este estudo mostra que você pode fazer algo para reduzir o acúmulo da chapa, mesmo sem comprimidos
Os resultados foram bem recebidas por especialistas britânicos. Dr. Charles Knight, secretário da Sociedade Britânica cardiovasculares e cardiologista, disse que o estudo acrescenta peso à crescente corpo de pesquisa que sugere que a aterosclerose é uma doença modificável.
Dez a 15 anos atrás, pensava-se que o acúmulo de gordura nas artérias era irreversível, mas, desde então, ensaios de drogas têm demonstrado que é possível para os depósitos de gordura a ser cortada. "Este estudo mostra que você pode fazer algo para reduzir o acúmulo da arteriosclerose, mesmo sem a medicamento," disse o Dr. Knight.
Fonte: BBC
Três dietas - Mediterrâneo, baixo teor de gordura e pobre em carboidratos [ver artigo de 23.01.06 LOW CARB OU LOW FAT? (pouca gordura ou pouco carbohidrato) - são igualmente eficazes para ajudar a reverter artérias obstruídas, afirmam pesquisadores israelenses.
O estudo de 140 pessoas, relatadas na revista Circulation, constatou dieta poderia reduzir a gordura se acumular nas artérias. A equipa de Ben-Gurion University descobriram que, ao final dos dois anos de estudo, a parede arterial foram reduzidas em 5%.
Os autores deste estudo israelense, que foi realizado em colaboração com pesquisadores de os E.U., Canadá e Alemanha, expor para ver se esta parte natural do envelhecimento podem ser revertidos através de dieta.
Os voluntários seguiram uma de três dietas - uma dieta de baixa gordura, uma dieta pobre em carboidratos ou uma dieta mediterrânea, que se baseia em comer muita fruta e legumes, e usar azeite de oliva como a principal fonte de gordura.
Eles foram convidados a aderir à dieta por dois anos, e gravar o que comiam em diários alimentares. O estudo foi realizado entre os voluntários com sobrepeso, a maioria homens, que estavam com idade entre 40 a 65.
Usando imagens tridimensionais, os investigadores mediram o volume da parede da artéria carótida, a grande artéria no pescoço que leva sangue ao cérebro. Isso foi feito no início do estudo e, novamente, após dois anos.
O chefe da pesquisa Iris Shai disse: "Foi muito interessante ver que estas dietas muito diferentes tiveram um efeito semelhante. "Algumas pessoas sugerem que dietas baixas em carboidratos são mais susceptíveis de obstruir as artérias, mas não vimos isso."
O trabalho de pesquisa sugeriu que o link pode estar relacionada à queda da pressão arterial causada pela mudança na dieta. Este estudo mostra que você pode fazer algo para reduzir o acúmulo da chapa, mesmo sem comprimidos
Os resultados foram bem recebidas por especialistas britânicos. Dr. Charles Knight, secretário da Sociedade Britânica cardiovasculares e cardiologista, disse que o estudo acrescenta peso à crescente corpo de pesquisa que sugere que a aterosclerose é uma doença modificável.
Dez a 15 anos atrás, pensava-se que o acúmulo de gordura nas artérias era irreversível, mas, desde então, ensaios de drogas têm demonstrado que é possível para os depósitos de gordura a ser cortada. "Este estudo mostra que você pode fazer algo para reduzir o acúmulo da arteriosclerose, mesmo sem a medicamento," disse o Dr. Knight.
Fonte: BBC
A SAÚDE DOS EGÍPCIOS E A LONGEVIDADE DOS HEBREUS
Postado por
Ivair Augusto
["Guarda, pois, os mandamentos, e os estatutos, e os juízos que hoje te mando cumprir. O SENHOR afastará de ti toda enfermidade; sobre ti não porá nenhuma das doenças malignas dos egípcios, que bem sabes; antes, as porá sobre todos os que te odeiam". Deuteronômio 7:11, 15]
Pródigos banquetes oferecidos aos antigos deuses egípcios bloquearam as artérias de sacerdotes que levou o alimento para suas famílias, dizem pesquisadores britânicos.
Uma análise dos alimentos constantes nas inscrições hieroglíficas em paredes de templos mostrou as refeições oferecidas aos deuses eram carregados de gordura saturada.
E exames dos restos mortais dos sacerdotes mumificados mostrou que muitos tinham artérias obstruídas. A pesquisa, publicada na revista The Lancet, mostra a aterosclerose não é apenas uma doença moderna, dizem os autores.
Professor Rosalie David, um egiptólogo da Universidade de Manchester, disse: "Não poderia haver uma mensagem mais sugestivo: viver como um deus e você vai pagar com sua saúde."
As traduções de inscrições nas paredes dos templos egípcios mostraram que os sacerdotes que ofereciam as refeições aos deuses, de carne de ganso, pão, fruta, legumes, bolo, vinho e cerveja, três vezes ao dia.
Após a oferta ritual, eles iriam levar para casa o alimento para si e suas famílias. Viver como um deus e você vai pagar com sua saúde
A análise da dieta mostrou um alto teor de gordura nos alimentos oferecidos. Por exemplo, a carne de ganso é de 63% de gordura, com 20% do que saturado.
O pão era mais rico que o pão moderno, sendo muitas vezes enriquecidos com matérias gordas do leite e ovos. Os pesquisadores dizem que a ingestão de sal também era provável que tenha sido alto, pois muitas vezes foi usado como conservante.
Os autores examinaram a evidência de mais de 60 múmias que foram analisados ao longo dos últimos 30 anos utilizando raios-X ou amostras de tecido hidratadas. Eles encontraram evidências claras de artérias bloqueadas e dano arterial entre os sacerdotes e suas famílias. Há provas inequívocas de mostrar que a aterosclerose é uma doença dos tempos antigos.
Entre 16 múmias cujos corações e artérias podem ser identificadas por tomografia computadorizada, nove tinham evidências de artérias endurecidas.
"Houve uma incidência marcante de artérias bloqueadas entre sacerdotes e suas famílias", disse o professor David. "Temos sido capazes de mostrar inscrições como templo, que registrou rituais diários, pode ser combinada com a investigação de múmias de apresentar provas adicionais sobre os sacerdotes e sua dieta.
"Inscrições em caixões de múmias associados individuais fornecer nomes do proprietário e títulos e esta informação pode ser usada para associar as doenças descobertos em múmias com estes grupos sociais específicos, neste caso, os sacerdotes e suas famílias".
Co-autor professor Tony Heagerty, do Grupo de Pesquisa Cardiovascular da Universidade de Manchester, acrescentou: "Há provas inequívocas de mostrar que a aterosclerose é uma doença dos tempos antigos, induzida pela dieta, e que a epidemia de arteriosclerose, que começou no século 20 nada mais é do que a história revisita nós. "
[O outro lado da história revela no entanto que os hebreus viviam até 120 anos – “ Tinha Moisés a idade de cento e vinte anos quando morreu; não se lhe escureceram os olhos, nem se lhe abateu o vigor” Deuternômio 34:7.]
Fonte: BBC
Pródigos banquetes oferecidos aos antigos deuses egípcios bloquearam as artérias de sacerdotes que levou o alimento para suas famílias, dizem pesquisadores britânicos.
Uma análise dos alimentos constantes nas inscrições hieroglíficas em paredes de templos mostrou as refeições oferecidas aos deuses eram carregados de gordura saturada.
E exames dos restos mortais dos sacerdotes mumificados mostrou que muitos tinham artérias obstruídas. A pesquisa, publicada na revista The Lancet, mostra a aterosclerose não é apenas uma doença moderna, dizem os autores.
Professor Rosalie David, um egiptólogo da Universidade de Manchester, disse: "Não poderia haver uma mensagem mais sugestivo: viver como um deus e você vai pagar com sua saúde."
As traduções de inscrições nas paredes dos templos egípcios mostraram que os sacerdotes que ofereciam as refeições aos deuses, de carne de ganso, pão, fruta, legumes, bolo, vinho e cerveja, três vezes ao dia.
Após a oferta ritual, eles iriam levar para casa o alimento para si e suas famílias. Viver como um deus e você vai pagar com sua saúde
A análise da dieta mostrou um alto teor de gordura nos alimentos oferecidos. Por exemplo, a carne de ganso é de 63% de gordura, com 20% do que saturado.
O pão era mais rico que o pão moderno, sendo muitas vezes enriquecidos com matérias gordas do leite e ovos. Os pesquisadores dizem que a ingestão de sal também era provável que tenha sido alto, pois muitas vezes foi usado como conservante.
Os autores examinaram a evidência de mais de 60 múmias que foram analisados ao longo dos últimos 30 anos utilizando raios-X ou amostras de tecido hidratadas. Eles encontraram evidências claras de artérias bloqueadas e dano arterial entre os sacerdotes e suas famílias. Há provas inequívocas de mostrar que a aterosclerose é uma doença dos tempos antigos.
Entre 16 múmias cujos corações e artérias podem ser identificadas por tomografia computadorizada, nove tinham evidências de artérias endurecidas.
"Houve uma incidência marcante de artérias bloqueadas entre sacerdotes e suas famílias", disse o professor David. "Temos sido capazes de mostrar inscrições como templo, que registrou rituais diários, pode ser combinada com a investigação de múmias de apresentar provas adicionais sobre os sacerdotes e sua dieta.
"Inscrições em caixões de múmias associados individuais fornecer nomes do proprietário e títulos e esta informação pode ser usada para associar as doenças descobertos em múmias com estes grupos sociais específicos, neste caso, os sacerdotes e suas famílias".
Co-autor professor Tony Heagerty, do Grupo de Pesquisa Cardiovascular da Universidade de Manchester, acrescentou: "Há provas inequívocas de mostrar que a aterosclerose é uma doença dos tempos antigos, induzida pela dieta, e que a epidemia de arteriosclerose, que começou no século 20 nada mais é do que a história revisita nós. "
[O outro lado da história revela no entanto que os hebreus viviam até 120 anos – “ Tinha Moisés a idade de cento e vinte anos quando morreu; não se lhe escureceram os olhos, nem se lhe abateu o vigor” Deuternômio 34:7.]
Fonte: BBC
AVC – Acidente Vascular Cerebral
Postado por
Ivair Augusto
[O AVC é um problema similar ao IM – Infarto do Miocárdio; os dois distúrbios vasculares envolvem o entupimento de artérias e veias pelo excesso de gordura (colesterol, triglicerídeos).
Uma dieta livre de gordura animal garante a ausência do AVC e do IM.
O livro milenar de saúde dos hebreus recomenda – “Estatuto perpétuo será durante as vossas gerações, em todas as vossas moradas; gordura nenhuma nem sangue jamais comereis” Levítico 3:17. Levítico é um livro exclusivo dos sacerdotes; um documento técnico, ritualístico e somente os sacerdotes o manuseavam.
O manual ritualístico dos hebreus proíbe a ingestão de sangue e gordura. Algumas pessoas se abstem do sangue e consomem a gordura animal. Erram da mesma forma.]
Os problemas vasculares no cérebro são os que mais matam brasileiros. Os últimos números do Ministério da Saúde indicam que, de todas as mortes ocorridas em 2006 no país, 9,4% tiveram como causa um AVC.
O AVC ocorre quando há problemas de circulação do sangue no cérebro. Em alguns casos, uma artéria entope e deixa de irrigar parte dos neurônios, podendo causar sequelas. Nesse caso, a doença é chamada de "AVC isquêmico".
Também pode ocorrer de a artéria entupir e se romper, causando uma hemorragia. Tecnicamente esse tipo de problema é chamado de "AVC hemorrágico", e costuma ser mais grave. Popularmente, os dois tipos de acidente são chamados de “derrame”.
Os sintomas e as sequelas de um AVC dependem da área do cérebro que foi afetada. Pode ocorrer um sintoma muito leve, como boca torta, até a pessoa ficar paralisada. Isso vai depender do tamanho do entupimento da artéria ou da hemorragia no cérebro, explica. Segundo ela, há casos em que os AVCs podem causar poucos problemas, ainda haja derramamento de sangue.
Quando há suspeitas de que uma pessoa está sofrendo um AVC, a recomendação é levá-la imediatamente para o hospital. Quanto mais rápido for o socorro, maiores são as chances de recuperação.
Os sintomas do AVC aparecem de repente. Pode ser qualquer situação envolvendo dificuldade de linguagem, dificuldade de movimento, perda de visão, sensação de formigamento ou amortecimento seguida de dor de cabeça ou náusea.
O grupo de pessoas exposto aos AVCs é muito parecido com o que corre risco de problemas cardíacos. São pessoas que têm pressão alta, diabetes, colesterol elevado, que fumam ou têm uma vida sedentária.
O AVC é doença que mais deixa sequela no mundo todo. As pessoas se preocupam muito com o coração e pouco com o cérebro.
Fonte: G1
Uma dieta livre de gordura animal garante a ausência do AVC e do IM.
O livro milenar de saúde dos hebreus recomenda – “Estatuto perpétuo será durante as vossas gerações, em todas as vossas moradas; gordura nenhuma nem sangue jamais comereis” Levítico 3:17. Levítico é um livro exclusivo dos sacerdotes; um documento técnico, ritualístico e somente os sacerdotes o manuseavam.
O manual ritualístico dos hebreus proíbe a ingestão de sangue e gordura. Algumas pessoas se abstem do sangue e consomem a gordura animal. Erram da mesma forma.]
Os problemas vasculares no cérebro são os que mais matam brasileiros. Os últimos números do Ministério da Saúde indicam que, de todas as mortes ocorridas em 2006 no país, 9,4% tiveram como causa um AVC.
O AVC ocorre quando há problemas de circulação do sangue no cérebro. Em alguns casos, uma artéria entope e deixa de irrigar parte dos neurônios, podendo causar sequelas. Nesse caso, a doença é chamada de "AVC isquêmico".
Também pode ocorrer de a artéria entupir e se romper, causando uma hemorragia. Tecnicamente esse tipo de problema é chamado de "AVC hemorrágico", e costuma ser mais grave. Popularmente, os dois tipos de acidente são chamados de “derrame”.
Os sintomas e as sequelas de um AVC dependem da área do cérebro que foi afetada. Pode ocorrer um sintoma muito leve, como boca torta, até a pessoa ficar paralisada. Isso vai depender do tamanho do entupimento da artéria ou da hemorragia no cérebro, explica. Segundo ela, há casos em que os AVCs podem causar poucos problemas, ainda haja derramamento de sangue.
Quando há suspeitas de que uma pessoa está sofrendo um AVC, a recomendação é levá-la imediatamente para o hospital. Quanto mais rápido for o socorro, maiores são as chances de recuperação.
Os sintomas do AVC aparecem de repente. Pode ser qualquer situação envolvendo dificuldade de linguagem, dificuldade de movimento, perda de visão, sensação de formigamento ou amortecimento seguida de dor de cabeça ou náusea.
O grupo de pessoas exposto aos AVCs é muito parecido com o que corre risco de problemas cardíacos. São pessoas que têm pressão alta, diabetes, colesterol elevado, que fumam ou têm uma vida sedentária.
O AVC é doença que mais deixa sequela no mundo todo. As pessoas se preocupam muito com o coração e pouco com o cérebro.
Fonte: G1
"COMIDA RUIM" E DEPRESSÃO
Postado por
Ivair Augusto
Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, nos próximos 20 anos, a depressão deve se tornar a doença mais comum do mundo, afetando mais pessoas do que qualquer outro problema de saúde, incluindo câncer e doenças cardíacas.
[Por que a depressão é algo tão comum em nossos dias? Por que tem atingido uma classe variada de pessoas?
A resposta não é simples. Vários fatores determinam a depressão. Entre eles o estilo de vida, e também a alimentação.
Se você possui dois ou três fatores determinantes, o risco de uma depressão, desenvolvendo problemas psíquicos é alta.]
Um padrão alimentar baseado em carnes processadas, gorduras trans e saturadas, cereais refinados, açúcar e aditivos alimentares (corantes, conservantes etc.) dobra o risco de depressão na meia idade. A afirmação é de um estudo, publicado no "British Journal of Psychiatry", que acompanhou quase 3.500 homens por cinco anos, no Reino Unido.
Pesquisadores do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da University College, em Londres, e do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica de Montpellier (França) utilizaram a base de dados do estudo de coorte Whitehall 2, que envolve vários países e inclui no total 10.308 pessoas.
Com os dados do estudo de coorte, os pesquisadores puderam controlar uma ampla gama de variáveis, como condições sociodemográficas, hábitos de vida e parâmetros médicos.
O padrão alimentar foi definido em dois grupos: alimentação integral (alto consumo de vegetais, frutas e peixe) e industrializada (alto consumo de doces, frituras, carne processada, gorduras trans e saturadas e cereais refinados). O mais alto grau diz respeito à ingestão dos alimentos de cada grupo seis ou mais vezes por dia; o grau mais baixo significa que os alimentos não são consumidos nunca ou menos de uma vez por mês.
Após cinco anos, os participantes responderam a um questionário padronizado para medir sintomas de depressão. Os pesquisadores fizeram, então, os ajustes para eliminar fatores como atividade física, doenças crônicas, tabagismo e depressão preexistente. Mesmo excluindo esses potenciais influenciadores, o grupo com o padrão alimentar baseado em alimentos industrializados apresentou o dobro de chances de desenvolver depressão.
"O efeito deletério dos alimentos industrializados na depressão é uma descoberta nova. Precisamos de mais estudos para explicar essa associação, mas a hipótese é que ela se deve ao maior risco de inflamação e doenças do coração, que estão envolvidas na depressão", disse à Folha Tasmine Akbaraly, coordenadora do estudo.
Fonte: BBC; UOL
[Por que a depressão é algo tão comum em nossos dias? Por que tem atingido uma classe variada de pessoas?
A resposta não é simples. Vários fatores determinam a depressão. Entre eles o estilo de vida, e também a alimentação.
Se você possui dois ou três fatores determinantes, o risco de uma depressão, desenvolvendo problemas psíquicos é alta.]
Um padrão alimentar baseado em carnes processadas, gorduras trans e saturadas, cereais refinados, açúcar e aditivos alimentares (corantes, conservantes etc.) dobra o risco de depressão na meia idade. A afirmação é de um estudo, publicado no "British Journal of Psychiatry", que acompanhou quase 3.500 homens por cinco anos, no Reino Unido.
Pesquisadores do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da University College, em Londres, e do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica de Montpellier (França) utilizaram a base de dados do estudo de coorte Whitehall 2, que envolve vários países e inclui no total 10.308 pessoas.
Com os dados do estudo de coorte, os pesquisadores puderam controlar uma ampla gama de variáveis, como condições sociodemográficas, hábitos de vida e parâmetros médicos.
O padrão alimentar foi definido em dois grupos: alimentação integral (alto consumo de vegetais, frutas e peixe) e industrializada (alto consumo de doces, frituras, carne processada, gorduras trans e saturadas e cereais refinados). O mais alto grau diz respeito à ingestão dos alimentos de cada grupo seis ou mais vezes por dia; o grau mais baixo significa que os alimentos não são consumidos nunca ou menos de uma vez por mês.
Após cinco anos, os participantes responderam a um questionário padronizado para medir sintomas de depressão. Os pesquisadores fizeram, então, os ajustes para eliminar fatores como atividade física, doenças crônicas, tabagismo e depressão preexistente. Mesmo excluindo esses potenciais influenciadores, o grupo com o padrão alimentar baseado em alimentos industrializados apresentou o dobro de chances de desenvolver depressão.
"O efeito deletério dos alimentos industrializados na depressão é uma descoberta nova. Precisamos de mais estudos para explicar essa associação, mas a hipótese é que ela se deve ao maior risco de inflamação e doenças do coração, que estão envolvidas na depressão", disse à Folha Tasmine Akbaraly, coordenadora do estudo.
Fonte: BBC; UOL
O USO ABUSIVO DO SAL
Postado por
Ivair Augusto
Um estudo científico divulgado nos Estados Unidos comprovou os efeitos perigosos do consumo exagerado de sal na alimentação. Mas a notícia boa é que uma redução pequena nesse consumo pode evitar muitos problemas.
Pesquisadores americanos chegaram a uma conclusão impressionante: cortar meia colherzinha de chá de sal por dia pode evitar 92 mil mortes por ano nos Estados Unidos, diminuindo o número de derrames e ataques cardíacos.
A cidade de Nova York lidera uma campanha com várias cidades americanas para esimular restaurantes e fabricantes a diminuir reduzir a quantidade de sal no preparo dos alimentos. A meta é diminuir em 25% nos próximos cinco anos.
[A culinária regional de determinadas culturas ou regiões do país podem ser especialmente perigosas. Alguns pratos típicos são ricos em sal.
O hábito de inserir alimentos industrializados também favorece a ingestão do sal; esse tipo de alimento leva muito sal em sua composição - batatas fritas, hambugers, salsichas, salgados, snacks etc.
Outro agravante são os restaurantes que geralmente não possuem nutricionistas ou cozinheiros treinados para fazer uma alimentação saudável, usando o sal, óleo e outros elementos com moderação.
Para evitar o sal e seus efeitos prejudiciais:
1. Use mais frutas
2. Use as verduras e legumes com pouco sal e mais condimentos naturais
3. Esqueça os industrializados
4. Fuja dos alimentos embutidos (carnes)
5. Evite comer nos restaurantes]
Fonte: G1
Pesquisadores americanos chegaram a uma conclusão impressionante: cortar meia colherzinha de chá de sal por dia pode evitar 92 mil mortes por ano nos Estados Unidos, diminuindo o número de derrames e ataques cardíacos.
A cidade de Nova York lidera uma campanha com várias cidades americanas para esimular restaurantes e fabricantes a diminuir reduzir a quantidade de sal no preparo dos alimentos. A meta é diminuir em 25% nos próximos cinco anos.
[A culinária regional de determinadas culturas ou regiões do país podem ser especialmente perigosas. Alguns pratos típicos são ricos em sal.
O hábito de inserir alimentos industrializados também favorece a ingestão do sal; esse tipo de alimento leva muito sal em sua composição - batatas fritas, hambugers, salsichas, salgados, snacks etc.
Outro agravante são os restaurantes que geralmente não possuem nutricionistas ou cozinheiros treinados para fazer uma alimentação saudável, usando o sal, óleo e outros elementos com moderação.
Para evitar o sal e seus efeitos prejudiciais:
1. Use mais frutas
2. Use as verduras e legumes com pouco sal e mais condimentos naturais
3. Esqueça os industrializados
4. Fuja dos alimentos embutidos (carnes)
5. Evite comer nos restaurantes]
Fonte: G1
TECNOLOGIA QUE MATA
Postado por
Ivair Augusto
Um estudo realizado na Austrália e publicado no Journal of the American Heart Association, afirma que a cada hora parado diante da TV um indivíduo aumenta em 11% suas possibilidades de morte prematura, e em 18% as chances de falecer por doença cardiovascular.
A pesquisa analisou 8 mil pessoas entre 2000 e 2006, e concluiu que hábitos sedentários como se sentar em um sofá e ver TV têm efeitos negativos sobre o açúcar e a gordura no sangue.
Não importa se é um obeso, uma pessoa com sobrepeso ou alguém em boa forma, passar uma hora diária diante da TV aumenta em 11% o risco de uma morte prematura, em 9% o risco de câncer e em 18% o risco de óbito por doença cardiovascular, afirma a pesquisa.
As pessoas que assistem TV diariamente por quatro horas têm 46% mais risco de morte, por qualquer causa, e 80% mais risco de óbito por doença cardiovascular.
"O corpo humano foi desenhado para o movimento e não para ficar sentado por longos períodos", afirma David Dunstan, do Heart and Diabetes Institute de Victoria, Austrália, principal autor do estudo.
Em média, as pessoas assistem TV por cerca de três horas diárias na Grã-Bretanha e na Austrália, e por 4,5 horas nos Estados Unidos.
[O sedentarismo virou um estilo de vida; temos aparelhos que nos fazem ficar parados ou evitam que andemos, subamos escadas ou sequer nos levantemos do sofá.
Desde o controle remoto até os elevadores, poderíamos dizer que há uma conspiração contra a saúde física. É preciso se mexer, e mudar a rotina para que o sangue circule, os poros transpirem e os músculos se movimentem.
Aqui vai 5 dicas para você fazer o mínimo de movimento, deixando de lado algumas tecnologias:
1. Deixe o carro em casa por um dia
2. Use as escadas três vezes por semana
3. Reduza o tempo de TV e Internet pela metade
4. Faça os pequenos percursos (padaria, mercado, farmácia) a pé
5. Faça você mesmo alguns serviços caseiros (varrer, lavar etc.)
Fonte: AFP
A pesquisa analisou 8 mil pessoas entre 2000 e 2006, e concluiu que hábitos sedentários como se sentar em um sofá e ver TV têm efeitos negativos sobre o açúcar e a gordura no sangue.
Não importa se é um obeso, uma pessoa com sobrepeso ou alguém em boa forma, passar uma hora diária diante da TV aumenta em 11% o risco de uma morte prematura, em 9% o risco de câncer e em 18% o risco de óbito por doença cardiovascular, afirma a pesquisa.
As pessoas que assistem TV diariamente por quatro horas têm 46% mais risco de morte, por qualquer causa, e 80% mais risco de óbito por doença cardiovascular.
"O corpo humano foi desenhado para o movimento e não para ficar sentado por longos períodos", afirma David Dunstan, do Heart and Diabetes Institute de Victoria, Austrália, principal autor do estudo.
Em média, as pessoas assistem TV por cerca de três horas diárias na Grã-Bretanha e na Austrália, e por 4,5 horas nos Estados Unidos.
[O sedentarismo virou um estilo de vida; temos aparelhos que nos fazem ficar parados ou evitam que andemos, subamos escadas ou sequer nos levantemos do sofá.
Desde o controle remoto até os elevadores, poderíamos dizer que há uma conspiração contra a saúde física. É preciso se mexer, e mudar a rotina para que o sangue circule, os poros transpirem e os músculos se movimentem.
Aqui vai 5 dicas para você fazer o mínimo de movimento, deixando de lado algumas tecnologias:
1. Deixe o carro em casa por um dia
2. Use as escadas três vezes por semana
3. Reduza o tempo de TV e Internet pela metade
4. Faça os pequenos percursos (padaria, mercado, farmácia) a pé
5. Faça você mesmo alguns serviços caseiros (varrer, lavar etc.)
Fonte: AFP
DOCES E RUGAS
Postado por
Ivair Augusto
Além dos radicais livres, do estresse oxidativo e dos raios UV, o envelhecimento é acelerado também através da glicação (processo de ligação entre uma molécula de glicose maléfica com uma proteína saudável) e seus resultados: os A.G.E.s (produtos finais da glicação avançada).
[O consumo de alimentos hiper-calóricos - doces, sorvetes, refrigerantes e chocolates - são aqueles que mais aumentam a glicemia, estimulando a glicação metabólica. Essa glicação ocorre pelos excessivos níveis do açúcar no sangue. Uma taça de sorvete pode aumentar os níveis glicêmicos a níveis tóxicos para nosso organismo; mas é a glicação que faz os ajustes para que isso não ocorra.
No entanto a intoxicação ocorre por outros meios. ]
A glicação acontece quando uma molécula de açúcar em excesso, por aumento da ingestão ou por lentidão do metabolismo da glicose, se adere a uma molécula de proteína (colágeno, elastina, dentre outras) formando os AGEs, que são um complexo açúcar-proteína rígido que altera a estrutura dessas proteínas, impedindo a eficácia no desempenho de seus papéis mais importantes e, na pele, leva ao aparecimento das rugas.
Os AGEs ainda são verdadeiras fábricas de radicais livres. Eles se acumulam lentamente ao longo do tempo, piorando seus efeitos prejudiciais no organismo e deixando a pele com um aspecto opaco e envelhecido. Para combatê-los e evitá-los, existe uma fórmula tríplice: dieta, suplementos e produtos tópicos.
Dieta que ajuda na prevenção de rugas:
- Acrescente amêndoas e quinoa às refeições;
- Coma três maçãs por dia, rica em antioxidantes e flavonóides;
- Não esquecer as fibras: feijões, lentilhas e ervilhas. São estabilizadores do açúcar por horas e ajudam a queimar a gordura. Consuma-os de preferência no almoço e no jantar;
- Beba 6 a 8 copos de água pura por dia;
- Abandone o café;
- Prefira alimentos orgânicos;
- Refogue os alimentos em fogo médio e não doure nada, nem proteínas e nem verduras;
- Evite comidas industrializadas, como flocos de milho, salgadinhos, bolachas, ketchup, refrigerantes e alimentos que contêm corante caramelo na sua composição, dentre outros.
- Tome suco de fruta feito na hora.
Fonte: UOL
[O consumo de alimentos hiper-calóricos - doces, sorvetes, refrigerantes e chocolates - são aqueles que mais aumentam a glicemia, estimulando a glicação metabólica. Essa glicação ocorre pelos excessivos níveis do açúcar no sangue. Uma taça de sorvete pode aumentar os níveis glicêmicos a níveis tóxicos para nosso organismo; mas é a glicação que faz os ajustes para que isso não ocorra.
No entanto a intoxicação ocorre por outros meios. ]
A glicação acontece quando uma molécula de açúcar em excesso, por aumento da ingestão ou por lentidão do metabolismo da glicose, se adere a uma molécula de proteína (colágeno, elastina, dentre outras) formando os AGEs, que são um complexo açúcar-proteína rígido que altera a estrutura dessas proteínas, impedindo a eficácia no desempenho de seus papéis mais importantes e, na pele, leva ao aparecimento das rugas.
Os AGEs ainda são verdadeiras fábricas de radicais livres. Eles se acumulam lentamente ao longo do tempo, piorando seus efeitos prejudiciais no organismo e deixando a pele com um aspecto opaco e envelhecido. Para combatê-los e evitá-los, existe uma fórmula tríplice: dieta, suplementos e produtos tópicos.
Dieta que ajuda na prevenção de rugas:
- Acrescente amêndoas e quinoa às refeições;
- Coma três maçãs por dia, rica em antioxidantes e flavonóides;
- Não esquecer as fibras: feijões, lentilhas e ervilhas. São estabilizadores do açúcar por horas e ajudam a queimar a gordura. Consuma-os de preferência no almoço e no jantar;
- Beba 6 a 8 copos de água pura por dia;
- Abandone o café;
- Prefira alimentos orgânicos;
- Refogue os alimentos em fogo médio e não doure nada, nem proteínas e nem verduras;
- Evite comidas industrializadas, como flocos de milho, salgadinhos, bolachas, ketchup, refrigerantes e alimentos que contêm corante caramelo na sua composição, dentre outros.
- Tome suco de fruta feito na hora.
Fonte: UOL
SAÚDE CARDIOVASCULAR
Postado por
Ivair Augusto
As doenças cardiovasculares, como o derrame cerebral e o ataque cardíaco (infarto do miocárdio), são a principal causa de morte na população mundial.
A American Heart Association (AHA), em uma recente publicação na conceituada revista Circulation, alerta sobre os 7 principais passos que visam obter uma adequada saúde do aparelho cardiovascular.
A saúde cardiovascular ideal é definida em um adulto por cada uma das 7 medidas abaixo:
1. Nunca ter fumado ou ter deixado de fumar há mais de um ano.
2. Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo de 25 kg/m² (o IMC é calculado dividindo o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros).
3. Ser fisicamente ativo. As novas recomendações são para a prática de 150 minutos por semana de atividades físicas aeróbicas (andar, correr, dançar ou nadar) de intensidade moderada ou 75 minutos por semana de atividade física de intensidade vigorosa para uma saúde ideal.
4. Pressão arterial abaixo de 120 x 80mmHg.
5. Glicemia (taxa de açúcar no sangue) de jejum abaixo de 100mg/dl.
6. Colesterol total abaixo de 200mg/dl.
7. Realizar uma dieta saudável.
Existem componentes chaves de uma dieta saudável (2000 calorias ao dia, por exemplo). Estes deverão incluir: pelo menos 4 copos e meio de frutas e vegetais por dia; pelo menos uma porção de 30 gramas de grãos integrais ricos em fibras por dia; limitar a ingestão de sódio a 1500mg por dia e não beber bebidas com adição de açúcar.
Fonte: Circulation.
A American Heart Association (AHA), em uma recente publicação na conceituada revista Circulation, alerta sobre os 7 principais passos que visam obter uma adequada saúde do aparelho cardiovascular.
A saúde cardiovascular ideal é definida em um adulto por cada uma das 7 medidas abaixo:
1. Nunca ter fumado ou ter deixado de fumar há mais de um ano.
2. Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo de 25 kg/m² (o IMC é calculado dividindo o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros).
3. Ser fisicamente ativo. As novas recomendações são para a prática de 150 minutos por semana de atividades físicas aeróbicas (andar, correr, dançar ou nadar) de intensidade moderada ou 75 minutos por semana de atividade física de intensidade vigorosa para uma saúde ideal.
4. Pressão arterial abaixo de 120 x 80mmHg.
5. Glicemia (taxa de açúcar no sangue) de jejum abaixo de 100mg/dl.
6. Colesterol total abaixo de 200mg/dl.
7. Realizar uma dieta saudável.
Existem componentes chaves de uma dieta saudável (2000 calorias ao dia, por exemplo). Estes deverão incluir: pelo menos 4 copos e meio de frutas e vegetais por dia; pelo menos uma porção de 30 gramas de grãos integrais ricos em fibras por dia; limitar a ingestão de sódio a 1500mg por dia e não beber bebidas com adição de açúcar.
Fonte: Circulation.
PIPOCA - O TERROR DOS CINEMAS
Postado por
Ivair Augusto
Esqueça Freddy Krueger e os zumbis comedores de gente: o vilão mais horripilante de uma noite no cinema pode estar escondido em um inocente saco de pipocas, de acordo com um estudo americano divulgado nesta quinta-feira.
Análises nutricionais de porções de pipoca servidas em alguns dos maiores e mais populares cinemas dos Estados Unidos encontrou quantidades assustadoras de calorias, que certamente darão um susto nos consumidores que veem o lanche como relativamente saudável.
O Center for Science in the Public Interest (CSPI), instituto sem fins lucrativos, comparou algumas porções de pipoca e bebida oferecidas nos cinemas ao consumo de três sanduíches 'Quarteirão' da rede de fast-food Mc Donald's, acrescidos de 12 camadas de manteiga.
Em um comunicado, o CSPI explica que o 'combo' de pipoca média com refrigerante vendido na Regal, maior cadeia de cinemas dos Estados Unidos, contém absurdas 1.610 calorias e cerca de 60 gramas de gordura saturada.
Nos cinemas da rede AMC, a segunda maior, uma pipoca grande contém 1.030 calorias e 57 gramas de gordura saturada - quantidade semelhante à encontrada em pouco menos de meio quilo de costeleta coberta de sorvete, segundo comparação do CSPI.
O grupo de pesquisas indica que a análise da pipoca vendida nos cinemas Regal e AMC revelou uma quantidade de calorias maior do que a estimada pelas próprias empresas.
"Regal e AMC são nossos indicados ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante da Obesidade Epidêmica", brincou Jayne Hurley, nutricionista chefe do CSPI.
"Quem espera cerca de 1.500 calorias e o equivalente a três dias de gordura capaz de fazer um coração parar em um combo de pipoca e refrigerante? Esta é a quantidade de gordura saturada encontrada em um pacote de manteiga e as calorias de dois pacotes de manteiga", destacou.
"Você pode achar que está comprando Bambi, mas na verdade está levando Godzilla", acrescentou a nutricionista.
O estudo aponta que a causa de quantidades tão altas de gordura e calorias se deve ao fato de o milho de pipoca ser estourado em óleo de coco.
Segundo o CSPI, quando a pipoca é feita com óleos mais saudáveis, como canola ou girassol, apresenta quantidade menor de calorias - mas níveis mais altos de sódio, por outro lado.
Análises nutricionais de porções de pipoca servidas em alguns dos maiores e mais populares cinemas dos Estados Unidos encontrou quantidades assustadoras de calorias, que certamente darão um susto nos consumidores que veem o lanche como relativamente saudável.
O Center for Science in the Public Interest (CSPI), instituto sem fins lucrativos, comparou algumas porções de pipoca e bebida oferecidas nos cinemas ao consumo de três sanduíches 'Quarteirão' da rede de fast-food Mc Donald's, acrescidos de 12 camadas de manteiga.
Em um comunicado, o CSPI explica que o 'combo' de pipoca média com refrigerante vendido na Regal, maior cadeia de cinemas dos Estados Unidos, contém absurdas 1.610 calorias e cerca de 60 gramas de gordura saturada.
Nos cinemas da rede AMC, a segunda maior, uma pipoca grande contém 1.030 calorias e 57 gramas de gordura saturada - quantidade semelhante à encontrada em pouco menos de meio quilo de costeleta coberta de sorvete, segundo comparação do CSPI.
O grupo de pesquisas indica que a análise da pipoca vendida nos cinemas Regal e AMC revelou uma quantidade de calorias maior do que a estimada pelas próprias empresas.
"Regal e AMC são nossos indicados ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante da Obesidade Epidêmica", brincou Jayne Hurley, nutricionista chefe do CSPI.
"Quem espera cerca de 1.500 calorias e o equivalente a três dias de gordura capaz de fazer um coração parar em um combo de pipoca e refrigerante? Esta é a quantidade de gordura saturada encontrada em um pacote de manteiga e as calorias de dois pacotes de manteiga", destacou.
"Você pode achar que está comprando Bambi, mas na verdade está levando Godzilla", acrescentou a nutricionista.
O estudo aponta que a causa de quantidades tão altas de gordura e calorias se deve ao fato de o milho de pipoca ser estourado em óleo de coco.
Segundo o CSPI, quando a pipoca é feita com óleos mais saudáveis, como canola ou girassol, apresenta quantidade menor de calorias - mas níveis mais altos de sódio, por outro lado.
[Aqui no Brasil o consumo de pipocas ocorre através dos pacotes prontos para o microondas; geralmente eles seguem os mesmo padrões norte-americanos e ainda são incrementados com os 'sabores' que são acréscimos de ingredientes calóricos.
O pipoqueiro da praça não é menos conciencioso, pois incrementa suas pipocas com leite-condensado e outras coberturas hiper-calóricas; sem mencionar na famosíssima pipoca doce, que é puro açúcar.
Se você quer saborear uma pipoca saudável, faça em casa. Escolha um bom óleo (canola, girassol), use uma quantidade mínima deste óleo, consuma o mínimo de sal e fuja das coberturas.]
Fonte: AFP
Análises nutricionais de porções de pipoca servidas em alguns dos maiores e mais populares cinemas dos Estados Unidos encontrou quantidades assustadoras de calorias, que certamente darão um susto nos consumidores que veem o lanche como relativamente saudável.
O Center for Science in the Public Interest (CSPI), instituto sem fins lucrativos, comparou algumas porções de pipoca e bebida oferecidas nos cinemas ao consumo de três sanduíches 'Quarteirão' da rede de fast-food Mc Donald's, acrescidos de 12 camadas de manteiga.
Em um comunicado, o CSPI explica que o 'combo' de pipoca média com refrigerante vendido na Regal, maior cadeia de cinemas dos Estados Unidos, contém absurdas 1.610 calorias e cerca de 60 gramas de gordura saturada.
Nos cinemas da rede AMC, a segunda maior, uma pipoca grande contém 1.030 calorias e 57 gramas de gordura saturada - quantidade semelhante à encontrada em pouco menos de meio quilo de costeleta coberta de sorvete, segundo comparação do CSPI.
O grupo de pesquisas indica que a análise da pipoca vendida nos cinemas Regal e AMC revelou uma quantidade de calorias maior do que a estimada pelas próprias empresas.
"Regal e AMC são nossos indicados ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante da Obesidade Epidêmica", brincou Jayne Hurley, nutricionista chefe do CSPI.
"Quem espera cerca de 1.500 calorias e o equivalente a três dias de gordura capaz de fazer um coração parar em um combo de pipoca e refrigerante? Esta é a quantidade de gordura saturada encontrada em um pacote de manteiga e as calorias de dois pacotes de manteiga", destacou.
"Você pode achar que está comprando Bambi, mas na verdade está levando Godzilla", acrescentou a nutricionista.
O estudo aponta que a causa de quantidades tão altas de gordura e calorias se deve ao fato de o milho de pipoca ser estourado em óleo de coco.
Segundo o CSPI, quando a pipoca é feita com óleos mais saudáveis, como canola ou girassol, apresenta quantidade menor de calorias - mas níveis mais altos de sódio, por outro lado.
Análises nutricionais de porções de pipoca servidas em alguns dos maiores e mais populares cinemas dos Estados Unidos encontrou quantidades assustadoras de calorias, que certamente darão um susto nos consumidores que veem o lanche como relativamente saudável.
O Center for Science in the Public Interest (CSPI), instituto sem fins lucrativos, comparou algumas porções de pipoca e bebida oferecidas nos cinemas ao consumo de três sanduíches 'Quarteirão' da rede de fast-food Mc Donald's, acrescidos de 12 camadas de manteiga.
Em um comunicado, o CSPI explica que o 'combo' de pipoca média com refrigerante vendido na Regal, maior cadeia de cinemas dos Estados Unidos, contém absurdas 1.610 calorias e cerca de 60 gramas de gordura saturada.
Nos cinemas da rede AMC, a segunda maior, uma pipoca grande contém 1.030 calorias e 57 gramas de gordura saturada - quantidade semelhante à encontrada em pouco menos de meio quilo de costeleta coberta de sorvete, segundo comparação do CSPI.
O grupo de pesquisas indica que a análise da pipoca vendida nos cinemas Regal e AMC revelou uma quantidade de calorias maior do que a estimada pelas próprias empresas.
"Regal e AMC são nossos indicados ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante da Obesidade Epidêmica", brincou Jayne Hurley, nutricionista chefe do CSPI.
"Quem espera cerca de 1.500 calorias e o equivalente a três dias de gordura capaz de fazer um coração parar em um combo de pipoca e refrigerante? Esta é a quantidade de gordura saturada encontrada em um pacote de manteiga e as calorias de dois pacotes de manteiga", destacou.
"Você pode achar que está comprando Bambi, mas na verdade está levando Godzilla", acrescentou a nutricionista.
O estudo aponta que a causa de quantidades tão altas de gordura e calorias se deve ao fato de o milho de pipoca ser estourado em óleo de coco.
Segundo o CSPI, quando a pipoca é feita com óleos mais saudáveis, como canola ou girassol, apresenta quantidade menor de calorias - mas níveis mais altos de sódio, por outro lado.
[Aqui no Brasil o consumo de pipocas ocorre através dos pacotes prontos para o microondas; geralmente eles seguem os mesmo padrões norte-americanos e ainda são incrementados com os 'sabores' que são acréscimos de ingredientes calóricos.
O pipoqueiro da praça não é menos conciencioso, pois incrementa suas pipocas com leite-condensado e outras coberturas hiper-calóricas; sem mencionar na famosíssima pipoca doce, que é puro açúcar.
Se você quer saborear uma pipoca saudável, faça em casa. Escolha um bom óleo (canola, girassol), use uma quantidade mínima deste óleo, consuma o mínimo de sal e fuja das coberturas.]
Fonte: AFP
EXERCÍCIOS FÍSICOS E A SAÚDE DO CORPO TODO
Postado por
Ivair Augusto
A prática regular de exercícios físicos aeróbicos, como andar, correr, pedalar ou praticar esportes de quadra, confere uma série de ganhos que beneficiam a saúde de indivíduos aparentemente saudáveis, bem como, aqueles portadores de várias enfermidades. Benefícios dos exercícios físicos sobre doenças comuns:
- Hipertensão arterial:
A prática regular de EF ajuda no controle da pressão arterial, sendo preconizada como uma importante etapa no tratamento da hipertensão arterial. Além disso, os EF também ajudam no controle de outros fatores de risco cardiovascular , como colesterol elevado, obesidade ou diabetes. - Diabetes:
Indivíduos sedentários apresentam um risco relativo 50% maior de desenvolver diabetes do tipo 2. Esta doença costuma surgir após os 40 anos de idade, e apresenta uma relação direta com a obesidade central (acima da cintura) e histórico familiar de diabetes.
Em diabéticos, os EF regulares melhoram os níveis de glicemia (açúcar no sangue) e ajudam ainda a reduzir o colesterol e peso corporal. Deste modo, os EF são fundamentais para reduzir o risco cardiovascular em diabéticos.
- Anormalidades do colesterol:
Os EF regulares ajudam a elevar os níveis do HDL colesterol ("colesterol bom"), bem como, reduzir os níveis dos triglicerídeos. Especificamente em relação ao HDL colesterol, parece existir uma quantidade mínima de EF que é necessária para aumentar significativamente os níveis dessa fração do colesterol.
A duração de cada sessão de EF, mais do que a intensidade do mesmo, é o elemento fundamental da prescrição do mesmo.
- Doença arterial coronariana:
A doença arterial coronariana (DAC) é caracterizada pela formação de placas de gordura na parede das artérias do coração, causando a angina do peito, infarto do miocárdio (ataque cardíaco) e insuficiência cardíaca (coração fraco).
Os EF regulares acarretam uma adaptação muscular, melhorando a capacidade de trabalho do coração e dos pulmões, refletindo num melhor condicionamento cardiorrespiratório. Fatores de risco para a DAC, como a hipertensão arterial, anormalidades do colesterol, obesidade e diabetes, também melhoram com a prática regular de EF.
- Câncer:
Estudos populacionais demonstram um relação inversa entre a prática regular de EF e a prevalência de certos tipos de câncer, como intestino, mama e próstata .Além disso, os EF praticados de forma regular melhoram significativamente a qualidade de vida dos indivíduos portadores de câncer.
- Osteoporose:
Individuos fisicamente treinados costumam apresentar uma maior massa óssea. Além disso, a perda da massa óssea ao longo da vida pode ser minimizada pela prática regular de EF. Recomenda-se a prática de EF em que o corpo seja sustentado pelos membros inferiores.Exercícios resistidos, como a musculação, também são recomendados.
- Estresse:
Incoporar a prática de EF no cotidiano ajuda a evitar e combater o estresse.
- Asma:
Em portadores de asma brônquica, a prática regular de EF ajuda a melhorar a função cardíaca e pulmonar.A frequência das crises de asma também é reduzida com os EF.
- Artrite:
Os pacientes portadores de doenças reumáticas e que se apresentam fora das crises agudas de artrite, podem e devem praticar EF. Estes fortalecem a musculatura, além de ajudar a diminuir o peso e carga sobre as articulacões.
- Dor lombar:
Os EF que fortalecem a musculatura inferior do corpo ajudam a prevenir e tratar os episódios de dor lombar (lombalgia).
- Gripes e resfriados:
A prática regular de EF ajuda a aumentar a imunidade. Deste modo, infecções virais como gripes e resfriados tornam-se mais infrequentes.
Fonte: Portal do Coração
VEGETARIASNISMO - BOM PARA VOCÊ E PARA O PLANETA
Postado por
Ivair Augusto
Reduzir o consumo e a produção de carne em 30 por cento ajudaria a reduzir as emissões de carbono na atmosfera e a melhorar a saúde das pessoas, afirmaram cientistas na quarta-feira.
Pesquisadores britânicos e australianos descobriram que melhorar a eficiência, aumentar a captura de carbono e reduzir a dependência de combustíveis fósseis na agricultura não será suficiente para cumprir as metas de redução na emissão de CO2.
Mas combinar essas medidas com uma redução de 30 por cento no rebanho dos principais países produtores de carne e um corte similar no consumo de carne levaria a "benefícios substanciais à saúde da população" e à diminuição das emissões de gases-estufa, afirmaram.
O estudo descobriu que na Grã-Bretanha um consumo 30 por cento menor de gordura saturada de fonte animal por adultos reduziria o número de mortes prematuras decorrentes de doença cardíaca em cerca de 17 por cento - o equivalente a 18 mil mortes prematuras evitadas em um ano.
Em São Paulo, isso significaria até mil mortes prematuras evitadas em um ano.
De acordo com a agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, 18 por cento de todas as emissões de gases-estufa são oriundas da produção de carne e os especialistas afirmam que a demanda crescente pelo produto, principalmente nos países com economias em ascensão, poderia elevar o rebanho mundial em 85 por cento até 2030.
Os cientistas afirmam que é necessária uma ação global para maximizar os benefícios das reduções na produção e no consumo de carne e que as vantagens ambientais "podem se aplicar apenas nos países que atualmente têm altos níveis de produção".
O estudo foi publicado na revista médica The Lancet como parte de uma série sobre mudanças climáticas e saúde às vésperas da conferência sobre o clima em Copenhague.
[Para os cristãos a discussão tem dupla importância. Além de preservar a vida dos animais, preservamos a vida no planeta.
O mandamento 'não matarás' é diretamente atingido quando consumimos a carcaça de um animal. Não matamos o animal, mas estimulamos a matança ao consumir a carne dos animais.
Isso envolve também evitar os artigos de couro, os sabonetes de gordura animal e as marcas que promovem o uso indiscriminado destes produtos.
Isso é cristianismo relevante.]
Fonte: Reuters
Pesquisadores britânicos e australianos descobriram que melhorar a eficiência, aumentar a captura de carbono e reduzir a dependência de combustíveis fósseis na agricultura não será suficiente para cumprir as metas de redução na emissão de CO2.
Mas combinar essas medidas com uma redução de 30 por cento no rebanho dos principais países produtores de carne e um corte similar no consumo de carne levaria a "benefícios substanciais à saúde da população" e à diminuição das emissões de gases-estufa, afirmaram.
O estudo descobriu que na Grã-Bretanha um consumo 30 por cento menor de gordura saturada de fonte animal por adultos reduziria o número de mortes prematuras decorrentes de doença cardíaca em cerca de 17 por cento - o equivalente a 18 mil mortes prematuras evitadas em um ano.
Em São Paulo, isso significaria até mil mortes prematuras evitadas em um ano.
De acordo com a agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, 18 por cento de todas as emissões de gases-estufa são oriundas da produção de carne e os especialistas afirmam que a demanda crescente pelo produto, principalmente nos países com economias em ascensão, poderia elevar o rebanho mundial em 85 por cento até 2030.
Os cientistas afirmam que é necessária uma ação global para maximizar os benefícios das reduções na produção e no consumo de carne e que as vantagens ambientais "podem se aplicar apenas nos países que atualmente têm altos níveis de produção".
O estudo foi publicado na revista médica The Lancet como parte de uma série sobre mudanças climáticas e saúde às vésperas da conferência sobre o clima em Copenhague.
[Para os cristãos a discussão tem dupla importância. Além de preservar a vida dos animais, preservamos a vida no planeta.
O mandamento 'não matarás' é diretamente atingido quando consumimos a carcaça de um animal. Não matamos o animal, mas estimulamos a matança ao consumir a carne dos animais.
Isso envolve também evitar os artigos de couro, os sabonetes de gordura animal e as marcas que promovem o uso indiscriminado destes produtos.
Isso é cristianismo relevante.]
Fonte: Reuters
FÉ E SAÚDE
Postado por
Ivair Augusto
Acreditar em Deus pode ajudar a acabar com a ansiedade e reduzir o estresse, segundo um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá.
A pesquisa, publicada na revista Pyschological Science, envolveu a comparação das reações cerebrais em pessoas de diferentes religiões e em ateus, quando submetidos a uma série de testes.
Segundo os cientistas, quanto mais fé os voluntários tinham, mais tranquilos eles se mostravam diante das tarefas, mesmo quando cometiam erros.
Os pesquisadores afirmam que os participantes que obtiveram melhor resultado nos testes não eram fundamentalistas, mas acreditavam que "Deus deu sentido a suas vidas".
Comparados com os ateus, eles mostraram menos atividade no chamado córtex cingulado anterior, a área do cérebro que ajuda a modificar o comportamento ao sinalizar quando são necessários mais atenção e controle, geralmente como resultado de algum acontecimento que produz ansiedade, como cometer um erro.
"Esta parte do cérebro é como um alarme que toca quando uma pessoa comete um erro ou se sente insegura", disse Michael Inzlicht, professor de psicologia e coordenador da pesquisa.
"Os voluntários religiosos ou que simplesmente acreditavam em Deus mostraram muito menos atividade nesta região. Eles são muito menos ansiosos e se sentem menos estressados quando cometem um erro."
O cientista, no entanto, lembra que a ansiedade é "uma faca de dois gumes", necessária e útil em algumas situações.
"Claro que a ansiedade pode ser negativa, porque se você sofre repetidamente com o problema, pode ficar paralisado pelo medo", explicou. "Mas ela tem uma função muito útil, que é nos avisar quando estamos fazendo algo errado. Se você não se sentir ansioso com um erro, que ímpeto vai ter para mudar ou melhorar para não voltar a repetir o mesmo erro?".
Grupos ateus argumentaram que o estudo não prova que Deus existe, apenas mostra que ter uma crença é benéfico. [No entanto os ateus que as pesquisa compararam a atividade no cortez cerebral também possuem suas crenças. Os dois grupos acreditavam em algo, mas onde depositavam sua crença é que determinou o diferencial dos resultados.]
Fonte: BBC
HÁBITOS REGIONAIS E O CÂNCER
Postado por
Ivair Augusto
O Instituto Nacional do Câncer divulgou um estudo sobre o registro de casos da doença em todo o Brasil. As formas de câncer encontradas mais comumente em cada região do país. Num país com hábitos tão diferentes de Norte a Sul, os tipos de câncer mais comuns variam de região para região.
Os números foram analisados pelos médicos. E transformados em conselhos que podem ajudar os brasileiros a reduzir os riscos de desenvolver tumores malignos.
O exame mostrou o que Marluce não queria ver: um câncer de mama. Durante dois anos ela ignorou o nódulo que apareceu em um dos seios.
“Minhas irmãs não têm, minha mãe não tem, eu achei que eu nunca ia ter essa doença”, contou a aposentada Marluce Bezerra. Um engano. A genética não é a única causa da doença. Pelo contrário, 90% dos casos de câncer estão relacionados a outros fatores de risco.
E a maioria deles tem a ver com os nossos hábitos. O nosso jeito de levar a vida é a principal explicação para o aparecimento da doença.
No Sudeste, o câncer de mama vai ser o de maior incidência entre as mulheres em 2010. E até a vida reprodutiva influencia.
A primeira gravidez depois dos 30 anos, a menopausa tardia e o uso de anticoncepcionais são alguns dos fatores de risco comprovados. Para se prevenir: atividade física, alimentação saudável e até a amamentação.
“Amamentação é um importante fator de prevenção pras mulheres jovens. Qual é a recomendação, amamentar quantos meses? No mínimo 6 meses”, explicou o coordenador de prevenção do Inca, Cláudio Noronha.
Aos 45 anos, Sandra nunca ouviu falar no exame preventivo de câncer de colo do útero, o papanicolau. “Com esse nome, não conheço, porque meu estudo é muito pouco, e eu nem sabia nem o que era isso”, disse ela.
Ela vive em Belém. A região Norte é a que terá a maior taxa de câncer de colo de útero do país. “Hoje a gente poderia dizer que 80% das mortes por câncer de colo de útero na Região Norte poderiam ser evitadas se os exames fossem feitos e as pessoas com lesão tratadas precocemente”, explicou o médico do Inca.
E no Nordeste, terra do acarajé, da carne seca, do azeite de dendê? “Eu como e depois eu vejo, lá para frente eu me cuido. O importante é comer o que é gostoso”, disse um homem.
A culinária regional, que abusa do sal, pode levar a um câncer de estômago. Mas o maior fator de risco é uma bactéria presente principalmente onde falta saneamento básico, que é o caso de muitas cidades do Nordeste.
E no Rio Grande do Sul, a incidência de câncer de esôfago é duas vezes maior do que no Rio e em São Paulo. O motivo? O bom e velho chimarrão, tradicional na Região Sul.
“A gente toma o chimarrão bem quente para esquentar bem o corpo do gaúcho”, disse um homem. A bebida quente demais pode causar lesões no esôfago.
Mas pra prevenir a doença, não é preciso abrir mão da tradição. “Uma simples medida como no caso dos gaúchos é uma redução de 10ºC na temperatura previne um câncer que não tem solução infelizmente”, especialista em câncer de esôfago, Luiz Felipe Pinto.
Fonte: G1
Os números foram analisados pelos médicos. E transformados em conselhos que podem ajudar os brasileiros a reduzir os riscos de desenvolver tumores malignos.
O exame mostrou o que Marluce não queria ver: um câncer de mama. Durante dois anos ela ignorou o nódulo que apareceu em um dos seios.
“Minhas irmãs não têm, minha mãe não tem, eu achei que eu nunca ia ter essa doença”, contou a aposentada Marluce Bezerra. Um engano. A genética não é a única causa da doença. Pelo contrário, 90% dos casos de câncer estão relacionados a outros fatores de risco.
E a maioria deles tem a ver com os nossos hábitos. O nosso jeito de levar a vida é a principal explicação para o aparecimento da doença.
No Sudeste, o câncer de mama vai ser o de maior incidência entre as mulheres em 2010. E até a vida reprodutiva influencia.
A primeira gravidez depois dos 30 anos, a menopausa tardia e o uso de anticoncepcionais são alguns dos fatores de risco comprovados. Para se prevenir: atividade física, alimentação saudável e até a amamentação.
“Amamentação é um importante fator de prevenção pras mulheres jovens. Qual é a recomendação, amamentar quantos meses? No mínimo 6 meses”, explicou o coordenador de prevenção do Inca, Cláudio Noronha.
Aos 45 anos, Sandra nunca ouviu falar no exame preventivo de câncer de colo do útero, o papanicolau. “Com esse nome, não conheço, porque meu estudo é muito pouco, e eu nem sabia nem o que era isso”, disse ela.
Ela vive em Belém. A região Norte é a que terá a maior taxa de câncer de colo de útero do país. “Hoje a gente poderia dizer que 80% das mortes por câncer de colo de útero na Região Norte poderiam ser evitadas se os exames fossem feitos e as pessoas com lesão tratadas precocemente”, explicou o médico do Inca.
E no Nordeste, terra do acarajé, da carne seca, do azeite de dendê? “Eu como e depois eu vejo, lá para frente eu me cuido. O importante é comer o que é gostoso”, disse um homem.
A culinária regional, que abusa do sal, pode levar a um câncer de estômago. Mas o maior fator de risco é uma bactéria presente principalmente onde falta saneamento básico, que é o caso de muitas cidades do Nordeste.
E no Rio Grande do Sul, a incidência de câncer de esôfago é duas vezes maior do que no Rio e em São Paulo. O motivo? O bom e velho chimarrão, tradicional na Região Sul.
“A gente toma o chimarrão bem quente para esquentar bem o corpo do gaúcho”, disse um homem. A bebida quente demais pode causar lesões no esôfago.
Mas pra prevenir a doença, não é preciso abrir mão da tradição. “Uma simples medida como no caso dos gaúchos é uma redução de 10ºC na temperatura previne um câncer que não tem solução infelizmente”, especialista em câncer de esôfago, Luiz Felipe Pinto.
Fonte: G1
MENOS CALORIAS, MAIOR EXPECTATIVA DE VIDA
Postado por
Ivair Augusto
Restringir a ingestão de calorias na meia idade pode prolongar a vida, avaliou um estudo publicado na revista científica americana Procedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Antes, acreditava-se que era preciso diminuir a quantidade de calorias mais cedo para que a saúde fosse beneficiada pela dieta.
Mas estudos em ratos realizados pela Universidade da Califórnia mostraram que ratos mais velhos, aos quais uma restrição alimentar foi adotada somente nessa fase da vida, viveram até seis meses mais por causa da dieta, e as mortes por câncer também foram adiadas.
Os cientistas acreditam que a dieta provavelmente desacelerou o crescimento de vários tipos de tumores.
Pesquisas em cachorros e outros roedores aparentemente confirmaram a teoria, mas especialistas em nutrição afirmam que ainda é cedo para se avaliar o impacto da restrição de calorias na saúde humana.
Os ratos mais velhos, afirma o estudo, beneficiaram-se quase que imediatamente depois de passarem a ingerir menos calorias.
"Os efeitos da atuação de genes em órgãos como o fígado foram semelhantes nos ratos que começaram a dieta mais tarde e nos que começaram a dieta mais cedo", disseram os cientistas.
Os pesquisadores da Califórnia vêem no estudo uma oportunidade de desenvolver medicamentos que possam induzir o mesmo comportamento dos genes quando há uma restrição alimentar, com o objetivo de curar seres humanos de doenças variadas associadas ao envelhecimento.
Fonte: BBC
Antes, acreditava-se que era preciso diminuir a quantidade de calorias mais cedo para que a saúde fosse beneficiada pela dieta.
Mas estudos em ratos realizados pela Universidade da Califórnia mostraram que ratos mais velhos, aos quais uma restrição alimentar foi adotada somente nessa fase da vida, viveram até seis meses mais por causa da dieta, e as mortes por câncer também foram adiadas.
Os cientistas acreditam que a dieta provavelmente desacelerou o crescimento de vários tipos de tumores.
Pesquisas em cachorros e outros roedores aparentemente confirmaram a teoria, mas especialistas em nutrição afirmam que ainda é cedo para se avaliar o impacto da restrição de calorias na saúde humana.
Os ratos mais velhos, afirma o estudo, beneficiaram-se quase que imediatamente depois de passarem a ingerir menos calorias.
"Os efeitos da atuação de genes em órgãos como o fígado foram semelhantes nos ratos que começaram a dieta mais tarde e nos que começaram a dieta mais cedo", disseram os cientistas.
Os pesquisadores da Califórnia vêem no estudo uma oportunidade de desenvolver medicamentos que possam induzir o mesmo comportamento dos genes quando há uma restrição alimentar, com o objetivo de curar seres humanos de doenças variadas associadas ao envelhecimento.
Fonte: BBC
O PÃO FRANCÊS DE CADA DIA
Postado por
Ivair Augusto
Comer muito pão de forma branco aumenta a barriga, segundo uma pesquisa nos Estados Unidos, publicado no American Journal of Clinical Nutrition.
Já as pessoas que optam pelo pão de forma integral, como o de centeio, não têm a circunferência da cintura avolumada na mesma proporção, dizem cientistas da Universidade Tufts, em Boston.
De acordo com a equipe da professora Katherine Tucker, uma das explicações seria o fato de que, como as comidas integrais são ricas em fibras, dão uma sensação de barriga cheia e, por isso, as pessoas acabam comendo menos.
Os pesquisadores avaliaram cinco diferentes estilos de dieta, cada uma delas tendo um tipo de comida como principal alimento. Participaram do teste 459 homens e mulheres em bom estado de saúde.
De todos eles, aqueles que tiveram a dieta à base de pão de forma branco foram os que ganharam mais circunferência na linha da cintura.
Em um ano, tiveram um aumento médio de um centímetro na medida da cintura, três vezes mais do que o registrado pelos que tiveram uma dieta mais saudável à base de comidas integrais e pão preto.
Os cientistas não sabem exatamente por que comidas com grãos altamente refinados como o pão de forma branco engordam na cintura, mas isso poderia estar ligado às fibras e à maneira como a comida é digerida pelo corpo no processo de produção de energia.
Os autores do estudo dizem que as comidas ricas em fibras não apenas dão mais rapidamente uma sensação de barriga cheia, mas também têm um índice glicêmico mais baixo.
Esse índice é uma medida criada para aferir com que velocidade uma determinada comida aumenta o açúcar no sangue.
O nível de açúcar no sangue ajuda a determinar a quantidade de insulina produzida no corpo, o que tem relação direta com o apetite.
"Muitos dos alimentos no padrão saudável administrado no teste têm baixo índice glicêmico, o que provoca uma produção menor de insulina e, portanto, diminui a fome e o consumo energético", dizem os pesquisadores.
"Aqueles que se alimentaram com o padrão do pão de forma branco consumiram 16% do total diário de energia ingerida vinda do pão branco, o alimento de mais alto índice glicêmico."
Os pesquisadores ressaltaram, contudo, que como os alimentos não são ingeridos isoladamente, e sim como parte de um regime alimentar completo, é difícil projetar os resultados que eles obtiveram para os hábitos das pessoas no dia-a-dia.
Fonte: BBC
Já as pessoas que optam pelo pão de forma integral, como o de centeio, não têm a circunferência da cintura avolumada na mesma proporção, dizem cientistas da Universidade Tufts, em Boston.
De acordo com a equipe da professora Katherine Tucker, uma das explicações seria o fato de que, como as comidas integrais são ricas em fibras, dão uma sensação de barriga cheia e, por isso, as pessoas acabam comendo menos.
Os pesquisadores avaliaram cinco diferentes estilos de dieta, cada uma delas tendo um tipo de comida como principal alimento. Participaram do teste 459 homens e mulheres em bom estado de saúde.
De todos eles, aqueles que tiveram a dieta à base de pão de forma branco foram os que ganharam mais circunferência na linha da cintura.
Em um ano, tiveram um aumento médio de um centímetro na medida da cintura, três vezes mais do que o registrado pelos que tiveram uma dieta mais saudável à base de comidas integrais e pão preto.
Os cientistas não sabem exatamente por que comidas com grãos altamente refinados como o pão de forma branco engordam na cintura, mas isso poderia estar ligado às fibras e à maneira como a comida é digerida pelo corpo no processo de produção de energia.
Os autores do estudo dizem que as comidas ricas em fibras não apenas dão mais rapidamente uma sensação de barriga cheia, mas também têm um índice glicêmico mais baixo.
Esse índice é uma medida criada para aferir com que velocidade uma determinada comida aumenta o açúcar no sangue.
O nível de açúcar no sangue ajuda a determinar a quantidade de insulina produzida no corpo, o que tem relação direta com o apetite.
"Muitos dos alimentos no padrão saudável administrado no teste têm baixo índice glicêmico, o que provoca uma produção menor de insulina e, portanto, diminui a fome e o consumo energético", dizem os pesquisadores.
"Aqueles que se alimentaram com o padrão do pão de forma branco consumiram 16% do total diário de energia ingerida vinda do pão branco, o alimento de mais alto índice glicêmico."
Os pesquisadores ressaltaram, contudo, que como os alimentos não são ingeridos isoladamente, e sim como parte de um regime alimentar completo, é difícil projetar os resultados que eles obtiveram para os hábitos das pessoas no dia-a-dia.
Fonte: BBC
O USO DE FIBRAS NA PREVENÇÃO DO CÂNCER DE MAMA
Postado por
Ivair Augusto
Mulheres que ainda não passaram pela menopausa e que comem grande quantidade de fibras podem ter o risco de câncer de mama reduzido pela metade, sugeriu estudo da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha.
O estudo, com 35 mil mulheres, constatou que as mulheres que ingeriam 30 gramas de fibra por dia tinham a metade do risco daquelas que ingeriam menos de 20 gramas.
Os pesquisadores recomendam às mulheres que aumentem sua ingestão diária de fibras. Especialistas disseram que o estudo divulgado no International Journal of Epidemiology traz mais evidências dos benefícios de uma dieta saudável.
Os britânicos ingerem em média 12 gramas de fibra por dia. Para consumir, 30 gramas de fibra, uma pessoa precisa comer um cereal de alta concentração de fibras no café da manhã; trocar o pão branco ou de centeio por pão integral e certificar-se de que está ingerindo cinco porções de frutas, verduras e legumes por dia.
Uma equipe do Centro de Epidemiologia e Bioestatística da Universidade de Leeds monitorou os hábitos alimentares e a saúde de mais de 35 mil mulheres por sete anos.
Elas tinham idades de 35 a 69 anos no início do estudo. Sua dieta foi avaliada através de um questionário que incluía 217 tipos de alimento.
Ao contrário de outros estudos sobre a ingestão de fibra e o risco de câncer de mama, as mulheres participantes tinham toda uma gama de dietas, inclusive grupos que eram totalmente vegetarianos ou que não comiam carne vermelha.
Pouco menos de 16 mil mulheres não haviam passado pela menopausa ao participarem do estudo.
Um total de 257 mulheres que não haviam passado pela menopausa desenvolveu câncer de mama durante o estudo, que foi financiado, inicialmente, pelo Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer.
Eram mulheres que tinham uma maior porcentagem de sua energia proveniente de proteínas e menor ingestão de fibras e vitamina C, em comparação às mulheres que não desenvolveram câncer.
Mas o impacto não foi constatado no grupo de mulheres que já haviam passado pela menopausa, em que 350 tiveram câncer.
Os pesquisadores dizem que isso pode ocorrer porque fibras afetam a forma como o organismo processa e regula o hormônio feminino estrógeno. Os níveis deste hormônio são mais elevados em mulheres que ainda não chegaram à menopausa.
Janet Cade, líder da pesquisa, disse: "Nosso estudo não encontrou um efeito protetor no grupo mais velho, mas evidências significativas de uma ligação em mulheres antes da menopausa."
A pesquisadora acrescentou ainda que mulheres com peso acima da média e que passaram pela menopausa têm um risco maior de câncer de mama. "O seu peso pode ser preponderante em relação a outros efeitos como os benefícios das fibras."
Ed Yong, da Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, disse: "Nós já recomendamos a adoção de uma dieta rica em fibras para reduzir o risco de câncer no intestino. "Este estudo sugere que ela pode ajudar a proteger contra câncer de mama nas mulheres mais jovens também."
Fonte: BBC
O estudo, com 35 mil mulheres, constatou que as mulheres que ingeriam 30 gramas de fibra por dia tinham a metade do risco daquelas que ingeriam menos de 20 gramas.
Os pesquisadores recomendam às mulheres que aumentem sua ingestão diária de fibras. Especialistas disseram que o estudo divulgado no International Journal of Epidemiology traz mais evidências dos benefícios de uma dieta saudável.
Os britânicos ingerem em média 12 gramas de fibra por dia. Para consumir, 30 gramas de fibra, uma pessoa precisa comer um cereal de alta concentração de fibras no café da manhã; trocar o pão branco ou de centeio por pão integral e certificar-se de que está ingerindo cinco porções de frutas, verduras e legumes por dia.
Uma equipe do Centro de Epidemiologia e Bioestatística da Universidade de Leeds monitorou os hábitos alimentares e a saúde de mais de 35 mil mulheres por sete anos.
Elas tinham idades de 35 a 69 anos no início do estudo. Sua dieta foi avaliada através de um questionário que incluía 217 tipos de alimento.
Ao contrário de outros estudos sobre a ingestão de fibra e o risco de câncer de mama, as mulheres participantes tinham toda uma gama de dietas, inclusive grupos que eram totalmente vegetarianos ou que não comiam carne vermelha.
Pouco menos de 16 mil mulheres não haviam passado pela menopausa ao participarem do estudo.
Um total de 257 mulheres que não haviam passado pela menopausa desenvolveu câncer de mama durante o estudo, que foi financiado, inicialmente, pelo Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer.
Eram mulheres que tinham uma maior porcentagem de sua energia proveniente de proteínas e menor ingestão de fibras e vitamina C, em comparação às mulheres que não desenvolveram câncer.
Mas o impacto não foi constatado no grupo de mulheres que já haviam passado pela menopausa, em que 350 tiveram câncer.
Os pesquisadores dizem que isso pode ocorrer porque fibras afetam a forma como o organismo processa e regula o hormônio feminino estrógeno. Os níveis deste hormônio são mais elevados em mulheres que ainda não chegaram à menopausa.
Janet Cade, líder da pesquisa, disse: "Nosso estudo não encontrou um efeito protetor no grupo mais velho, mas evidências significativas de uma ligação em mulheres antes da menopausa."
A pesquisadora acrescentou ainda que mulheres com peso acima da média e que passaram pela menopausa têm um risco maior de câncer de mama. "O seu peso pode ser preponderante em relação a outros efeitos como os benefícios das fibras."
Ed Yong, da Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, disse: "Nós já recomendamos a adoção de uma dieta rica em fibras para reduzir o risco de câncer no intestino. "Este estudo sugere que ela pode ajudar a proteger contra câncer de mama nas mulheres mais jovens também."
Fonte: BBC
CARNE VERMELHA E O CANCER DE MAMA
Postado por
Ivair Augusto
O consumo de carne vermelha pode aumentar significativamente o risco de câncer de mama em mulheres que já passaram da menopausa, segundo um estudo publicado no British Journal of Cancer.
Uma equipe de cientistas da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, monitorou a saúde de 35 mil mulheres durante sete anos e concluiu que mulheres que comiam uma porção de cerca de 60g de carne por dia apresentaram 56% mais risco do que aquelas que não consumiam o alimento.
Ainda segundo o estudo, as mulheres que comiam carne processada, como bacon, salsichas e presunto, têm 64% mais risco de desenvolver o câncer de mama do que aquelas que evitam esses pratos.
"A carne vermelha é rica em gordura saturada, e esse tipo de gordura influencia na quantidade de colesterol produzida pelo organismo. O colesterol é um precursor do estrogênio, substância que está associada a um maior risco de câncer de mama", explicou Janet Cade, chefe da equipe que realizou a pesquisa.
Segundo a médica, cozinhar a carne em altas temperaturas também pode acelerar a formação de componentes cancerígenos.
"Meu conselho para mulheres que consomem grandes quantidades de carne vermelha e processada diariamente é para que elas reavaliem sua dieta", disse.
Cade afirmou ainda que mulheres mais jovens, que ainda não entraram na menopausa e que comem carne vermelha, também apresentaram mais chances de sofrer da doença, mas os resultados não foram significantes estatisticamente.
O mesmo estudo mostrou que mulheres mais jovens que consomem grande quantidades de fibras cortaram pela metade o risco de desenvolver o câncer de mama. A pesquisa foi elogiada por entidades britânicas de prevenção e combate à doença.
"Este estudo é interessante porque até agora era difícil isolar os efeitos específicos da carne vermelha sobre o câncer de mama", disse Alexis Willett, da Breakthrough Breast Cancer.
"Os cientistas também encontraram diferenças em outros fatores como idade, peso e nível de atividade física entre aquelas mulheres que comiam e as que não comiam carne, e tudo isso também influencia no desenvolvimento da doença."
Henry Scowcroft, do Cancer Research UK, disse que as mulheres deveriam tentar manter um peso saudável, fazer exercícios físicos e evitar porções regulares de alimentos gordurosos, como a carne vermelha.
Fonte: BBC
OTIMISMO E SUA SAÚDE
Postado por
Ivair Augusto
Expectativas positivas ou negativas em relação ao futuro, que também podem ser chamadas de otimismo e pessimismo, podem ter forte relação com nossa saúde, e um estudo recém-publicado pela revista Stroke, periódico oficial da Associação Americana do Coração, revela que pessoas com baixos graus de pessimismo têm menor risco de desenvolver derrame cerebral.
Quase 25 mil finlandeses sem história de doença cardiovascular, e com idades entre 20 e 54 anos, foram avaliados por uma escala de avaliação de otimismo / pessimismo já bem validada.
Os voluntários com os menores níveis de pessimismo tiveram um risco 48% menor de apresentar um derrame cerebral ao longo de um acompanhamento de sete anos quando foram comparados aos mais pessimistas.
Os resultados são consistentes com pesquisas anteriores que já haviam demonstrado que o pessimismo está associado a um maior risco de infarto do coração ou morte. As pesquisas também sugerem que o pessimismo e o otimismo não devem ser considerados como diferentes faces da mesma moeda, mas possivelmente faces de diferentes moedas.
Pacientes com diagnóstico de câncer e altos graus de pessimismo sobrevivem menos tempo que aqueles com baixos graus, independente de sintomas depressivos. Em contraste, aqueles muito otimistas não vivem mais tempo que os pouco otimistas.
Uma expectativa negativa do futuro pode influenciar a saúde através de mudanças nos hábitos de vida, mas também por fatores biológicos como alterações na atividade do sistema nervoso autônomo. Ainda resta saber também se intervenções que modulem a mente para ter menos pensamentos pessimistas podem ter impacto positivo na promoção da saúde.
Fonte: UOL
Quase 25 mil finlandeses sem história de doença cardiovascular, e com idades entre 20 e 54 anos, foram avaliados por uma escala de avaliação de otimismo / pessimismo já bem validada.
Os voluntários com os menores níveis de pessimismo tiveram um risco 48% menor de apresentar um derrame cerebral ao longo de um acompanhamento de sete anos quando foram comparados aos mais pessimistas.
Os resultados são consistentes com pesquisas anteriores que já haviam demonstrado que o pessimismo está associado a um maior risco de infarto do coração ou morte. As pesquisas também sugerem que o pessimismo e o otimismo não devem ser considerados como diferentes faces da mesma moeda, mas possivelmente faces de diferentes moedas.
Pacientes com diagnóstico de câncer e altos graus de pessimismo sobrevivem menos tempo que aqueles com baixos graus, independente de sintomas depressivos. Em contraste, aqueles muito otimistas não vivem mais tempo que os pouco otimistas.
Uma expectativa negativa do futuro pode influenciar a saúde através de mudanças nos hábitos de vida, mas também por fatores biológicos como alterações na atividade do sistema nervoso autônomo. Ainda resta saber também se intervenções que modulem a mente para ter menos pensamentos pessimistas podem ter impacto positivo na promoção da saúde.
Fonte: UOL
O VALOR DO JEJUM
Postado por
Ivair Augusto
Jejuar é uma práticva antiga. Os judeus tinham leis que incentivavam os jejuns; essas leis tinham um valor espiritual e também finalidades didáticas para a saúde pública. Os valores transmitidos nas leis religiosas que eram artigos de saúde, eram medidas sanitárias m última instância.
O jejum era praticado por seitas como os fariseus, uma das mais rigorosas. Eles jejuavam em até 3 vezes por semana. Isso tinha o seu valor espiritual e também o valor de saúde pública.
Pesquisadores de Chicago avaliaram os efeitos de uma dieta de jejum em dias alternados (ADF) no peso corporal e nos indicadores de risco de doença arterial coronariana (DAC) em adultos obesos.
Na pesquisa, dezesseis indivíduos obesos (12 mulheres e 4 homens) completaram um estudo de 10 semanas composto de 3 fases: 1) fase-controle de 2 semanas, 2) fase de perda de peso de 4 semanas/fase de ADF e ingestão controlada de alimentos e 3) fase de perda de peso de 4 semanas/fase de ADF e ingestão de alimentos a critério do paciente.
A aderência à dieta permaneceu alta durante a fase de controle (dias de aderência: 86%) e da fase de ingestão livre (89%). O índice de perda de peso permaneceu constante durante a fase de ingestão controlada (0,67+0,1 kg/semana) e de ingestão livre (0,68+0,1 kg/semana).
O peso foi reduzido em 5,6+1,0 kg após 8 semanas de dieta. O percentual de gordura corporal diminuiu de 45+2% para 42+2%. AS concentrações de colesterol, LDL e triglicerídeos reduziram-se em 21+4%, 25+10% e 32+6%, respectivamente após 8 semanas de ADF, enquanto o HDL não sofreu modificação. A pressão arterial sistólica diminuiu de 124+5 para 116+3mmHg.
Estes achados sugerem que a dieta de jejum em dias alternados é uma opção dietética viável para ajudar indivíduos obesos a perderem peso e reduzirem o risco de doença arterial coronariana.
Fonte: UOL
O jejum era praticado por seitas como os fariseus, uma das mais rigorosas. Eles jejuavam em até 3 vezes por semana. Isso tinha o seu valor espiritual e também o valor de saúde pública.
Pesquisadores de Chicago avaliaram os efeitos de uma dieta de jejum em dias alternados (ADF) no peso corporal e nos indicadores de risco de doença arterial coronariana (DAC) em adultos obesos.
Na pesquisa, dezesseis indivíduos obesos (12 mulheres e 4 homens) completaram um estudo de 10 semanas composto de 3 fases: 1) fase-controle de 2 semanas, 2) fase de perda de peso de 4 semanas/fase de ADF e ingestão controlada de alimentos e 3) fase de perda de peso de 4 semanas/fase de ADF e ingestão de alimentos a critério do paciente.
A aderência à dieta permaneceu alta durante a fase de controle (dias de aderência: 86%) e da fase de ingestão livre (89%). O índice de perda de peso permaneceu constante durante a fase de ingestão controlada (0,67+0,1 kg/semana) e de ingestão livre (0,68+0,1 kg/semana).
O peso foi reduzido em 5,6+1,0 kg após 8 semanas de dieta. O percentual de gordura corporal diminuiu de 45+2% para 42+2%. AS concentrações de colesterol, LDL e triglicerídeos reduziram-se em 21+4%, 25+10% e 32+6%, respectivamente após 8 semanas de ADF, enquanto o HDL não sofreu modificação. A pressão arterial sistólica diminuiu de 124+5 para 116+3mmHg.
Estes achados sugerem que a dieta de jejum em dias alternados é uma opção dietética viável para ajudar indivíduos obesos a perderem peso e reduzirem o risco de doença arterial coronariana.
Fonte: UOL
MÁ POSTURA - A RESPONSÁVEL PELOS PROBLEMAS NA COLUNA
Postado por
Ivair Augusto
A dor na coluna é um dos problemas de saúde mais comuns da vida moderna. De acordo com a Organização Mundial de saúde (OMS), 85% da população mundial sofrem de dores na coluna.
As causas dos problemas são simples e, na maioria das vezes, estão associadas ao sedentarismo.
Para combater este mal é necessário uma rotina de exrcícios físicos regulares e, principalmente, a melhorar a postura.
Pessoas de todas as faixas etárias e com as mais diversas ocupações são alvo de dores nas costas. Isso porque, além do sedentarismo, atividades simples do dia a dia como sentar, deitar e até andar são feitas de maneira incorreta.
Exercícios físicos regulares são grandes aliados da coluna. Músculos sedentários tendem ao encurtamento, se tornando mais rígidos. Tudo isso acarreta em uma sobrecarga de peso na coluna.
Para combater as dores, o ideal é combinar três tipos de exercícios: alongamento, musculação e aeróbica. O alongamento é ideal para aumentar a flexibilidade, já a musculação, trabalha abdome e lombar. “odos esses exercícios criam um cinturão que fortalece a base da coluna. A atividade aeróbica também é excelente para a perda de peso, outro fator que influencia as dores na coluna.
E para quem não gosta de fazer musculação, existem atividades alternativas que garantem resultados positivos. Modalidades aquáticas, que reduzem o impacto, como hidroginástica, estão entre as opções.
Outra atividade muito procurada é o Pilates, que pode ser realizado individualmente ou em grupos. Quem pratica Pilates consegue aliar alongamento, fortalecimento da musculatura e correção postural.
Outra novidade é o flying cords modalidade onde o aluno usa o peso do próprio corpo para os exercícios, ajudando, principalmente, na postura.
É cada vez mais frequente a procura por exercícios que amenizem estas dores. Isso é o resultado da rotina das pessoas, que passam horas sentadas, em frente ao computador sem se preocupar com a postura. A regularidade é fundamental para garantir resultados. O ideal é que os exercícios sejam feitos no mínimo duas vezes por semana. Assim, o corpo recebe estímulos constantes, que vão evitar o encurtamento da musculatura.
Fonte: UOL
HELICOBACTER PILORY E HÁBITOS SEXUAIS
Postado por
Ivair Augusto
O câncer de estômago é causado por uma enzima ativada pela Helicobacter pylori, uma bactéria que sobrevive aos ácidos estomacais e é a origem da gastrenterite, revelou um estudo publicado hoje pela revista "Proceedings", da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
Segundo cientistas da Universidade de Urbana (Illinois, EUA), já se sabia que as infecções crônicas causadas pela bactéria induziam o desenvolvimento de diversos tipos de câncer estomacal. O que se desconhecia eram os mecanismos e os fatores bacterianos que contribuíam ao desenvolvimento da doença.
O estudo, segundo indicado, é o primeiro que demonstra que um fator produzido pela bactéria ativa diretamente a enzima poli-polimerasa (PARP-1), que está no núcleo das células. A enzima regula a reação e a morte celulares que são típicas da infecção da bactéria. Além disso, é parte da maquinaria celular que repara o DNA.
A gastrite induzida pelo H. pylori é uma das infecções mais comuns na espécie humana, comprometendo cerca de metade da população mundial . A bactéria apresenta distribuição cosmopolita, sendo encontrada em habitantes dos cinco continentes.
A prevalência da infecção pelo H. pylori varia com a idade, o nível socioeconômico e a raça. Estudos sorológicos demonstraram que a prevalência de infecção por H. pylori aumenta com a idade e é maior nos países em desenvolvimento . Na França, a soropositividade em indivíduos menores de 18 anos é de 7%, enquanto na Argélia e na Costa do Marfim, está em torno de 62% e 64%, respectivamente.
A infecção pelo H. pylori, em países desenvolvidos, ocorre após os três ou cinco anos de idade; já em países em desenvolvimento, crianças com menos de um ano podem estar contaminadas . Em estudo realizado em Belo Horizonte com indivíduos entre sete meses e 16 anos, observou-se que o indivíduo mais jovem infectado tinha 3 anos e que a positividade de infecção pela bactéria aumentava com a idade, atingindo 82% dos indivíduos maiores de 12 anos. A grande maioria dos pacientes, nos dois estudos, era de baixo nível socioeconômico.
Estudos brasileiros encontraram as seguintes prevalências: 59,5% no Rio de Janeiro (RJ) (68); 76,3% em São Paulo (SP) (23); 83% em Santa Maria (RS) (50); 84,7% em Nossa Senhora do Livramento (MT) (69); 85,18% em Botucatu (SP) (39); 87% em Araçuaí (MG) (52); 89,6% em Campinas (SP) (45) e 96% em São Luís (MA).
Embora cerca de 50% da população mundial estejam contaminados pelo H. pylori, os mecanismos de transmissão constituem motivo de muita controvérsia. As vias oral-oral e fecal-oral parecem ser as principais formas de transmissão. Entretanto as taxas reais não foram estabelecidas.
Klein sugeriu que a água contaminada por matéria fecal constitui importante fonte de infecção. Em 1994, Kelly conseguiu isolar a bactéria das fezes de indivíduos colonizados. Recentemente foi relatado que o H. pylori pode ser transmitido sexualmente por via oral-anal.
Fonte: Folha S Paulo; Biopatologia do Helicobacter pylori - Marcelo Sady Plácido Ladeira; Daisy Maria Fávero Salvadori; Maria Aparecida Marchesan Rodrigues.
Segundo cientistas da Universidade de Urbana (Illinois, EUA), já se sabia que as infecções crônicas causadas pela bactéria induziam o desenvolvimento de diversos tipos de câncer estomacal. O que se desconhecia eram os mecanismos e os fatores bacterianos que contribuíam ao desenvolvimento da doença.
O estudo, segundo indicado, é o primeiro que demonstra que um fator produzido pela bactéria ativa diretamente a enzima poli-polimerasa (PARP-1), que está no núcleo das células. A enzima regula a reação e a morte celulares que são típicas da infecção da bactéria. Além disso, é parte da maquinaria celular que repara o DNA.
A gastrite induzida pelo H. pylori é uma das infecções mais comuns na espécie humana, comprometendo cerca de metade da população mundial . A bactéria apresenta distribuição cosmopolita, sendo encontrada em habitantes dos cinco continentes.
A prevalência da infecção pelo H. pylori varia com a idade, o nível socioeconômico e a raça. Estudos sorológicos demonstraram que a prevalência de infecção por H. pylori aumenta com a idade e é maior nos países em desenvolvimento . Na França, a soropositividade em indivíduos menores de 18 anos é de 7%, enquanto na Argélia e na Costa do Marfim, está em torno de 62% e 64%, respectivamente.
A infecção pelo H. pylori, em países desenvolvidos, ocorre após os três ou cinco anos de idade; já em países em desenvolvimento, crianças com menos de um ano podem estar contaminadas . Em estudo realizado em Belo Horizonte com indivíduos entre sete meses e 16 anos, observou-se que o indivíduo mais jovem infectado tinha 3 anos e que a positividade de infecção pela bactéria aumentava com a idade, atingindo 82% dos indivíduos maiores de 12 anos. A grande maioria dos pacientes, nos dois estudos, era de baixo nível socioeconômico.
Estudos brasileiros encontraram as seguintes prevalências: 59,5% no Rio de Janeiro (RJ) (68); 76,3% em São Paulo (SP) (23); 83% em Santa Maria (RS) (50); 84,7% em Nossa Senhora do Livramento (MT) (69); 85,18% em Botucatu (SP) (39); 87% em Araçuaí (MG) (52); 89,6% em Campinas (SP) (45) e 96% em São Luís (MA).
Embora cerca de 50% da população mundial estejam contaminados pelo H. pylori, os mecanismos de transmissão constituem motivo de muita controvérsia. As vias oral-oral e fecal-oral parecem ser as principais formas de transmissão. Entretanto as taxas reais não foram estabelecidas.
Klein sugeriu que a água contaminada por matéria fecal constitui importante fonte de infecção. Em 1994, Kelly conseguiu isolar a bactéria das fezes de indivíduos colonizados. Recentemente foi relatado que o H. pylori pode ser transmitido sexualmente por via oral-anal.
Fonte: Folha S Paulo; Biopatologia do Helicobacter pylori - Marcelo Sady Plácido Ladeira; Daisy Maria Fávero Salvadori; Maria Aparecida Marchesan Rodrigues.
GORDURA CORPORAL E ESTADOS INFLAMATÓRIOS DO CORAÇÃO
Postado por
Ivair Augusto
O excesso de peso em pessoas aparentemente saudáveis --com níveis satisfatórios de colesterol, triglicérides, glicemia e pressão arterial-- é um fator independente de risco para doenças cardiovasculares, segundo um estudo da Universidade de Uppsala, na Suécia, publicado no periódico "Circulation".
A conclusão contraria o conceito de que há um subgrupo de "gordinhos saudáveis". O estudo, que acompanhou mais de 1.700 homens de meia-idade por 30 anos, é o mais longo trabalho sobre a relação entre obesidade e risco de doenças do coração já realizado.
Até então, os dados mostravam que pessoas com sobrepeso ou obesas que não apresentavam síndrome metabólica não tinham risco cardiovascular maior. Na pesquisa, a síndrome foi definida pela presença de ao menos três de cinco fatores: hipertensão arterial, intolerância à glicose, colesterol alto, colesterol HDL ("bom") baixo e circunferência abdominal acima dos limites normais.
"Classicamente, imaginava-se que o excesso de peso por si só não aumentava diretamente o risco cardiovascular. O novo estudo coloca esse conceito em dúvida", diz Raul Dias dos Santos, diretor da Unidade Clínica de Dislipidemias do InCor (Instituto do Coração).
Uma das hipóteses para explicar a relação direta entre o excesso de peso e as doenças cardiovasculares é a atividade pró-inflamatória do tecido gorduroso. "As gorduras liberam substâncias que, no fígado, são transformadas em agentes inflamatórios e vão para a corrente sanguínea, podendo agredir os vasos do coração e do cérebro. Também liberam substâncias que, nos músculos, bloqueiam a ação da insulina, favorecendo o diabetes", diz Santos.
Para Daniel Magnoni, chefe do serviço de nutrologia do HCor (Hospital do Coração), "não dá para falar em "gordinho saudável", já que o excesso de peso predispõe ao desenvolvimento de diversas outras doenças, não apenas as do coração".
Em relação ao aumento do risco cardiovascular, Magnoni aponta que, além do IMC (índice de massa corpórea) utilizado no estudo para caracterizar sobrepeso e obesidade, seria preciso avaliar fatores como a prática de atividade física, o consumo regular de frutas e verduras e o nível de estresse, que não foram considerados no estudo. No entanto, os pesquisadores suecos fizeram os ajustes para idade, hábito de fumar e níveis de colesterol LDL ("ruim").
Mesmo ajustando esses fatores, foi observado que homens com sobrepeso sem síndrome metabólica têm um risco 52% maior de sofrer infarto, derrame ou insuficiência cardíaca. Nos obesos sem a síndrome, o risco foi 95% maior.
Os dados ressaltam a importância de tratar o sobrepeso independentemente da existência de outros fatores de risco, mas não minimizam a importância da síndrome metabólica: a pesquisa também mostrou que, com a síndrome, o risco aumenta para 74% nos homens com sobrepeso e para 155% nos obesos.
Heno Lopes, coordenador do Ambulatório de Síndrome Metabólica do InCor, não se surpreende com esses resultados. "A obesidade tem relação direta com o aumento da pressão arterial, dos triglicérides e a resistência à insulina, por isso o risco do ganho de peso sempre foi valorizado", afirma.
O fato de existirem obesos que não desenvolvem doenças cardiovasculares não minimiza o risco para a população em geral. "Por alguma razão que ainda desconhecemos, há indivíduos com algum fator cardioprotetor, mas esses são a exceção, não a regra", diz Lopes.
Fonte. Folha de S.Paulo
A conclusão contraria o conceito de que há um subgrupo de "gordinhos saudáveis". O estudo, que acompanhou mais de 1.700 homens de meia-idade por 30 anos, é o mais longo trabalho sobre a relação entre obesidade e risco de doenças do coração já realizado.
Até então, os dados mostravam que pessoas com sobrepeso ou obesas que não apresentavam síndrome metabólica não tinham risco cardiovascular maior. Na pesquisa, a síndrome foi definida pela presença de ao menos três de cinco fatores: hipertensão arterial, intolerância à glicose, colesterol alto, colesterol HDL ("bom") baixo e circunferência abdominal acima dos limites normais.
"Classicamente, imaginava-se que o excesso de peso por si só não aumentava diretamente o risco cardiovascular. O novo estudo coloca esse conceito em dúvida", diz Raul Dias dos Santos, diretor da Unidade Clínica de Dislipidemias do InCor (Instituto do Coração).
Uma das hipóteses para explicar a relação direta entre o excesso de peso e as doenças cardiovasculares é a atividade pró-inflamatória do tecido gorduroso. "As gorduras liberam substâncias que, no fígado, são transformadas em agentes inflamatórios e vão para a corrente sanguínea, podendo agredir os vasos do coração e do cérebro. Também liberam substâncias que, nos músculos, bloqueiam a ação da insulina, favorecendo o diabetes", diz Santos.
Para Daniel Magnoni, chefe do serviço de nutrologia do HCor (Hospital do Coração), "não dá para falar em "gordinho saudável", já que o excesso de peso predispõe ao desenvolvimento de diversas outras doenças, não apenas as do coração".
Em relação ao aumento do risco cardiovascular, Magnoni aponta que, além do IMC (índice de massa corpórea) utilizado no estudo para caracterizar sobrepeso e obesidade, seria preciso avaliar fatores como a prática de atividade física, o consumo regular de frutas e verduras e o nível de estresse, que não foram considerados no estudo. No entanto, os pesquisadores suecos fizeram os ajustes para idade, hábito de fumar e níveis de colesterol LDL ("ruim").
Mesmo ajustando esses fatores, foi observado que homens com sobrepeso sem síndrome metabólica têm um risco 52% maior de sofrer infarto, derrame ou insuficiência cardíaca. Nos obesos sem a síndrome, o risco foi 95% maior.
Os dados ressaltam a importância de tratar o sobrepeso independentemente da existência de outros fatores de risco, mas não minimizam a importância da síndrome metabólica: a pesquisa também mostrou que, com a síndrome, o risco aumenta para 74% nos homens com sobrepeso e para 155% nos obesos.
Heno Lopes, coordenador do Ambulatório de Síndrome Metabólica do InCor, não se surpreende com esses resultados. "A obesidade tem relação direta com o aumento da pressão arterial, dos triglicérides e a resistência à insulina, por isso o risco do ganho de peso sempre foi valorizado", afirma.
O fato de existirem obesos que não desenvolvem doenças cardiovasculares não minimiza o risco para a população em geral. "Por alguma razão que ainda desconhecemos, há indivíduos com algum fator cardioprotetor, mas esses são a exceção, não a regra", diz Lopes.
Fonte. Folha de S.Paulo
ÓPIO MATA MAIS DO QUE GUERRA
Postado por
Ivair Augusto
Um relatório divulgado nesta quarta-feira pelo Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês) sugere que o ópio é a droga que mais mata globalmente e afirma que a quantidade de ópio produzida no Afeganistão mata mais pessoas dos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) do que a guerra em território afegão.
Substâncias chamadas de drogas opiáceas ou simplesmente opiáceos são aquelas obtidas do ópio; podem ser opiáceos naturais quando não sofrem nenhuma modificação (morfina, codeína) ou opiáceos semi-sintéticos quando são resultantes de modificações parciais das substâncias naturais (como é o caso da heroína que é obtida da morfina através de uma pequena modificação química).
Segundo o documento, cerca de dez mil pessoas morrem pelo consumo de heroína todos os anos nos países da aliança – um número cinco vezes maior do que o total de soldados da Otan mortos no Afeganistão desde o início da ofensiva, em 2001.
Na Rússia – o país mais afetado pela droga – o total de 30 mil mortes anuais causadas pelo consumo é maior do que o total de mortos na campanha da antiga União Soviética no país entre 1979 e 1989.
De acordo com a UNODC, o mercado de ópio gera um negócio de US$ 65 bilhões, financia o terrorismo global, abastece 15 milhões de viciados em opiáceos e mata 100 mil pessoas todos os anos.
O Afeganistão produz 92% do ópio no mundo, o equivalente a 3,5 mil toneladas todos os anos.
Diferentemente de relatórios já publicados pela ONU sobre o ópio no Afeganistão, o mais recente não se concentra somente na produção e no tráfico, mas também na dependência, no crime e na insurgência geradas pela droga.
Medicamentos com Codeina são indicados para Antitussigeno e expectorante, sedativo da tosse em todas as suas formas. Fique atento para a bula.
Pambenyl ; Eritós; Tussiflex; Gotas binelli; Elixir Paregórico, são apenas alguns deles.
Fonte: BBC
Substâncias chamadas de drogas opiáceas ou simplesmente opiáceos são aquelas obtidas do ópio; podem ser opiáceos naturais quando não sofrem nenhuma modificação (morfina, codeína) ou opiáceos semi-sintéticos quando são resultantes de modificações parciais das substâncias naturais (como é o caso da heroína que é obtida da morfina através de uma pequena modificação química).
Segundo o documento, cerca de dez mil pessoas morrem pelo consumo de heroína todos os anos nos países da aliança – um número cinco vezes maior do que o total de soldados da Otan mortos no Afeganistão desde o início da ofensiva, em 2001.
Na Rússia – o país mais afetado pela droga – o total de 30 mil mortes anuais causadas pelo consumo é maior do que o total de mortos na campanha da antiga União Soviética no país entre 1979 e 1989.
De acordo com a UNODC, o mercado de ópio gera um negócio de US$ 65 bilhões, financia o terrorismo global, abastece 15 milhões de viciados em opiáceos e mata 100 mil pessoas todos os anos.
O Afeganistão produz 92% do ópio no mundo, o equivalente a 3,5 mil toneladas todos os anos.
Diferentemente de relatórios já publicados pela ONU sobre o ópio no Afeganistão, o mais recente não se concentra somente na produção e no tráfico, mas também na dependência, no crime e na insurgência geradas pela droga.
Medicamentos com Codeina são indicados para Antitussigeno e expectorante, sedativo da tosse em todas as suas formas. Fique atento para a bula.
Pambenyl ; Eritós; Tussiflex; Gotas binelli; Elixir Paregórico, são apenas alguns deles.
Fonte: BBC
DROGAS NO TRABALHO
Postado por
Ivair Augusto
O uso social de drogas lícitas - etanol, nicotina e medicamentos, está causando transtornos também nas empresas. Antes disso o domícilio e a família eram os maiores prejudicados pelos efeitos das drogas.
Um em cada cinco acidentes de trabalho é provocado pelo consumo de drogas, segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresentado na Academia de Ciências Médicas de Bilbao, na Espanha.
A pesquisa, divulgada na palestra "Consumo de drogas, álcool e medicamentos no trabalho", indica que os setores profissionais com as maiores taxas de acidentes são os de relações públicas, comércio e construção.
O estudo se baseia na investigação de 38 empresas dos Estados Unidos, Europa e Ásia durante os últimos cinco anos.
"O antigo conceito do viciado jogado pela rua está completamente defasado. Neste momento, em todo o mundo, 67% das pessoas com algum tipo de dependência química estão integradas ao mercado de trabalho, e algumas com sucesso", disse na palestra o psiquiatra Jerônimo San Cornélio, presidente da Academia de Ciências Médicas de Bilbao e um dos autores da pesquisa.
De acordo com o relatório, entre 15% e 25% dos acidentes de trabalho diários ocorrem no local onde os profissionais exercem as atividades ou em "in itinere" (deslocamentos) pela impossibilidade de manter os reflexos.
Essa incapacidade de concentração e coordenação é provocada, dizem os especialistas, principalmente pelo consumo habitual de álcool, cocaína, maconha, heroína e remédios para controlar a ansiedade em profissionais numa faixa etária entre 20 e 35 anos.
Segundo o psiquiatra espanhol, três razões fundamentais induzem um profissional qualificado a manter o hábito de se drogar: a atração pela substância, a fisiologia de cada indivíduo e a pressão social.
"Numa sociedade onde pesa a ideia de que só os mais preparados alcançam o sucesso, uma pessoa com problemas de autoconfiança procura estímulos externos. Neste aspecto o consumidor acaba vítima de si mesmo."
Sobre o perfil do trabalhador viciado, os homens são maioria: 75% dos casos de acidentes relacionados com o consumo de drogas são verificados entre profissionais do sexo masculino e 25% do sexo feminino.
Mas o relatório da OIT indica que a diferença está diminuindo. Na década passada os homens eram 90% dos envolvidos, contra 10% de mulheres.
Entre as características que mais delatam problemas no ambiente de trabalho relacionados com o consumo habitual de drogas estão atitudes de nervosismo, irritabilidade, falta de concentração e excessivos pedidos de dispensa.
Segundo Jerônimo San Cornélio, "um trabalhador que se droga com frequência normalmente dobra a média de dias de licença".
O psiquiatra defendeu o sistema de algumas empresas que aplicam testes antidroga para funcionários que aspiram a altos cargos. "Todos somos livres para consumir o que quisermos, mas o lugar de trabalho envolve responsabilidade sobre os demais profissionais", disse.
Para o médico especialista em toxicomania, não há setores profissionais que escapem do âmbito do consumo.
Pioneiro no tratamento de médicos viciados, ele disse que "as drogas estão em todas as classes sociais" e que estejam, portanto, "em todas as (classes) profissionais é uma simples questão de lógica".
Fonte: BBC
Um em cada cinco acidentes de trabalho é provocado pelo consumo de drogas, segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresentado na Academia de Ciências Médicas de Bilbao, na Espanha.
A pesquisa, divulgada na palestra "Consumo de drogas, álcool e medicamentos no trabalho", indica que os setores profissionais com as maiores taxas de acidentes são os de relações públicas, comércio e construção.
O estudo se baseia na investigação de 38 empresas dos Estados Unidos, Europa e Ásia durante os últimos cinco anos.
"O antigo conceito do viciado jogado pela rua está completamente defasado. Neste momento, em todo o mundo, 67% das pessoas com algum tipo de dependência química estão integradas ao mercado de trabalho, e algumas com sucesso", disse na palestra o psiquiatra Jerônimo San Cornélio, presidente da Academia de Ciências Médicas de Bilbao e um dos autores da pesquisa.
De acordo com o relatório, entre 15% e 25% dos acidentes de trabalho diários ocorrem no local onde os profissionais exercem as atividades ou em "in itinere" (deslocamentos) pela impossibilidade de manter os reflexos.
Essa incapacidade de concentração e coordenação é provocada, dizem os especialistas, principalmente pelo consumo habitual de álcool, cocaína, maconha, heroína e remédios para controlar a ansiedade em profissionais numa faixa etária entre 20 e 35 anos.
Segundo o psiquiatra espanhol, três razões fundamentais induzem um profissional qualificado a manter o hábito de se drogar: a atração pela substância, a fisiologia de cada indivíduo e a pressão social.
"Numa sociedade onde pesa a ideia de que só os mais preparados alcançam o sucesso, uma pessoa com problemas de autoconfiança procura estímulos externos. Neste aspecto o consumidor acaba vítima de si mesmo."
Sobre o perfil do trabalhador viciado, os homens são maioria: 75% dos casos de acidentes relacionados com o consumo de drogas são verificados entre profissionais do sexo masculino e 25% do sexo feminino.
Mas o relatório da OIT indica que a diferença está diminuindo. Na década passada os homens eram 90% dos envolvidos, contra 10% de mulheres.
Entre as características que mais delatam problemas no ambiente de trabalho relacionados com o consumo habitual de drogas estão atitudes de nervosismo, irritabilidade, falta de concentração e excessivos pedidos de dispensa.
Segundo Jerônimo San Cornélio, "um trabalhador que se droga com frequência normalmente dobra a média de dias de licença".
O psiquiatra defendeu o sistema de algumas empresas que aplicam testes antidroga para funcionários que aspiram a altos cargos. "Todos somos livres para consumir o que quisermos, mas o lugar de trabalho envolve responsabilidade sobre os demais profissionais", disse.
Para o médico especialista em toxicomania, não há setores profissionais que escapem do âmbito do consumo.
Pioneiro no tratamento de médicos viciados, ele disse que "as drogas estão em todas as classes sociais" e que estejam, portanto, "em todas as (classes) profissionais é uma simples questão de lógica".
Fonte: BBC
CORANTES DE ALIMENTOS
Postado por
Ivair Augusto
Especialistas da Grã-Bretanha aconselharam pais a não darem a seus filhos alimentos contendo certos aditivos até que os resultados de um novo estudo sejam publicados.
Os pesquisadores testaram os efeitos de vários corantes artificiais no comportamento de crianças.
Pesquisas anteriores relacionaram aditivos à hiperatividade e falhas de concentração.
A Food Standards Agency (FSA), agência reguladora de comercialização de remédios e alimentos, afirmou que não vai divulgar recomendações formais até que as descobertas sejam publicadas.
Mas especialistas independentes afirmaram que os pais devem evitar alimentos contendo o grupo de aditivos.
A equipe da Universidade de Southampton testou os aditivosem crianças de duas faixas etárias: de três anos e entre oito e nove anos:
amarelo tartrazina (E102)
vermelho de ponceau 4R (E124)
amarelo crepúsculo (E110)
azorrubina ou carmoisina (E122)
amarelo de quinolina (E104)
vermelho alaranjado (E129)
As quantidades usadas no estudo foram as mesmas que uma criança consumiria em média por dia.
Uma fonte da universidade disse à revista britânica Grocer, especializada na indústria de alimentação, que os resultados sustentavam conclusões de pesquisas que, sete anos atrás, já relacionavam aditivos a problemas de concentração, explosões de raiva, hiperatividade e reações alérgicas.
Todos os aditivos testados no estudo são aprovados para uso na União Européia e considerados seguros, mas alguns dos corantes são proibidos em países da Escandinávia e nos Estados Unidos.
"Temos várias experiências de professores e pais com crianças que se comportam de maneira péssima quando consomem alimentos com muito açúcar. No final, tenho certeza de que vamos ter as provas que corroborem o fato", disse Pru Leith, presidente do School Food Trust.
Vyvyan Howard, uma das especialistas do Grupo de Trabalho de Aditivos e Comportamento da FSA, afirmou que é importante esperar pela publicação das conclusões.
Mas ela acrescentou: "É plausível que exista algum efeito biológico destes aditivos. Enquanto espera pelos resultados, o consumidor pode escolher não expor seus filhos a estas substâncias", disse.
Fonte: BBC
Os pesquisadores testaram os efeitos de vários corantes artificiais no comportamento de crianças.
Pesquisas anteriores relacionaram aditivos à hiperatividade e falhas de concentração.
A Food Standards Agency (FSA), agência reguladora de comercialização de remédios e alimentos, afirmou que não vai divulgar recomendações formais até que as descobertas sejam publicadas.
Mas especialistas independentes afirmaram que os pais devem evitar alimentos contendo o grupo de aditivos.
A equipe da Universidade de Southampton testou os aditivosem crianças de duas faixas etárias: de três anos e entre oito e nove anos:
amarelo tartrazina (E102)
vermelho de ponceau 4R (E124)
amarelo crepúsculo (E110)
azorrubina ou carmoisina (E122)
amarelo de quinolina (E104)
vermelho alaranjado (E129)
As quantidades usadas no estudo foram as mesmas que uma criança consumiria em média por dia.
Uma fonte da universidade disse à revista britânica Grocer, especializada na indústria de alimentação, que os resultados sustentavam conclusões de pesquisas que, sete anos atrás, já relacionavam aditivos a problemas de concentração, explosões de raiva, hiperatividade e reações alérgicas.
Todos os aditivos testados no estudo são aprovados para uso na União Européia e considerados seguros, mas alguns dos corantes são proibidos em países da Escandinávia e nos Estados Unidos.
"Temos várias experiências de professores e pais com crianças que se comportam de maneira péssima quando consomem alimentos com muito açúcar. No final, tenho certeza de que vamos ter as provas que corroborem o fato", disse Pru Leith, presidente do School Food Trust.
Vyvyan Howard, uma das especialistas do Grupo de Trabalho de Aditivos e Comportamento da FSA, afirmou que é importante esperar pela publicação das conclusões.
Mas ela acrescentou: "É plausível que exista algum efeito biológico destes aditivos. Enquanto espera pelos resultados, o consumidor pode escolher não expor seus filhos a estas substâncias", disse.
Fonte: BBC
MEDICAMENTOS DE USO PEDIÁTRICO
Postado por
Ivair Augusto
Um estudo conduzido na Grã-Bretanha apontou que 40% dos medicamentos infantis comercializados no país contêm aditivos que podem provocar hiperatividade em crianças.
A pesquisa, realizada por especialistas da ONG Food Commission, analisou 50 medicamentos administrados em crianças, incluindo analgésicos, xaropes e antibióticos.
Os pesquisadores descobriram que dos 50 medicamentos, 28 continham substâncias químicas associadas à falta de concentração e impulsividade.
Essas substâncias, a maioria corantes e conservantes, estão em uma lista de sete aditivos apontados em um estudo da Universidade de Southampton University divulgado em setembro passado, que mostrou evidências de que misturas de corantes e conservantes teriam ligação com níveis elevados de hiperatividade em crianças.
Segundo a Food Commission, alguns dos medicamentos com as substâncias são receitados para crianças com menos de três anos.
Os aditivos foram encontrados em 17 dos 37 remédios produzidos à base de paracetamol, entre eles o popular Calpol. Também foram encontrados aditivos em dois de 11 medicamentos feitos com ibuprofeno e em quatro de nove xaropes analisados.
Entre os antibióticos, três dos cinco produtos feitos à base de amoxilina e duas das oito fórmulas à base de eritromicina também continham as substâncias.
Segundo a Food Commission, os aditivos encontrados foram os corantes alimentícios Tartrazina, Quinilina amarela, Carmoisina, Ponceau 4R e Vermelho allura, além do conservante Benzoato de Sódio.
Anna Glayser, porta-voz da Food Commission, alertou os pais para o “perigo das substâncias”.
“Nós pedimos que os farmacêuticos dêem o cartão vermelho para corantes artificiais desnecessários. Como as bulas ficam escondidas dentro das caixas, é quase impossível para os pais saberem qual produto estão comprando.”
“Muitos pais não querem expor seus filhos a aditivos desnecessários, especialmente os que são ligados à hiperatividade e outros problemas de saúde”, disse a porta-voz.
A associação dos produtores de medicamentos da Grã-Bretanha, Proprietary Association of Great Britain, disse, em comunicado, que não há evidências de que o uso de aditivos em remédios para crianças seja prejudicial à saúde.
"Os aditivos têm uma função válida, como evitar que o medicamento prescreva ou dar uma cor mais atraente do que a apresentada pelos ingredientes originais".
A associação disse, no entanto, que está esperando uma revisão que está sendo realizada pela Autoridade Européia de Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês) sobre o uso de corantes alimentícios e "tomará atitudes se necessário".
Fonte: BBC
VEGETARIANISMO E ECOLOGIA
Postado por
Ivair Augusto
Reduzir o consumo e a produção de carne em 30 por cento ajudaria a reduzir as emissões de carbono na atmosfera e a melhorar a saúde das pessoas, afirmaram cientistas na quarta-feira.
Pesquisadores britânicos e australianos descobriram que melhorar a eficiência, aumentar a captura de carbono e reduzir a dependência de combustíveis fósseis na agricultura não será suficiente para cumprir as metas de redução na emissão de CO2.
Mas combinar essas medidas com uma redução de 30 por cento no rebanho dos principais países produtores de carne e um corte similar no consumo de carne levaria a "benefícios substanciais à saúde da população" e à diminuição das emissões de gases-estufa, afirmaram.
O estudo descobriu que na Grã-Bretanha um consumo 30 por cento menor de gordura saturada de fonte animal por adultos reduziria o número de mortes prematuras decorrentes de doença cardíaca em cerca de 17 por cento - o equivalente a 18 mil mortes prematuras evitadas em um ano.
Em São Paulo, isso significaria até mil mortes prematuras evitadas em um ano.
De acordo com a agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, 18 por cento de todas as emissões de gases-estufa são oriundas da produção de carne e os especialistas afirmam que a demanda crescente pelo produto, principalmente nos países com economias em ascensão, poderia elevar o rebanho mundial em 85 por cento até 2030.
Os cientistas afirmam que é necessária uma ação global para maximizar os benefícios das reduções na produção e no consumo de carne e que as vantagens ambientais "podem se aplicar apenas nos países que atualmente têm altos níveis de produção".
O estudo foi publicado na revista médica The Lancet como parte de uma série sobre mudanças climáticas e saúde às vésperas da conferência sobre o clima em Copenhague, marcada para o mês que vem
Fonte: Reuters
Pesquisadores britânicos e australianos descobriram que melhorar a eficiência, aumentar a captura de carbono e reduzir a dependência de combustíveis fósseis na agricultura não será suficiente para cumprir as metas de redução na emissão de CO2.
Mas combinar essas medidas com uma redução de 30 por cento no rebanho dos principais países produtores de carne e um corte similar no consumo de carne levaria a "benefícios substanciais à saúde da população" e à diminuição das emissões de gases-estufa, afirmaram.
O estudo descobriu que na Grã-Bretanha um consumo 30 por cento menor de gordura saturada de fonte animal por adultos reduziria o número de mortes prematuras decorrentes de doença cardíaca em cerca de 17 por cento - o equivalente a 18 mil mortes prematuras evitadas em um ano.
Em São Paulo, isso significaria até mil mortes prematuras evitadas em um ano.
De acordo com a agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, 18 por cento de todas as emissões de gases-estufa são oriundas da produção de carne e os especialistas afirmam que a demanda crescente pelo produto, principalmente nos países com economias em ascensão, poderia elevar o rebanho mundial em 85 por cento até 2030.
Os cientistas afirmam que é necessária uma ação global para maximizar os benefícios das reduções na produção e no consumo de carne e que as vantagens ambientais "podem se aplicar apenas nos países que atualmente têm altos níveis de produção".
O estudo foi publicado na revista médica The Lancet como parte de uma série sobre mudanças climáticas e saúde às vésperas da conferência sobre o clima em Copenhague, marcada para o mês que vem
Fonte: Reuters
CÂNCER X ESTATÍSTICAS
Postado por
Ivair Augusto
O Instituto Nacional do Câncer divulgou um estudo sobre o registro de casos da doença em todo o Brasil. As formas de câncer encontradas mais comumente em cada região do país.
Os números foram analisados pelos médicos. E transformados em conselhos que podem ajudar os brasileiros a reduzir os riscos de desenvolver tumores malignos.
A genética não é a única causa do câncer, pelo contrário, 90% dos casos estão relacionados a outros fatores de risco. E a maioria deles tem a ver com os nossos hábitos. O nosso jeito de levar a vida é a principal explicação para o aparecimento da doença.
Num país com hábitos tão diferentes de Norte a Sul, os tipos de câncer mais comuns variam de região para região. No Sudeste, o câncer de mama vai ser o de maior incidência entre as mulheres em 2010. E até a vida reprodutiva influencia. A primeira gravidez depois dos 30 anos, a menopausa tardia e o uso de anticoncepcionais são alguns dos fatores de risco comprovados.
A prevenção continua sendo o melhor remédio: atividade física, alimentação saudável e até a amamentação.
A região Norte é a que terá a maior taxa de câncer de colo de útero do país. “Hoje a gente poderia dizer que 80% das mortes por câncer de colo de útero na Região Norte poderiam ser evitadas se os exames fossem feitos e as pessoas com lesão tratadas precocemente”, explicou o médico do Inca.
E no Nordeste, terra do acarajé, da carne seca, do azeite de dendê? “Eu como e depois eu vejo, lá para frente eu me cuido. O importante é comer o que é gostoso”, disse um homem.
A culinária regional, que abusa do sal, pode levar a um câncer de estômago. Mas o maior fator de risco é uma bactéria presente principalmente onde falta saneamento básico, que é o caso de muitas cidades do Nordeste.
E no Rio Grande do Sul, a incidência de câncer de esôfago é duas vezes maior do que no Rio e em São Paulo. O motivo? O bom e velho chimarrão, tradicional na Região Sul.
“A gente toma o chimarrão bem quente para esquentar bem o corpo do gaúcho”, disse um homem. A bebida quente demais pode causar lesões no esôfago.
Mas pra prevenir a doença, não é preciso abrir mão da tradição. “Uma simples medida como no caso dos gaúchos é uma redução de 10ºC na temperatura previne um câncer que não tem solução infelizmente”, especialista em câncer de esôfago do INCA.
É interessante em todas as estatísticas que a alimentação é um dos fatores determinantes na incidência do câncer. Ser criterioso na hora de comer é vital para não ter experiências com a doença no futuro.
Ou seja, uma vida regrada hoje, é certeza de saúde amanhã.
Os números foram analisados pelos médicos. E transformados em conselhos que podem ajudar os brasileiros a reduzir os riscos de desenvolver tumores malignos.
A genética não é a única causa do câncer, pelo contrário, 90% dos casos estão relacionados a outros fatores de risco. E a maioria deles tem a ver com os nossos hábitos. O nosso jeito de levar a vida é a principal explicação para o aparecimento da doença.
Num país com hábitos tão diferentes de Norte a Sul, os tipos de câncer mais comuns variam de região para região. No Sudeste, o câncer de mama vai ser o de maior incidência entre as mulheres em 2010. E até a vida reprodutiva influencia. A primeira gravidez depois dos 30 anos, a menopausa tardia e o uso de anticoncepcionais são alguns dos fatores de risco comprovados.
A prevenção continua sendo o melhor remédio: atividade física, alimentação saudável e até a amamentação.
A região Norte é a que terá a maior taxa de câncer de colo de útero do país. “Hoje a gente poderia dizer que 80% das mortes por câncer de colo de útero na Região Norte poderiam ser evitadas se os exames fossem feitos e as pessoas com lesão tratadas precocemente”, explicou o médico do Inca.
E no Nordeste, terra do acarajé, da carne seca, do azeite de dendê? “Eu como e depois eu vejo, lá para frente eu me cuido. O importante é comer o que é gostoso”, disse um homem.
A culinária regional, que abusa do sal, pode levar a um câncer de estômago. Mas o maior fator de risco é uma bactéria presente principalmente onde falta saneamento básico, que é o caso de muitas cidades do Nordeste.
E no Rio Grande do Sul, a incidência de câncer de esôfago é duas vezes maior do que no Rio e em São Paulo. O motivo? O bom e velho chimarrão, tradicional na Região Sul.
“A gente toma o chimarrão bem quente para esquentar bem o corpo do gaúcho”, disse um homem. A bebida quente demais pode causar lesões no esôfago.
Mas pra prevenir a doença, não é preciso abrir mão da tradição. “Uma simples medida como no caso dos gaúchos é uma redução de 10ºC na temperatura previne um câncer que não tem solução infelizmente”, especialista em câncer de esôfago do INCA.
É interessante em todas as estatísticas que a alimentação é um dos fatores determinantes na incidência do câncer. Ser criterioso na hora de comer é vital para não ter experiências com a doença no futuro.
Ou seja, uma vida regrada hoje, é certeza de saúde amanhã.
OS 10 ALIMENTOS MAIS ARRISCADOS
Postado por
Ivair Augusto
Departamento de Alimentos e Drogas (FDA) dos EUA, fez uma lista dos 10 alimentos mais arriscados para a alimentação.Alguns desses alimentos são os mais populares consumidos nos EUA.
Ovos estão entre os 10 alimentos mais arriscados regulados pelo Departamento de Alimentos e Drogas (FDA). O centro não recomenda que os consumidores mudem seus hábitos alimentares, mas que pratiquem uma "alimentação defensiva". "Escolha e trate a comida com cuidado. Mantenha-a resfriada e a cozinhe bem. Evite ostras cruas e mantenha frutos do mar resfriados. Não coma ovos crus ou mal cozidos. Não use ovos crus para fazer sorvete."
O centro analisou dados coletados por 17 anos pelo FDA, que regula 80% do fornecimento de alimentos e representa apenas a proverbial "ponta do iceberg". Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças estimam em 76 milhões o número de doenças que ocorrem nos EUA a cada ano causadas por alimentos.
O FDA não regulamenta a carne de boi, de porco ou outros derivados de carne e certos produtos de ovo em pó. Estes são regulamentados pelo Departamento de Agricultura. Para informações sobre surtos de doenças relacionadas à carne bovina, procure www.cspi.org.
Sarah Klein, advogada do Centro de Ciências de Interesse Público, disse que folhas verdes são campeãs de nutrição, mas o problema é que um único patógeno pode contaminar muitos produtos recém colhidos quando são processados.
Fechando a lista estão ostras, batatas, queijo, sorvete, tomates, brotos e frutas vermelhas. As batatas depois que são cozidas são seguras, o problema ocorre quando são misturadas com outros alimentos crus, pois as bactérias se multiplicam rapidamente.
O Centro de Ciências de Interesse Público anunciou a lista na terça-feira enquanto o Congresso está examinando um projeto de lei para dar ao FDA a autoridade de exigir aos processadores de alimentos que implementem planos de segurança alimentar, fornecer padrões de segurança específicos que os produtores teriam que cumprir e exigir visitas às instalações de alto risco a cada três a quatro anos. Em julho, a Câmara aprovou o Ato de Melhoria da Segurança Alimentar.
Peter Hurley, policial de Portland, disse que em janeiro seu filho Jacob, 3, ficou doente com sintomas de gripe e diarreia que exames laboratoriais mostraram estarem ligados à marca de biscoitos de manteiga de amendoim "Toastee".A família está, junto com 50 outras, em Washington, nesta semana, visitando os senadores e pedindo que aprovem o projeto de lei 510.
Apesar de o amendoim e de produtos de castanhas estarem ligados a recentes surtos de salmonela, os números não foram altos o suficiente para que fossem incluídos nos "10 mais".
Os tomates ficaram em oitavo na lista, mas a indústria de tomate da Florida tem o único programa estadual de segurança alimentar, em vigor há 18 meses.
Em 2008, houve um surto de salmonela e inicialmente os tomates foram apontados como causa, mas depois se concluiu que as causadoras eram as pimentas Serrano do México.
As bactérias acabam alcançando esses tipos de alimentos nas industrias, porque onde são processados (máquinas) as bactérias acabam se instalando em colônias, por não haver uma boa higienização dos equipamentos.
Produtos comprados nas feiras e processados em casa não são susceptíveis às mesmas bactérias. A lista apenas aponta os alimentos que mais estão sujeitos a carregar ou desenvolver bactérias quando processadas pela indústria de alimentos.
A lista dos mais arriscados:
1. carne de boi
2. carne de porco
3. ovos
4. ostras
5. batatas
6. queijo
7. sorvete
8. tomates
9. brotos
10. frutas vermelhas
Ovos estão entre os 10 alimentos mais arriscados regulados pelo Departamento de Alimentos e Drogas (FDA). O centro não recomenda que os consumidores mudem seus hábitos alimentares, mas que pratiquem uma "alimentação defensiva". "Escolha e trate a comida com cuidado. Mantenha-a resfriada e a cozinhe bem. Evite ostras cruas e mantenha frutos do mar resfriados. Não coma ovos crus ou mal cozidos. Não use ovos crus para fazer sorvete."
O centro analisou dados coletados por 17 anos pelo FDA, que regula 80% do fornecimento de alimentos e representa apenas a proverbial "ponta do iceberg". Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças estimam em 76 milhões o número de doenças que ocorrem nos EUA a cada ano causadas por alimentos.
O FDA não regulamenta a carne de boi, de porco ou outros derivados de carne e certos produtos de ovo em pó. Estes são regulamentados pelo Departamento de Agricultura. Para informações sobre surtos de doenças relacionadas à carne bovina, procure www.cspi.org.
Sarah Klein, advogada do Centro de Ciências de Interesse Público, disse que folhas verdes são campeãs de nutrição, mas o problema é que um único patógeno pode contaminar muitos produtos recém colhidos quando são processados.
Fechando a lista estão ostras, batatas, queijo, sorvete, tomates, brotos e frutas vermelhas. As batatas depois que são cozidas são seguras, o problema ocorre quando são misturadas com outros alimentos crus, pois as bactérias se multiplicam rapidamente.
O Centro de Ciências de Interesse Público anunciou a lista na terça-feira enquanto o Congresso está examinando um projeto de lei para dar ao FDA a autoridade de exigir aos processadores de alimentos que implementem planos de segurança alimentar, fornecer padrões de segurança específicos que os produtores teriam que cumprir e exigir visitas às instalações de alto risco a cada três a quatro anos. Em julho, a Câmara aprovou o Ato de Melhoria da Segurança Alimentar.
Peter Hurley, policial de Portland, disse que em janeiro seu filho Jacob, 3, ficou doente com sintomas de gripe e diarreia que exames laboratoriais mostraram estarem ligados à marca de biscoitos de manteiga de amendoim "Toastee".A família está, junto com 50 outras, em Washington, nesta semana, visitando os senadores e pedindo que aprovem o projeto de lei 510.
Apesar de o amendoim e de produtos de castanhas estarem ligados a recentes surtos de salmonela, os números não foram altos o suficiente para que fossem incluídos nos "10 mais".
Os tomates ficaram em oitavo na lista, mas a indústria de tomate da Florida tem o único programa estadual de segurança alimentar, em vigor há 18 meses.
Em 2008, houve um surto de salmonela e inicialmente os tomates foram apontados como causa, mas depois se concluiu que as causadoras eram as pimentas Serrano do México.
As bactérias acabam alcançando esses tipos de alimentos nas industrias, porque onde são processados (máquinas) as bactérias acabam se instalando em colônias, por não haver uma boa higienização dos equipamentos.
Produtos comprados nas feiras e processados em casa não são susceptíveis às mesmas bactérias. A lista apenas aponta os alimentos que mais estão sujeitos a carregar ou desenvolver bactérias quando processadas pela indústria de alimentos.
A lista dos mais arriscados:
1. carne de boi
2. carne de porco
3. ovos
4. ostras
5. batatas
6. queijo
7. sorvete
8. tomates
9. brotos
10. frutas vermelhas
INDUSTRIALIZADOS PODEM PROVOCAR DEPRESSÃO
Postado por
Ivair Augusto
Pessoas com dieta mais saudável sofrem 'menos risco' de ter a doença.
Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da University College London, na capital britânica, indica que dietas ricas em alimentos industrializados aumentam o risco de depressão.
Do outro lado, afirmam os pesquisadores, pessoas que comem legumes, verduras, frutas e peixe em abundância apresentam riscos menores de sofrer da condição.
O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3,5 mil funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorou a ocorrência de depressão no grupo. Segundo a equipe de pesquisadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão.
Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam. Em um grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura.
Após levar em conta fatores como sexo, idade, educação, atividade física, doenças crônicas e o hábito de fumar, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos.
Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais.
Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados.
"Esse estudo se soma a um conjunto já sólido de pesquisas que mostram associações fortes entre o que comemos e nossa saúde mental", diz o diretor da entidade britânica Mental Health Foundation, Andrew McCulloch. "Estudos como esse são cruciais porque são a chave para que tenhamos uma compreensão melhor da doença mental."
McCulloch acrescenta que as dietas das pessoas estão se tornando cada vez menos saudáveis. "A população da Grã-Bretanha está consumindo menos produtos frescos e nutritivos e mais gorduras saturadas e açúcares", afirma.
"Estamos particularmente preocupados com os que não podem ter acesso a alimentos frescos ou moram em áreas onde existe um número alto de restaurantes de fast food e comida para viagem."
Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da University College London, na capital britânica, indica que dietas ricas em alimentos industrializados aumentam o risco de depressão.
Do outro lado, afirmam os pesquisadores, pessoas que comem legumes, verduras, frutas e peixe em abundância apresentam riscos menores de sofrer da condição.
O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3,5 mil funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorou a ocorrência de depressão no grupo. Segundo a equipe de pesquisadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão.
Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam. Em um grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura.
Após levar em conta fatores como sexo, idade, educação, atividade física, doenças crônicas e o hábito de fumar, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos.
Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais.
Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados.
"Esse estudo se soma a um conjunto já sólido de pesquisas que mostram associações fortes entre o que comemos e nossa saúde mental", diz o diretor da entidade britânica Mental Health Foundation, Andrew McCulloch. "Estudos como esse são cruciais porque são a chave para que tenhamos uma compreensão melhor da doença mental."
McCulloch acrescenta que as dietas das pessoas estão se tornando cada vez menos saudáveis. "A população da Grã-Bretanha está consumindo menos produtos frescos e nutritivos e mais gorduras saturadas e açúcares", afirma.
"Estamos particularmente preocupados com os que não podem ter acesso a alimentos frescos ou moram em áreas onde existe um número alto de restaurantes de fast food e comida para viagem."
A FÓRMULA DA LONGEVIDADE E DA JUVENTUDE
Postado por
Ivair Augusto
Essa fórmula está longe de ser simples. Os mais recentes estudos sobre longevidade e juventude indicam que não existe uma pílula ou um elixir para se permanecer jovem e viver muito.
O que se percebe é que um estilo de vida regrado conduz ao resultado desejado.
Não se trata de um tratamento durante um mês ou de uma dieta fabulosa, mas do resultado de décadas vivendo da forma correta, no cultivo de hábitos obedecidos religiosamente.
A seguir uma lista de hábitos que favorecem a saúde e a longevidade do corpo, trazendo os tão desejados resultados – aparência jovem e vida longa.
Aparência jovial:
1. Cuidado com o Sol – é vital se expor ao sol para se ter uma boa saúde, mas evite o sol depois das 10h da manhã até as 17h (horário de verão). Use bloqueadores de fator alto no rosto, braços e na região abaixo do pescoço e acima do tórax.
2. Beba água mineral – um copo de 200 ml a cada hora irá garantir uma hidratação equilibrada. O corpo precisa de quantidades de água regulares e de forma constante. Evite ingerir grandes volumes de uma só vez – isso não hidrata, apena elimina muitos sais minerais de uma só vez.
3. Coma mais frutas – as frutas devem ocupar cada vez mais o volume do cardápio.
4. Coma alimentos crus – eles oferecerão vitaminas e sais minerais importantes.
5. Use castanhas e nozes – eles possuem oligo-elementos que favorecem os ciclos fisiológicos do corpo, principalmente da sexualidade.
6. Exercício físico – é fundamental para músculos rígidos, irrigação da pele e eliminação de toxinas.
7. Ar puro – o oxigênio em abundancia (respiração profunda) irá revitalizar a pele.
Vida Longa:
1. Fortaleça seu coração – exercícios físicos de 3 a 5 vezes por semana.
2. Fortaleça seus pulmões – os exercícios intensos com respiração profunda irão promover a respiração e oxigenação de todo os tecidos do corpo.
3. Cuide de seus rins – o uso regular da água e eliminar o uso das proteínas animais (carnes e queijos) irão ajudar na sua saúde renal.
4. Leitura – esse hábito fortalece a memória e promovem a formação de neurônios.
5. Disposição – bom humor e atitude positiva produzem neuro-transmissores da felicidade (endorfinas, serotonina)
6. Faça algo para os outros – ajudar pessoas, fazer atividades solidárias promovem a saúde emocional e espiritual.
7. Confie em Deus – a Fé é o fundamento mais profundo da existência humana.
Há outros fatores a serem eliminados como hábitos – cigarro, álcool, drogas, medicamentos não prescritos, alimentos industrializados, alimentos de origem animal e o açúcar nas suas mais variadas formas – refrigerantes, sorvetes, doces e chocolates.
Viver muito mais e com uma aparência jovial tem o seu preço!
Assinar:
Postagens (Atom)































