EXERCÍCIOS FÍSICOS E A SAÚDE DO CORPO TODO
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Ivair Augusto
A prática regular de exercícios físicos aeróbicos, como andar, correr, pedalar ou praticar esportes de quadra, confere uma série de ganhos que beneficiam a saúde de indivíduos aparentemente saudáveis, bem como, aqueles portadores de várias enfermidades. Benefícios dos exercícios físicos sobre doenças comuns:
- Hipertensão arterial:
A prática regular de EF ajuda no controle da pressão arterial, sendo preconizada como uma importante etapa no tratamento da hipertensão arterial. Além disso, os EF também ajudam no controle de outros fatores de risco cardiovascular , como colesterol elevado, obesidade ou diabetes. - Diabetes:
Indivíduos sedentários apresentam um risco relativo 50% maior de desenvolver diabetes do tipo 2. Esta doença costuma surgir após os 40 anos de idade, e apresenta uma relação direta com a obesidade central (acima da cintura) e histórico familiar de diabetes.
Em diabéticos, os EF regulares melhoram os níveis de glicemia (açúcar no sangue) e ajudam ainda a reduzir o colesterol e peso corporal. Deste modo, os EF são fundamentais para reduzir o risco cardiovascular em diabéticos.
- Anormalidades do colesterol:
Os EF regulares ajudam a elevar os níveis do HDL colesterol ("colesterol bom"), bem como, reduzir os níveis dos triglicerídeos. Especificamente em relação ao HDL colesterol, parece existir uma quantidade mínima de EF que é necessária para aumentar significativamente os níveis dessa fração do colesterol.
A duração de cada sessão de EF, mais do que a intensidade do mesmo, é o elemento fundamental da prescrição do mesmo.
- Doença arterial coronariana:
A doença arterial coronariana (DAC) é caracterizada pela formação de placas de gordura na parede das artérias do coração, causando a angina do peito, infarto do miocárdio (ataque cardíaco) e insuficiência cardíaca (coração fraco).
Os EF regulares acarretam uma adaptação muscular, melhorando a capacidade de trabalho do coração e dos pulmões, refletindo num melhor condicionamento cardiorrespiratório. Fatores de risco para a DAC, como a hipertensão arterial, anormalidades do colesterol, obesidade e diabetes, também melhoram com a prática regular de EF.
- Câncer:
Estudos populacionais demonstram um relação inversa entre a prática regular de EF e a prevalência de certos tipos de câncer, como intestino, mama e próstata .Além disso, os EF praticados de forma regular melhoram significativamente a qualidade de vida dos indivíduos portadores de câncer.
- Osteoporose:
Individuos fisicamente treinados costumam apresentar uma maior massa óssea. Além disso, a perda da massa óssea ao longo da vida pode ser minimizada pela prática regular de EF. Recomenda-se a prática de EF em que o corpo seja sustentado pelos membros inferiores.Exercícios resistidos, como a musculação, também são recomendados.
- Estresse:
Incoporar a prática de EF no cotidiano ajuda a evitar e combater o estresse.
- Asma:
Em portadores de asma brônquica, a prática regular de EF ajuda a melhorar a função cardíaca e pulmonar.A frequência das crises de asma também é reduzida com os EF.
- Artrite:
Os pacientes portadores de doenças reumáticas e que se apresentam fora das crises agudas de artrite, podem e devem praticar EF. Estes fortalecem a musculatura, além de ajudar a diminuir o peso e carga sobre as articulacões.
- Dor lombar:
Os EF que fortalecem a musculatura inferior do corpo ajudam a prevenir e tratar os episódios de dor lombar (lombalgia).
- Gripes e resfriados:
A prática regular de EF ajuda a aumentar a imunidade. Deste modo, infecções virais como gripes e resfriados tornam-se mais infrequentes.
Fonte: Portal do Coração
VEGETARIASNISMO - BOM PARA VOCÊ E PARA O PLANETA
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Ivair Augusto
Reduzir o consumo e a produção de carne em 30 por cento ajudaria a reduzir as emissões de carbono na atmosfera e a melhorar a saúde das pessoas, afirmaram cientistas na quarta-feira.
Pesquisadores britânicos e australianos descobriram que melhorar a eficiência, aumentar a captura de carbono e reduzir a dependência de combustíveis fósseis na agricultura não será suficiente para cumprir as metas de redução na emissão de CO2.
Mas combinar essas medidas com uma redução de 30 por cento no rebanho dos principais países produtores de carne e um corte similar no consumo de carne levaria a "benefícios substanciais à saúde da população" e à diminuição das emissões de gases-estufa, afirmaram.
O estudo descobriu que na Grã-Bretanha um consumo 30 por cento menor de gordura saturada de fonte animal por adultos reduziria o número de mortes prematuras decorrentes de doença cardíaca em cerca de 17 por cento - o equivalente a 18 mil mortes prematuras evitadas em um ano.
Em São Paulo, isso significaria até mil mortes prematuras evitadas em um ano.
De acordo com a agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, 18 por cento de todas as emissões de gases-estufa são oriundas da produção de carne e os especialistas afirmam que a demanda crescente pelo produto, principalmente nos países com economias em ascensão, poderia elevar o rebanho mundial em 85 por cento até 2030.
Os cientistas afirmam que é necessária uma ação global para maximizar os benefícios das reduções na produção e no consumo de carne e que as vantagens ambientais "podem se aplicar apenas nos países que atualmente têm altos níveis de produção".
O estudo foi publicado na revista médica The Lancet como parte de uma série sobre mudanças climáticas e saúde às vésperas da conferência sobre o clima em Copenhague.
[Para os cristãos a discussão tem dupla importância. Além de preservar a vida dos animais, preservamos a vida no planeta.
O mandamento 'não matarás' é diretamente atingido quando consumimos a carcaça de um animal. Não matamos o animal, mas estimulamos a matança ao consumir a carne dos animais.
Isso envolve também evitar os artigos de couro, os sabonetes de gordura animal e as marcas que promovem o uso indiscriminado destes produtos.
Isso é cristianismo relevante.]
Fonte: Reuters
Pesquisadores britânicos e australianos descobriram que melhorar a eficiência, aumentar a captura de carbono e reduzir a dependência de combustíveis fósseis na agricultura não será suficiente para cumprir as metas de redução na emissão de CO2.
Mas combinar essas medidas com uma redução de 30 por cento no rebanho dos principais países produtores de carne e um corte similar no consumo de carne levaria a "benefícios substanciais à saúde da população" e à diminuição das emissões de gases-estufa, afirmaram.
O estudo descobriu que na Grã-Bretanha um consumo 30 por cento menor de gordura saturada de fonte animal por adultos reduziria o número de mortes prematuras decorrentes de doença cardíaca em cerca de 17 por cento - o equivalente a 18 mil mortes prematuras evitadas em um ano.
Em São Paulo, isso significaria até mil mortes prematuras evitadas em um ano.
De acordo com a agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, 18 por cento de todas as emissões de gases-estufa são oriundas da produção de carne e os especialistas afirmam que a demanda crescente pelo produto, principalmente nos países com economias em ascensão, poderia elevar o rebanho mundial em 85 por cento até 2030.
Os cientistas afirmam que é necessária uma ação global para maximizar os benefícios das reduções na produção e no consumo de carne e que as vantagens ambientais "podem se aplicar apenas nos países que atualmente têm altos níveis de produção".
O estudo foi publicado na revista médica The Lancet como parte de uma série sobre mudanças climáticas e saúde às vésperas da conferência sobre o clima em Copenhague.
[Para os cristãos a discussão tem dupla importância. Além de preservar a vida dos animais, preservamos a vida no planeta.
O mandamento 'não matarás' é diretamente atingido quando consumimos a carcaça de um animal. Não matamos o animal, mas estimulamos a matança ao consumir a carne dos animais.
Isso envolve também evitar os artigos de couro, os sabonetes de gordura animal e as marcas que promovem o uso indiscriminado destes produtos.
Isso é cristianismo relevante.]
Fonte: Reuters
FÉ E SAÚDE
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Ivair Augusto
Acreditar em Deus pode ajudar a acabar com a ansiedade e reduzir o estresse, segundo um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá.
A pesquisa, publicada na revista Pyschological Science, envolveu a comparação das reações cerebrais em pessoas de diferentes religiões e em ateus, quando submetidos a uma série de testes.
Segundo os cientistas, quanto mais fé os voluntários tinham, mais tranquilos eles se mostravam diante das tarefas, mesmo quando cometiam erros.
Os pesquisadores afirmam que os participantes que obtiveram melhor resultado nos testes não eram fundamentalistas, mas acreditavam que "Deus deu sentido a suas vidas".
Comparados com os ateus, eles mostraram menos atividade no chamado córtex cingulado anterior, a área do cérebro que ajuda a modificar o comportamento ao sinalizar quando são necessários mais atenção e controle, geralmente como resultado de algum acontecimento que produz ansiedade, como cometer um erro.
"Esta parte do cérebro é como um alarme que toca quando uma pessoa comete um erro ou se sente insegura", disse Michael Inzlicht, professor de psicologia e coordenador da pesquisa.
"Os voluntários religiosos ou que simplesmente acreditavam em Deus mostraram muito menos atividade nesta região. Eles são muito menos ansiosos e se sentem menos estressados quando cometem um erro."
O cientista, no entanto, lembra que a ansiedade é "uma faca de dois gumes", necessária e útil em algumas situações.
"Claro que a ansiedade pode ser negativa, porque se você sofre repetidamente com o problema, pode ficar paralisado pelo medo", explicou. "Mas ela tem uma função muito útil, que é nos avisar quando estamos fazendo algo errado. Se você não se sentir ansioso com um erro, que ímpeto vai ter para mudar ou melhorar para não voltar a repetir o mesmo erro?".
Grupos ateus argumentaram que o estudo não prova que Deus existe, apenas mostra que ter uma crença é benéfico. [No entanto os ateus que as pesquisa compararam a atividade no cortez cerebral também possuem suas crenças. Os dois grupos acreditavam em algo, mas onde depositavam sua crença é que determinou o diferencial dos resultados.]
Fonte: BBC
HÁBITOS REGIONAIS E O CÂNCER
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Ivair Augusto
O Instituto Nacional do Câncer divulgou um estudo sobre o registro de casos da doença em todo o Brasil. As formas de câncer encontradas mais comumente em cada região do país. Num país com hábitos tão diferentes de Norte a Sul, os tipos de câncer mais comuns variam de região para região.
Os números foram analisados pelos médicos. E transformados em conselhos que podem ajudar os brasileiros a reduzir os riscos de desenvolver tumores malignos.
O exame mostrou o que Marluce não queria ver: um câncer de mama. Durante dois anos ela ignorou o nódulo que apareceu em um dos seios.
“Minhas irmãs não têm, minha mãe não tem, eu achei que eu nunca ia ter essa doença”, contou a aposentada Marluce Bezerra. Um engano. A genética não é a única causa da doença. Pelo contrário, 90% dos casos de câncer estão relacionados a outros fatores de risco.
E a maioria deles tem a ver com os nossos hábitos. O nosso jeito de levar a vida é a principal explicação para o aparecimento da doença.
No Sudeste, o câncer de mama vai ser o de maior incidência entre as mulheres em 2010. E até a vida reprodutiva influencia.
A primeira gravidez depois dos 30 anos, a menopausa tardia e o uso de anticoncepcionais são alguns dos fatores de risco comprovados. Para se prevenir: atividade física, alimentação saudável e até a amamentação.
“Amamentação é um importante fator de prevenção pras mulheres jovens. Qual é a recomendação, amamentar quantos meses? No mínimo 6 meses”, explicou o coordenador de prevenção do Inca, Cláudio Noronha.
Aos 45 anos, Sandra nunca ouviu falar no exame preventivo de câncer de colo do útero, o papanicolau. “Com esse nome, não conheço, porque meu estudo é muito pouco, e eu nem sabia nem o que era isso”, disse ela.
Ela vive em Belém. A região Norte é a que terá a maior taxa de câncer de colo de útero do país. “Hoje a gente poderia dizer que 80% das mortes por câncer de colo de útero na Região Norte poderiam ser evitadas se os exames fossem feitos e as pessoas com lesão tratadas precocemente”, explicou o médico do Inca.
E no Nordeste, terra do acarajé, da carne seca, do azeite de dendê? “Eu como e depois eu vejo, lá para frente eu me cuido. O importante é comer o que é gostoso”, disse um homem.
A culinária regional, que abusa do sal, pode levar a um câncer de estômago. Mas o maior fator de risco é uma bactéria presente principalmente onde falta saneamento básico, que é o caso de muitas cidades do Nordeste.
E no Rio Grande do Sul, a incidência de câncer de esôfago é duas vezes maior do que no Rio e em São Paulo. O motivo? O bom e velho chimarrão, tradicional na Região Sul.
“A gente toma o chimarrão bem quente para esquentar bem o corpo do gaúcho”, disse um homem. A bebida quente demais pode causar lesões no esôfago.
Mas pra prevenir a doença, não é preciso abrir mão da tradição. “Uma simples medida como no caso dos gaúchos é uma redução de 10ºC na temperatura previne um câncer que não tem solução infelizmente”, especialista em câncer de esôfago, Luiz Felipe Pinto.
Fonte: G1
Os números foram analisados pelos médicos. E transformados em conselhos que podem ajudar os brasileiros a reduzir os riscos de desenvolver tumores malignos.
O exame mostrou o que Marluce não queria ver: um câncer de mama. Durante dois anos ela ignorou o nódulo que apareceu em um dos seios.
“Minhas irmãs não têm, minha mãe não tem, eu achei que eu nunca ia ter essa doença”, contou a aposentada Marluce Bezerra. Um engano. A genética não é a única causa da doença. Pelo contrário, 90% dos casos de câncer estão relacionados a outros fatores de risco.
E a maioria deles tem a ver com os nossos hábitos. O nosso jeito de levar a vida é a principal explicação para o aparecimento da doença.
No Sudeste, o câncer de mama vai ser o de maior incidência entre as mulheres em 2010. E até a vida reprodutiva influencia.
A primeira gravidez depois dos 30 anos, a menopausa tardia e o uso de anticoncepcionais são alguns dos fatores de risco comprovados. Para se prevenir: atividade física, alimentação saudável e até a amamentação.
“Amamentação é um importante fator de prevenção pras mulheres jovens. Qual é a recomendação, amamentar quantos meses? No mínimo 6 meses”, explicou o coordenador de prevenção do Inca, Cláudio Noronha.
Aos 45 anos, Sandra nunca ouviu falar no exame preventivo de câncer de colo do útero, o papanicolau. “Com esse nome, não conheço, porque meu estudo é muito pouco, e eu nem sabia nem o que era isso”, disse ela.
Ela vive em Belém. A região Norte é a que terá a maior taxa de câncer de colo de útero do país. “Hoje a gente poderia dizer que 80% das mortes por câncer de colo de útero na Região Norte poderiam ser evitadas se os exames fossem feitos e as pessoas com lesão tratadas precocemente”, explicou o médico do Inca.
E no Nordeste, terra do acarajé, da carne seca, do azeite de dendê? “Eu como e depois eu vejo, lá para frente eu me cuido. O importante é comer o que é gostoso”, disse um homem.
A culinária regional, que abusa do sal, pode levar a um câncer de estômago. Mas o maior fator de risco é uma bactéria presente principalmente onde falta saneamento básico, que é o caso de muitas cidades do Nordeste.
E no Rio Grande do Sul, a incidência de câncer de esôfago é duas vezes maior do que no Rio e em São Paulo. O motivo? O bom e velho chimarrão, tradicional na Região Sul.
“A gente toma o chimarrão bem quente para esquentar bem o corpo do gaúcho”, disse um homem. A bebida quente demais pode causar lesões no esôfago.
Mas pra prevenir a doença, não é preciso abrir mão da tradição. “Uma simples medida como no caso dos gaúchos é uma redução de 10ºC na temperatura previne um câncer que não tem solução infelizmente”, especialista em câncer de esôfago, Luiz Felipe Pinto.
Fonte: G1
MENOS CALORIAS, MAIOR EXPECTATIVA DE VIDA
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Ivair Augusto
Restringir a ingestão de calorias na meia idade pode prolongar a vida, avaliou um estudo publicado na revista científica americana Procedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Antes, acreditava-se que era preciso diminuir a quantidade de calorias mais cedo para que a saúde fosse beneficiada pela dieta.
Mas estudos em ratos realizados pela Universidade da Califórnia mostraram que ratos mais velhos, aos quais uma restrição alimentar foi adotada somente nessa fase da vida, viveram até seis meses mais por causa da dieta, e as mortes por câncer também foram adiadas.
Os cientistas acreditam que a dieta provavelmente desacelerou o crescimento de vários tipos de tumores.
Pesquisas em cachorros e outros roedores aparentemente confirmaram a teoria, mas especialistas em nutrição afirmam que ainda é cedo para se avaliar o impacto da restrição de calorias na saúde humana.
Os ratos mais velhos, afirma o estudo, beneficiaram-se quase que imediatamente depois de passarem a ingerir menos calorias.
"Os efeitos da atuação de genes em órgãos como o fígado foram semelhantes nos ratos que começaram a dieta mais tarde e nos que começaram a dieta mais cedo", disseram os cientistas.
Os pesquisadores da Califórnia vêem no estudo uma oportunidade de desenvolver medicamentos que possam induzir o mesmo comportamento dos genes quando há uma restrição alimentar, com o objetivo de curar seres humanos de doenças variadas associadas ao envelhecimento.
Fonte: BBC
Antes, acreditava-se que era preciso diminuir a quantidade de calorias mais cedo para que a saúde fosse beneficiada pela dieta.
Mas estudos em ratos realizados pela Universidade da Califórnia mostraram que ratos mais velhos, aos quais uma restrição alimentar foi adotada somente nessa fase da vida, viveram até seis meses mais por causa da dieta, e as mortes por câncer também foram adiadas.
Os cientistas acreditam que a dieta provavelmente desacelerou o crescimento de vários tipos de tumores.
Pesquisas em cachorros e outros roedores aparentemente confirmaram a teoria, mas especialistas em nutrição afirmam que ainda é cedo para se avaliar o impacto da restrição de calorias na saúde humana.
Os ratos mais velhos, afirma o estudo, beneficiaram-se quase que imediatamente depois de passarem a ingerir menos calorias.
"Os efeitos da atuação de genes em órgãos como o fígado foram semelhantes nos ratos que começaram a dieta mais tarde e nos que começaram a dieta mais cedo", disseram os cientistas.
Os pesquisadores da Califórnia vêem no estudo uma oportunidade de desenvolver medicamentos que possam induzir o mesmo comportamento dos genes quando há uma restrição alimentar, com o objetivo de curar seres humanos de doenças variadas associadas ao envelhecimento.
Fonte: BBC
O PÃO FRANCÊS DE CADA DIA
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Ivair Augusto
Comer muito pão de forma branco aumenta a barriga, segundo uma pesquisa nos Estados Unidos, publicado no American Journal of Clinical Nutrition.
Já as pessoas que optam pelo pão de forma integral, como o de centeio, não têm a circunferência da cintura avolumada na mesma proporção, dizem cientistas da Universidade Tufts, em Boston.
De acordo com a equipe da professora Katherine Tucker, uma das explicações seria o fato de que, como as comidas integrais são ricas em fibras, dão uma sensação de barriga cheia e, por isso, as pessoas acabam comendo menos.
Os pesquisadores avaliaram cinco diferentes estilos de dieta, cada uma delas tendo um tipo de comida como principal alimento. Participaram do teste 459 homens e mulheres em bom estado de saúde.
De todos eles, aqueles que tiveram a dieta à base de pão de forma branco foram os que ganharam mais circunferência na linha da cintura.
Em um ano, tiveram um aumento médio de um centímetro na medida da cintura, três vezes mais do que o registrado pelos que tiveram uma dieta mais saudável à base de comidas integrais e pão preto.
Os cientistas não sabem exatamente por que comidas com grãos altamente refinados como o pão de forma branco engordam na cintura, mas isso poderia estar ligado às fibras e à maneira como a comida é digerida pelo corpo no processo de produção de energia.
Os autores do estudo dizem que as comidas ricas em fibras não apenas dão mais rapidamente uma sensação de barriga cheia, mas também têm um índice glicêmico mais baixo.
Esse índice é uma medida criada para aferir com que velocidade uma determinada comida aumenta o açúcar no sangue.
O nível de açúcar no sangue ajuda a determinar a quantidade de insulina produzida no corpo, o que tem relação direta com o apetite.
"Muitos dos alimentos no padrão saudável administrado no teste têm baixo índice glicêmico, o que provoca uma produção menor de insulina e, portanto, diminui a fome e o consumo energético", dizem os pesquisadores.
"Aqueles que se alimentaram com o padrão do pão de forma branco consumiram 16% do total diário de energia ingerida vinda do pão branco, o alimento de mais alto índice glicêmico."
Os pesquisadores ressaltaram, contudo, que como os alimentos não são ingeridos isoladamente, e sim como parte de um regime alimentar completo, é difícil projetar os resultados que eles obtiveram para os hábitos das pessoas no dia-a-dia.
Fonte: BBC
Já as pessoas que optam pelo pão de forma integral, como o de centeio, não têm a circunferência da cintura avolumada na mesma proporção, dizem cientistas da Universidade Tufts, em Boston.
De acordo com a equipe da professora Katherine Tucker, uma das explicações seria o fato de que, como as comidas integrais são ricas em fibras, dão uma sensação de barriga cheia e, por isso, as pessoas acabam comendo menos.
Os pesquisadores avaliaram cinco diferentes estilos de dieta, cada uma delas tendo um tipo de comida como principal alimento. Participaram do teste 459 homens e mulheres em bom estado de saúde.
De todos eles, aqueles que tiveram a dieta à base de pão de forma branco foram os que ganharam mais circunferência na linha da cintura.
Em um ano, tiveram um aumento médio de um centímetro na medida da cintura, três vezes mais do que o registrado pelos que tiveram uma dieta mais saudável à base de comidas integrais e pão preto.
Os cientistas não sabem exatamente por que comidas com grãos altamente refinados como o pão de forma branco engordam na cintura, mas isso poderia estar ligado às fibras e à maneira como a comida é digerida pelo corpo no processo de produção de energia.
Os autores do estudo dizem que as comidas ricas em fibras não apenas dão mais rapidamente uma sensação de barriga cheia, mas também têm um índice glicêmico mais baixo.
Esse índice é uma medida criada para aferir com que velocidade uma determinada comida aumenta o açúcar no sangue.
O nível de açúcar no sangue ajuda a determinar a quantidade de insulina produzida no corpo, o que tem relação direta com o apetite.
"Muitos dos alimentos no padrão saudável administrado no teste têm baixo índice glicêmico, o que provoca uma produção menor de insulina e, portanto, diminui a fome e o consumo energético", dizem os pesquisadores.
"Aqueles que se alimentaram com o padrão do pão de forma branco consumiram 16% do total diário de energia ingerida vinda do pão branco, o alimento de mais alto índice glicêmico."
Os pesquisadores ressaltaram, contudo, que como os alimentos não são ingeridos isoladamente, e sim como parte de um regime alimentar completo, é difícil projetar os resultados que eles obtiveram para os hábitos das pessoas no dia-a-dia.
Fonte: BBC
O USO DE FIBRAS NA PREVENÇÃO DO CÂNCER DE MAMA
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Ivair Augusto
Mulheres que ainda não passaram pela menopausa e que comem grande quantidade de fibras podem ter o risco de câncer de mama reduzido pela metade, sugeriu estudo da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha.
O estudo, com 35 mil mulheres, constatou que as mulheres que ingeriam 30 gramas de fibra por dia tinham a metade do risco daquelas que ingeriam menos de 20 gramas.
Os pesquisadores recomendam às mulheres que aumentem sua ingestão diária de fibras. Especialistas disseram que o estudo divulgado no International Journal of Epidemiology traz mais evidências dos benefícios de uma dieta saudável.
Os britânicos ingerem em média 12 gramas de fibra por dia. Para consumir, 30 gramas de fibra, uma pessoa precisa comer um cereal de alta concentração de fibras no café da manhã; trocar o pão branco ou de centeio por pão integral e certificar-se de que está ingerindo cinco porções de frutas, verduras e legumes por dia.
Uma equipe do Centro de Epidemiologia e Bioestatística da Universidade de Leeds monitorou os hábitos alimentares e a saúde de mais de 35 mil mulheres por sete anos.
Elas tinham idades de 35 a 69 anos no início do estudo. Sua dieta foi avaliada através de um questionário que incluía 217 tipos de alimento.
Ao contrário de outros estudos sobre a ingestão de fibra e o risco de câncer de mama, as mulheres participantes tinham toda uma gama de dietas, inclusive grupos que eram totalmente vegetarianos ou que não comiam carne vermelha.
Pouco menos de 16 mil mulheres não haviam passado pela menopausa ao participarem do estudo.
Um total de 257 mulheres que não haviam passado pela menopausa desenvolveu câncer de mama durante o estudo, que foi financiado, inicialmente, pelo Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer.
Eram mulheres que tinham uma maior porcentagem de sua energia proveniente de proteínas e menor ingestão de fibras e vitamina C, em comparação às mulheres que não desenvolveram câncer.
Mas o impacto não foi constatado no grupo de mulheres que já haviam passado pela menopausa, em que 350 tiveram câncer.
Os pesquisadores dizem que isso pode ocorrer porque fibras afetam a forma como o organismo processa e regula o hormônio feminino estrógeno. Os níveis deste hormônio são mais elevados em mulheres que ainda não chegaram à menopausa.
Janet Cade, líder da pesquisa, disse: "Nosso estudo não encontrou um efeito protetor no grupo mais velho, mas evidências significativas de uma ligação em mulheres antes da menopausa."
A pesquisadora acrescentou ainda que mulheres com peso acima da média e que passaram pela menopausa têm um risco maior de câncer de mama. "O seu peso pode ser preponderante em relação a outros efeitos como os benefícios das fibras."
Ed Yong, da Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, disse: "Nós já recomendamos a adoção de uma dieta rica em fibras para reduzir o risco de câncer no intestino. "Este estudo sugere que ela pode ajudar a proteger contra câncer de mama nas mulheres mais jovens também."
Fonte: BBC
O estudo, com 35 mil mulheres, constatou que as mulheres que ingeriam 30 gramas de fibra por dia tinham a metade do risco daquelas que ingeriam menos de 20 gramas.
Os pesquisadores recomendam às mulheres que aumentem sua ingestão diária de fibras. Especialistas disseram que o estudo divulgado no International Journal of Epidemiology traz mais evidências dos benefícios de uma dieta saudável.
Os britânicos ingerem em média 12 gramas de fibra por dia. Para consumir, 30 gramas de fibra, uma pessoa precisa comer um cereal de alta concentração de fibras no café da manhã; trocar o pão branco ou de centeio por pão integral e certificar-se de que está ingerindo cinco porções de frutas, verduras e legumes por dia.
Uma equipe do Centro de Epidemiologia e Bioestatística da Universidade de Leeds monitorou os hábitos alimentares e a saúde de mais de 35 mil mulheres por sete anos.
Elas tinham idades de 35 a 69 anos no início do estudo. Sua dieta foi avaliada através de um questionário que incluía 217 tipos de alimento.
Ao contrário de outros estudos sobre a ingestão de fibra e o risco de câncer de mama, as mulheres participantes tinham toda uma gama de dietas, inclusive grupos que eram totalmente vegetarianos ou que não comiam carne vermelha.
Pouco menos de 16 mil mulheres não haviam passado pela menopausa ao participarem do estudo.
Um total de 257 mulheres que não haviam passado pela menopausa desenvolveu câncer de mama durante o estudo, que foi financiado, inicialmente, pelo Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer.
Eram mulheres que tinham uma maior porcentagem de sua energia proveniente de proteínas e menor ingestão de fibras e vitamina C, em comparação às mulheres que não desenvolveram câncer.
Mas o impacto não foi constatado no grupo de mulheres que já haviam passado pela menopausa, em que 350 tiveram câncer.
Os pesquisadores dizem que isso pode ocorrer porque fibras afetam a forma como o organismo processa e regula o hormônio feminino estrógeno. Os níveis deste hormônio são mais elevados em mulheres que ainda não chegaram à menopausa.
Janet Cade, líder da pesquisa, disse: "Nosso estudo não encontrou um efeito protetor no grupo mais velho, mas evidências significativas de uma ligação em mulheres antes da menopausa."
A pesquisadora acrescentou ainda que mulheres com peso acima da média e que passaram pela menopausa têm um risco maior de câncer de mama. "O seu peso pode ser preponderante em relação a outros efeitos como os benefícios das fibras."
Ed Yong, da Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, disse: "Nós já recomendamos a adoção de uma dieta rica em fibras para reduzir o risco de câncer no intestino. "Este estudo sugere que ela pode ajudar a proteger contra câncer de mama nas mulheres mais jovens também."
Fonte: BBC
CARNE VERMELHA E O CANCER DE MAMA
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Ivair Augusto
O consumo de carne vermelha pode aumentar significativamente o risco de câncer de mama em mulheres que já passaram da menopausa, segundo um estudo publicado no British Journal of Cancer.
Uma equipe de cientistas da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, monitorou a saúde de 35 mil mulheres durante sete anos e concluiu que mulheres que comiam uma porção de cerca de 60g de carne por dia apresentaram 56% mais risco do que aquelas que não consumiam o alimento.
Ainda segundo o estudo, as mulheres que comiam carne processada, como bacon, salsichas e presunto, têm 64% mais risco de desenvolver o câncer de mama do que aquelas que evitam esses pratos.
"A carne vermelha é rica em gordura saturada, e esse tipo de gordura influencia na quantidade de colesterol produzida pelo organismo. O colesterol é um precursor do estrogênio, substância que está associada a um maior risco de câncer de mama", explicou Janet Cade, chefe da equipe que realizou a pesquisa.
Segundo a médica, cozinhar a carne em altas temperaturas também pode acelerar a formação de componentes cancerígenos.
"Meu conselho para mulheres que consomem grandes quantidades de carne vermelha e processada diariamente é para que elas reavaliem sua dieta", disse.
Cade afirmou ainda que mulheres mais jovens, que ainda não entraram na menopausa e que comem carne vermelha, também apresentaram mais chances de sofrer da doença, mas os resultados não foram significantes estatisticamente.
O mesmo estudo mostrou que mulheres mais jovens que consomem grande quantidades de fibras cortaram pela metade o risco de desenvolver o câncer de mama. A pesquisa foi elogiada por entidades britânicas de prevenção e combate à doença.
"Este estudo é interessante porque até agora era difícil isolar os efeitos específicos da carne vermelha sobre o câncer de mama", disse Alexis Willett, da Breakthrough Breast Cancer.
"Os cientistas também encontraram diferenças em outros fatores como idade, peso e nível de atividade física entre aquelas mulheres que comiam e as que não comiam carne, e tudo isso também influencia no desenvolvimento da doença."
Henry Scowcroft, do Cancer Research UK, disse que as mulheres deveriam tentar manter um peso saudável, fazer exercícios físicos e evitar porções regulares de alimentos gordurosos, como a carne vermelha.
Fonte: BBC
OTIMISMO E SUA SAÚDE
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Ivair Augusto
Expectativas positivas ou negativas em relação ao futuro, que também podem ser chamadas de otimismo e pessimismo, podem ter forte relação com nossa saúde, e um estudo recém-publicado pela revista Stroke, periódico oficial da Associação Americana do Coração, revela que pessoas com baixos graus de pessimismo têm menor risco de desenvolver derrame cerebral.
Quase 25 mil finlandeses sem história de doença cardiovascular, e com idades entre 20 e 54 anos, foram avaliados por uma escala de avaliação de otimismo / pessimismo já bem validada.
Os voluntários com os menores níveis de pessimismo tiveram um risco 48% menor de apresentar um derrame cerebral ao longo de um acompanhamento de sete anos quando foram comparados aos mais pessimistas.
Os resultados são consistentes com pesquisas anteriores que já haviam demonstrado que o pessimismo está associado a um maior risco de infarto do coração ou morte. As pesquisas também sugerem que o pessimismo e o otimismo não devem ser considerados como diferentes faces da mesma moeda, mas possivelmente faces de diferentes moedas.
Pacientes com diagnóstico de câncer e altos graus de pessimismo sobrevivem menos tempo que aqueles com baixos graus, independente de sintomas depressivos. Em contraste, aqueles muito otimistas não vivem mais tempo que os pouco otimistas.
Uma expectativa negativa do futuro pode influenciar a saúde através de mudanças nos hábitos de vida, mas também por fatores biológicos como alterações na atividade do sistema nervoso autônomo. Ainda resta saber também se intervenções que modulem a mente para ter menos pensamentos pessimistas podem ter impacto positivo na promoção da saúde.
Fonte: UOL
Quase 25 mil finlandeses sem história de doença cardiovascular, e com idades entre 20 e 54 anos, foram avaliados por uma escala de avaliação de otimismo / pessimismo já bem validada.
Os voluntários com os menores níveis de pessimismo tiveram um risco 48% menor de apresentar um derrame cerebral ao longo de um acompanhamento de sete anos quando foram comparados aos mais pessimistas.
Os resultados são consistentes com pesquisas anteriores que já haviam demonstrado que o pessimismo está associado a um maior risco de infarto do coração ou morte. As pesquisas também sugerem que o pessimismo e o otimismo não devem ser considerados como diferentes faces da mesma moeda, mas possivelmente faces de diferentes moedas.
Pacientes com diagnóstico de câncer e altos graus de pessimismo sobrevivem menos tempo que aqueles com baixos graus, independente de sintomas depressivos. Em contraste, aqueles muito otimistas não vivem mais tempo que os pouco otimistas.
Uma expectativa negativa do futuro pode influenciar a saúde através de mudanças nos hábitos de vida, mas também por fatores biológicos como alterações na atividade do sistema nervoso autônomo. Ainda resta saber também se intervenções que modulem a mente para ter menos pensamentos pessimistas podem ter impacto positivo na promoção da saúde.
Fonte: UOL
O VALOR DO JEJUM
Postado por
Ivair Augusto
Jejuar é uma práticva antiga. Os judeus tinham leis que incentivavam os jejuns; essas leis tinham um valor espiritual e também finalidades didáticas para a saúde pública. Os valores transmitidos nas leis religiosas que eram artigos de saúde, eram medidas sanitárias m última instância.
O jejum era praticado por seitas como os fariseus, uma das mais rigorosas. Eles jejuavam em até 3 vezes por semana. Isso tinha o seu valor espiritual e também o valor de saúde pública.
Pesquisadores de Chicago avaliaram os efeitos de uma dieta de jejum em dias alternados (ADF) no peso corporal e nos indicadores de risco de doença arterial coronariana (DAC) em adultos obesos.
Na pesquisa, dezesseis indivíduos obesos (12 mulheres e 4 homens) completaram um estudo de 10 semanas composto de 3 fases: 1) fase-controle de 2 semanas, 2) fase de perda de peso de 4 semanas/fase de ADF e ingestão controlada de alimentos e 3) fase de perda de peso de 4 semanas/fase de ADF e ingestão de alimentos a critério do paciente.
A aderência à dieta permaneceu alta durante a fase de controle (dias de aderência: 86%) e da fase de ingestão livre (89%). O índice de perda de peso permaneceu constante durante a fase de ingestão controlada (0,67+0,1 kg/semana) e de ingestão livre (0,68+0,1 kg/semana).
O peso foi reduzido em 5,6+1,0 kg após 8 semanas de dieta. O percentual de gordura corporal diminuiu de 45+2% para 42+2%. AS concentrações de colesterol, LDL e triglicerídeos reduziram-se em 21+4%, 25+10% e 32+6%, respectivamente após 8 semanas de ADF, enquanto o HDL não sofreu modificação. A pressão arterial sistólica diminuiu de 124+5 para 116+3mmHg.
Estes achados sugerem que a dieta de jejum em dias alternados é uma opção dietética viável para ajudar indivíduos obesos a perderem peso e reduzirem o risco de doença arterial coronariana.
Fonte: UOL
O jejum era praticado por seitas como os fariseus, uma das mais rigorosas. Eles jejuavam em até 3 vezes por semana. Isso tinha o seu valor espiritual e também o valor de saúde pública.
Pesquisadores de Chicago avaliaram os efeitos de uma dieta de jejum em dias alternados (ADF) no peso corporal e nos indicadores de risco de doença arterial coronariana (DAC) em adultos obesos.
Na pesquisa, dezesseis indivíduos obesos (12 mulheres e 4 homens) completaram um estudo de 10 semanas composto de 3 fases: 1) fase-controle de 2 semanas, 2) fase de perda de peso de 4 semanas/fase de ADF e ingestão controlada de alimentos e 3) fase de perda de peso de 4 semanas/fase de ADF e ingestão de alimentos a critério do paciente.
A aderência à dieta permaneceu alta durante a fase de controle (dias de aderência: 86%) e da fase de ingestão livre (89%). O índice de perda de peso permaneceu constante durante a fase de ingestão controlada (0,67+0,1 kg/semana) e de ingestão livre (0,68+0,1 kg/semana).
O peso foi reduzido em 5,6+1,0 kg após 8 semanas de dieta. O percentual de gordura corporal diminuiu de 45+2% para 42+2%. AS concentrações de colesterol, LDL e triglicerídeos reduziram-se em 21+4%, 25+10% e 32+6%, respectivamente após 8 semanas de ADF, enquanto o HDL não sofreu modificação. A pressão arterial sistólica diminuiu de 124+5 para 116+3mmHg.
Estes achados sugerem que a dieta de jejum em dias alternados é uma opção dietética viável para ajudar indivíduos obesos a perderem peso e reduzirem o risco de doença arterial coronariana.
Fonte: UOL
MÁ POSTURA - A RESPONSÁVEL PELOS PROBLEMAS NA COLUNA
Postado por
Ivair Augusto
A dor na coluna é um dos problemas de saúde mais comuns da vida moderna. De acordo com a Organização Mundial de saúde (OMS), 85% da população mundial sofrem de dores na coluna.
As causas dos problemas são simples e, na maioria das vezes, estão associadas ao sedentarismo.
Para combater este mal é necessário uma rotina de exrcícios físicos regulares e, principalmente, a melhorar a postura.
Pessoas de todas as faixas etárias e com as mais diversas ocupações são alvo de dores nas costas. Isso porque, além do sedentarismo, atividades simples do dia a dia como sentar, deitar e até andar são feitas de maneira incorreta.
Exercícios físicos regulares são grandes aliados da coluna. Músculos sedentários tendem ao encurtamento, se tornando mais rígidos. Tudo isso acarreta em uma sobrecarga de peso na coluna.
Para combater as dores, o ideal é combinar três tipos de exercícios: alongamento, musculação e aeróbica. O alongamento é ideal para aumentar a flexibilidade, já a musculação, trabalha abdome e lombar. “odos esses exercícios criam um cinturão que fortalece a base da coluna. A atividade aeróbica também é excelente para a perda de peso, outro fator que influencia as dores na coluna.
E para quem não gosta de fazer musculação, existem atividades alternativas que garantem resultados positivos. Modalidades aquáticas, que reduzem o impacto, como hidroginástica, estão entre as opções.
Outra atividade muito procurada é o Pilates, que pode ser realizado individualmente ou em grupos. Quem pratica Pilates consegue aliar alongamento, fortalecimento da musculatura e correção postural.
Outra novidade é o flying cords modalidade onde o aluno usa o peso do próprio corpo para os exercícios, ajudando, principalmente, na postura.
É cada vez mais frequente a procura por exercícios que amenizem estas dores. Isso é o resultado da rotina das pessoas, que passam horas sentadas, em frente ao computador sem se preocupar com a postura. A regularidade é fundamental para garantir resultados. O ideal é que os exercícios sejam feitos no mínimo duas vezes por semana. Assim, o corpo recebe estímulos constantes, que vão evitar o encurtamento da musculatura.
Fonte: UOL
HELICOBACTER PILORY E HÁBITOS SEXUAIS
Postado por
Ivair Augusto
O câncer de estômago é causado por uma enzima ativada pela Helicobacter pylori, uma bactéria que sobrevive aos ácidos estomacais e é a origem da gastrenterite, revelou um estudo publicado hoje pela revista "Proceedings", da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
Segundo cientistas da Universidade de Urbana (Illinois, EUA), já se sabia que as infecções crônicas causadas pela bactéria induziam o desenvolvimento de diversos tipos de câncer estomacal. O que se desconhecia eram os mecanismos e os fatores bacterianos que contribuíam ao desenvolvimento da doença.
O estudo, segundo indicado, é o primeiro que demonstra que um fator produzido pela bactéria ativa diretamente a enzima poli-polimerasa (PARP-1), que está no núcleo das células. A enzima regula a reação e a morte celulares que são típicas da infecção da bactéria. Além disso, é parte da maquinaria celular que repara o DNA.
A gastrite induzida pelo H. pylori é uma das infecções mais comuns na espécie humana, comprometendo cerca de metade da população mundial . A bactéria apresenta distribuição cosmopolita, sendo encontrada em habitantes dos cinco continentes.
A prevalência da infecção pelo H. pylori varia com a idade, o nível socioeconômico e a raça. Estudos sorológicos demonstraram que a prevalência de infecção por H. pylori aumenta com a idade e é maior nos países em desenvolvimento . Na França, a soropositividade em indivíduos menores de 18 anos é de 7%, enquanto na Argélia e na Costa do Marfim, está em torno de 62% e 64%, respectivamente.
A infecção pelo H. pylori, em países desenvolvidos, ocorre após os três ou cinco anos de idade; já em países em desenvolvimento, crianças com menos de um ano podem estar contaminadas . Em estudo realizado em Belo Horizonte com indivíduos entre sete meses e 16 anos, observou-se que o indivíduo mais jovem infectado tinha 3 anos e que a positividade de infecção pela bactéria aumentava com a idade, atingindo 82% dos indivíduos maiores de 12 anos. A grande maioria dos pacientes, nos dois estudos, era de baixo nível socioeconômico.
Estudos brasileiros encontraram as seguintes prevalências: 59,5% no Rio de Janeiro (RJ) (68); 76,3% em São Paulo (SP) (23); 83% em Santa Maria (RS) (50); 84,7% em Nossa Senhora do Livramento (MT) (69); 85,18% em Botucatu (SP) (39); 87% em Araçuaí (MG) (52); 89,6% em Campinas (SP) (45) e 96% em São Luís (MA).
Embora cerca de 50% da população mundial estejam contaminados pelo H. pylori, os mecanismos de transmissão constituem motivo de muita controvérsia. As vias oral-oral e fecal-oral parecem ser as principais formas de transmissão. Entretanto as taxas reais não foram estabelecidas.
Klein sugeriu que a água contaminada por matéria fecal constitui importante fonte de infecção. Em 1994, Kelly conseguiu isolar a bactéria das fezes de indivíduos colonizados. Recentemente foi relatado que o H. pylori pode ser transmitido sexualmente por via oral-anal.
Fonte: Folha S Paulo; Biopatologia do Helicobacter pylori - Marcelo Sady Plácido Ladeira; Daisy Maria Fávero Salvadori; Maria Aparecida Marchesan Rodrigues.
Segundo cientistas da Universidade de Urbana (Illinois, EUA), já se sabia que as infecções crônicas causadas pela bactéria induziam o desenvolvimento de diversos tipos de câncer estomacal. O que se desconhecia eram os mecanismos e os fatores bacterianos que contribuíam ao desenvolvimento da doença.
O estudo, segundo indicado, é o primeiro que demonstra que um fator produzido pela bactéria ativa diretamente a enzima poli-polimerasa (PARP-1), que está no núcleo das células. A enzima regula a reação e a morte celulares que são típicas da infecção da bactéria. Além disso, é parte da maquinaria celular que repara o DNA.
A gastrite induzida pelo H. pylori é uma das infecções mais comuns na espécie humana, comprometendo cerca de metade da população mundial . A bactéria apresenta distribuição cosmopolita, sendo encontrada em habitantes dos cinco continentes.
A prevalência da infecção pelo H. pylori varia com a idade, o nível socioeconômico e a raça. Estudos sorológicos demonstraram que a prevalência de infecção por H. pylori aumenta com a idade e é maior nos países em desenvolvimento . Na França, a soropositividade em indivíduos menores de 18 anos é de 7%, enquanto na Argélia e na Costa do Marfim, está em torno de 62% e 64%, respectivamente.
A infecção pelo H. pylori, em países desenvolvidos, ocorre após os três ou cinco anos de idade; já em países em desenvolvimento, crianças com menos de um ano podem estar contaminadas . Em estudo realizado em Belo Horizonte com indivíduos entre sete meses e 16 anos, observou-se que o indivíduo mais jovem infectado tinha 3 anos e que a positividade de infecção pela bactéria aumentava com a idade, atingindo 82% dos indivíduos maiores de 12 anos. A grande maioria dos pacientes, nos dois estudos, era de baixo nível socioeconômico.
Estudos brasileiros encontraram as seguintes prevalências: 59,5% no Rio de Janeiro (RJ) (68); 76,3% em São Paulo (SP) (23); 83% em Santa Maria (RS) (50); 84,7% em Nossa Senhora do Livramento (MT) (69); 85,18% em Botucatu (SP) (39); 87% em Araçuaí (MG) (52); 89,6% em Campinas (SP) (45) e 96% em São Luís (MA).
Embora cerca de 50% da população mundial estejam contaminados pelo H. pylori, os mecanismos de transmissão constituem motivo de muita controvérsia. As vias oral-oral e fecal-oral parecem ser as principais formas de transmissão. Entretanto as taxas reais não foram estabelecidas.
Klein sugeriu que a água contaminada por matéria fecal constitui importante fonte de infecção. Em 1994, Kelly conseguiu isolar a bactéria das fezes de indivíduos colonizados. Recentemente foi relatado que o H. pylori pode ser transmitido sexualmente por via oral-anal.
Fonte: Folha S Paulo; Biopatologia do Helicobacter pylori - Marcelo Sady Plácido Ladeira; Daisy Maria Fávero Salvadori; Maria Aparecida Marchesan Rodrigues.
GORDURA CORPORAL E ESTADOS INFLAMATÓRIOS DO CORAÇÃO
Postado por
Ivair Augusto
O excesso de peso em pessoas aparentemente saudáveis --com níveis satisfatórios de colesterol, triglicérides, glicemia e pressão arterial-- é um fator independente de risco para doenças cardiovasculares, segundo um estudo da Universidade de Uppsala, na Suécia, publicado no periódico "Circulation".
A conclusão contraria o conceito de que há um subgrupo de "gordinhos saudáveis". O estudo, que acompanhou mais de 1.700 homens de meia-idade por 30 anos, é o mais longo trabalho sobre a relação entre obesidade e risco de doenças do coração já realizado.
Até então, os dados mostravam que pessoas com sobrepeso ou obesas que não apresentavam síndrome metabólica não tinham risco cardiovascular maior. Na pesquisa, a síndrome foi definida pela presença de ao menos três de cinco fatores: hipertensão arterial, intolerância à glicose, colesterol alto, colesterol HDL ("bom") baixo e circunferência abdominal acima dos limites normais.
"Classicamente, imaginava-se que o excesso de peso por si só não aumentava diretamente o risco cardiovascular. O novo estudo coloca esse conceito em dúvida", diz Raul Dias dos Santos, diretor da Unidade Clínica de Dislipidemias do InCor (Instituto do Coração).
Uma das hipóteses para explicar a relação direta entre o excesso de peso e as doenças cardiovasculares é a atividade pró-inflamatória do tecido gorduroso. "As gorduras liberam substâncias que, no fígado, são transformadas em agentes inflamatórios e vão para a corrente sanguínea, podendo agredir os vasos do coração e do cérebro. Também liberam substâncias que, nos músculos, bloqueiam a ação da insulina, favorecendo o diabetes", diz Santos.
Para Daniel Magnoni, chefe do serviço de nutrologia do HCor (Hospital do Coração), "não dá para falar em "gordinho saudável", já que o excesso de peso predispõe ao desenvolvimento de diversas outras doenças, não apenas as do coração".
Em relação ao aumento do risco cardiovascular, Magnoni aponta que, além do IMC (índice de massa corpórea) utilizado no estudo para caracterizar sobrepeso e obesidade, seria preciso avaliar fatores como a prática de atividade física, o consumo regular de frutas e verduras e o nível de estresse, que não foram considerados no estudo. No entanto, os pesquisadores suecos fizeram os ajustes para idade, hábito de fumar e níveis de colesterol LDL ("ruim").
Mesmo ajustando esses fatores, foi observado que homens com sobrepeso sem síndrome metabólica têm um risco 52% maior de sofrer infarto, derrame ou insuficiência cardíaca. Nos obesos sem a síndrome, o risco foi 95% maior.
Os dados ressaltam a importância de tratar o sobrepeso independentemente da existência de outros fatores de risco, mas não minimizam a importância da síndrome metabólica: a pesquisa também mostrou que, com a síndrome, o risco aumenta para 74% nos homens com sobrepeso e para 155% nos obesos.
Heno Lopes, coordenador do Ambulatório de Síndrome Metabólica do InCor, não se surpreende com esses resultados. "A obesidade tem relação direta com o aumento da pressão arterial, dos triglicérides e a resistência à insulina, por isso o risco do ganho de peso sempre foi valorizado", afirma.
O fato de existirem obesos que não desenvolvem doenças cardiovasculares não minimiza o risco para a população em geral. "Por alguma razão que ainda desconhecemos, há indivíduos com algum fator cardioprotetor, mas esses são a exceção, não a regra", diz Lopes.
Fonte. Folha de S.Paulo
A conclusão contraria o conceito de que há um subgrupo de "gordinhos saudáveis". O estudo, que acompanhou mais de 1.700 homens de meia-idade por 30 anos, é o mais longo trabalho sobre a relação entre obesidade e risco de doenças do coração já realizado.
Até então, os dados mostravam que pessoas com sobrepeso ou obesas que não apresentavam síndrome metabólica não tinham risco cardiovascular maior. Na pesquisa, a síndrome foi definida pela presença de ao menos três de cinco fatores: hipertensão arterial, intolerância à glicose, colesterol alto, colesterol HDL ("bom") baixo e circunferência abdominal acima dos limites normais.
"Classicamente, imaginava-se que o excesso de peso por si só não aumentava diretamente o risco cardiovascular. O novo estudo coloca esse conceito em dúvida", diz Raul Dias dos Santos, diretor da Unidade Clínica de Dislipidemias do InCor (Instituto do Coração).
Uma das hipóteses para explicar a relação direta entre o excesso de peso e as doenças cardiovasculares é a atividade pró-inflamatória do tecido gorduroso. "As gorduras liberam substâncias que, no fígado, são transformadas em agentes inflamatórios e vão para a corrente sanguínea, podendo agredir os vasos do coração e do cérebro. Também liberam substâncias que, nos músculos, bloqueiam a ação da insulina, favorecendo o diabetes", diz Santos.
Para Daniel Magnoni, chefe do serviço de nutrologia do HCor (Hospital do Coração), "não dá para falar em "gordinho saudável", já que o excesso de peso predispõe ao desenvolvimento de diversas outras doenças, não apenas as do coração".
Em relação ao aumento do risco cardiovascular, Magnoni aponta que, além do IMC (índice de massa corpórea) utilizado no estudo para caracterizar sobrepeso e obesidade, seria preciso avaliar fatores como a prática de atividade física, o consumo regular de frutas e verduras e o nível de estresse, que não foram considerados no estudo. No entanto, os pesquisadores suecos fizeram os ajustes para idade, hábito de fumar e níveis de colesterol LDL ("ruim").
Mesmo ajustando esses fatores, foi observado que homens com sobrepeso sem síndrome metabólica têm um risco 52% maior de sofrer infarto, derrame ou insuficiência cardíaca. Nos obesos sem a síndrome, o risco foi 95% maior.
Os dados ressaltam a importância de tratar o sobrepeso independentemente da existência de outros fatores de risco, mas não minimizam a importância da síndrome metabólica: a pesquisa também mostrou que, com a síndrome, o risco aumenta para 74% nos homens com sobrepeso e para 155% nos obesos.
Heno Lopes, coordenador do Ambulatório de Síndrome Metabólica do InCor, não se surpreende com esses resultados. "A obesidade tem relação direta com o aumento da pressão arterial, dos triglicérides e a resistência à insulina, por isso o risco do ganho de peso sempre foi valorizado", afirma.
O fato de existirem obesos que não desenvolvem doenças cardiovasculares não minimiza o risco para a população em geral. "Por alguma razão que ainda desconhecemos, há indivíduos com algum fator cardioprotetor, mas esses são a exceção, não a regra", diz Lopes.
Fonte. Folha de S.Paulo
ÓPIO MATA MAIS DO QUE GUERRA
Postado por
Ivair Augusto
Um relatório divulgado nesta quarta-feira pelo Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês) sugere que o ópio é a droga que mais mata globalmente e afirma que a quantidade de ópio produzida no Afeganistão mata mais pessoas dos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) do que a guerra em território afegão.
Substâncias chamadas de drogas opiáceas ou simplesmente opiáceos são aquelas obtidas do ópio; podem ser opiáceos naturais quando não sofrem nenhuma modificação (morfina, codeína) ou opiáceos semi-sintéticos quando são resultantes de modificações parciais das substâncias naturais (como é o caso da heroína que é obtida da morfina através de uma pequena modificação química).
Segundo o documento, cerca de dez mil pessoas morrem pelo consumo de heroína todos os anos nos países da aliança – um número cinco vezes maior do que o total de soldados da Otan mortos no Afeganistão desde o início da ofensiva, em 2001.
Na Rússia – o país mais afetado pela droga – o total de 30 mil mortes anuais causadas pelo consumo é maior do que o total de mortos na campanha da antiga União Soviética no país entre 1979 e 1989.
De acordo com a UNODC, o mercado de ópio gera um negócio de US$ 65 bilhões, financia o terrorismo global, abastece 15 milhões de viciados em opiáceos e mata 100 mil pessoas todos os anos.
O Afeganistão produz 92% do ópio no mundo, o equivalente a 3,5 mil toneladas todos os anos.
Diferentemente de relatórios já publicados pela ONU sobre o ópio no Afeganistão, o mais recente não se concentra somente na produção e no tráfico, mas também na dependência, no crime e na insurgência geradas pela droga.
Medicamentos com Codeina são indicados para Antitussigeno e expectorante, sedativo da tosse em todas as suas formas. Fique atento para a bula.
Pambenyl ; Eritós; Tussiflex; Gotas binelli; Elixir Paregórico, são apenas alguns deles.
Fonte: BBC
Substâncias chamadas de drogas opiáceas ou simplesmente opiáceos são aquelas obtidas do ópio; podem ser opiáceos naturais quando não sofrem nenhuma modificação (morfina, codeína) ou opiáceos semi-sintéticos quando são resultantes de modificações parciais das substâncias naturais (como é o caso da heroína que é obtida da morfina através de uma pequena modificação química).
Segundo o documento, cerca de dez mil pessoas morrem pelo consumo de heroína todos os anos nos países da aliança – um número cinco vezes maior do que o total de soldados da Otan mortos no Afeganistão desde o início da ofensiva, em 2001.
Na Rússia – o país mais afetado pela droga – o total de 30 mil mortes anuais causadas pelo consumo é maior do que o total de mortos na campanha da antiga União Soviética no país entre 1979 e 1989.
De acordo com a UNODC, o mercado de ópio gera um negócio de US$ 65 bilhões, financia o terrorismo global, abastece 15 milhões de viciados em opiáceos e mata 100 mil pessoas todos os anos.
O Afeganistão produz 92% do ópio no mundo, o equivalente a 3,5 mil toneladas todos os anos.
Diferentemente de relatórios já publicados pela ONU sobre o ópio no Afeganistão, o mais recente não se concentra somente na produção e no tráfico, mas também na dependência, no crime e na insurgência geradas pela droga.
Medicamentos com Codeina são indicados para Antitussigeno e expectorante, sedativo da tosse em todas as suas formas. Fique atento para a bula.
Pambenyl ; Eritós; Tussiflex; Gotas binelli; Elixir Paregórico, são apenas alguns deles.
Fonte: BBC
DROGAS NO TRABALHO
Postado por
Ivair Augusto
O uso social de drogas lícitas - etanol, nicotina e medicamentos, está causando transtornos também nas empresas. Antes disso o domícilio e a família eram os maiores prejudicados pelos efeitos das drogas.
Um em cada cinco acidentes de trabalho é provocado pelo consumo de drogas, segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresentado na Academia de Ciências Médicas de Bilbao, na Espanha.
A pesquisa, divulgada na palestra "Consumo de drogas, álcool e medicamentos no trabalho", indica que os setores profissionais com as maiores taxas de acidentes são os de relações públicas, comércio e construção.
O estudo se baseia na investigação de 38 empresas dos Estados Unidos, Europa e Ásia durante os últimos cinco anos.
"O antigo conceito do viciado jogado pela rua está completamente defasado. Neste momento, em todo o mundo, 67% das pessoas com algum tipo de dependência química estão integradas ao mercado de trabalho, e algumas com sucesso", disse na palestra o psiquiatra Jerônimo San Cornélio, presidente da Academia de Ciências Médicas de Bilbao e um dos autores da pesquisa.
De acordo com o relatório, entre 15% e 25% dos acidentes de trabalho diários ocorrem no local onde os profissionais exercem as atividades ou em "in itinere" (deslocamentos) pela impossibilidade de manter os reflexos.
Essa incapacidade de concentração e coordenação é provocada, dizem os especialistas, principalmente pelo consumo habitual de álcool, cocaína, maconha, heroína e remédios para controlar a ansiedade em profissionais numa faixa etária entre 20 e 35 anos.
Segundo o psiquiatra espanhol, três razões fundamentais induzem um profissional qualificado a manter o hábito de se drogar: a atração pela substância, a fisiologia de cada indivíduo e a pressão social.
"Numa sociedade onde pesa a ideia de que só os mais preparados alcançam o sucesso, uma pessoa com problemas de autoconfiança procura estímulos externos. Neste aspecto o consumidor acaba vítima de si mesmo."
Sobre o perfil do trabalhador viciado, os homens são maioria: 75% dos casos de acidentes relacionados com o consumo de drogas são verificados entre profissionais do sexo masculino e 25% do sexo feminino.
Mas o relatório da OIT indica que a diferença está diminuindo. Na década passada os homens eram 90% dos envolvidos, contra 10% de mulheres.
Entre as características que mais delatam problemas no ambiente de trabalho relacionados com o consumo habitual de drogas estão atitudes de nervosismo, irritabilidade, falta de concentração e excessivos pedidos de dispensa.
Segundo Jerônimo San Cornélio, "um trabalhador que se droga com frequência normalmente dobra a média de dias de licença".
O psiquiatra defendeu o sistema de algumas empresas que aplicam testes antidroga para funcionários que aspiram a altos cargos. "Todos somos livres para consumir o que quisermos, mas o lugar de trabalho envolve responsabilidade sobre os demais profissionais", disse.
Para o médico especialista em toxicomania, não há setores profissionais que escapem do âmbito do consumo.
Pioneiro no tratamento de médicos viciados, ele disse que "as drogas estão em todas as classes sociais" e que estejam, portanto, "em todas as (classes) profissionais é uma simples questão de lógica".
Fonte: BBC
Um em cada cinco acidentes de trabalho é provocado pelo consumo de drogas, segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresentado na Academia de Ciências Médicas de Bilbao, na Espanha.
A pesquisa, divulgada na palestra "Consumo de drogas, álcool e medicamentos no trabalho", indica que os setores profissionais com as maiores taxas de acidentes são os de relações públicas, comércio e construção.
O estudo se baseia na investigação de 38 empresas dos Estados Unidos, Europa e Ásia durante os últimos cinco anos.
"O antigo conceito do viciado jogado pela rua está completamente defasado. Neste momento, em todo o mundo, 67% das pessoas com algum tipo de dependência química estão integradas ao mercado de trabalho, e algumas com sucesso", disse na palestra o psiquiatra Jerônimo San Cornélio, presidente da Academia de Ciências Médicas de Bilbao e um dos autores da pesquisa.
De acordo com o relatório, entre 15% e 25% dos acidentes de trabalho diários ocorrem no local onde os profissionais exercem as atividades ou em "in itinere" (deslocamentos) pela impossibilidade de manter os reflexos.
Essa incapacidade de concentração e coordenação é provocada, dizem os especialistas, principalmente pelo consumo habitual de álcool, cocaína, maconha, heroína e remédios para controlar a ansiedade em profissionais numa faixa etária entre 20 e 35 anos.
Segundo o psiquiatra espanhol, três razões fundamentais induzem um profissional qualificado a manter o hábito de se drogar: a atração pela substância, a fisiologia de cada indivíduo e a pressão social.
"Numa sociedade onde pesa a ideia de que só os mais preparados alcançam o sucesso, uma pessoa com problemas de autoconfiança procura estímulos externos. Neste aspecto o consumidor acaba vítima de si mesmo."
Sobre o perfil do trabalhador viciado, os homens são maioria: 75% dos casos de acidentes relacionados com o consumo de drogas são verificados entre profissionais do sexo masculino e 25% do sexo feminino.
Mas o relatório da OIT indica que a diferença está diminuindo. Na década passada os homens eram 90% dos envolvidos, contra 10% de mulheres.
Entre as características que mais delatam problemas no ambiente de trabalho relacionados com o consumo habitual de drogas estão atitudes de nervosismo, irritabilidade, falta de concentração e excessivos pedidos de dispensa.
Segundo Jerônimo San Cornélio, "um trabalhador que se droga com frequência normalmente dobra a média de dias de licença".
O psiquiatra defendeu o sistema de algumas empresas que aplicam testes antidroga para funcionários que aspiram a altos cargos. "Todos somos livres para consumir o que quisermos, mas o lugar de trabalho envolve responsabilidade sobre os demais profissionais", disse.
Para o médico especialista em toxicomania, não há setores profissionais que escapem do âmbito do consumo.
Pioneiro no tratamento de médicos viciados, ele disse que "as drogas estão em todas as classes sociais" e que estejam, portanto, "em todas as (classes) profissionais é uma simples questão de lógica".
Fonte: BBC
CORANTES DE ALIMENTOS
Postado por
Ivair Augusto
Especialistas da Grã-Bretanha aconselharam pais a não darem a seus filhos alimentos contendo certos aditivos até que os resultados de um novo estudo sejam publicados.
Os pesquisadores testaram os efeitos de vários corantes artificiais no comportamento de crianças.
Pesquisas anteriores relacionaram aditivos à hiperatividade e falhas de concentração.
A Food Standards Agency (FSA), agência reguladora de comercialização de remédios e alimentos, afirmou que não vai divulgar recomendações formais até que as descobertas sejam publicadas.
Mas especialistas independentes afirmaram que os pais devem evitar alimentos contendo o grupo de aditivos.
A equipe da Universidade de Southampton testou os aditivosem crianças de duas faixas etárias: de três anos e entre oito e nove anos:
amarelo tartrazina (E102)
vermelho de ponceau 4R (E124)
amarelo crepúsculo (E110)
azorrubina ou carmoisina (E122)
amarelo de quinolina (E104)
vermelho alaranjado (E129)
As quantidades usadas no estudo foram as mesmas que uma criança consumiria em média por dia.
Uma fonte da universidade disse à revista britânica Grocer, especializada na indústria de alimentação, que os resultados sustentavam conclusões de pesquisas que, sete anos atrás, já relacionavam aditivos a problemas de concentração, explosões de raiva, hiperatividade e reações alérgicas.
Todos os aditivos testados no estudo são aprovados para uso na União Européia e considerados seguros, mas alguns dos corantes são proibidos em países da Escandinávia e nos Estados Unidos.
"Temos várias experiências de professores e pais com crianças que se comportam de maneira péssima quando consomem alimentos com muito açúcar. No final, tenho certeza de que vamos ter as provas que corroborem o fato", disse Pru Leith, presidente do School Food Trust.
Vyvyan Howard, uma das especialistas do Grupo de Trabalho de Aditivos e Comportamento da FSA, afirmou que é importante esperar pela publicação das conclusões.
Mas ela acrescentou: "É plausível que exista algum efeito biológico destes aditivos. Enquanto espera pelos resultados, o consumidor pode escolher não expor seus filhos a estas substâncias", disse.
Fonte: BBC
Os pesquisadores testaram os efeitos de vários corantes artificiais no comportamento de crianças.
Pesquisas anteriores relacionaram aditivos à hiperatividade e falhas de concentração.
A Food Standards Agency (FSA), agência reguladora de comercialização de remédios e alimentos, afirmou que não vai divulgar recomendações formais até que as descobertas sejam publicadas.
Mas especialistas independentes afirmaram que os pais devem evitar alimentos contendo o grupo de aditivos.
A equipe da Universidade de Southampton testou os aditivosem crianças de duas faixas etárias: de três anos e entre oito e nove anos:
amarelo tartrazina (E102)
vermelho de ponceau 4R (E124)
amarelo crepúsculo (E110)
azorrubina ou carmoisina (E122)
amarelo de quinolina (E104)
vermelho alaranjado (E129)
As quantidades usadas no estudo foram as mesmas que uma criança consumiria em média por dia.
Uma fonte da universidade disse à revista britânica Grocer, especializada na indústria de alimentação, que os resultados sustentavam conclusões de pesquisas que, sete anos atrás, já relacionavam aditivos a problemas de concentração, explosões de raiva, hiperatividade e reações alérgicas.
Todos os aditivos testados no estudo são aprovados para uso na União Européia e considerados seguros, mas alguns dos corantes são proibidos em países da Escandinávia e nos Estados Unidos.
"Temos várias experiências de professores e pais com crianças que se comportam de maneira péssima quando consomem alimentos com muito açúcar. No final, tenho certeza de que vamos ter as provas que corroborem o fato", disse Pru Leith, presidente do School Food Trust.
Vyvyan Howard, uma das especialistas do Grupo de Trabalho de Aditivos e Comportamento da FSA, afirmou que é importante esperar pela publicação das conclusões.
Mas ela acrescentou: "É plausível que exista algum efeito biológico destes aditivos. Enquanto espera pelos resultados, o consumidor pode escolher não expor seus filhos a estas substâncias", disse.
Fonte: BBC
MEDICAMENTOS DE USO PEDIÁTRICO
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Ivair Augusto
Um estudo conduzido na Grã-Bretanha apontou que 40% dos medicamentos infantis comercializados no país contêm aditivos que podem provocar hiperatividade em crianças.
A pesquisa, realizada por especialistas da ONG Food Commission, analisou 50 medicamentos administrados em crianças, incluindo analgésicos, xaropes e antibióticos.
Os pesquisadores descobriram que dos 50 medicamentos, 28 continham substâncias químicas associadas à falta de concentração e impulsividade.
Essas substâncias, a maioria corantes e conservantes, estão em uma lista de sete aditivos apontados em um estudo da Universidade de Southampton University divulgado em setembro passado, que mostrou evidências de que misturas de corantes e conservantes teriam ligação com níveis elevados de hiperatividade em crianças.
Segundo a Food Commission, alguns dos medicamentos com as substâncias são receitados para crianças com menos de três anos.
Os aditivos foram encontrados em 17 dos 37 remédios produzidos à base de paracetamol, entre eles o popular Calpol. Também foram encontrados aditivos em dois de 11 medicamentos feitos com ibuprofeno e em quatro de nove xaropes analisados.
Entre os antibióticos, três dos cinco produtos feitos à base de amoxilina e duas das oito fórmulas à base de eritromicina também continham as substâncias.
Segundo a Food Commission, os aditivos encontrados foram os corantes alimentícios Tartrazina, Quinilina amarela, Carmoisina, Ponceau 4R e Vermelho allura, além do conservante Benzoato de Sódio.
Anna Glayser, porta-voz da Food Commission, alertou os pais para o “perigo das substâncias”.
“Nós pedimos que os farmacêuticos dêem o cartão vermelho para corantes artificiais desnecessários. Como as bulas ficam escondidas dentro das caixas, é quase impossível para os pais saberem qual produto estão comprando.”
“Muitos pais não querem expor seus filhos a aditivos desnecessários, especialmente os que são ligados à hiperatividade e outros problemas de saúde”, disse a porta-voz.
A associação dos produtores de medicamentos da Grã-Bretanha, Proprietary Association of Great Britain, disse, em comunicado, que não há evidências de que o uso de aditivos em remédios para crianças seja prejudicial à saúde.
"Os aditivos têm uma função válida, como evitar que o medicamento prescreva ou dar uma cor mais atraente do que a apresentada pelos ingredientes originais".
A associação disse, no entanto, que está esperando uma revisão que está sendo realizada pela Autoridade Européia de Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês) sobre o uso de corantes alimentícios e "tomará atitudes se necessário".
Fonte: BBC
VEGETARIANISMO E ECOLOGIA
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Ivair Augusto
Reduzir o consumo e a produção de carne em 30 por cento ajudaria a reduzir as emissões de carbono na atmosfera e a melhorar a saúde das pessoas, afirmaram cientistas na quarta-feira.
Pesquisadores britânicos e australianos descobriram que melhorar a eficiência, aumentar a captura de carbono e reduzir a dependência de combustíveis fósseis na agricultura não será suficiente para cumprir as metas de redução na emissão de CO2.
Mas combinar essas medidas com uma redução de 30 por cento no rebanho dos principais países produtores de carne e um corte similar no consumo de carne levaria a "benefícios substanciais à saúde da população" e à diminuição das emissões de gases-estufa, afirmaram.
O estudo descobriu que na Grã-Bretanha um consumo 30 por cento menor de gordura saturada de fonte animal por adultos reduziria o número de mortes prematuras decorrentes de doença cardíaca em cerca de 17 por cento - o equivalente a 18 mil mortes prematuras evitadas em um ano.
Em São Paulo, isso significaria até mil mortes prematuras evitadas em um ano.
De acordo com a agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, 18 por cento de todas as emissões de gases-estufa são oriundas da produção de carne e os especialistas afirmam que a demanda crescente pelo produto, principalmente nos países com economias em ascensão, poderia elevar o rebanho mundial em 85 por cento até 2030.
Os cientistas afirmam que é necessária uma ação global para maximizar os benefícios das reduções na produção e no consumo de carne e que as vantagens ambientais "podem se aplicar apenas nos países que atualmente têm altos níveis de produção".
O estudo foi publicado na revista médica The Lancet como parte de uma série sobre mudanças climáticas e saúde às vésperas da conferência sobre o clima em Copenhague, marcada para o mês que vem
Fonte: Reuters
Pesquisadores britânicos e australianos descobriram que melhorar a eficiência, aumentar a captura de carbono e reduzir a dependência de combustíveis fósseis na agricultura não será suficiente para cumprir as metas de redução na emissão de CO2.
Mas combinar essas medidas com uma redução de 30 por cento no rebanho dos principais países produtores de carne e um corte similar no consumo de carne levaria a "benefícios substanciais à saúde da população" e à diminuição das emissões de gases-estufa, afirmaram.
O estudo descobriu que na Grã-Bretanha um consumo 30 por cento menor de gordura saturada de fonte animal por adultos reduziria o número de mortes prematuras decorrentes de doença cardíaca em cerca de 17 por cento - o equivalente a 18 mil mortes prematuras evitadas em um ano.
Em São Paulo, isso significaria até mil mortes prematuras evitadas em um ano.
De acordo com a agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, 18 por cento de todas as emissões de gases-estufa são oriundas da produção de carne e os especialistas afirmam que a demanda crescente pelo produto, principalmente nos países com economias em ascensão, poderia elevar o rebanho mundial em 85 por cento até 2030.
Os cientistas afirmam que é necessária uma ação global para maximizar os benefícios das reduções na produção e no consumo de carne e que as vantagens ambientais "podem se aplicar apenas nos países que atualmente têm altos níveis de produção".
O estudo foi publicado na revista médica The Lancet como parte de uma série sobre mudanças climáticas e saúde às vésperas da conferência sobre o clima em Copenhague, marcada para o mês que vem
Fonte: Reuters
CÂNCER X ESTATÍSTICAS
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Ivair Augusto
O Instituto Nacional do Câncer divulgou um estudo sobre o registro de casos da doença em todo o Brasil. As formas de câncer encontradas mais comumente em cada região do país.
Os números foram analisados pelos médicos. E transformados em conselhos que podem ajudar os brasileiros a reduzir os riscos de desenvolver tumores malignos.
A genética não é a única causa do câncer, pelo contrário, 90% dos casos estão relacionados a outros fatores de risco. E a maioria deles tem a ver com os nossos hábitos. O nosso jeito de levar a vida é a principal explicação para o aparecimento da doença.
Num país com hábitos tão diferentes de Norte a Sul, os tipos de câncer mais comuns variam de região para região. No Sudeste, o câncer de mama vai ser o de maior incidência entre as mulheres em 2010. E até a vida reprodutiva influencia. A primeira gravidez depois dos 30 anos, a menopausa tardia e o uso de anticoncepcionais são alguns dos fatores de risco comprovados.
A prevenção continua sendo o melhor remédio: atividade física, alimentação saudável e até a amamentação.
A região Norte é a que terá a maior taxa de câncer de colo de útero do país. “Hoje a gente poderia dizer que 80% das mortes por câncer de colo de útero na Região Norte poderiam ser evitadas se os exames fossem feitos e as pessoas com lesão tratadas precocemente”, explicou o médico do Inca.
E no Nordeste, terra do acarajé, da carne seca, do azeite de dendê? “Eu como e depois eu vejo, lá para frente eu me cuido. O importante é comer o que é gostoso”, disse um homem.
A culinária regional, que abusa do sal, pode levar a um câncer de estômago. Mas o maior fator de risco é uma bactéria presente principalmente onde falta saneamento básico, que é o caso de muitas cidades do Nordeste.
E no Rio Grande do Sul, a incidência de câncer de esôfago é duas vezes maior do que no Rio e em São Paulo. O motivo? O bom e velho chimarrão, tradicional na Região Sul.
“A gente toma o chimarrão bem quente para esquentar bem o corpo do gaúcho”, disse um homem. A bebida quente demais pode causar lesões no esôfago.
Mas pra prevenir a doença, não é preciso abrir mão da tradição. “Uma simples medida como no caso dos gaúchos é uma redução de 10ºC na temperatura previne um câncer que não tem solução infelizmente”, especialista em câncer de esôfago do INCA.
É interessante em todas as estatísticas que a alimentação é um dos fatores determinantes na incidência do câncer. Ser criterioso na hora de comer é vital para não ter experiências com a doença no futuro.
Ou seja, uma vida regrada hoje, é certeza de saúde amanhã.
Os números foram analisados pelos médicos. E transformados em conselhos que podem ajudar os brasileiros a reduzir os riscos de desenvolver tumores malignos.
A genética não é a única causa do câncer, pelo contrário, 90% dos casos estão relacionados a outros fatores de risco. E a maioria deles tem a ver com os nossos hábitos. O nosso jeito de levar a vida é a principal explicação para o aparecimento da doença.
Num país com hábitos tão diferentes de Norte a Sul, os tipos de câncer mais comuns variam de região para região. No Sudeste, o câncer de mama vai ser o de maior incidência entre as mulheres em 2010. E até a vida reprodutiva influencia. A primeira gravidez depois dos 30 anos, a menopausa tardia e o uso de anticoncepcionais são alguns dos fatores de risco comprovados.
A prevenção continua sendo o melhor remédio: atividade física, alimentação saudável e até a amamentação.
A região Norte é a que terá a maior taxa de câncer de colo de útero do país. “Hoje a gente poderia dizer que 80% das mortes por câncer de colo de útero na Região Norte poderiam ser evitadas se os exames fossem feitos e as pessoas com lesão tratadas precocemente”, explicou o médico do Inca.
E no Nordeste, terra do acarajé, da carne seca, do azeite de dendê? “Eu como e depois eu vejo, lá para frente eu me cuido. O importante é comer o que é gostoso”, disse um homem.
A culinária regional, que abusa do sal, pode levar a um câncer de estômago. Mas o maior fator de risco é uma bactéria presente principalmente onde falta saneamento básico, que é o caso de muitas cidades do Nordeste.
E no Rio Grande do Sul, a incidência de câncer de esôfago é duas vezes maior do que no Rio e em São Paulo. O motivo? O bom e velho chimarrão, tradicional na Região Sul.
“A gente toma o chimarrão bem quente para esquentar bem o corpo do gaúcho”, disse um homem. A bebida quente demais pode causar lesões no esôfago.
Mas pra prevenir a doença, não é preciso abrir mão da tradição. “Uma simples medida como no caso dos gaúchos é uma redução de 10ºC na temperatura previne um câncer que não tem solução infelizmente”, especialista em câncer de esôfago do INCA.
É interessante em todas as estatísticas que a alimentação é um dos fatores determinantes na incidência do câncer. Ser criterioso na hora de comer é vital para não ter experiências com a doença no futuro.
Ou seja, uma vida regrada hoje, é certeza de saúde amanhã.
OS 10 ALIMENTOS MAIS ARRISCADOS
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Ivair Augusto
Departamento de Alimentos e Drogas (FDA) dos EUA, fez uma lista dos 10 alimentos mais arriscados para a alimentação.Alguns desses alimentos são os mais populares consumidos nos EUA.
Ovos estão entre os 10 alimentos mais arriscados regulados pelo Departamento de Alimentos e Drogas (FDA). O centro não recomenda que os consumidores mudem seus hábitos alimentares, mas que pratiquem uma "alimentação defensiva". "Escolha e trate a comida com cuidado. Mantenha-a resfriada e a cozinhe bem. Evite ostras cruas e mantenha frutos do mar resfriados. Não coma ovos crus ou mal cozidos. Não use ovos crus para fazer sorvete."
O centro analisou dados coletados por 17 anos pelo FDA, que regula 80% do fornecimento de alimentos e representa apenas a proverbial "ponta do iceberg". Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças estimam em 76 milhões o número de doenças que ocorrem nos EUA a cada ano causadas por alimentos.
O FDA não regulamenta a carne de boi, de porco ou outros derivados de carne e certos produtos de ovo em pó. Estes são regulamentados pelo Departamento de Agricultura. Para informações sobre surtos de doenças relacionadas à carne bovina, procure www.cspi.org.
Sarah Klein, advogada do Centro de Ciências de Interesse Público, disse que folhas verdes são campeãs de nutrição, mas o problema é que um único patógeno pode contaminar muitos produtos recém colhidos quando são processados.
Fechando a lista estão ostras, batatas, queijo, sorvete, tomates, brotos e frutas vermelhas. As batatas depois que são cozidas são seguras, o problema ocorre quando são misturadas com outros alimentos crus, pois as bactérias se multiplicam rapidamente.
O Centro de Ciências de Interesse Público anunciou a lista na terça-feira enquanto o Congresso está examinando um projeto de lei para dar ao FDA a autoridade de exigir aos processadores de alimentos que implementem planos de segurança alimentar, fornecer padrões de segurança específicos que os produtores teriam que cumprir e exigir visitas às instalações de alto risco a cada três a quatro anos. Em julho, a Câmara aprovou o Ato de Melhoria da Segurança Alimentar.
Peter Hurley, policial de Portland, disse que em janeiro seu filho Jacob, 3, ficou doente com sintomas de gripe e diarreia que exames laboratoriais mostraram estarem ligados à marca de biscoitos de manteiga de amendoim "Toastee".A família está, junto com 50 outras, em Washington, nesta semana, visitando os senadores e pedindo que aprovem o projeto de lei 510.
Apesar de o amendoim e de produtos de castanhas estarem ligados a recentes surtos de salmonela, os números não foram altos o suficiente para que fossem incluídos nos "10 mais".
Os tomates ficaram em oitavo na lista, mas a indústria de tomate da Florida tem o único programa estadual de segurança alimentar, em vigor há 18 meses.
Em 2008, houve um surto de salmonela e inicialmente os tomates foram apontados como causa, mas depois se concluiu que as causadoras eram as pimentas Serrano do México.
As bactérias acabam alcançando esses tipos de alimentos nas industrias, porque onde são processados (máquinas) as bactérias acabam se instalando em colônias, por não haver uma boa higienização dos equipamentos.
Produtos comprados nas feiras e processados em casa não são susceptíveis às mesmas bactérias. A lista apenas aponta os alimentos que mais estão sujeitos a carregar ou desenvolver bactérias quando processadas pela indústria de alimentos.
A lista dos mais arriscados:
1. carne de boi
2. carne de porco
3. ovos
4. ostras
5. batatas
6. queijo
7. sorvete
8. tomates
9. brotos
10. frutas vermelhas
Ovos estão entre os 10 alimentos mais arriscados regulados pelo Departamento de Alimentos e Drogas (FDA). O centro não recomenda que os consumidores mudem seus hábitos alimentares, mas que pratiquem uma "alimentação defensiva". "Escolha e trate a comida com cuidado. Mantenha-a resfriada e a cozinhe bem. Evite ostras cruas e mantenha frutos do mar resfriados. Não coma ovos crus ou mal cozidos. Não use ovos crus para fazer sorvete."
O centro analisou dados coletados por 17 anos pelo FDA, que regula 80% do fornecimento de alimentos e representa apenas a proverbial "ponta do iceberg". Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças estimam em 76 milhões o número de doenças que ocorrem nos EUA a cada ano causadas por alimentos.
O FDA não regulamenta a carne de boi, de porco ou outros derivados de carne e certos produtos de ovo em pó. Estes são regulamentados pelo Departamento de Agricultura. Para informações sobre surtos de doenças relacionadas à carne bovina, procure www.cspi.org.
Sarah Klein, advogada do Centro de Ciências de Interesse Público, disse que folhas verdes são campeãs de nutrição, mas o problema é que um único patógeno pode contaminar muitos produtos recém colhidos quando são processados.
Fechando a lista estão ostras, batatas, queijo, sorvete, tomates, brotos e frutas vermelhas. As batatas depois que são cozidas são seguras, o problema ocorre quando são misturadas com outros alimentos crus, pois as bactérias se multiplicam rapidamente.
O Centro de Ciências de Interesse Público anunciou a lista na terça-feira enquanto o Congresso está examinando um projeto de lei para dar ao FDA a autoridade de exigir aos processadores de alimentos que implementem planos de segurança alimentar, fornecer padrões de segurança específicos que os produtores teriam que cumprir e exigir visitas às instalações de alto risco a cada três a quatro anos. Em julho, a Câmara aprovou o Ato de Melhoria da Segurança Alimentar.
Peter Hurley, policial de Portland, disse que em janeiro seu filho Jacob, 3, ficou doente com sintomas de gripe e diarreia que exames laboratoriais mostraram estarem ligados à marca de biscoitos de manteiga de amendoim "Toastee".A família está, junto com 50 outras, em Washington, nesta semana, visitando os senadores e pedindo que aprovem o projeto de lei 510.
Apesar de o amendoim e de produtos de castanhas estarem ligados a recentes surtos de salmonela, os números não foram altos o suficiente para que fossem incluídos nos "10 mais".
Os tomates ficaram em oitavo na lista, mas a indústria de tomate da Florida tem o único programa estadual de segurança alimentar, em vigor há 18 meses.
Em 2008, houve um surto de salmonela e inicialmente os tomates foram apontados como causa, mas depois se concluiu que as causadoras eram as pimentas Serrano do México.
As bactérias acabam alcançando esses tipos de alimentos nas industrias, porque onde são processados (máquinas) as bactérias acabam se instalando em colônias, por não haver uma boa higienização dos equipamentos.
Produtos comprados nas feiras e processados em casa não são susceptíveis às mesmas bactérias. A lista apenas aponta os alimentos que mais estão sujeitos a carregar ou desenvolver bactérias quando processadas pela indústria de alimentos.
A lista dos mais arriscados:
1. carne de boi
2. carne de porco
3. ovos
4. ostras
5. batatas
6. queijo
7. sorvete
8. tomates
9. brotos
10. frutas vermelhas
INDUSTRIALIZADOS PODEM PROVOCAR DEPRESSÃO
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Ivair Augusto
Pessoas com dieta mais saudável sofrem 'menos risco' de ter a doença.
Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da University College London, na capital britânica, indica que dietas ricas em alimentos industrializados aumentam o risco de depressão.
Do outro lado, afirmam os pesquisadores, pessoas que comem legumes, verduras, frutas e peixe em abundância apresentam riscos menores de sofrer da condição.
O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3,5 mil funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorou a ocorrência de depressão no grupo. Segundo a equipe de pesquisadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão.
Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam. Em um grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura.
Após levar em conta fatores como sexo, idade, educação, atividade física, doenças crônicas e o hábito de fumar, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos.
Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais.
Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados.
"Esse estudo se soma a um conjunto já sólido de pesquisas que mostram associações fortes entre o que comemos e nossa saúde mental", diz o diretor da entidade britânica Mental Health Foundation, Andrew McCulloch. "Estudos como esse são cruciais porque são a chave para que tenhamos uma compreensão melhor da doença mental."
McCulloch acrescenta que as dietas das pessoas estão se tornando cada vez menos saudáveis. "A população da Grã-Bretanha está consumindo menos produtos frescos e nutritivos e mais gorduras saturadas e açúcares", afirma.
"Estamos particularmente preocupados com os que não podem ter acesso a alimentos frescos ou moram em áreas onde existe um número alto de restaurantes de fast food e comida para viagem."
Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da University College London, na capital britânica, indica que dietas ricas em alimentos industrializados aumentam o risco de depressão.
Do outro lado, afirmam os pesquisadores, pessoas que comem legumes, verduras, frutas e peixe em abundância apresentam riscos menores de sofrer da condição.
O estudo, descrito na revista científica British Journal of Psychiatry, analisou informações sobre a dieta de 3,5 mil funcionários públicos britânicos e, cinco anos mais tarde, monitorou a ocorrência de depressão no grupo. Segundo a equipe de pesquisadores, este é o primeiro estudo a vincular a dieta dos britânicos com a depressão.
Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos de acordo com o tipo de dieta que seguiam. Em um grupo ficaram os que consumiam alimentos integrais, frutas, legumes e peixe. No outro, os que comiam principalmente alimentos industrializados, como sobremesas açucaradas, alimentos fritos, carne industrializada, cereais refinados e produtos laticínios ricos em gordura.
Após levar em conta fatores como sexo, idade, educação, atividade física, doenças crônicas e o hábito de fumar, os especialistas identificaram uma diferença significativa em riscos futuros de ocorrência de depressão nos grupos.
Os que comiam mais alimentos integrais apresentaram 26% menos riscos de desenvolver depressão do que os que consumiam menos alimentos integrais.
Em contraste, os que comiam mais alimentos industrializados apresentaram 58% mais riscos de desenvolver depressão do que os que comiam poucos alimentos industrializados.
"Esse estudo se soma a um conjunto já sólido de pesquisas que mostram associações fortes entre o que comemos e nossa saúde mental", diz o diretor da entidade britânica Mental Health Foundation, Andrew McCulloch. "Estudos como esse são cruciais porque são a chave para que tenhamos uma compreensão melhor da doença mental."
McCulloch acrescenta que as dietas das pessoas estão se tornando cada vez menos saudáveis. "A população da Grã-Bretanha está consumindo menos produtos frescos e nutritivos e mais gorduras saturadas e açúcares", afirma.
"Estamos particularmente preocupados com os que não podem ter acesso a alimentos frescos ou moram em áreas onde existe um número alto de restaurantes de fast food e comida para viagem."
A FÓRMULA DA LONGEVIDADE E DA JUVENTUDE
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Ivair Augusto
Essa fórmula está longe de ser simples. Os mais recentes estudos sobre longevidade e juventude indicam que não existe uma pílula ou um elixir para se permanecer jovem e viver muito.
O que se percebe é que um estilo de vida regrado conduz ao resultado desejado.
Não se trata de um tratamento durante um mês ou de uma dieta fabulosa, mas do resultado de décadas vivendo da forma correta, no cultivo de hábitos obedecidos religiosamente.
A seguir uma lista de hábitos que favorecem a saúde e a longevidade do corpo, trazendo os tão desejados resultados – aparência jovem e vida longa.
Aparência jovial:
1. Cuidado com o Sol – é vital se expor ao sol para se ter uma boa saúde, mas evite o sol depois das 10h da manhã até as 17h (horário de verão). Use bloqueadores de fator alto no rosto, braços e na região abaixo do pescoço e acima do tórax.
2. Beba água mineral – um copo de 200 ml a cada hora irá garantir uma hidratação equilibrada. O corpo precisa de quantidades de água regulares e de forma constante. Evite ingerir grandes volumes de uma só vez – isso não hidrata, apena elimina muitos sais minerais de uma só vez.
3. Coma mais frutas – as frutas devem ocupar cada vez mais o volume do cardápio.
4. Coma alimentos crus – eles oferecerão vitaminas e sais minerais importantes.
5. Use castanhas e nozes – eles possuem oligo-elementos que favorecem os ciclos fisiológicos do corpo, principalmente da sexualidade.
6. Exercício físico – é fundamental para músculos rígidos, irrigação da pele e eliminação de toxinas.
7. Ar puro – o oxigênio em abundancia (respiração profunda) irá revitalizar a pele.
Vida Longa:
1. Fortaleça seu coração – exercícios físicos de 3 a 5 vezes por semana.
2. Fortaleça seus pulmões – os exercícios intensos com respiração profunda irão promover a respiração e oxigenação de todo os tecidos do corpo.
3. Cuide de seus rins – o uso regular da água e eliminar o uso das proteínas animais (carnes e queijos) irão ajudar na sua saúde renal.
4. Leitura – esse hábito fortalece a memória e promovem a formação de neurônios.
5. Disposição – bom humor e atitude positiva produzem neuro-transmissores da felicidade (endorfinas, serotonina)
6. Faça algo para os outros – ajudar pessoas, fazer atividades solidárias promovem a saúde emocional e espiritual.
7. Confie em Deus – a Fé é o fundamento mais profundo da existência humana.
Há outros fatores a serem eliminados como hábitos – cigarro, álcool, drogas, medicamentos não prescritos, alimentos industrializados, alimentos de origem animal e o açúcar nas suas mais variadas formas – refrigerantes, sorvetes, doces e chocolates.
Viver muito mais e com uma aparência jovial tem o seu preço!
A PROPAGANDA ENGANOSA DOS REFRIGERANTES
Postado por
Ivair Augusto
Defensores das campanhas de saúde pública afirmam que os Estados Unidos estão vivendo hoje uma epidemia de obesidade que custa ao país US$ 147 bilhões por ano em gastos com saúde. De acordo com as últimas estatísticas do governo americano, 32.2% dos americanos adultos e 17.1% das crianças já são clinicamente obesos.
Em média, os americanos consomem atualmente entre 200 e 300 calorias a mais do que consumiam há 30 anos. Parte da culpa é do fenômeno do aumento do tamanho das porções mas, também devido ao consumo de refrigerantes.
Pesquisas recentes mostram que os americanos bebem quase 58 bilhões de litros da bebida por ano.
E as bebidas podem contar até 68 colheres de chá de açúcar em cada garrafa de 2 litros. Cada copo de 250 ml de refrigerante possui 8 colheres de açúcar.
Uma campanha com cartazes que retratam uma garrafa de refrigerante despejando banha em um copo é a mais nova arma das autoridades de saúde de Nova York no combate à obesidade.
A estratégia da campanha é promover uma redução no consumo de refrigerantes usando a tática de chocar as pessoas com a força da imagem. Autoridades de saúde de Nova York afirmam que a ideia foi mesmo a de usar uma imagem forte e "feia" para chocar o público consumidor de refrigerantes.
O refrigerante assim deixa de ser aquilo que se propõem – refrescante – e oferece uma dose ‘cavalar’ de calorias. A energia acumulada que um copo da bebida oferece chega ser tóxica para o organismo. Toda essa glicose é transformada em gordura líquida nas células adiposas.
As pessoas que tem a tendencia para a formação de estrias e celulite são prejudicadas com esse mecanismo de transformação do açúcar em gordura. Para evitar a intoxicação do organismo com super doses de glicose, toda essa carga glicêmica é acumulada no tecido adiposo da região abdominal, glúteos e coxas.
Alimentos muito calóricos como os refrigerantes, sorvetes, bolos e doces são verdadeiras armadilhas. O prejuízo é maior que o sabor.
O prefeito de Nova Iorque, Michael Bloomberg já obrigou cafés, restaurantes e lanchonetes a especificarem a quantidade de calorias nos cardápios, enviou vendedores de frutas para bairros pobres e deu incentivos a pequenas lojas para venderem frutas e vegetais.
GORDURA TRANS
Postado por
Ivair Augusto
A gordura trans é ingrediente de boa parte dos alimentos industrializados. Está nos biscoitos, nos sorvetes, nas margarinas, nos requeijões, nas frituras, nos salgadinhos e até nas misturas para bolos.
Elas são óleos vegetais parcialmente hidrogenados, tornando alimentos oleosos em semi-sólidos; usadas para estender o prazo de validade dos produtos; usadas em massas de torta e salgados, bolos, margarinas e em alguns tipos de "fast food"; podem aumentar os níveis do colesterol "ruim"; elas não têm qualquer benefício nutritivo.
Mesmo uma pequena redução em seu consumo pode diminuir o risco de doença cardíaca.
Neste ano, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, convocou os fabricantes e defendeu o modelo do Canadá, que deu três anos para que o ingrediente fosse banido. "A nossa vontade é que, num curto prazo, nós possamos estar com 100% dos alimentos comercializados no Brasil sem gordura trans", afirmou.
O empenho do ministro se justifica pelos gastos com o tratamento dos brasileiros que comem mal. Cerca de 168 mil pessoas foram hospitalizadas em 2007 em decorrência de acidente vascular cerebral --uma das conseqüências do colesterol alterado--, o que custou R$ 118 milhões aos cofres públicos.
O Estado americano da Califórnia se tornou o primeiro do país a aprovar uma lei proibindo os restaurantes e comerciantes de alimentos de usar gorduras do tipo trans, que estão ligadas a doenças cardíacas.
O governador Arnold Schwarzenegger disse que a nova lei, que entra em vigor em 2010, representa um passo em direção a um futuro mais saudável. Violações à lei vão resultar em multas que podem chegar a US$ 1.000 (cerca de R$ 1.600).
Algumas cidades americanas, como Nova York, Filadélfia e Seattle já haviam proibido o uso deste tipo de gordura, e muitos restaurantes e fabricantes de alimentos estão realizando experiências com o objetivo de substituir as gorduras trans.
As gorduras do tipo trans são óleos vegetais alterados quimicamente e tornados sólidos pelo processo de hidrogenação. Elas permitem aos alimentos processados ter um prazo de validade maior.
A gordura trans surgiu como uma alternativa a banha do porco; acreditava-se ser mais saudável à gordura animal, por ser obtida de óleos vegetais. A gordura animal aumenta o LDL (o colesterol ruim) no sangue.
Mais que isso, a nova gordura foi amplamente adotada por ser pastosa, quase sólida, e não líquida. É o atributo que deixa a margarina cremosa e o biscoito crocante. Além disso, aumenta o prazo de validade e deixa o sabor mais agradável. Se você está acostumado com o seu biscoito e de repente sente um gosto diferente, a ausência da gordura trans pode explicar isso.
Elas são usadas porque são baratas, dão “corpo” aos alimentos, têm sabor neutro e aumentam o prazo de validade de produtos, mas não têm qualquer valor nutritivo.
Um artigo publicado pela revista especializada New England Journal of Medicine em 2006 concluiu que há uma forte conexão entre o consumo de gorduras trans e doenças cardíacas. O artigo conclui que essas gorduras aumentam os níveis de colesterol “ruim” no corpo.
O artigo ainda afirma que a eliminação das gorduras trans dos alimentos poderia evitar entre 6% e 19% das mortes causadas por ataques cardíacos a cada ano.
Elas são óleos vegetais parcialmente hidrogenados, tornando alimentos oleosos em semi-sólidos; usadas para estender o prazo de validade dos produtos; usadas em massas de torta e salgados, bolos, margarinas e em alguns tipos de "fast food"; podem aumentar os níveis do colesterol "ruim"; elas não têm qualquer benefício nutritivo.
Mesmo uma pequena redução em seu consumo pode diminuir o risco de doença cardíaca.
Neste ano, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, convocou os fabricantes e defendeu o modelo do Canadá, que deu três anos para que o ingrediente fosse banido. "A nossa vontade é que, num curto prazo, nós possamos estar com 100% dos alimentos comercializados no Brasil sem gordura trans", afirmou.
O empenho do ministro se justifica pelos gastos com o tratamento dos brasileiros que comem mal. Cerca de 168 mil pessoas foram hospitalizadas em 2007 em decorrência de acidente vascular cerebral --uma das conseqüências do colesterol alterado--, o que custou R$ 118 milhões aos cofres públicos.
O Estado americano da Califórnia se tornou o primeiro do país a aprovar uma lei proibindo os restaurantes e comerciantes de alimentos de usar gorduras do tipo trans, que estão ligadas a doenças cardíacas.
O governador Arnold Schwarzenegger disse que a nova lei, que entra em vigor em 2010, representa um passo em direção a um futuro mais saudável. Violações à lei vão resultar em multas que podem chegar a US$ 1.000 (cerca de R$ 1.600).
Algumas cidades americanas, como Nova York, Filadélfia e Seattle já haviam proibido o uso deste tipo de gordura, e muitos restaurantes e fabricantes de alimentos estão realizando experiências com o objetivo de substituir as gorduras trans.
As gorduras do tipo trans são óleos vegetais alterados quimicamente e tornados sólidos pelo processo de hidrogenação. Elas permitem aos alimentos processados ter um prazo de validade maior.
A gordura trans surgiu como uma alternativa a banha do porco; acreditava-se ser mais saudável à gordura animal, por ser obtida de óleos vegetais. A gordura animal aumenta o LDL (o colesterol ruim) no sangue.
Mais que isso, a nova gordura foi amplamente adotada por ser pastosa, quase sólida, e não líquida. É o atributo que deixa a margarina cremosa e o biscoito crocante. Além disso, aumenta o prazo de validade e deixa o sabor mais agradável. Se você está acostumado com o seu biscoito e de repente sente um gosto diferente, a ausência da gordura trans pode explicar isso.
Elas são usadas porque são baratas, dão “corpo” aos alimentos, têm sabor neutro e aumentam o prazo de validade de produtos, mas não têm qualquer valor nutritivo.
Um artigo publicado pela revista especializada New England Journal of Medicine em 2006 concluiu que há uma forte conexão entre o consumo de gorduras trans e doenças cardíacas. O artigo conclui que essas gorduras aumentam os níveis de colesterol “ruim” no corpo.
O artigo ainda afirma que a eliminação das gorduras trans dos alimentos poderia evitar entre 6% e 19% das mortes causadas por ataques cardíacos a cada ano.
INDUSTRIALIZADOS
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Ivair Augusto
A tendência é compramos muitos produtos industrializados. Quando você vai ao mercado, um bom indicador de quantos deles você está levando é avaliar o conteúdo do carrinho ou da cesta no mercado.
Eles são muito bonitos, com embalagens sedutoras um sabor excepcional, mas não oferecem nada alem de muita caloria, gordura sal e açúcar.
O malefício de tais alimentos é tão grande que vão ser banidos das refeições e das máquinas de refrigerantes e salgadinhos das escolas inglesas.A proibição foi anunciada pela ministra da Educação, Ruth Kelly, durante a Conferência Anual do Partido Trabalhista.
As máquinas não poderão mais vender chocolates, salgadinhos ou refrigerantes. "Tenho claro para mim que o escândalo da junk food servida diariamente nas escolas tem que acabar", disse a ministra."Portanto, hoje anuncio que vamos banir as salsichas e hambúrgueres processados e de baixa qualidade das cantinas a partir de setembro do ano que vem."
A ministra disse que é "senso comum" que alguns tipos de alimentos sejam excluídos dos cardápios."Por exemplo, os produtos de carne feitos de carne reconstituída que não tem qualquer semelhança com o produto original."
Para você mudar essa rotina nas compras, a saída é permanecer mais tempo na seção dos horti-frutos. Evite passear nas prateleiras, pois elas estão repletas de industrializados ou alimentos processados.
Outra opção é fabricar seu próprio alimento – pães, biscoitos, sucos, iogurtes, patês etc.
Para algumas pessoas isso parece inviável. Mas imagine você em um hospital com um problema de saúde – isso também é inviável. É uma questão de opção.
INFLAMAÇÃO E DIETA VEGANS
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Ivair Augusto
A inflamação é uma reação patológica do organismo para tentar neutralizar um agente estranho ao organismo. Esse agente estranho pode variar de microorganismos a susbstâncias.
A inflamação é comum em patologias e desordens fisiológicas nos pulmões, o trato urinário, os intestinos e o estômago. A artrite reumatóide é uma doença inflamatória.
Uma pesquisa de um instituto sueco sugere que as pessoas que sofrem de artrite reumatóide podem reduzir o risco de ataques cardíacos e derrames se seguirem uma dieta vegan – nome dado à dieta vegetariana radical, em que não há consumo de carne, leite e seus derivados - e sem glúten.
Ataques cardíacos e derrames estão entre as principais causas de morte de pacientes que sofrem de artrite reumatóide, pois a inflamação causada pela doença tem impacto nas artérias.
Mas, segundo pesquisadores do Instituto Karolinska, de Estocolmo, Suécia, o risco pode diminuir por meio de uma dieta sem produtos animais e sem o glúten, que pode ser encontrado no trigo, aveia, centeio e cevada.
O estudo, publicado na revista Arthritis Research and Therapy, afirma que aqueles que seguem esta dieta têm menos mau colesterol. O mau colesterol é visto como o fator mais importante em problemas do coração, pois obstrui as artérias.
A inflamação é comum em patologias e desordens fisiológicas nos pulmões, o trato urinário, os intestinos e o estômago. A artrite reumatóide é uma doença inflamatória.
Uma pesquisa de um instituto sueco sugere que as pessoas que sofrem de artrite reumatóide podem reduzir o risco de ataques cardíacos e derrames se seguirem uma dieta vegan – nome dado à dieta vegetariana radical, em que não há consumo de carne, leite e seus derivados - e sem glúten.
Ataques cardíacos e derrames estão entre as principais causas de morte de pacientes que sofrem de artrite reumatóide, pois a inflamação causada pela doença tem impacto nas artérias.
Mas, segundo pesquisadores do Instituto Karolinska, de Estocolmo, Suécia, o risco pode diminuir por meio de uma dieta sem produtos animais e sem o glúten, que pode ser encontrado no trigo, aveia, centeio e cevada.
O estudo, publicado na revista Arthritis Research and Therapy, afirma que aqueles que seguem esta dieta têm menos mau colesterol. O mau colesterol é visto como o fator mais importante em problemas do coração, pois obstrui as artérias.
COMER MENOS E EXERCITAR MAIS
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Ivair Augusto

Estudo realizado desde 2002 pelo National Institute on Aging, nos EUA, confirma os efeitos de se comer menos e de se exercitar mais. Os pesquisadores concluíram que "comer menos" limita os danos provocados pelos temidos radicais livres. Esses elementos nocivos são produzidos pela conversão dos alimentos em energia que alimenta nossas células.
Hoje, depois dos radicais livres, do estresse oxidativo e dos raios UV, o novo alvo contra o envelhecimento é a glicação (processo de ligação entre uma molécula de glicose maléfica com uma proteína saudável) e seus resultados: os A.G.E.s (produtos finais da glicação avançada).
A glicação ocorre quando uma molécula de açúcar em excesso, por aumento da ingestão ou por lentidão do metabolismo da glicose, se adere a uma molécula de proteína (colágeno, elastina, dentre outras) formando os AGEs, que são um complexo açúcar-proteína rígido que altera a estrutura dessas proteínas, impedindo a eficácia no desempenho de seus papéis mais importantes e, na pele, leva ao aparecimento das rugas.
Os AGEs ainda são verdadeiras fábricas de radicais livres. Eles se acumulam lentamente ao longo do tempo, piorando seus efeitos prejudiciais no organismo e deixando a pele com um aspecto opaco e envelhecido. Para combatê-los e evitá-los, existe uma fórmula tríplice: dieta, suplementos e produtos tópicos.
Outro grupo de pesquisadores, da McMaster University, no Canadá, demonstrou na década passada que o envelhecimento muscular pode até ser revertido se a prática de atividade física for frequente.
Após os 30 anos, o corpo humano tende a perder 10% da massa muscular a cada década, e a única forma de evitar isso é fazer uso constante dos músculos. Com relação ao físico, o lema é 'usar ou perder'".
A atividade física melhora não só a capacidade aeróbica, mas também a massa muscular, que vai diminuindo com o avanço da idade.
Os estudos com pessoas de mais de 65 anos mostram que treinamentos regulares de resistência parecem reverter os sinais de envelhecimento nos músculos.
As análises de tecidos musculares mostraram que, após exercícios, o maquinário molecular que move as células musculares se torna tão ativo quanto o de pessoas de 20 anos.
Vale a pena se esforçar e fazer exercícios regulares.
A IMPORTÂNCIA DA PRIMEIRA REFEIÇÃO
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Ivair Augusto

Fazer uma refeição rica e forte pela manhã tem suas vantagens. Normalmente passamos de 8 a 10 horas de jejum durante o sono, e uma refeição forte e variada assim que acordamos irá suprir necessidades imediatas do organismo.
O jejum prolongado baixa a glicose a níveis críticos e a eliminação de água na forma de urina, desidrata parcialmente os tecidos. A necessidade de uma reposição farta e rica é imprescindível. Coisa que um pão francês e um xícara de café, jamais poderão suprir.
Se a refeição da manhã é forte, o que vai ocorrer é sentirmos fome para a segunda refeição bem mais tarde do que o normal. Normalmente o pãozinho e o “pingado” (café com leite) nos levam ao máximo até as 12 horas da manhã. Mas uma refeição com grãos integrais e frutas tendem a nos levar a períodos mais longos de saciedade. A segunda refeição é adiada até as 14 ou 15 horas.
Isso minimiza a última refeição (da noite), trazendo o benefício de ingerir menos alimento e consumir poucas calorias. Uma fórmula ideal para a saúde do coração.
O café da manhã também pode ser a principal refeição do dia para aqueles que estão tentando perder peso, segundo um estudo apresentado nesta semana no encontro anual da Sociedade de Endocrinologia, em San Francisco.
O estudo, conduzido por uma pesquisadora do Hospital de Clínicas de Caracas, na Venezuela, em parceria com a Universidade Virginia Commonwealth, nos Estados Unidos, demonstrou que mulheres obesas que comeram metade de suas calorias diárias logo de manhã por vários meses acabaram emagrecendo mais do que aquelas que comeram menos no café da manhã. Comer pouco no café da manhã pode fazer com que a pessoa sinta necessidade de comer mais durante o dia.
Em um estudo com 94 mulheres obesas e pouco ativas foi comparado os resultados alcançados com uma dieta que incluía café da manhã reforçado com os verificados em uma dieta pobre em carboidratos. Quatro meses depois, as que estavam na dieta baixa em carboidratos pareciam estar perdendo mais peso do que as outras.
No entanto, oito meses depois, no final do estudo, a situação se reverteu, com aquelas na dieta baixa em carboidrato voltando a engordar, enquanto as que comiam a dieta com um café da manhã reforçado continuavam a perder peso. Ao final, as que comeram a dieta com um café da manhã rico perderam 21,3% de seu peso, enquanto as outras, apenas 4,5%.
Um café da manhã mais rico é mais eficiente em ajudar a perder peso, porque faz com que as pessoas se sintam mais satisfeitas e saudáveis durante o dia, já que inclui mais fibras e frutas.
A Fundação Britânica de Nutrição afirma que há evidências de que um bom café da manhã pode ajudar quem quer perder peso. "Isso é provavelmente porque quando não comemos um bom café da manhã temos mais chances de ficar com fome antes do almoço e comer alimentos açucarados e gordurosos, como biscoitos ou bolos", ela disse.
DEIXANDO DE COMER A CARNE VERMELHA
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Ivair Augusto

Deixar de comer carne hoje é uma das mais sábias decisões para beneficiar o coração e evitar doenças como o AVC (Acidente vascular Cerebral) e o Infarto do Miocárdio. Ambas as doenças envolvem obstrução (entupimento) de artérias ou vasos do cérebro e coração.
Assim deixar a carne é uma importante decisão para melhorar a qualidade de vida, mas não é a única. É preciso avançar para o entendimento que não é só a carne vermelha que traz prejuízos para sua saúde. A carne de frango, peixes e porco são ricas em gordura animal e trazem prejuízos da mesma forma.
Uma equipe de cientistas da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, monitorou a saúde de 35 mil mulheres durante sete anos e concluiu que mulheres que comiam uma porção de cerca de 60g de carne por dia apresentaram 56% mais risco do que aquelas que não consumiam o alimento.
Ainda segundo o estudo, as mulheres que comiam carne processada, como bacon, salsichas e presunto, têm 64% mais risco de desenvolver o câncer de mama do que aquelas que evitam esses pratos.
"A carne vermelha é rica em gordura saturada, e esse tipo de gordura influencia na quantidade de colesterol produzida pelo organismo. O colesterol é um precursor do estrogênio, substância que está associada a um maior risco de câncer de mama", explicou Janet Cade, chefe da equipe que realizou a pesquisa.Segundo a médica, cozinhar a carne em altas temperaturas também pode acelerar a formação de componentes cancerígenos.
"Meu conselho para mulheres que consomem carne vermelha e processada diariamente é para que elas reavaliem sua dieta", disse.Cade afirmou ainda que mulheres mais jovens, que ainda não entraram na menopausa e que comem carne vermelha, também apresentaram mais chances de sofrer da doença, mas os resultados não foram significantes estatisticamente.
O mesmo estudo mostrou que mulheres mais jovens que consomem grande quantidades de fibras cortaram pela metade o risco de desenvolver o câncer de mama. Henry Scowcroft, do Cancer Research UK, disse que as mulheres deveriam tentar manter um peso saudável, fazer exercícios físicos e evitar porções regulares de alimentos gordurosos, como a carne vermelha.
Os alimentos de origem animal não são saudáveis para o sistema circulatório dos humanos (artérias, veias e vasos sanguíneos). Mesmo alimentos como o leite e seus derivados (queijo, iogurte) e ovos precisam ser comidos com moderação, pois são ricos em gordura animal (colesterol).
Se você deixou de comer a carne vermelha, parabéns, você tomou uma excelente decisão. Os benefícios para o seu coração e sistema circulatório serão enormes. Mas você precisa avançar para não correr outros riscos.
Os cientistas do Instituto Nacional do Câncer americano dizem que um em cada dez casos de câncer de pulmão e de intestino poderia ser evitado se as pessoas diminuíssem a ingestão de carnes, presunto, salsichas e bacon.
Os estudiosos analisaram a dieta e o histórico médico de 494 mil pessoas com idades entre 50 e 71 anos. Aqueles que consumiam mais carne tiveram, ao longo de oito anos, 25% mais chances de serem diagnosticados com o câncer de intestino e 20% mais para o câncer de pulmão.
Em artigo publicado na revista científica PLoS Medicine, os pesquisadores dizem ainda que também foi estabelecida uma ligação entre o consumo de carne vermelha e o câncer de fígado e do esôfago.
MUDANÇA DE UM HÁBITO APENAS, NÃO TRAZ BENEFÍCIOS
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Ivair Augusto

“Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino - eis os verdadeiros remédios” CB, 127.
Alguns imaginam que ter uma alimentação saudável é tudo que podem fazer para ter uma saúde melhor. Mas a saúde envolve vários sistemas de nosso corpo e não somente o estômago.
A mudança no estilo de vida deve ser completa, envolver vários aspectos do viver diário.
Além de se optar por uma alimentação saudável, também é muito necessário que se faça exercícios físicos, ingestão de água, sono regular e abstinência das drogas (incluindo medicamentos).
Para uma vida saudável que resulte em longevidade e qualidade de vida, todo o corpo deve estar sendo beneficiado. É necessária a disciplina e regularidade em outros hábitos além daqueles de se alimentar bem.
Não basta (por exemplo) ser vegetariano. É necessário a inclusão de outros hábitos de vida na rotina diária. O vegetarianismo (ovo-lacto vegetarianismo) é uma excelente opção para melhorar a qualidade de vida. Mas não é o suficiente. A reforma deve ser completa e ela inclui oito pontos a serem incluídos na mudança.
1. Ar puro – inalar ao ar livre, em respiração profunda e constante, muito ar puro.
2. Luz solar – exposição ao sol, ao ar livre, todas as partes do corpo nas horas saudáveis da luz solarem – até as 10h da manhã; após as 16h da tarde.
3. Água pura – beber 2 litros de água durante o dia, em copos de 200 ml a cada hora. Água mineral ou livre de cloro, trará benefícios enormes ao sistema imune.
4. Exercício físico regular – no mínimo 3 vezes por semana e não menos que 40 minutos diários. Exercício físico é fundamental para uma boa saúde.
5. Regime alimentar natural – a alimentação natural – a base de grãos integrais, castanhas, legumes crus, verduras e frutas aumentarão a expectativa de vida – a longevidade.
6. Repouso – dormir cedo, antes das 22h da noite. Quanto mais cedo, mais produção de Melatonina e maior os benefícios para o cérebro.
7. Abstinência de drogas – não usar cafeína, etanol, nicotina e evitar os medicamentos.
8. Confiança no poder Divino – ter Fé em Deus, freqüentar a igreja e ter momentos de comunhão e meditação.
Fazer apenas um destes itens não trará resultados para uma vida saudável. É necessária uma reforma completa, uma mudança em todas as áreas da vida.
Outro fator importante é a regularidade e disciplina nestas mudanças. Um hábito mudado deve ser regular, vivenciado todos os dias. E a disciplina é fundamental; controlar os impulsos e não se permitir voltar aos hábitos antigos, eis o fundamento do sucesso.
E sucesso neste aspecto significa – rejuvenescer, vida longa e qualidade de vida.
9 BENEFÍCIOS DO EXERCÍCIO FÍSICO REGULAR
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Ivair Augusto

Exercitar-se regularmente traz benefícios enormes. Quando se fala de exercitar-se regularmente, isso quer dizer não menos que 3 vezes por semana, e por períodos não menos que 20 minutos de exercícios aeróbicos (com respiração profunda).
Isso quer dizer que as ginásticas, que são praticadas de forma estática e que não levam a um aumento do batimento cardíaco e da respiração, não terão os mesmos resultados dos exercícios aeróbicos.
Os benefícios que podem vir de atividades físicas regulares:
1. Os benefícios de três seções semanais de exercícios incluem não somente músculos mais fortes, mas também músculos mais jovens.
2. Os exercícios físicos podem melhorar a capacidade mental e adiar o declínio da memória.
3. Fazer atividades que aumentem os batimentos cardíacos durante apenas 30 minutos diariamente pode cortar em 50% os riscos de doenças cardíacas.
4. Os exercícios produzem melhora do estado emocional e promovem a sensação de felicidade.
5. Exercitar-se é um excelente anti-depressivo (prevenção).
6. Melhora o desejo e o desempenho sexual.
7. Fortalece os vasos sanguíneos evitando varizes e coágulos.
8. Melhora o apetite e por outro lado queima as gorduras acumuladas.
9. Reduz os riscos de câncer.
Pratique exercícios regularmente ao ar livre, sua vida vai melhorar em muitos aspectos.
AR PURO
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Ivair Augusto

A forma como respiramos e inundamos nossos pulmões de ar, tem muito haver com nossa disposição e saúde. O oxigênio é uma substancia vital para o funcionamento cerebral.
Segundo pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), a passagem do sangue pelo cérebro pode afetar a forma como os nervos transmitem sinais a outras partes do corpo, e pode regular a forma como a informação passa pelo cérebro.
Outros estudos mostram que mudanças no fluxo de sangue no cérebro afetam a atividade dos neurônios mais próximos, alterando como eles transmitem sinais uns aos outros. A teoria é sustentada por exames de ressonância magnética da parte do cérebro que representam as várias partes do corpo como dedos, braços e pernas.
Pesquisadores do Long Island Jewish Medical Center dizem que a parte da tarde seja a melhor hora do dia para se fazer exercícios físicos, pois a função pulmonar neste período alcança o seu máximo. Uma análise realizada durante cinco anos em 4.835 pacientes revelou que o horário com menor função pulmonar era por volta de meio-dia, aumentando durante a tarde até atingir seu pico entre 16h e 17h.
Nós normalmente associamos o final do dia de trabalho com cansaço e pouca motivação para exercícios físicos; porém, a função pulmonar parece estar na sua melhor forma nesse período.
Cientistas das universidades College London e Warwick, da Grã-Bretanha, afirmam que a respiração aumenta de acordo com o nível de atividade física realizada, através do aumento de gás carbônico que faz com que moléculas de ATP (Trifosfato de Adenosina) sejam liberadas pelas regiões do cérebro sensíveis ao CO2. Essa é a mensagem do cérebro para controlar a respiração e para que o nível de gás carbônico volte ao normal (reduza).
Não importa se uma pessoa está correndo para disputar uma medalha olímpica ou simplesmente correndo para pegar um ônibus, o corpo precisa aumentar a respiração para garantir a absorção de oxigênio suficiente para os músculos e a liberação de mais gás carbônico durante a corrida.
Sempre foi de vital importância saber que a respiração acompanha as necessidades de oxigênio e permite que a quantidade de gás carbônico apropriada seja liberada. Os exercícios em lugares abertos ou ar livre promovem uma melhor absorção do oxigênio. Por outro lado os locais fechados concentram o CO2.
As janelas de casa precisam se manter abertas durante o dia para garantir um suprimento de oxigênio adequado; dormir com janelas abertas, promove também um melhor suprimento de oxigênio, garantindo um melhor sono e restauração das funções cerebrais.
As dona de casa devem cuidar com a cozinha, pois concentra alta quantidade de CO2 e outros gases na hora em que o fogão e forno estão ligados. As janelas devem ser abertas para haver troca do ar saturado por um ar puro.
OS QUATRO INIMIGOS DA SAÚDE
Postado por
Ivair Augusto

Há um quarteto de substancias que tem matado muitos milhões de pessoas. E quando elas estão associadas, o perigo se dimensiona.
A Nicotina, Cafeína, o Etanol e as gorduras animais são as grandes responsáveis pela maioria das mortes evitáveis no planeta. Milhões de pessoas morrem anualmente com doenças do coração e pulmão e cérebro, devido aos efeitos devastadores destas substâncias.
A combinação do cigarro com o café potencializa os efeitos nocivos dos dois vícios ao coração, segundo um estudo da Escola Médica de Atenas. Testes feitos pela equipe grega indicaram que o fumo e a cafeína agem de forma combinada, danificando as artérias e o fluxo sangüíneo.
Como os cientistas já suspeitavam, a ação conjunta se revelou pior do que a soma dos efeitos de cada substância tomada isoladamente. As conclusões do estudo foram publicadas na revista Journal of the American College of Cardiology.
Embora o estudo tenha mostrado que as duas substâncias são mais nocivas quando combinadas, os pesquisadores disseram que os efeitos ainda são pouco conhecidos. A Fundação Britânica do Coração, afirma que parar de fumar é a medida mais eficaz que alguém pode tomar para não ter problemas do coração.
Um grupo internacional de cientistas afirmou que o etanol causa tantas mortes e doenças quanto o cigarro. O estudo foi publicado na revista médica The Lancet. Segundo o estudo, os únicos fatores que causam mais danos à saúde do que álcool e cigarro são a obesidade e o sexo sem proteção.
Os pesquisadores descobriram que cerca de 4% das contas destinadas à saúde em todo o mundo são dedicadas ao tratamento de doenças relacionadas ao álcool, comparados aos 4,1% de doenças relacionados ao tabaco e 4% relacionados à pressão alta.
Como o álcool está ligado a mais de 60 doenças diferentes, os cientistas que fizeram a pesquisa estão agora fazendo um apelo por medidas internacionais para reduzir os danos provocados por ele. De acordo com a correspondente de saúde da BBC Ania Lichtarowicz, o estudo mostra que há muito mais riscos relacionados ao álcool do que somente a já conhecida cirrose hepática.
O álcool pode ser associado a câncer, doenças do coração, desordens psiquiátricas, acidentes e ferimentos causados por violência.E, segundo o estudo, esses problemas de saúde são mais comuns em países onde as pessoas bebem mais.
Em países islâmicos do Oriente Médio e da Ásia, onde bebidas alcoólicas não são tão comuns, apenas pouco mais de 1% de doenças e mortes são causadas por álcool.Mas em certas partes do leste da Europa e da Ásia Central, onde o consumo é alto, problemas de saúde relacionados ao álcool respondem por mais de 12% das doenças e mortes.
O acúmulo de gordura nas paredes da artérias, chamado arteriosclerose, é uma das principais causas de derrames e ataques cardíacos, que matam 16,7 milhões de pessoas por ano no mundo.
Um estudo do Texas, publicado no Journal of the American College of Cardiology, envolveu 2.744 pessoas - entre homens e mulheres - e sugere que uma cintura de 81 centímetros para mulher e 94 centímetros para homem representa uma elevação "significativa" do risco de problemas cardíacos.
A gordura que se acumula em volta da cintura parece mais ativa biologicamente na medida em que secreta proteínas inflamatórias que contribuem para o acúmulo de placa arteriosclerótica. O segredo é as pessoas impedirem o acúmulo de gordura na cintura na juventude.
E a proporção de cintura para quadril se mostrou mais ligada a estes sinais prematuros de doenças cardiovasculares do que o índice de massa corporal (IMC) ou a medida da circunferência da cintura tomada isoladamente.
O IMC é calculado dividindo o peso pela altura ao quadrado. Uma pessoa que pesa 55 kg e tem 1,70 m de altura, por exemplo, tem o IMC de 19,03 kg/m². Especialistas em saúde das Nações Unidas recomendam que o IMC fique em torno de 18,5 kg/m² e cerca de 25 kg/m².
Os alimentos que mais promovem o acúmulo de gordura no corpo são os alimentos calóricos ou carbohidratos. Refinados como o açúcar, bolos, biscoitos, gulosiemas etc, são todos transformados em gordura em nosso organismo.
Os alimentos de origem animal (carnes) são as principais vilãs para a formação da placa de arteriosclerose. Diminuir os alimentos calóricos e substituir por grãos integrais, e eliminar a carne da dieta, são ótimas atitudes preventivas para a saúde do coração.
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