DORMIR POUCO ENVELHECE


"Comer e dormir em horas irregulares minam as forças cerebrais".
Youth"s Instructor, 31 de maio de 1894.
Dormir pouco ou mal pode fazer bem mais do que prejudicar o humor. Quatro novos estudos sobre o tema se somam às evidências científicas de que a quantidade e a qualidade do sono podem estar relacionadas à deterioração mental e ao desenvolvimento de demência e Alzheimer.
Dormir pouco ou demais foi igualado a dois anos de envelhecimento do cérebro em um estudo. Outra pesquisa concluiu que pessoas com apneia obstrutiva do sono – respiração interrompida durante o sono – eram duas vezes mais propensas a desenvolver demência em comparação com pessoas sem o problema. 
Um terceiro estudo sugere ainda que a sonolência diurna excessiva pode predizer o declínio cognitivo em na terceira idade, e uma quarta pesquisa relacionou padrões de sono alterados ao desenvolvimento de placas amiloides – indicadores da doença de Alzheimer.
“Se as alterações do sono, como apneia obstrutiva e outros distúrbios são sinais de um declínio ainda por vir ou são a causa do declínio é algo que não sabemos, mas estes estudos mostram que esta é uma área que precisamos seguir pesquisando”, diz Heather Snyder, diretora associada sênior de relações médicas e científicas para a Associação de Alzheimer, em Chicago, que não está envolvida em nenhum dos estudos – eles foram apresentados na reunião anual da Associação de Alzheimer, no mês passado, em Vancouver (Canadá).
O maior dos estudos, que examinou dados de mais de 15.000 mulheres no Estudo de Saúde das Enfermeiras dos EUA, sugeriu que pessoas que dormiam cinco horas ou menos por dia, ou nove horas ou mais, tiveram uma menor média de funcionamento mental do que os participantes que dormiam sete horas por dia. Sono demais ou muito pouco foi cognitivamente equivalente ao envelhecimento do cérebro por dois anos, de acordo com a pesquisa, que acompanhou mulheres de meia-idade por mais de 14 anos.
A pesquisa também observou que as mulheres cuja duração do sono mudava duas horas ou mais por dia, da meia idade em diante, tiveram uma função cerebral pior do que as participantes sem mudanças na duração do sono – uma conclusão que se manteve, independente do quanto elas costumavam dormir no início do estudo.
“Nós começamos com a hipótese de que variações extremas na duração do sono podem ser piores para a função cognitiva porque interrompem o ciclo circadiano e os resultados obtidos se alinham a isso”, explica a autora do estudo, Elizabeth Devore, epidemiologista do Hospital Brigham and Women, em Boston.
“Acho que isso nos dá dados suficientes para pensar sobre sono e intervenções no ciclo circadiano como um caminho para abordar a função cognitiva.”
Ciclo circadiano é o termo usado para nominar as mudanças físicas, mentais e comportamentais que se sucedem em um ciclo de 24 horas – um dia.
Dentro do mesmo campo de estudo, cientistas da Universidade da Califórnia, em San Francisco (EUA) mediram a qualidade do sono de mais de 1.300 mulheres com mais de 75 anos utilizando sensores e gravações de mudanças físicas registradas durante o sono. 
Eles descobriram que as participantes com distúrbios respiratórios do sono ou apneia obstrutiva do sono tinham mais que o dobro das chances de desenvolver transtorno cognitivo leve ou demência nos cinco anos seguintes do que aquelas sem essas condições. Aquelas que tinham mais tempo de vigília noturna também tinham uma maior probabilidade de pontuar pior em testes de fluência verbal e cognição global.
Na França, cerca de 5.000 franceses mentalmente saudáveis com mais de 65 anos foram avaliados quatro vezes ao longo de oito anos. Os pesquisadores analisaram diferentes aspectos da insônia e descobriram que a sonolência diurna excessiva – algo que foi relatado por 18% dos participantes – aumentou o risco de declínio mental. Por outro lado, não afetou a dificuldade deles em manter o sono.
Cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Washington, em Saint Louis (EUA) retiraram amostras de sangue e fluido cérebroespinal de três grupos de voluntários – um com demência, outro de idosos saudáveis e um terceiro mais jovem – por 36 horas e descobriram que os padrões de sono diários estavam ligados aos níveis de proteínas amilóides no cérebro. Estas proteínas são reconhecidas como um indicador de doença de Alzheimer.
Enquanto Snyder e Devore concordam que mais pesquisas são necessárias, os estudos potencialmente abrem caminho para o surgimento de intervenções no sono que poderiam protelar a deterioração mental.
“Talvez possamos ajudar estas pessoas. Se você está tendo problemas com o sono, pode talvez procurar um médico e tentar tratar isso”, diz Heather Snyder, acrescentando que os resultados das pesquisas ainda devem ser considerados preliminares porque ainda não foram revisados por outros pesquisadores e publicados em periódicos científicos.
Além disso, se você sofre de insônia, não pense que está irremediavelmente condenado a desenvolver demência. Embora os estudos sugiram uma associação entre distúrbios do sono e declínio mental, eles não mostram uma relação de causa e efeito entre eles.
Fonte: Yahoo / The New york Times

DIETA HEBRAICA EXCLUÍA GORDURA ANIMAL



“Estatuto perpétuo, nas vossas gerações, em todas as vossas habitações: nenhuma gordura... comereis” Levítico 3:17

“Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos e do Egito anunciou que uma princesa do tempo dos faraós, que viveu há 3,5 mil anos, se tornou a mais antiga pessoa já diagnosticada com uma doença no coração.

Os cientistas, das Universidades da Califórnia e de Al-Azhar, do Cairo, realizaram no Egito exames de tomografia computadorizada em 52 múmias para descobrir mais sobre a saúde delas antes de morrer.

Uma das conclusões foi que, se a princesa Ahmose-Meryet-Amon estivesse viva, precisaria passar por uma cirurgia no coração. Os estudiosos encontraram indícios de aterosclerose (acúmulo de placas com gordura nas paredes internas) em artérias coronárias da múmia.

No total, em quase metade das múmias, os cientistas encontraram sinais da doença. Segundo os pesquisadores, a descoberta de uma múmia tão antiga como a de Ahmose-Meryet-Amon com o problema indica que os males do coração, tão comuns na atualidade, antecedem em muitos séculos o estilo de vida moderno, a quem especialistas associam a proliferação da aterosclerose”. BBC

“Dietas ricas em gordura podem reduzir a energia armazenada no coração, revela outra pesquisa desenvolvida na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha. Os cientistas responsáveis pelo estudo ainda não sabem se isso poderia causar danos à saúde, algo que será esclarecido com a realização de novas pesquisas.

Em um grupo de 19 pessoas monitorado durante duas semanas pelos pesquisadores de Oxford, a energia armazenada no coração diminuiu 16% em média entre aquelas que seguiram uma dieta com teor mais elevado de gordura e mais baixo em carboidratos.

A redução de energia alcançou um terço em algumas pessoas. Seus corações também tornaram-se ligeiramente mais rígidos, não relaxando tão bem quanto no período anterior à dieta.

O líder da pesquisa, professor Kieran Clarke contou à BBC que pessoas com diabete, obesidade e doenças coronárias também apresentam níveis de energia mais baixos que os normais.

A Fundação Britânica do Coração, que financiou a pesquisa, disse que os resultados reforçam a visão de que as pessoas não deveriam seguir dietas ricas em gordura”. BBC

“O consumo de carne vermelha pode aumentar significativamente o risco de câncer de mama em mulheres que já passaram da menopausa, segundo um estudo publicado no British Journal of Cancer.

Uma equipe de cientistas da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, monitorou a saúde de 35 mil mulheres durante sete anos e concluiu que mulheres que comiam uma porção de cerca de 60g de carne por dia apresentaram 56% mais risco do que aquelas que não consumiam o alimento.

Ainda segundo o estudo, as mulheres que comiam carne processada, como bacon, salsichas e presunto, têm 64% mais risco de desenvolver o câncer de mama do que aquelas que evitam esses pratos.

"A carne vermelha é rica em gordura saturada, e esse tipo de gordura influencia na quantidade de colesterol produzida pelo organismo. O colesterol é um precursor do estrogênio, substância que está associada a um maior risco de câncer de mama", explicou Janet Cade, chefe da equipe que realizou a pesquisa.

A pesquisa foi elogiada por entidades britânicas de prevenção e combate à doença."Este estudo é interessante porque até agora era difícil isolar os efeitos específicos da carne vermelha sobre o câncer de mama", disse Alexis Willett, da Breakthrough Breast Cancer.

"Os cientistas também encontraram diferenças em outros fatores como idade, peso e nível de atividade física entre aquelas mulheres que comiam e as que não comiam carne, e tudo isso também influencia no desenvolvimento da doença."

Henry Scowcroft, do Cancer Research UK, disse que as mulheres deveriam tentar manter um peso saudável, fazer exercícios físicos e evitar porções regulares de alimentos gordurosos, como a carne vermelha”. BBC

É curioso que havia procedimentos nas cerimônias dos hebreus que excluiam a possibilidade de consumirem a gordura animal. Um dos artigos da lei cerimonial ditava: "Toda a gordura pertencerá ao Senhor" Levítico 3.16.

Essa gordura era eliminada nos sacrifícios queimados (holocaustos) – “Também tomarás toda a gordura que cobre as entranhas... e a gordura que houver neles, e queimá-los-ás sobre o altar” Êxodo 29.13.

Deus através da revelação das Sagradas Escrituras excluía a gordura animal do consumo humano. Os hebreus eram centenários por causa dessas ‘Leis de Saúde’; ao contrário dos egpícios que viviam em média 4 décadas apenas.

TORNANDO-SE VEGETARIANO



Para começar no mundo vegetariano, você pode optar pelo regime alimentar ovo-lacto-vegetariano. É uma forma de garantir alguns nutrientes essenciais, como a Vitamina B12. Para isso:
  • manter os derivados do leite: iogurte, queijos brancos, coalhadas etc.
  • manter o uso dos ovos – dê preferência ao cozido.
  • verificar sempre níveis de colesterol e triglicerídeos (indivíduos acima de 30 anos).
  • não usar diariamente os queijos, iogurte, manteigas etc.
  • usar ovos de duas a três vezes por semana
  • pessoas acima de 30 anos comer esses artigos moderadamente.

Cuidados com o coração:
  • fazer exercícios físicos no mínimo três vezes por semana.
  • evitar frituras, cremes e os doces.
  • não usar os industrializados.
  • comer com muita moderação, pizzas, esfihas, salgadinhos etc.

A transição para se deixar a carne:
  • deixe primeiro a carne vermelha: carne de vaca.
  • deixe depois a carne branca: carne de aves.
  • deixe por último a carne dos peixes
 Ainda fazendo a transição para se deixar a carne; siga essa estratégia:
  • carne vermelha – deixar imediatamente
  • carne branca – deixe depois de 3 meses
  • carne de peixes – deixe depois de 6 meses
Obs. aumente os intervalos sem comer carne (3 vezes, 2 vezes, 1 vez por semana)

O uso de proteínas animais:
  • ingerir proteínas uma vez ao dia basta (adultos)
  • use proteínas na refeição da manhã – leite, iogurte, queijo branco.
  • abuse das proteínas dos grãos integrais – farinha de trigo, aveia.

O uso de proteínas vegetais:
  • no almoço dê preferência aos grãos integrais – arroz integral, soja, quínua etc.
  • adolescentes podem usar uma fonte de proteína no almoço também.
  • a noite faça lanches livre de proteínas ou gorduras.

A substituição:
  • Proteínas – ovos e leite.
  • Vitaminas – legumes crus, verduras e frutas em abundância .
  • Sais minerais – grãos integrais.
  • Ferro – panelas de ferro, feijões, lentilha, ervilha, grão de bico etc.

O complemento:
  • Fibras – grãos integrais e frutas.
  • Ácidos Graxos – castanhas, oleaginosas e óleos (girassol, Canola).

O cardápio diário:
De Manhã – acostume-se a:
  • Iogurtes naturais com frutas, mel, melado.
  • Granola com o leite aquecido.
  • Farinhas com frutas (aveia, cereais)
  • Pão integral
  • Queijo branco
  • Muitas frutas doces

O cardápio diário
 Meio dia – acostume-se a:
  • Arroz integral
  • Lentilha, ervilha, feijão recente.
  • Grãos da soja, G. de bico, quínua.
  • 2 a 3 legumes crús
  • 2 a 3 verduras
  • Doces naturais: banana com mel e crispies; ameixas pretas; uvas passas, pêssego

 O cardápio diário
 A noite – acostume-se a:
  • Comer pouco
  • Torrada com fina camada de patês
  • Patês: berinjela, soja, cenoura.
  • Pipoca com pouco sal.
  • Sopas leves (inverno)
  • Muitas frutas

O cardápio diário
 Lanches:
 O ideal é ter duas refeições e um lanche a noite
 Lanches com frutas, sandwiches naturais, sucos, frutas cítricas.
  
 O preparo dos alimentos:
 Usar os alimentos na sua forma mais natural possível.
  • Legumes crús
  • Verduras frescas
  • Frutas frescas
  • evitar as frituras
  • ser moderado no sal
  • usar pouco óleo

 O Equilíbrio:
 A consciência de um corpo como “templo” e um planeta melhor, deve ser a motivação.
 Fazer o melhor que se pode em todas as circunstâncias.
 Evitar todas as coisas nocivas.
 Usar criteriosamente aquilo que é saudável.
 Não se deve haver regra alguma para ser seguida no regime alimentar.
 Não efetuar a mudança enquanto não houver substitutos apropriados.
 Não comer carne não é “prova de comunhão” na IASD.
 Não se colocar como critério para ninguém.
 Devemos raciocinar da causa para o efeito (Gálatas 6:7).
As vezes, na ausência do melhor, devemos decidir-nos pelo bom.
"A reforma dietética deve ser progressiva" .CBV 230
Comer sempre o melhor alimento que a situação nos permite.
Conservar a melhor saúde e ingerir o alimento mais nutritivo.

O objetivo
A "vida religiosa pode ser obtida e mantida com mais êxito se a carne for descartada, pois esse regime estimula intensivamente as tendências concupiscentes, e enfraquece a natureza moral e espiritual" CSRA 389.

 “O grande objetivo... é garantir o desenvolvimento mais elevado possível da mente, alma e corpo”. CSRA 23.

 Uma questão de Fé
 “Todas as leis da natureza foram destinadas para o nosso bem. A obediência a elas promoverá nossa felicidade nesta vida, e nos ajudará a preparar-nos para a vida futura”. CSRA 23

 “Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal. Isto será saúde para teu corpo e refrigério para teus ossos” Prov. 3:7 e 8

8 ALIMENTOS QUE CAUSAM CÂNCER



Carnes processadas

Linguiça, salsicha, bacon e até o peito de peru contêm quantidades consideráveis de nitritos e nitratos. Essas substâncias, em contato com o estômago, viram nitrosaminas, substâncias consideradas mutagênicas, capazes de promover mutação do material genético.

"A multiplicação celular passa a ser desordenada devido ao dano causado ao material genético da célula. Esse processo leva à formação de tumores, principalmente do trato gastrointestinal", explica Fábio Gomes.

A recomendação do especialista é evitar esses alimentos, que não contribuem em nada com a saúde.  

Refrigerantes

A bebida gaseificada, além de conter muito sal em forma de sódio, possui adoçantes associados ao aparecimento de câncer. O ciclamato de sódio, por exemplo, é proibido nos Estados Unidos, mas ainda é utilizado no Brasil, principalmente em refrigerantes "zero". "Essa substância aumenta o risco de aparecimento de câncer no trato urinário", conta Fábio Gomes.

Quanto aos adoçantes que podem ser adicionados à comida ou à bebida, o nutricionista diz que ainda não há comprovação científica. "O ideal é que o adoçante seja usado de forma equilibrada, pois é um produto destinado a pessoas com diabetes e não deve ser consumido em excesso pela população em geral", aponta. 

Alimentos gordurosos

Fábio Gomes explica que não é exatamente a gordura a principal responsável pelo aparecimento de câncer, e sim a quantidade de calorias que ela agrega ao alimento. A comida muito gordurosa é densamente calórica, ou seja, tem mais que 225 calorias a cada 100 gramas do alimento. "Por esses alimentos geralmente serem pobres em nutrientes, é preciso ingeri-los em grandes quantidades para obter saciedade, o que leva ao superconsumo", conta o nutricionista do INCA.

Em excesso, esses alimentos provocam obesidade, que é fator de risco para câncer de pâncreas, vesícula biliar, esôfago, mama e rins. A célula de gordura libera substâncias inflamatórias, principalmente hormônios que levam a alterações no DNA e na reprodução celular, como o estrogênio, a insulina e um chamado de fator de crescimento tumoral.  

Alimentos ricos em sal

"Se ingerido em quantidade maior do que cinco gramas por dia, o sal pode lesar as células que estão na parede do estômago", explica o nutricionista Vinicius Trevisani, do Instituto do Câncer de São Paulo. Essa agressão gera alterações celulares que podem levar ao aparecimento de tumores.

Procure evitar alimentos ricos em sal ou mesmo aqueles que usam sal para aumentar o tempo de conservação, como os congelados e os comprados prontos que só precisam ser aquecidos.

Entram nessa lista: carne seca, bacalhau, refrigerantes, pizzas congeladas, iscas de frango empanadas congeladas, macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote, entre outros. 

Churrasco

Na fumaça do carvão há dois componentes cancerígenos: o alcatrão e o hidrocarboneto policíclico aromático. "Ambos estão presentes na fumaça e impregnam o alimento que é preparado na churrasqueira", explica Fábio Gomes. "Eles também possuem fatores mutagênicos que levam ao aparecimento de tumores."  

Dieta pobre em fibras

O nutricionista Vinicius Trevisani explica que o intestino se beneficia muito pelo consumo adequado de fibras. Elas garantem um bom trânsito intestinal, de modo a eliminar os ácidos biliares secundários, um produto da digestão presente no intestino. Isso evita a agressão às células do intestino e a multiplicação celular descontrolada.  

Preparo com altas temperaturas

Alimentos fritos ou grelhados também incorporam algumas substâncias cancerígenas. Ao colocar o alimento cru em óleo ou chapa muito quentes (com temperatura aproximada de 300 a 400°C), são formadas aminas heterocíclicas - substâncias que contêm fatores mutagênicos e estimulam a formação de tumores.

O nutricionista Fábio recomenda preparar as carnes ensopadas - modo de cozimento em que não há nenhuma formação de aminas-, ou ainda prepará-las no forno. Dessa maneira, a temperatura do alimento aumenta gradualmente e não chega a níveis tão altos.  

Alimentos com agrotóxicos

Não existe uma forma eficiente de limpar frutas, verduras e legumes dos agrotóxicos. "Muitas vezes, esses conservantes são aplicados nas sementes e passam a fazer parte da composição do alimento", aponta Fábio Gomes. Ele explica que o agrotóxico provoca vários problemas de saúde em quem tem contato direto com esses alimentos, mas ainda está em estudo a sua real contribuição com o aparecimento do câncer.

Como ainda existem dúvidas sobre esses efeitos, o nutricionista orienta evitar opções ricas em agrotóxicos. É melhor consumir alimentos cultivados sem o produto químico(orgânicos) , que comprovadamente têm mais vitaminas, minerais e compostos quimiopreventivos. "Estes compostos atuam na proteção e reparação celular frente a uma lesão que pode gerar câncer", afirma.  
Fonte: YAHOO

Vale destacar que dos 8 alimentos alistados como potencialmente cancerígenos, 3 deles envolvem as carnes (churrasco, gordurosos e processados); 2 deles envolvem comumente as carnes (Preparo com altas  temperaturas [frituras] e ricos em sal [embutidos])

Se você quer deixar de comer carne, procure os artigos do Blog sobre vegetarianismo.

LUZES ARTIFICIAIS A NOITE



Luz de laptops, TVs, eletrônicos e lâmpadas energeticamente eficientes podem prejudicar a saúde.

Os seres humanos passaram as noites em relativa escuridão. Quando o sol se põe, TVs, computadores, dispositivos móveis e iluminação artificial alteram a rotina do corpo. A edição de maio da Carta de Saúde de Harvard relata que este aspecto da vida moderna pode ser grande para a eficiência, mas não para a saúde. 

À noite, a luz joga o corpo contra o relógio biológico, o ritmo circadiano fica fora do ponto. O sono sofre. A combinação de sono e de exposição à exposição à luz artificial pode contribuir para uma série de problemas de saúde.

Estudos têm relacionado a trabalhar no turno da noite e ficar exposto à luz durante a noite para vários tipos de câncer (incluindo câncer de mama e próstata), diabetes, doenças cardíacas e obesidade. Não está exatamente claro por que a exposição à luz noturna parece ser problemático. Poderia ser, porque a exposição à luz em passeios noturnos inibe a produção da secreção de melatonina, um hormonio que influencia os ritmos circadianos.

Mas toda exposição à luz não é igual, diz a Carta de Saúde. Comprimentos de onda de azul, que são benéficas durante o dia, porque eles aumentam tempos de atenção, reação e humor parece ser a mais perturbadora à noite.

Enquanto a luz de qualquer espécie pode suprimir a secreção de melatonina, a luz azul faz de forma mais enérgica. Em um experimento, os pesquisadores expuseram as pessoas a 6,5 ​​horas de luz azul ou verde. A luz azul suprimida melatonina durante cerca de duas vezes o tempo que a luz verde e deslocado ritmos circadianos por duas vezes mais.

Enquanto lâmpadas fluorescentes e luzes de LED são muito mais eficientes que as lâmpadas incandescentes, eles também tendem a produzir mais luz azul. Isso significa que a proliferação de dispositivos eletrônicos, com telas, bem como de iluminação energeticamente eficientes, é a exposição cada vez maior para comprimentos de onda azul, especialmente após o anoitecer.

O que você pode fazer? Os editores da Harvard Health  fazem as seguintes recomendações:

Utilize luzes vermelhas a noite. A luz vermelha tem menos poder de mudar o ritmo circadiano e suprimir a melatonina.

Evite olhar brilhantemente telas iluminadas a partir de duas a três horas antes de dormir.

Se você trabalha no turno da noite ou usar um monte de aparelhos eletrônicos durante a noite, considere vestindo azul-óculos bloqueadores.

Exponha-se a muita luz brilhante durante o dia, o que irá aumentar a sua capacidade de dormir à noite, bem como o seu humor e estado de alerta durante o dia.

BENEFÍCIOS DE UMA VIDA NO CAMPO



Tem-me sido repetidamente mostrado que Deus está procurando levar-nos de volta, passo a passo, a Seu desígnio original - que o homem subsista com os produtos naturais da terra. Conselhos Sobre Saúde, pág. 450.

 Se as pessoas agora aglomeradas nas cidades encontrassem habitações no campo, poderiam não somente ganhar a subsistência, mas encontrar a saúde e a felicidade que hoje desconhecem. Trabalho árduo, comida simples, estrita economia, muitas vezes durezas e privações, eis o que seria sua sorte. Mas que bênçãos lhes seria deixar a cidade com suas atrações . A Ciência do Bom Viver, pág. 190.

A falta de exposição à natureza pode estar aumentando a incidência de asma e outras alergias entre moradores de cidades, segundo um estudo finlandês.

Os cientistas dizem que certas bactérias, apontadas em outros estudos como benéficas para a saúde humana, são encontradas em maior abundância em ambientes rurais.

Esses micro-organismos cumprem um papel importante no desenvolvimento e manutenção do sistema imunológico, explicam os especialistas.

As conclusões do estudo foram divulgadas na publicação científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

"Existem micróbios em todo lugar, inclusive em áreas urbanas, mas os micróbios de ambientes naturais são mais benéficos para nós", disse à BBC um dos autores, Ilkka Hanski, da Universidade de Helsinque.

Para realizar a pesquisa, a equipe coletou amostras de pele de 118 adolescentes finlandeses e constatou que os que viviam em fazendas ou perto de florestas tinham maior diversidade de bactérias e eram menos sensíveis a alergias.

Hanski explicou que as bactérias são benéficas para nós porque promovem a microbiota - o conjunto de micro-organismos que formam colônias dentro do corpo ou sobre a pele, mas sem provocar doenças.

Segundo ele, estes micro-organismos são importantes "para o desenvolvimento e manutenção do sistema imunológico".

O estudo também permitiu que a equipe identificasse um grupo de bactérias, conhecidas como gama proteobactérias, que têm uma "função especial".

Um dos tipos de gama proteobactéria, chamada Acinetobacter, foi "fortemente associado ao desenvolvimento de moléculas anti-inflamatórias".

"Basicamente, nosso estudo revelou que quanto maior a quantidade dessa bactéria em particular você tem na pele, (maiores suas) respostas imunológicas capazes de suprimir reações inflamatórias (ao pólen, a animais, etc)", afirmou Hanski.

"A urbanização pode ser vista como uma oportunidade perdida, para muitas pessoas, de interagir com o meio natural e sua biodiversidade, inclusive as comunidades de micróbios."

O cientista explicou ainda que as gama proteobactérias tendem a ser mais prevalentes em ambientes vegetais, como florestas e terras usadas para agricultura, do que em ambientes urbanos e na água.

"A urbanização é um fenômeno relativamente recente, durante a maior parte do nosso tempo, temos interagido em uma área que hoje chamamos de ambiente natural."

"A urbanização pode ser vista como uma oportunidade perdida, para muitas pessoas, de interagir com o meio natural e sua biodiversidade, inclusive as comunidades de micróbios"
.
Hanski admite que não é possível reverter a tendência global de urbanização, mas disse que há uma série de opções para aumentar o contato com ambientes naturais.

"Além de preservar áreas naturais fora de áreas urbanas, acho que é importante fazer um planejamento de cidades que inclua espaços verdes, cinturões verdes e infraestrutura verde."

EXERCÍCIO PARA CÉREBROS MAIS JOVENS



Um estudo da Universidade de Illinois acrescenta mais evidências sobre os benefícios do exercício físico.

Por mais de uma década, neurocientistas e fisiologistas vêm coletando evidências da relação benéfica entre exercício físico e capacidade intelectual. Mas as recentes descobertas deixam claro que este não é apenas uma relação, é um relacionamento.

Utilização de tecnologias sofisticadas para examinar o funcionamento dos neurônios individuais – e a composição de matéria próprio cérebro - os cientistas apenas nos últimos meses, descobriram que o exercício parece construir um cérebro que resiste à retração física e aumentar a flexibilidade cognitiva.

A mais recente neurociência sugere que exercício, faz mais para reforçar o pensamento do que o próprio pensamento faz.

Em um estudo com cobaias e atividades em suas gaiolas, um dos pesquisadores concluiu: "Só uma coisa tinha importância, e isso é se eles tinham uma roda de corrida na gaiola." Os animais que se exercitaram, se eles tinham ou não todos os enriquecimentos outros em suas gaiolas, tinham cérebros saudáveis ​​e um desempenho significativamente melhor em testes cognitivos do que o outros ratos. 

Por que o exercício constrói a inteligência de forma que o pensamento não poderia? O cérebro, assim como todos os músculos e órgãos, é um tecido, e sua função declina com subutilização e idade. 

Começando aos 20 anos, a maioria de nós vai perder cerca de 1 por cento anualmente do volume do hipocampo, uma parte da chave do cérebro relacionados com a memória e certos tipos de aprendizagem.

O exercício parece retardar ou reverter a decadência física do cérebro, assim como faz com os músculos. Embora os cientistas pensavam até recentemente que os seres humanos nasceram com um certo número de células cerebrais e nunca geram mais, eles agora sabem melhor. 

Na década de 1990, usando uma técnica que marca células recém-nascidos, os pesquisadores determinaram durante as autópsias de adultos que os cérebros humanos continha bastante neurônios novos. 

Células frescas foram especialmente prevalente no hipocampo, indicando que a neurogênese - ou a criação de novas células cerebrais - foi principalmente ocorrendo lá. Ainda mais animador, os cientistas descobriram que o exercício inicia a neurogênese. 

Camundongos e ratos que corriam por algumas semanas, geralmente tinha cerca de o dobro de novos neurônios no hipocampo do que os animais sedentários. Seus cérebros, como os outros músculos, foram aumentando acima da média.

Mas foi o efeito inefável que o exercício tinha sobre o funcionamento dos neurônios recém-formados que foi mais surpreendente. As células do cérebro podem melhorar o intelecto e não só se juntar à rede neural existente.

Exercício parece fazer neurónios ágeis. Quando os pesquisadores em um estudo separado tinham ratos em exercício, os cérebros dos animais prontamente, formaram fios muitos novos dos neurônios na rede neural. 

Os cientistas não podem estudar diretamente os efeitos semelhantes nos cérebros humanos, mas eles descobriram que após os treinos, a maioria das pessoas apresentaram maiores níveis de BDNF (uma substância que fortalece as células e axônios, fortalece as conexões entre os neurônios; é a faísca da neurogênese) em sua corrente sangüínea.

Poucos se algum pesquisadores acreditam que mais B.D.N.F. explica todas as mudanças do cérebro associadas com o exercício. O processo completo quase certamente envolve múltiplas complexas cascatas bioquímicas e genéticas.

Um estudo recente sobre os cérebros de ratos idosos, por exemplo, descobriu 117 genes que foram expressas de forma diferente no cérebro dos animais que começaram um programa de execução, em comparação com aqueles que permaneceu sedentário, e os cientistas estavam olhando apenas uma pequena porção de os muitos genes que podem ser expressas de forma diferente no cérebro pelo exercício.

Se qualquer tipo de exercício irá produzir estes efeitos desejáveis ​​é outra questão sem resposta e intrigante. "Não está claro se a atividade tem de ser exercício de resistência", diz o psicólogo e neurocientista Arthur F. Kramer, diretor do Instituto Beckman na Universidade de Illinois e um perito preeminente em exercício e do cérebro. 

Um número limitado de estudos nos últimos anos têm encontrado benefícios cognitivos entre os idosos que levantavam pesos por um ano e não de outro modo exercer. Mas a maioria dos estudos até à data, e todas as experiências com animais, ter envolvido corrida ou outras atividades aeróbicas.

Qualquer que seja a actividade, no entanto, uma mensagem de emergindo da ciência mais recente é que o exercício não precisa de ser exaustivo para ser eficaz para o cérebro. 

Quando um grupo de 120 homens e mulheres mais velhos foram atribuídos a pé ou de programas de alongamento para um estudo de 2011 major, os caminhantes acabou com hipocampos maiores após um ano.Enquanto isso, as macas perdeu volume de atrofia normal. 
Os caminhantes também exibida níveis mais elevados de BDNF em sua corrente sangüínea do que o grupo de alongamento e um desempenho melhor em testes cognitivos.

Com efeito, concluíram os pesquisadores, que os caminhantes tinham recuperado dois anos ou mais de juventude do hipocampo. Sessenta e cinco anos de idade alcançou os cérebros de 63 anos, simplesmente por caminhar, o que é encorajador notícia para qualquer um preocupado que o que estamos todos voltados à medida que avançamos em nossos anos mais tarde é uma vida de lenta (ou não tão lento) declínio mental.

Fonte: Family Health Guide 

7 ALIMENTOS MAIS ADULTERADOS



Café - A bebida queridinha dos brasileiros pode vir misturada com milho, cevada e centeio em quantidade tão grande que quase fazem as vezes de cereal matinal. Algumas marcas adicionam fubá e caramelo, aparentemente visando atrair os consumidores que gostam de doce. Outras ainda chegam ao ponto de conter madeira e casca de árvores.

Açafrão - Uma das especiarias mais caras do mundo, o açafrão tem entre seus contaminantes amido, corante e gelatina.

Azeite - Normalmente, á adulterado com óleo de milho, óleo de avelã e óleo de palma. Segundo o livro "Extra Virginity", do norte-americano Tom Mueller, é recomendável comprar o azeite em lugares que permitem prová-lo. Se não for possível, opte por lojas com rigoroso controle de qualidade.

Mel - De acordo com o levantamento, um terço do mel comercializado nos EUA estão potencialmente contaminados com xarope de milho, glicose e frutose.

Leite - Adulteradores adicionam ao leite água oxigenada e soda cáustica, substâncias que mascaram um produto com falhas de origem. Além disso, tornam o processo mais barato e causam oxidação das vitaminas A e E. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) chequem a embalagem do leite: data de validade e tabela nutricional são essenciais.

Suco de maçã - Além de arsênio, suco pode ser contamindo com xarope de milho, adoçante sintético e ácido málico.

Suco de laranja - Existe uma proporção correta entre o ácido isocítrico e os outros ácidos existentes no suco de laranja. Determinando-se a quantidade de ácido isocítrico pode-se identificar a adulteração do suco. Neste ano, órgão que administra o controle de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos detectou a presença de fungicida em suco de laranja exportado pelo Brasil.
Fonte: Yahoo

Vale a pena destacar nesta lista que existem os alimentos que são contaminados - café, leite,  suco de maçã e laranja. Isto porque os elementos que foram inseridos no produto causam malefícios.


Por outro lado os alimentos adulterados, são acrescidos de elementos que tiram sua pureza, mas não afetam a saúde do consumidor.


 É o processo industrial que 'contamina' os produtos. Os alimentos industrializados ou processados - como os sucos mencionados - são adicionados de corantes, estabilizantes, conservantes etc.

Quem mora fora das cidades grandes ainda encontra fontes seguras para conseguir os alimentos sem esses tipos de interferentes.

Vida saudável envolve um grande esforço e por vezes sacrifícios; mas todo sacrifício para se conseguir qualidade de vida e longevidade, são válidos.  

7 HÁBITOS PARA UM CORAÇÃO SAUDÁVEL



Os sete hábitos para um coração saudável são: não fumar, fazer exercícios, controlar quatro fatores - pressão arterial, glicose, colesterol e peso corporal - e adotar uma dieta balanceada.

As autoridades sanitárias de todo o mundo recomendam sete práticas que melhoram a saúde cardiovascular e aumentam a expectativa de vida, evitando infartos ou acidentes cardiovasculares. No entanto, uma pesquisa recente nos Estados Unidos afirma que apenas 1,2% dos 45 mil adultos consultados seguem estas sete dicas.

Mas segundo o estudo da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Harvard, este foi o grupo que justamente apresentou menor risco de morte por AVC.

Os problemas cardiovasculares já são a principal causa de morte em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde. A OMS estima que a cada ano, 17 milhões de pessoas morrem devido a este tipo de problema. Mais de 80% das mortes acontecem em países de baixa renda.

Apesar de estas mudanças de hábitos poderem salvar vidas, a pesquisa publicada pela revista científica Journal of the American Medical Society diz que poucas pessoas realmente levam as recomendações a sério.

Quando os pesquisadores analisaram as taxas de mortalidade, descobriram que quem seguia pelo menos seis das sete recomendações tinha 51% menos chances de morrer por qualquer outra causa, em comparação com aqueles que seguiam apenas um dos hábitos. Além disso, o risco de transtornos cardiovasculares caiu em até 76%.

Segundo as estatísticas, os grupos de pessoas que seguiam mais fielmente as recomendações eram mulheres, jovens, indivíduos brancos não-hispânicos e pessoas com maior escolaridade.

Para o professor Donald Lloyd-Jones, da universidade americana de Northwestern, o retrato da pessoa com coração saudável nos Estados Unidos é "uma mulher jovem, branca e com bom nível escolar".

"A saúde cardiovascular ideal é perdida rapidamente após a infância, adolescência e juventude, devido à adoção de condutas adversas de saúde vinculadas à dieta, ao peso e ao estilo de vida sedentário, particularmente em camadas da população de piores níveis socioeconômicos."

Para Lloyd-Jones, o problema já extrapola os serviços de saúde pública, que sofrem com as consequências dos maus hábitos da população.


Fonte: BBC

6 PRINCÍPIOS PARA ORGANIZAR A VIDA E SUA MENTE



Uma mente organizada permite a participação integral em um estilo de vida saudável. A ciência do cérebro resulta da organização em seis princípios, ou "regras de ordem de" auto de preparação de soluções.

Ordem não é o seu escritório, sua casa, ou comprar o mais recente aplicativo para organizar as restantes actividades, mas a capacidade da mente para alcançar uma maior ordem, calma perspectiva, sábia, positiva e estratégica e as habilidades necessário para chegar lá.

Um estudo recente do Instituto Nacional do Envelhecimento dos Estados Unidos concluiu que a obesidade pode ser causada por fatores como uma mente desorganizada, impulsividade, negatividade crônica, estresse e fazer várias tarefas.

A capacidade de organizar a sua mente são construídas nas conexões cerebrais normais. Então, como você começa a explorar a sua capacidade inata de ser organizado?

1. Domine o frenesi

Antes que você possa focar sua atenção, você precisa cuidar de seu frenesi emocional negativo (preocupação, raiva, tristeza, irritabilidade). Esta esmagadora frenesi afeta o seu córtex pré-frontal, região do cérebro que desempenha a função executiva, portanto, não pode "pensar".

Demasiado stress negativo afeta a sua capacidade de concentração e prejudica a sua saúde.
A boa notícia é que as próprias coisas que podem melhorar sua saúde pode melhorar sua capacidade de lidar com frenesi negativo: dormir bem, o exercício, faça um exercício de concentração ou escolher a pista lenta, às vezes, até mesmo por alguns minutos.

O mais importante
As emoções negativas afetam a região do cérebro com o qual você tomar decisões e, portanto, não pode pensar em linha reta
Demasiado stress negativo afeta a sua concentração e sua saúde.

2. Mantenha a concentração

Agora que sua mente está calma, identificar uma tarefa e uma única tarefa.
O cérebro não é projetado para se concentrar em mais de uma coisa de cada vez.

Informe o seu cérebro a intenção ou objetivo que você tem com a sessão. Desligue o telefone e e-mail, feche a porta e, como um primeiro passo vira um temporizador para 20 ou 30 minutos.

O mais importante
O cérebro não é projetado para se concentrar em mais de uma coisa de cada vez.

3. Aprenda a parar

O cérebro também precisa ser capaz de se concentrar para parar tão segura como se faz um carro com freios bons na frente de um sinal de stop.

As regiões do cérebro examinam como um Radar o seu ambiente interno e externo em todos os momentos, mesmo quando você está focado. E se você é humano, distrações são inevitáveis. 

Em vez de sucumbir sem pensar em uma distração enquanto você está no meio de uma tarefa importante (incluindo atividades saudáveis ​​como exercícios, cozinhar alimentos saudáveis ​​ou relaxar), parar, respirar e ver se a distração é suficientemente urgente, ultrapassando o prioridade atual.

Se não, volte sua atenção para a importante tarefa até o momento para as baterias para recarregar seu cérebro novamente, ou iniciar um novo trabalho.

O mais importante
Se algo distrai-lo, avaliar se é mais importante do que a tarefa em mãos e se não, voltar à sua prioridade de tarefa.

4. Acesse a sua memória de trabalho

Seu cérebro é projetado para armazenar um conjunto de peças de informação na memória de curto prazo (conhecido como "memória de trabalho").

Quando você acessa sua memória a curto prazo, vários elementos em sua mente e ajudar a resolver problemas, gerar novas idéias para entender, e ver os novos padrões que levam a uma perspectiva estratégica.

As mesmas estratégias que lhe permitem controlar o frenesi, permitir que você tenha um melhor acesso à sua memória de trabalho: a respiração exercício, profundo ou meditação e um sono de boa noite.

O mais importante
Para obter um melhor acesso à sua memória que você precisa: qualidade exercício, respiração profunda, meditação e sono.

5. Altere as abordagens

Agora é hora de mudar o seu foco para uma nova tarefa. Mova todas as suas atenções totalmente para a nova tarefa e dar a sua total atenção. Essa habilidade do cérebro chamada "mudança de abordagem" permite que você deixe para trás um emprego e saltar para uma nova abordagem com uma nova e produtiva.

A mudança na abordagem é também descrito como agilidade ou flexibilidade. Muitas vezes, as nossas ideias mais criativas vêm do nada, aparentemente, quando damos um descanso para o cérebro ou são totalmente focado em outra coisa.

O mais importante
A mudança de abordagem é a capacidade do cérebro de mudar completamente a uma outra tarefa.

6. Ligue os pontos

Aprenda a controlar seu frenesi e focar sua atenção em uma coisa de cada vez. Agora você pode lidar com distrações. Trabalhe sua mente está pronta para agir quando necessário.

 Você está ágil, capaz de mudar com a habilidade de uma tarefa para outra. Quebras de Tomas, mova seu corpo e mudar seu foco para convidar o surgimento de novas idéias, percepções e conexões.

Juntas, essas "regras de ordem" irá ajudá-lo a mudar os hábitos não só a sua atenção, mas a maneira como você vê a sua vida. Em vez de ser forçado, você pode estar calmamente no controle.

Você vai ser mais produtivo e, portanto, têm mais tempo para fazer coisas que são saudáveis ​​para o corpo ea mente. Você se sente bem consigo mesmo, e as emoções positivas promovem a saúde. E você será capaz de usar sua mente para definir metas saudáveis ​​organizadas e se concentrar bem para alcançá-los.

O mais importante
Com estas regras, você será mais produtivo e ter mais tempo para outras atividades.


Fonte: CNN - Margaret Moore; diretora do Instituto de Formação em McLean Hospital, fundador e CEO da Wellcoaches Corporation.

A TENDÊNCIA KOSHER


A tendência kosher alcançou até o Macdonalds;  as toalhas da rede de lanchonetes que vendem os produtos kosher exibem a seguinte mensagem:

 “Kosher” ou “casher” significa “apto” em hebraico e se usa para tudo aquilo que se encaixa nas regras de alimentação que a Bíblia indica. Estes preceitos são respeitados por pessoas de diferentes crenças em muitos países. As normas Kosher exigem que, por exemplo, mamíferos e aves sejam abatidos de maneira especial, e que os produtos de carne sejam separados dos lácteos. Além disso, a Bíblia ordena o descanso sabático, que se estende do pôr-do-sol de sexta-feira ao nascer das estrelas no sábado. Os produtos que o McDonald’s Kosher oferece cumprem estritamente os requisitos da preparação Kosher e a loja fecha respeitando o descanso sabático. O McDonald’s quer, desta maneira, convidar pessoas de todas as origens a desfrutar de sua comida sem que devam renunciar a seus princípios. Agradecemos sua visita a nossa loja e esperamos que tenha sido agradável.


Os judeus foram eficientes em divulgar seu estilo de vida;  a fidelidade desse povo  em seguir suas regras alimentares convenceram o mundo com suas vantagens  para a longevidade.


Fonte: Estadão

PERA OU MAÇÃ?



A genética determina a forma como respondemos aos programas de exercício e perda de peso. Os locais onde se armazena a gordura, que são determinados geneticamente, influenciam a forma em como respondemos à perda de peso e também qual a dieta que funciona melhor.

Um estudo do Children’s Hospital em Boston demonstrou que as pessoas com uma composição corporal semelhante a uma maçã - as que armazenam a gordura no abdómen - perdem mais peso com dietas baixas em hidratos de carbono, em concreto com baixas cargas glicêmicas (40% hidratos de carbono, 35% de gorduras).

Este grupo de estudo (corpo tipo maçã) perdeu quase 6 kg em 6 meses e foram capazes de manter o peso nos 18 meses que se seguiram, seguindo uma dieta de manutenção.

As pessoas com este tipo de forma corporal – de maçã – segregam mais insulina, o que faz com que armazenem mais gordura na zona da barriga.

O outro grupo são as pessoas com uma forma corporal semelhante à silhueta de uma pêra. Neste caso, os sujeitos têm uma maior tendência a armazenar a gordura nas pernas e ancas. Assim, segregam menos quantidade de insulina ao digerir os alimentos.

As pessoas do grupo “pêra” perderam 4,5 kg com dietas baixas em hidratos de carbono e baixas em gorduras (baixa em gordura: 55% hidratos de carbono, 20% gorduras), no entanto voltaram a recuperar metade do peso perdido em 18 meses.

As pessoas que armazenam a gordura acima dos abdominais (as do tipo “maçã”), segregam mais insulina e perdem peso mais facilmente seguindo uma dieta alta em proteínas e baixa em hidratos de carbono.

Aquelas que armazenam gordura nas ancas e pernas (ao d tipo “pêra”) segregam menos insulina durante a digestão e perderam peso em qualquer dieta hipocalórica. Perdem peso de forma mais lenta, bem como a recuperam mais rapidamente.

Fonte: Rica Saúde.com – Journal American Medical Association, 297:2092-2102, 2007

FAÇA SEU DIA SER MELHOR, COM VITAMINA D



Se você é um corredor, provavelmente você está familiarizado com o ocasional pós-treino ou o dia após uma corrida com dores musculares. Deborah Compton, um residente de Newark, Delaware, e um corredor ao longo de décadas, sentia-se assim também.

Mas quando ela começou a sentir dores crônicas nas pernas, ela ficou preocupada."Foi difícil para levantar minhas pernas. Eu era uma espécie de arrastar ao redor," diz ela. Seu médico fez alguns testes e deu-lhe um atestado de boa saúde, mas Compton, depois de 58 anos, tinha certeza que algo não estava certo.

Finalmente, seu farmacêutico ouvido falar sobre seus sintomas e sugeriu Compton tomar uma vitamina D exame de sangue - chamada de 25-hidroxi vitamina D teste. Descobriu-se que o seu nível de vitamina D não era apenas baixo - foi no fundo do poço. O Institute of edicine (IOM) considera a zona de deficiência de 20 nanogramas por mililitro. Compton foi cerca de 5 ng / mL.

O National Center for Health Statistics diz que mais de um terço dos americanos são deficientes em vitamina D, e outros estudos sugerem que a figura poderia ser tão alta quanto 50%.

Com certeza, dentro de um mês de iniciar um suplemento de vitamina D diariamente de 2.000 unidades internacional (UI), Compton diz, a dor nas pernas cessou. Seu sono, que havia sido conturbado, assim, nivelar novamente. Cinco anos após seu diagnóstico, Compton ainda leva suplementos religiosamente e não teve mais problemas.

Por que a vitamina D é crucial
Pode parecer que a vitamina D está em toda parte estes dias: pacotes de alimentos possuem em seu interior, prateleiras de suplementos e cera de saúde em websites sobre seus benefícios. Há razões que é tão digno de agitação: A vitamina D ajuda o cálcio e controle dos níveis de fósforo no organismo, e desempenha um papel importante no crescimento celular, a imunidade e reduzir a inflamação. É bem estabelecido que a deficiência de vitamina D em crianças pode levar ao raquitismo, uma doença que enfraquece os ossos que podem causar deformidades. Em adultos, pode causar osteomalácia - musculares e fraqueza óssea. E nova pesquisa sugere D baixo também está ligada ao câncer, problemas auto-imunes e doenças cardíacas.

Onde obter o sua Vitamina D
O sol é uma excelente fonte de vitamina D (veja à direita). É um desafio para obter a vitamina D de alimentos por si só, diz Elisabetta Politi, diretor de nutrição da Duke Diet e Fitness Center. Os peixes gordos, como salmão e laticínios fortificados, sucos e cereais são boas fontes, mas você teria que comer todos os dias para obter a sua necessidade diária. Além disso, "os cogumelos são uma das únicas D vegetais ricos", diz Politi.

Como obter vitamina D a partir do Sol
• 5-10 minutos de meio-dia (dez horas - três horas) no meio do ano luz solar nos braços e pernas fornece cerca de 3.000 UI de D para um caucasiano de pele clara.
• Obter este valor 2-3 vezes por semana é suficiente para a maioria, mas aqueles com uma deficiência grande pode precisar dele.
• Indo sem camisa oferece mais vitamina D, assim menos tempo sob o sol é necessário.
• Os indivíduos obesos e de pele escura necessitam de mais sol.
• Onde você mora e sua idade, cor da pele e obesidade têm um impacto de uma pessoa de vitamina D a exposição do sol.

Fonte: Carl Lavie, MD, Diretor Médico de Reabilitação Cardíaca e Prevenção de John Ochsner Coração e Instituto Vascular, New Orleans , Louisiana

Suplementos podem ser uma opção, especialmente se você trabalha dentro de casa, viver em um clima do Norte ou ter um histórico familiar de câncer de pele. Pessoas com pele mais pigmentada levam mais tempo para absorver a luz solar, como fazem aqueles que têm diabetes ou tomar drogas anticonvulsivantes.

Dito isto, os especialistas ainda não conseguiram determinar exatamente como os suplementos são eficazes no combate a muitas das condições preocupante causada por uma deficiência. D. Kevin Fiscella, professor da família e comunidade e medicina preventiva na Universidade de Rochester em Nova York, diz que grandes ensaios clínicos são necessários para aprender mais.

Quanto você realmente precisa?
Manson, recomenda seguir as orientações do Instituto de Medicina que os adultos até 70 anos de idade devem receber 600 UI de vitamina D por dia, e aqueles com mais de 70 deve ter 800 dias um IUs.

Mas outros especialistas afirmam que as diretrizes pairar no lado de baixo. Antes de carregar em suplementos ou peixe, converse com seu médico. Doses que são demasiado elevados pode levar a pedras nos rins, adverte Carl Lavie, diretor médico da reabilitação cardíaca e prevenção a John New Orleans Ochsner do Coração e Instituto Vascular.

E enquanto o 25-hidroxi vitamina D de teste podem ser encomendados pelo seu médico, não é necessário a menos que você tenha outros riscos à saúde, como diabetes ou doença cardíaca, diz Roger Blumenthal, diretor do Centro Johns Hopkins Ciccarone Cardiologia Preventiva.

"Até que nós vejamos os resultados do estudo VITAL e outros ensaios", diz Blumenthal, "Eu acho que a maioria dos médicos diria que se você tem níveis muito baixos D, nós vamos dar-lhe suplementos, mas se isso vai ajudar é longe de certo.

Siga como uma dieta equilibrada, como você pode, ficar fora um pouco a cada dia, e se você está se sentindo fora de sincronia, não se esqueça de perguntar ao seu médico sobre Vitamina D.

Fonte: USA Today